Bula Artea - Syngenta

Bula Artea

acessos
Propiconazole + Cyproconazole
200
Syngenta

Composição

Ciproconazol 80 g/L Triazol
Propiconazol 250 g/L Triazol

Classificação

Fungicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Sistêmico

Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia coronata var. avenae)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: 21 dias após
Helmintosporiose
(Drechslera avenae)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: 21 dias após
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Drechslera teres)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: 21 dias após
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 2 aplicações durante o ciclo da cultura. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: 21 dias após
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
0,3 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. 30 dias. Realizar uma aplicação de forma preventiva no início da fase de enchimento dos grãos (R5.1 – grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento das vagens)
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
0,3 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. 30 dias. Realizar uma aplicação de forma preventiva no início da fase de enchimento dos grãos (R5.1 – grãos perceptíveis ao tato a 10% de enchimento das vagens)
Oídio
(Microsphaera diffusa)
0,3 L p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo uma aplicação durante o ciclo da cultura. 30 dias. Realizar uma aplicação quando as plantas apresentarem até 20% da área foliar atacada
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia recondita f.sp. tritici)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: 21 dias após
Ferrugem da folha
(Puccinia recondita f.sp. tritici)
0,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: emborrachamento 3ª: espigamento/florescimento
Fusariose
(Fusarium graminearum)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Espigamento/florescimento
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: 21 dias após
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
0,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: emborrachamento 3ª: espigamento/florescimento
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: 21 dias após
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
0,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: emborrachamento 3ª: espigamento/florescimento
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,25 a 0,3 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: 21 dias após
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
0,2 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações 30 dias. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento 2ª: emborrachamento 3ª: espigamento/florescimento

Lata de folha de flandres 1,5 L; balde de aço 20 L, bombona coex de 5 L, frasco coextrudado de 1 L, farm-pack de polietileno 225, 420, 530 L.

INSTRUÇÕES DE USO :
Artea® trata-se de um fungicida de ação sistêmica, contendo dois ingredientes ativos do grupo químico dos triazóis, Propiconazol e Ciproconazol. Esses dois compostos se complementam no controle das principais doenças das culturas da aveia, cevada, soja e trigo. A aplicação do produto deve seguir as seguintes recomendações.

CULTURAS/DOSES/DOENÇAS CONTROLADAS: Vide seção "Indicações de Uso/Doses".

INÍCIO, ÉPOCA E NÚMERO DE APLICAÇÕES:

AVEIA:Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento e 2ª: 21 dias após. Número de aplicações: 2.

CEVADA: Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento e 2ª: 21 dias após. Número de aplicações: 2.

SOJA: Realizar a 1a aplicação de forma preventiva no estágio reprodutivo da soja; realizar monitoramento constante e reaplicar em intervalo máximo de 14 dias; caso as condições estejam favoráveis para o desenvolvimento da doença, reaplicar em 7 a 10 dias. Realizar no máximo 2 aplicações. Caso mais aplicações sejam necessárias, prosseguir com outros fungicidas efetivos para a ferrugem da soja.

TRIGO: Para Puccinia recondita f.sp.tritici, Bipolaris sorokiniana, Blumeria graminis f.sp tritici, Drechslera tritici-repentis Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento e 2ª: 21 dias após. Fazer 2 aplicações. Aplicar preventivamente ou até 5% de infecção na fase de: 1ª: perfilhamento/elongamento, 2ª: emborrachamento e 3ª: espigamento/florescimento número de aplicações: 3. Para Giberella (Fusarium graminearum) Aplicar até no máximo 40% de emergência das panículas, fazendo apenas 1 aplicação.

1 litro do produto comercial contém 80 g de Ciproconazol e 250 g de Propiconazol

Obs. O numero de aplicações a serem feitos em trigo depende da suscetibilidade da variedade. Para variedades consideradas bastante suscetíveis a doenças (como por exemplo OR-1 e Embrapa 53) recomenda-se três aplicações. Para variedades de suscetibilidade média recomenda-se 2 aplicações.

MODO DE APLICAÇÃO:
ARTEA® deve ser diluído em água e aplicado na forma de pulverização na dose recomendada, com qualquer tipo de equipamento terrestre, através de pulverizadores costais (manual, pressurizado ou motorizado), tratorizados com barra, turbo atomizadores ou através de aeronaves (avião ou helicóptero)
Antes da pulverização, certificar-se que os pulverizadores estejam em boas condições e calibrados corretamente.
Para a cultura da aveia, cevada e trigo, utilizar volumes de 100 a 200 L/ha de calda, para os equipamentos terrestres e 30 a 50 L/ha para aeronaves. Para a cultura da soja, utilizar volumes de 150 a 200 L/ha de calda, para os equipamentos terrestres e 40 L/ha para aeronaves

PARÂMETROS A SEREM OBSERVADOS NA PULVERIZAÇÃO:

AVIÃO IPANEMA:
TIPO E NÚMERO DE BICO: Jato cônico série "D" com difusor 25 a 45 , com 40 a 42 bicos.
4 Micronairs série AU - 3000 (pás com 35 a 45 o) ou 8 a 10 da série AU 5000 (pás com 45 a 75°); PRESSÃO (PSI): 20 a 30; GOTULAÇÃO: VMD na faixa de 100 a 150 * e densidade mínima de 20 gotas/cm2 ; FAIXA DE APLICAÇÃO: 15 metros; ALTURA DO VÔO: 3 a 4 metros; FATORES CLIMÁTICOS: Temperatura: máximo de 30°C; Umidade: mínima de 70%; Vento: máximo de 10 Km/h.

TURBO ATOMIZADOR:
TIPO E NÚMERO DE BICO: Jato cônico com série "X" ou "D", número variável com o tipo de equipamento ou comprimento da barra; PRESSÃO (PSI): 10 a 40; GOTULAÇÃO: VMD na faixa de 150 a 250 * e densidade maior que 100 gotas/cm2; FAIXA DE APLICAÇÃO: Variável de acordo com o espaçamento da cultura; FATORES CLIMÁTICOS: Temperatura: máximo de 30°C; Umidade: mínima de 55%; Vento: máximo de 10 Km/h.

COSTAL:
TIPO E NÚMERO DE BICO: Jato cônico com série "X" ou "D", número variável com o tipo de equipamento ou comprimento da barra; PRESSÃO (PSI): 30 a 60; GOTULAÇÃO: VMD na faixa de 150 a 250 * e densidade maior que 100 gotas/cm2; FAIXA DE APLICAÇÃO: Equivalente ao comprimento da barra ou faixa do bico; FATORES CLIMÁTICOS: Evitar as horas mais quentes do dia e deriva excessiva para maior segurança do aplicador.

TRATORIZADO COM BARRA:
TIPO E NÚMERO DE BICO: Jato cônico com série "X" ou "D", número variável com o tipo de equipamento ou comprimento da barra; PRESSÃO (PSI): 60 a 100; GOTULAÇÃO: VMD na faixa de 150 a 250 * e densidade maior que 100 gotas/cm2; FAIXA DE APLICAÇÃO: Equivalente ao comprimento da barra ou faixa do bico; FATORES CLIMÁTICOS: Evitar as horas mais quentes do dia e deriva excessiva para maior segurança do aplicador.

OBS.: Nas operações com aeronaves, atender as normas da Portaria N° 009 de 23.03.83 da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e do Abastecimento.

Observações locais deverão ser efetuadas visando evitar a deriva e evaporação do produto.
A critério e responsabilidade do Engº.Agrônomo ou Técnico Responsável as condições de aplicação poderão ser alteradas.
Para preparar a calda, despejar os produtos sobre a água, agitando lentamente até a formação de uma calda homogênea, mantendo a sob constante agitação e utilizando a no mesmo dia da preparação.


INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Aveia, cevada, soja e trigo : 30 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura após a aplicação do produto, só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiver seca (aproximadamente 3 horas). Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas :
O produto não é fitotóxico para a cultura indicada na dose e condições recomendadas.

Outras restrições a serem observadas :
Não há.

INFORMACOES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTECAO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Utilizar os equipamentos recomendados nos "DADOS RELATIVOS A PROTECAO DA SAUDE HUMANA".
INFORMACOES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICACAO A SEREM USADOS: Vide item "modo de aplicação".
DESCRICAO DOS PROCESSOS DE TRIPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide dados aprovados pelo Órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA/MMA)
INFORMACOES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINACAO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZACAO E INUTILIZACAO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide dados aprovados pelo Órgão responsável/ pelo Meio Ambiente — IBAMA/MMA)
INFORMACOES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUCAO E DESTINACAO DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA utilização OU EM DESUSO:
(Vide dados aprovados pelo Órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA/MMA)
INFORMACOES SOBRE O MANEJO DE RESISTENCIA:
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vide útil dos fungicidas:
• Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
•Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
•Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
•Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

DADOS RELATIVOS A PROTECAO DA SAUDE HUMANA:
ANTES DE USAR 0 PRODUTO, LEIA COM ATENC;40 AS INSTRUCOES. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEGAO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUCOES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, Óculos, touca árabe e luvas. - Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamento com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUCOES NA PREPARACAO DA CALDA
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro apropriado para partículas e nevoas/vapores orgânicos; Óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUCOES DURANTE A APLICACAO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- 0 produto produz neblina. Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar se expor a nevoa do produto. Se utilizar trator ou avião, aplique o produto contra o vento. - Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a Ultima aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; mascara com filtro apropriado para partículas e nevoas/vapores orgânicos; Óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe, luvas de nitrila.
PRECAUCOES APOS A APLICACAO:
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado na embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, Óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção, separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: no caso de contato com o produto, procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula elou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Se a vítima estiver consciente ("acordada"), dar 2 a 3 copos de água. Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente ("desacordada"). Caso o vômito ocorra naturalmente, não tente evitar. Em caso de vômito, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou coloque a pessoa de lado (se estiver deitada) para evitar a aspiração do conteúdo gástrico.
Olhos: Retirar lentes de contato, se presentes. Lavar com água corrente em abundância ou soro fisiológico durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

- INTOXICAÇÕES POR PROPICONAZO, CIPROCONAZOL E HIDROCARBONETO
AROMÁTICO —

INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).
Grupo Químico: PROPICONAZOL E CIPROCONAZOL: Triazóis

HIDROCARBONETO AROMATICO: Hidrocarboneto aromático

Classe toxicológica: I-ESTREMAMENTE TÓXICO

Vias de exposição: Dérmica, inalatória, oral e ocular.

Toxicocinética: PROPICONAZOLE: Estudos com animais de laboratórios demonstraram que o propiconazole é absorvido tanto pela via gastrintestinal quanto por via dérmica. O produto é quase que totalmente metabolizado e rapidamente excretado após a dosagem: oral. Em ratos, da dose total administrada, em torno de 56% e 62% foi excretado pela urina e em torno de 39% e 31% foi excretado pelas fezes, nos machos e nas fêmeas, respectivamente, após 48 horas da dosagem. Em camundongos o metabolismo é sexo dependente sendo que em machos um único metabólito (conjugado de ácido glucurônico) representa 60% do propiconazole administrado, em fêmeas este metabólito representa 30% do produto absorvido. O principal mecanismo de metabolização do propiconazole em camundongos envolve a clivagem do anel de dioxolane.

CIPROCONAZOLE: Em ratos a absorção foi quase que completa (pelo menos 86%). Os níveis mais elevados foram observados no fígado e no córtex adrenal seguido da gordura renal, rins e baço. Não houve nenhuma! I retenção especial de materiais derivados do composto nos ratos e a dosagem múltipla não influenciou o padrão de distribuição (não houve acumulação significativa). O Ciproconazole foi extensivamente metabolizado pelo rato, independente da rota ou regime de dose e sexo do animal teste. As principais vias dei metabolismo são as seguintes: eliminação oxidativa do anel; triazole, hidroxilações da cadeia lateral que possui o anel ciclopropil, quebra oxidativa do anel cipropil e eliminação do anel lateral que possui o anel ciclopropil, seguida por oxidação. Um total de cerca de 35 metabólitos foram detectados em ratos, entre os quais 13, de maior significância foram isolados. O produto e/ou seus metabólitos foram eliminados do sangue com uma meia-vida de eliminação de cerca de 30 horas e sem diferença significativa. das vias e regimes de dosagem. Após 168 horas da dosagem, a. eliminação principal ocorreu através da bile, em fezes (60 a 75%; sendo que 90% dessa quantidade dentro das primeiras 24 horas) e urina (30 a 40%). Após 7 dias, os resíduos nos órgãos e tecidos foram muito baixos e não houve retenção significativa do composto, e/ou seus metabólitos nos ratos, nas condições testadas.

HIDROCARBONETO AROMÁTICO: Estudos conduzidos com; ratos mostraram que os produtos pertencentes ao grupo dos hidrocarbonetos aromáticos são bem absorvidos através da via inalatória, atravessam facilmente a membrana alveolar e, rapidamente, atingem o sistema nervoso central. Em caso de ingestão, a eliminação ocorre principalmente através das fezes.
Mecanismos de toxicidade: PROPICONAZOLE E CIPROCONAZOLE: Doses letais; apresentam indicações de danos tóxicos ao fígado, rins, estômago,intestinos e pulmões.
HIDROCARBONETO AROMATICO: Depressor do sistema nervoso central.

Sintomas e sinais clínicos:

PROPICONAZOLE
Exposição Aguda: Pode causar irritação pulmonar, dérmica e ocular. A exposição a
altas concentrações de vapor do produto pode ocasionar dores dei
cabega, tontura, dormência, náuseas, incoordenação e outros
sintomas relacionados ao Sistema Nervoso Central. A severidade
da intoxicação deve ser baseada nos achados clínicos.
Ocular: É altamente irritante para os olhos.
Respiratório: Epistaxe, secreção espumosa na traquéia, congestão e edema
pulmonar foram observados em ratos a partir da concentração de 20,93 mg/L durante 4 horas de exposição.
Gastrintestinal: Após ingestão, podem ocorrer náusea, vomito e diarréia.
Dermatológico: Foram observados edema e eritema foi observado em todos os
coelhos tratados.
CIPROCONAZOLE: Em ratos tratados com ciproconazole ocorreram sintomas não específicos como: fraqueza, desorientação, pele áspera, diminuição dos movimentos, flacidez, exoftalmia, lacrimejamento distúrbios respiratórios. Em estudos de toxicidade inalatória os; animais apresentaram leve sedação, dispneia e pelos erigados. Foi considerado levemente irritante para olhos. Em estudos de, toxicidade subcrônica causou diminuição do ganho de peso e decréscimos na bilirrubina, no colesterol total, HDL, triglicerídeos, proteína total e aumento na contagem de plaquetas, fosfatases alcalina, gama glutamil transferase e no peso absoluto e relativo do fígado, e peso relativo dos rins e cérebro.
HIDROCARBONETO AROMATICO: A ingestão de substancias da classe dos hidrocarbonetos aromáticos pode causar tosse, náuseas, vomito, diarréia, dor/queimação abdominal, taquidisritmia cardíaca. A ingestão e a inalação podem causar depressão do sistema nervoso central, caracterizada por náuseas, dor de cabeça, tontura, perda da coordenação, inconsciência e coma.

Diagnostico: O diagnostico e estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clinico compatível.

Tratamento:
Antídoto: Não existe antídoto especifico. Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para manutenção das funções vitais. Monitoramento para hipotensão, disritmias, depressão respiratória e avaliação', para a necessidade de intubação endotraqueal. Também, monitorar para hipoglicemia, distúrbios eletrolíticos e hipóxia. Se a exposição for por via inalatória, remova o paciente para um local arejado e cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer( •tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonista beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral. No caso de exposição ocular lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser, encaminhado para tratamento específico. No caso de exposição dérmica remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistir.

"Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.

Efeitos sinérgicos: Existe um efeito sinérgico entre os componentes da fórmula em relação a toxicidade A associarão deste produto com outros tensoativos e derivados do petróleo tem efeito que pode potencializar a intoxicação.

ATENÇÃO:Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação. (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: Plantão Syngenta 24 horas: 0800 704 4304

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
PROPICONAZOLE
Após administração oral em ratos, propiconazole foi rapidamente absorvido e também quase que totalmente eliminado pela urina e fezes, em 24 horas 74 — 84% do produto ou seus metabólitos foram excretados. Os resíduos teciduais foram baixos e não houve evidencia de acumulação ou retenção do propiconazole ou seus metabólitos.
Em camundongos a excreção a exceção urinaria esperada de 45-81% da dose administrada ocorreu após 96 horas e foi maior em machos que em fêmeas. Nas fezes foram excretados 22-43%. Nesses animais o padrão de metabolismo do propiconazole é marcadamente dependente do sexo, sendo que em machos 60% da excreção a representada por um único metabolito (um conjugado do ácido glucurônico), este representa 30% da excreção das fêmeas. Assim em camundongos o principal mecanismo do propiconazole envolve a clivagem do anel de dioxolane. Independente da dose ou sexo dos animais os maiores valores de resíduos foram encontrados no fígado

CIPROCONAZOLE
Apos administração oral foi rapidamente metabolizado no rato. Ciprocroconazole não modificado e 13 metabolitos foram isolados e identificados e 35 metabolitos foram detectados na excreta. A eliminação foi relativamente rápida com a maioria dos metabolitos aparecendo nas fezes como resultado da eliminação biliar. Resíduos foram encontrados na gordura renal, adrenais, rins e fígado, praticamente desaparecendo apos 168 horas. As principais vias de metabolismo são as seguintes: eliminação oxidativa do anel triazole, hidroxilações da cadeia lateral que possui o anel ciclopropil, quebra oxidativa do anel cipropil e eliminação do anel lateral que possui o anel ciclopropil, seguida por oxidação.

EFEITOS AGUDOS DA FORMULACAO PARA ANIMAIS DE LABORATORIO: Toxicidade aguda oral (ratos) : DL50 > 2.000 mg/kg
Toxicidade aguda dérmica (ratos) : DL50 > 2.000 mg/kg
Toxicidade aguda inalatória: CL 50 >5,17 mg/L
Irritação dérmica (coelhos): Moderadamente irritante
Irritação ocular (coelhos):Extremamente irritante
Sensibilização cutânea: não sensibilizante

Em estudo de toxicidade oral com animais de laboratórios (ratos): Dez ratos receberam 2000mg/Kg em dose Única e por via oral. Apos 14 dias da administração do produto, não foi observada mortalidade ou sinais de intoxicação entre os animais de teste. Já para o estudo de toxicidade dérmica, a substância foi administrada pura na dose de 2000mg/Kg em 10 ratos. Durante 14 dias os animais foram observados não sendo observada mortalidade ou outros efeitos do produto nos animais testados. No estudo de toxicidade aguda inalatória 10 ratos foram expostos a concentração de 5,17 mg/mL, utilizando-se uma câmara de inalação. O produto foi testado na dose de 5mg/L. Apos o período de exposição de 4 horas, os animais foram observados por 14 dias, não havendo mortalidade ou outros efeitos do produto. No estudo de irritabilidade ocular a substancia teste pura foi instilada nos olhos de 6 coelhos, em 3 animais os olhos foram lavados 4 segundos após o tratamento e nos outros 3 animais os olhos foram lavados após 30 segundos. Os animais que tiveram os olhos lavados mais precocemente apresentaram: opacidade de córnea em 2/3 dos animais sendo que 1/3 recuperou-se completamente em 48 horas e 1/3 em 7 dias. A hiperemia foi observada em todos os animais com recuperação total sendo que 2/3 se recuperaram completamente em 7 dias e 1/3 em 14 dias. Quemose foi observada em todos os animais sendo que 2/3 se recuperaram completamente em 72 horas e 1/3 em 21 dias. Secreção também foi observada em todos os animais com recuperação de 2/3 em 7 dias e 1/3 em 21 dias. Já os animais que tiveram os olhos lavados mais tardiamente apresentaram opacidade de córnea não reversível em 21 dias em 1/3 dos animais e com reversão completa em 14 dias em 1/3 e em 21 dias em 1/3. Irite foi observada em todos os animais com reversão em 72 horas em 2/3 e em 21 dias em 1/3. A hiperemia foi observada em todos os animais com recuperação de 2/3 em 14 dias e 1/3 em 21 dias. Quemose também foi observada em todos os animais com recuperação completa de 1/3 em 14 dias e 2/3 em 21 dias. Secreção também foi observada em todos os animais com recuperação completa em 2/3 em 14 dias e 1/3 em 21 dias. No teste de irritabilidade dérmica, os coelhos apresentaram leves alterações relacionadas ao tratamento (eritema e edema) em todos os animais testados, com todas as reações completamente reversíveis dentre 7 dias. A aplicação do agrotóxico por contato, na concentração de 100% para induções e para o desafio não produziu sensibilização dérmica em cobaias após a exposição ao produto.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Propiconazol: Em estudos de toxicidade a curto prazo (1 ano) em cães o NOEL foi estabelecido em 8,7 mg/Kg de peso corpóreo. Nos estudos de toxicidade a longo prazo ratos submetidos a uma dose de 2500 ppm na dieta por um período de 2 anos apresentaram decréscimo de peso corpo-adrenal e dos rins e um aumento de peso do fígado. Um decréscimo do peso dos rins foi também observado na dose de 500 ppm. O NOEL deste estudo foi considerado de 4 mg/Kg/dia. Em camundongos alterações significativas foram constatadas quanto à incidência de tumores no fígado de animais machos: quando comparados com 50% dos controles, houve baixa incidência (27%) na dose de 100 ppm, nenhuma alteração significativa (40%) a 500 ppm e um aumento significativo (85%) a 2500ppm. A incidência em fêmeas foi geralmente muito menor, sendo que o leve acréscimo não ocorrido a 2500ppm não alcançou valores significativos. A NOEL para esta espécie ficou estabelecida em 10mg/Kg/dia.

Ciproconazol: Em estudo crônico de 1 ano com cães, foi observada redução no ganho de peso corpóreo nos cães machos na dose máxima do estudo de 12,1 mg/kg de peso corpóreo/dia. Em adição, alterações químicas de depressão dos níveis de colesterol, e triglicerídeos, redução na albumina e elevação dos níveis de enzimas do fígado indicaram uma leve hepatotoxicidade relacionados ao tratamento com o Ciproconazol. Algumas alterações histopatológicas do fígado foram relatadas nos níveis de 3,2 e 12,1 mg/kg de peso corpóreo/dia. Essas alterações, no entanto representam uma adaptação fisiológica reversível, sem relevância toxicológica.
Em estudo de 2 anos com ratos, foi observada redução no ganho de peso corpóreo na dose de 15,6 para machos e 21,8 mg/kg de peso corpóreo/dia para fêmeas. Foram observados efeitos no fígado, onde houve um aumento na incidência de gordura e hipertrofia hepática. Não houve evidência de efeito no sistema endócrino.
O nível sem efeito observado em cães foi de 30 ppm na dieta equivalente a um consumo de 1 mg/kg de peso corpóreo. O nível sem efeito observado em ratos foi de 20 ppm na dieta, equivalente a um consumo de 1 mg/kg de peso corpóreo. Nestas doses ou em doses menores, não foram observados efeitos dos ingredientes ativos nos animais testados.


ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO IRRITANTE AOS OLHOS

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
• Não utilize equipamentos com vazamento.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
• Uso exclusivamente agrícola
• Não transporte o produto junto com alimento, ração, medicamentos, animais e pessoas.
• Não utilize Equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Quando for descartar as embalagens, use luvas e botas de borracha

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
• CUIDADO: O produto não diluído pode causar irritação dos olhos em caso de contato. Durante o preparo da calda, utilize os seguintes equipamentos de proteção individual : macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos, máscara de carvão ativado descartável com filtro para solventes orgânicos cobrindo o nariz e a boca, luvas de nitrila, botas de borracha e avental impermeável.
• Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
• Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS
SOCORROS.
• Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS
SOCORROS.
• Evite o contato do produto com a pele. Caso isso aconteça, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO :
• Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
• Não aplique o produto contra o vento e nas horas mais quentes.
• Evite a inalação da nuvem de pulverização.
• Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos, máscara de carvão ativado descartável com filtro para solventes orgânicos cobrindo o nariz e a boca, luvas de nitrila, botas de borracha e avental impermeável.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Não reutilize a embalagem vazia.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Guardar longe de alimentos, bebidas e ração animal.
• No final do trabalho, tome banho, troque e lave as roupas de proteção separadamente das roupas normais.
• Após cada aplicação lave e faça a manutenção em todos os EPIs.

PRIMEIROS SOCORROS :
• Primeiros socorros em geral:Em caso de indisposição, coloque o paciente num local bem ventilado e proteja-o da hipotermia. EM CASO DE SUSPEITA DE INTOXICAÇÃO: Chame imediatamente o medico.
• Primeiros socorros em caso de contato com a pele: Remova a roupa contaminada e lave completamente todas as partes atingidas do corpo com água e sabão, inclusive os cabelos e unha das mãos.
• Primeiros socorros em caso de contato com os olhos: Lave os olhos com água limpa por vários minutos e chame imediatamente o medico.
• Primeiros socorros apos ingestão: Administrar carvão medicinal repetidamente em grande quantidade de água. Procure o medico, levando a embalagem, o rotulo, a bula ou o receituário agronômico do produto. Observação: Nunca de nada pela boca a uma pessoa inconsciente e não provoque o vomito, pois o produto contém solventes orgânicos.
• Primeiros Socorros em caso de inalac5o: Procure lugar arejado. Procure o medico, levando a embalagem, o rotulo, a bula ou o receituário agronômico do produto

SINTOMAS DE ALARME: Não específicos.

ANTIDOTO E TRATAMENTO (INFORMACOES PARA USO MEDICO) :
Não ha antídoto especifico. Tratamento sintomático em função do quadro clínico. Medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a absorção, neutralizar a ação do produto e intensificar sua eliminação. Não se conhece interações medicamentosas ou contra-indicações no tratamento dos intoxicados com este produto.

TELEFONE PARA CASOS DE EMERGENCIA :
Plantão Syngenta 24 horas: 0800-160210
CENTROS DE INFORMACOES TOXICOLOGICAS:
São Paulo: (0XX11) 5011-5111
Campinas:(0XX19)3788-7573
Paraná :0800410148
Rio Grande do Sul : 0800-780200

Mecanismos de ação, absorção e excreção :
Estudos efetuados com animais de laboratório possibilitam fornecer as seguintes informações sobre mecanismo de ação, absorção e excreção :

PROPICONAZOLE : Estudos com animais de laboratório demonstraram que o produto
quase que totalmente metabolizado e rapidamente excretado apos a dosagem oral. Em ratos, da dose total administrada, em torno de 56% e 62% foi excretado pela urina e em torno de 39% e 31% foi excretado pelas fezes, nos machos e nas fêmeas, respectivamente, apos 48 horas da dosagem.

CYPROCONAZOLE : A absorção foi quase que completa (pelo menos 86%), independente do nível de dose ou regime (intubação gástrica ou injeção na veia femoral).
Os níveis renais elevados foram observados no fígado e no córtex adrenal seguido da gordura renal, rins e baço. Não houve nenhuma retenção especial de materiais derivados do composto nos ratos e a dosagem múltipla não influenciou o padrão de distribuição (não houve acumulação significativa)
O Cyproconazole foi extensivamente metabolizado pelo rato, independente da rota ou regime de dose e sexo do animal teste. As principais vias de metabolismo são as seguintes
• Eliminação oxidativa do anel triazole
• Hidroxilações da cadeia lateral que possui o anel ciclopropil
• Quebra oxidativa do anel cipropil
• Eliminação do anel lateral que possui o anel ciclopropil, seguida por oxidação

Um total de cerca de 35 metabólitos foram detectados em ratos, entre os quais 13, de maior significância foram isolados. Todos os outros estiveram presentes em quantidades muito pequenas (< 3% do total de resíduos) e portanto, considerados não significativos. O produto e/ou seus metabólitos foram eliminados do sangue com uma meia-vida de eliminação de cerca de 30 horas e sem diferença significativa das vias e regimes de dosagem. Após 168 horas da dosagem, a eliminação principal ocorreu através da bile, em fezes (60 a 75%; sendo que 90% dessa quantidade dentro das primeiras 24 horas) e urina (30 a 40%). Após 7 dias, os resíduos nos órgãos e tecidos foram muito baixos e não houve retenção significativa do composto e/ou seus metabólitos nos ratos, nas condições testadas.

Efeitos agudos e crônicos:
Dados agudos da formulação:
Toxicidade aguda oral (ratos): DL50 > 2.000 mg/kg Toxicidade aguda dérmica (ratos) : DL50 > 2.000 mg/kg Irritação a olhos (coelhos) : Irritante
Irritação a pele (coelhos): Moderadamente irritante

Dados crônicos :
PROPICONAZOLE : Resultados de estudos de longo prazo com animais de laboratório (ratos) não revelaram efeitos crônicos adversos quando administrado na dieta por período de 24 meses, nos níveis de 3,6 mg/kg de peso corpóreo.
CYPROCONAZOLE: Em estudo crônico de 1 ano com cães, foi observada redução no ganho de peso corpóreo nos cães machos na dose máxima do estudo de 350 ppm. Em adição, alterações químicas de depressão dos níveis de colesterol, e triglicerídeos, redução na albumina e elevação dos níveis de enzimas do fígado indicaram uma leve hepatotoxicidade relacionados ao tratamento com o cyproconazole. Algumas alterações histopatológicas do fígado foram relatadas nos níveis de 100 e 350 ppm. Essas alterações no entanto representam uma adaptação fisiológica reversível, sem relevância toxicológica.
Em estudo de 2 anos com ratos, foi observada redução no ganho de peso corpóreo na dose de 350 ppm. Foram observados efeitos no fígado, onde houve um aumento na incidência de gordura e hipertrofia hepática. Não houve evidência de efeito no sistema endócrino. O nível sem efeito observado em cães foi de 30 ppm na dieta equivalente a um consumo de 1 mg/kg de peso corpóreo. O nível sem efeito observado em ratos foi de 50 ppm na dieta, equivalente a um consumo de 2,22 mg/kg de peso corpóreo. Nestas doses ou em doses menores, não foram observados efeitos dos ingredientes ativos nos animais testados.

DADOS RELATIVOS A PROTECAO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUCOES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTECAO AO MEIO AMBIENTE :
Este produto é:
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
• Este produto a ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE MOVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente lençóis freáticos.
• Este produto é ALTAMENTE TOXICO para algas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada das embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagricolas.

2. INSTRUCOES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVACAO E PREVENCAO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver as embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA. - telefone de emergência: 0800-160210
• Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga a instrução abaixo :
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
• Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores (DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO), ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4.PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos :
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob pressão :Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos :
-Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de 6gua;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos :
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Apos a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Presão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso imperme6vel, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUCAO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses apos o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano apos a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICIPIO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
· Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
· Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
· Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
· Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.