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Betk-03 CI

Geral
Nome Técnico:
Bacillus thuringiensis cepa N1; Bacillus thuringiensis cepa N2; Bacillus thuringiensis cepa N3
Registro MAPA:
7123
Empresa Registrante:
Bio Insumos Nativa
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Bacillus thuringiensis Cepa N1 (0,334 X 10⁸ UFC/g p. c.) 6,03 g/kg
Bacillus thuringiensis Cepa N3 (0,334 X 10⁸ UFC/g p. c.) 6,03 g/kg
Bacillus thuringiensis Cepa N2 (0,334 X 10⁸ UFC/g p. c.) 6,03 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Saco Metálico com estrutura metálica externa Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Sólido 5 KG
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Sólido 10 KG

INDICAÇÕES DE USO:

BETK-03 é um inseticida microbiológico indicado para todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis), Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens), Lagarta-militar (Spodoptera frugiperda) e Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta).
*Produto com eficiência agronômica comprovada nas culturas do Feijão, Tomate, Trigo e Soja podendo ser utilizado em qualquer cultura com ocorrência do alvo biológico.

MODO DE APLICAÇÃO:

BETK-03 deve ser aplicado na forma de pulverização foliar sobre a cultura. Utilizar volume de calda de acordo com a cultura e tamanho das plantas, de forma a obter uma boa cobertura.
Preparo da calda: antes de adicionar o produto ao tanque do pulverizador, misturar o produto com água em um volume menor, agitar vigorosamente até obter uma solução homogênea e então adicionar ao tanque, mantendo a agitação da calda no tanque.
Aplicação terrestre: Utilizar volume de calda de 200 L/ha, através de pulverizador costal ou tratorizado, equipados com pontas que reduzem perdas por deriva e promovem uma cobertura homogênea sobre a cultura, conforme as recomendações do fabricante. Utilizar volume de calda de acordo com a cultura e tamanho das plantas, de forma a obter uma boa cobertura.
Aplicação aérea: Através de aeronaves agrícolas utilizando volume de calda entre 30 a 50 L/ha. As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação. Recomenda-se o fechamento de bicos nas pontas das asas para evitar perdas por influência dos vórtices. Evitar aplicações com velocidade do vento inferiores a 3 km/h devido ao fenômeno da inversão térmica.
Condições meteorológicas recomendadas durante a pulverização:
• Temperatura abaixo de 30°C
• Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h
OBS: assegurar que a pulverização ou a sua deriva não atinjam culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir rigorosamente as instruções da legislação pertinente e vigente.

Intervalo de segurança para cada cultura:

Intervalo de segurança não determinado devido a não necessidade de estipular limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.

Intervalo de Reentrada de Pessoas nas Culturas e Áreas Tratadas:

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

Limitações de uso:

Produto de uso exclusivo na agricultura.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida BETK-03 pertence ao grupo 11A e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do BETK-03 como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 11A. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Aplicações sucessivas de BETK-03 podem ser feitas desde que o período residual total de “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do BETK-03 ou outros produtos quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

Armazenar o produto em temperatura ambiente e manter sempre na embalagem original.

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