Bouveriz WP / Bouveriz WP Pro
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Beauveria bassiana cepa IBCB 66
Registro MAPA:
7615
Empresa Registrante:
Nitro |
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Produtos associados:
- Biocontrol; - Mirah; - Bouveriz WP Pro. |
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| Composição | ||
|---|---|---|
| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Beauveria bassiana Isolado IBCB 66 (4 x 10⁹ UFC/g p. c.) | 80 g/kg | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Contato, Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Sim |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | |||
| Cosmopolites sordidus (Moleque da bananeira) | veja aqui | |||
| Dalbulus maidis (Cigarrinha do milho) | veja aqui | |||
| Hypothenemus hampei (Broca do café) | veja aqui | |||
| Sphenophorus levis (Bicudo da cana de açúcar) | veja aqui | |||
| Tetranychus urticae (Ácaro rajado) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Não Lavável | Saco | Plástico metalizado | Flexível | Sólido | 1 KG |
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
BOUVERIZ WP PRO é um inseticida e acaricida microbiológico formulado a partir do fungo entomopatogênico Beauveria bassiana que age por contato, indicado para aplicação em iscas para o controle do moleque-da-bananeira (Cosmopolites sordidus), aplicação foliar para o controle da mosca-branca (Bemisia tabaci raça B), ácaro-rajado (Tetranychus urticae), cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), broca-do-café (Hypothenemus hampei) e para aplicação foliar ou jato dirigido para o controle do bicudo-da-cana (Sphenophorus levis).
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Devem ser realizadas aplicações no início de infestação da praga de acordo com o levantamento populacional.
MODO DE APLICAÇÃO:
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 27°C ou na presença de ventos fortes (velocidade acima de 10 km/hora), bem como umidade relativa do ar abaixo de 70%. Durante a aplicação do produto, é necessária a agitação constante da calda no tanque, a fim de manter uma boa homogeneização durante toda aoperação.
Modo de aplicação terrestre:
Para a aplicação deve-se utilizar pulverizador de barra ou pingente. O produto não deve ser administrado em volume de calda inferior a 200L/ha. Recomenda-se bico triplo leque com vazão igual ou superior a 0,75 L/ min.
Modo de aplicação aérea:
O produto deve ser administrado no campo por meio de aeronaves preparadas para pulverizações agrícolas utilizando altura de voo entre 3 e 4 metros. Recomenda-se volume de calda entre 40 e 60 L/ha.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Entrar na área após secagem completa da calda (no mínimo 4 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilizar os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante à aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da tarde. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas. Para aplicação com outros produtos na mesma calda (nutricional, fungicida, inseticida e/ou herbicida), consultar tabela de compatibilidade biológica.
Para beneficiar a atuação do produto BOUVERIZ WP PRO, protegendo o inóculo dos fatores climáticos e melhorando as condições microclimáticas, recomenda-se as seguintes práticas culturais:
• Usar a calda no mesmo dia do seu preparo;
• Aplicar com umidade relativa do ar acima de 65%;
• Conservar o produto sob refrigeração ou lugar fresco e arejado;
• Nunca deixar o produto exposto ao sol;
• Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos;
• Não aplicar em período de chuvas intensas;
• Não aplicar sob vento forte.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Não há relatos de desenvolvimento de resistência a fungos entomapatogênicos. Porém, para evitar o surgimento de insetos com resistência, o Comitê Brasileiro de Resistência à Inseticidas - IRAC-BR recomenda algumas estratégias:
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento das recomendações locais.
• Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultura por ex.) dentro do programa de manejo integrado de pragas (MIP), quando disponíveis.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de cultivares resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismo de ação distinta.
Não há relatos de desenvolvimento de resistência a fungos entomapatogênicos. Porém, para evitar o surgimento de insetos com resistência, o Comitê Brasileiro de Resistência à Inseticidas - IRAC-BR recomenda algumas estratégias:
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento das recomendações locais.
• Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultura por ex.) dentro do programa de manejo integrado de pragas (MIP), quando disponíveis.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de cultivares resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismo de ação distinta.