Bula Cercobin 500 SC

acessos
Thiophanate methyl
2118698
Iharabras

Composição

Thiophanate methyl 500 g/L Benzimidazóis

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
600 a 800 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 14 dias. Preventivas, antes do fechamento da cultura
Ramulose
(Colletotrichum gossypii var. cephalosporioides)
300 mL p.c./100 kg de sementes - - - Não determinado. Tratamento de sementes
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
100 mL p.c./100L água 0,4 a 0,6 L de calda/ha - 30 a 45 dias. 14 dias. Período chuvoso
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha preta
(Phyllosticta citricarpa)
100 mL p.c./100L água 10 L de calda / planta 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 40 dias. 14 dias. Frutos com 1,5 cm de diâmetro
Verrugose da laranja doce
(Elsinöe australis)
100 mL p.c./100L água 10 L de calda / planta 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. Estágio de florescimento
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Erysiphe polygoni)
100 mL p.c./100L água - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 14 dias. Primeiros sintomas da doença
Oídio
(Erysiphe pisi)
100 mL p.c./100L água - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. 14 dias. Primeiros sintomas da doença
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
100 a 150 mL p.c./100L água - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 14 dias. Frutos formados
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
800 a 1000 mL p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Início da florada. 3 dias. No 4 par de folhas
Pinhão-manso Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oidio
(Oidium spp)
100 a 150 mL p.c./100L água - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. UNA. Detecção dos primeiros sintomas
Rosa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha negra
(Diplocarpon rosae)
100 mL p.c./L de água - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 7 a 10 dias. UNA. Logo após a primeira poda
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum truncatum)
100 a 150 mL p.c./100 kg de sementes até 600 mL p.c./100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Antracnose
(Colletotrichum dematium)
125 a 150 mL p.c./100 kg de sementes até 600 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Fungo de pós colheita
(Aspergillus spp)
100 a 150 mL p.c./100 kg de sementes até 600 mL de água/100 Kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Fusariose
(Fusarium pallidoroseum)
100 a 150 mL p.c./100 kg de sementes até 600 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Mancha parda
(Septoria glycines)
600 a 800 mL p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 21 dias. Estádio R5.1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
600 a 800 mL p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 21 dias. Estádio R5.1
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
100 a 150 mL p.c./100 kg de sementes até 600 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Podridão basal
(Fusarium oxysporum)
100 a 150 mL p.c./100 kg de sementes até 600 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1000 mL p.c./ha - 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Segunda na floração plena. 21 dias. Início da floração
Podridão seca
(Phomopsis sojae)
100 a 150 mL p.c./100 kg de sementes até 600 mL de calda/100 kg de sementes - - Não determinado. Tratamento de sementes

Frasco plástico para 1 L.
Bombona plástica para 5, 6 e 10 L.
Balde plástico para 5 e 20 L.
Saco plático para 1, 2, 5 e 6 L.
Balde metálico para 20 L.
Caixa papalão (com revestimento interno de saco plástico) para 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO

CULTURAS, DOENÇAS, DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
CERCOBIN 500 SC - Trata-se de um fungicida sistêmico, empregado no controle de inúmeras doenças fúngicas em diversas culturas.

I. EM PULVERIZAÇÃO DA PARTE AÉREA:

As doses de CERCOBIN 500 SC em ml/100 L de água são recomendadas para aplicações terrestres onde se empregam quantidades de água de 700-1000 litros de água/hectare. No caso da cultura da banana assegurar a dose de 400-600 ml/ha do produto.

II. EM TRATAMENTO DE SEMENTES:

OBS.: 1 litro do produto comercial (p.c.) Cercobin 500 SC equivale à 500 g do ingrediente ativo (i.a.) tiofanato metílico.


FERRAMENTAS DE MANEJO DO MOFO-BRANCO (Sclerotinia sclerotiorum) NA CULTURA DA SOJA:
• Plantio de sementes sadias: Utilizar sementes certificadas com análise sanitária comprovando a isenção do patógeno.
• Rotação de culturas: Realizar a rotação de culturas, essencialmente com gramíneas, para evitar o aumento da densidade e até mesmo promover a redução de inóculo no solo.
• Escolha de cultivares: Utilizar cultivares de porte mais ereto com período de floração concentrado.
• População e espaçamento adequado: Utilizar espaçamento maior e mínima população possível sem interferência no potencial produtivo do cultivar, com o propósito de não criar um microclima favorável à doença.
• Limpeza de implementos agrícolas: Após operação com implementos agrícolas em áreas infestadas, promover a limpeza dos mesmos antes de utilizá-los em outras áreas.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Primeiramente agitar vigorosamente o produto em sua embalagem original. A seguir, diluir o CERCOBIN 500 SC diretamente na quantidade de água previamente estabelecida, até obter uma calda homogênea.

• Para pulverização da parte aérea: as pulverizações aéreas ou terrestres deverão ser uniformes procurando dar completa cobertura às partes foliares das plantas.
Via terrestre: Usar pulverizadores tratorizados, dotados de bicos cônicos, densidade mínima de 50-70 gotas/cm2 com 250 micra.
No caso da cultura da manga, usar pulverizadores tratorizados dotados de bicos cônicos ou pistola apropriados para a aplicação de fungicidas. O volume de calda deve estar de acordo com a idade da planta, variedade e espaçamento, de modo a atingir toda a parte aérea da planta proporcionando uma cobertura homogênea da calda.

Via aérea (Uso de barra e atomizador rotativo Micronair):
• Volume de aplicação: 30-40 L/ha de calda, procurando assegurar doses do CERCOBIN 500 SC de 0,7 -1,0 L/ha para as culturas e no caso da cultura da banana de 0,4-0,6 L/ha.
• Altura de vôo com barra: 2-3 m; com Micronair: 3-4 m.
• Largura da faixa de deposição efetiva: 15 m.
• Tamanho/densidade da gota: 180-220 micra, com mínimo de 60 gotas/cm2.
• No caso de barra, usar bicos cônicos pontas D6 e D12 - disco (core) inferior a 45°.
• Usando Micronair, o número de atomizadores deve ser 4, onde, para o ajuste do regulador de vazão/VRU, pressão e ângulo da pá, seguir a tabela sugerida pelo fabricante.

Condições climáticas: O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (litro de calda/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 8 km/h, temperatura e umidade relativa, visando reduzir perdas por deriva e evaporação.
Em se tratando de aplicação aérea obedecer umidade relativa não inferior a 70%.

• O sistema de agitação do produto no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda aplicação.



• Para tratamento de Sementes:
O tratamento pode ser feito em tratadores de sementes na unidade de beneficiamento (Máquinas de tratar sementes) ou utilizando um tambor giratório excêntrico. Não se aconselha o tratamento das sementes diretamente na caixa semeadora e na lona. Para melhor homogeneização do CERCOBIN 500 SC nas sementes, o produto deverá ser misturado com água perfazendo um total máximo de 600 ml de calda para tratar 100 kg de sementes. Para tratamento de sementes adicionar corante.

OBS.: Seguir as recomendações técnicas de aplicação e consultar sempre um Engenheiro Agrônomo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
• Algodão, banana, citros, ervilha, manga: 14 dias
• Milho: 3 dias
• Soja: 21 dias
• Algodão e Soja (Tratamento de Sementes): (1)
• Rosa: U.N.A.
U.N.A. = Uso Não Alimentar
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos à culturas indicadas.
- Fitotoxicidade: Não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses recomendadas.
- Outras restrições à serem observadas: Incompatível com produtos altamente alcalinos. - - Agitar bem a embalagem antes da preparação da calda e uso.
- O tratamento de Sementes com CERCOBIN 500 SC deve ser feito antes da inoculação com microorganismos fixadores de Nitrogênio.

PRECAUÇÕES GERAIS: Antes de usar leia com atenção as instruções: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamentos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use viseira para os olhos e máscara cobrindo o nariz e a boca. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Use macacão com mangas compridas, luvas e botas impermeáveis, máscara cobrindo o nariz e a boca, avental impermeável, protetor ocular e chapéu de aba larga.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto: INGESTÃO: Em caso de ingestão acidental beba água, provoque vômito pois o produto não contém solventes à base de petróleo e procure logo o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. OLHOS: Lave com água em abundância e procure logo o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. PELE: Lave com água e sabão em abundância e procure logo o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. INALAÇÃO: Procure lugar arejado e procure logo o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA: Tratamento sintomático à critério médico.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Thiophanate Methyl: estudos realizados utilizando-se C e S grupo tioureido radioativo, após 4 das, 80% da radioatividade foram eliminadas pela urina e 19,6% pelas fezes.

EFEITOS AGUDOS, CRÔNICOS E COLATERAIS: Nos estudos agudos e crônicos feitos com animais de laboratório não se observam quaisquer efeitos adversos.

SINTOMAS DE ALARME: Dor de cabeça, náusea.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

Este produto é Perigoso ao meio ambiente (Classe III).
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagricolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustivel. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa IHARABRAS INDÚSTRIAS QUÍMICAS - Telefone de Emergência: (15) 3235-7700.
- Utilize equipamento de proteção i~dividual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, oculos protetores e mascara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água;
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPOR- TE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

(Ver a instrução de acordo com a modalidade de uso: Aplicação Foliar ou Tratamento de Semente)

NO CASO DE APLICAÇÃO FOLIAR:

LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador; Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigi da diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Triplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

NO CASO DE TRTAMENTO DE SEMENTES

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, , ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no
próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXíVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.


- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a farma, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através do tratamento com produtos alcalinos (soda cáustica): eleva-se o pH à 12 - 13 por 24 horas, faz-se a filtragem com carvão ativado, com posterior incineração em incineradores revestidos com material refratário, equipados com lavadores de gases, a uma temperatura de 176 - 180°C por alguns segundos.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas – Brasil) – Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
• Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou do mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Incompatível com cúpricos e prod. altamente alcalinos.