Bula Confidor Supra

acessos
Imidacloprido +Beta-ciflutrina
16508
Bayer

Composição

Beta-cyfluthrin 10 g/kg Éster piretróide
Imidacloprido 500 g/kg Nicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão, Sistêmico
Fumo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do fumo
(Faustinus cubae)
500 g p.c./ha 180 a 240 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Após o transplante
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
500 g p.c./ha 180 a 240 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Após o transplante
Pulgão
(Myzus nicotianae)
500 g p.c./ha 180 a 240 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. Uso não alimentar. Após o transplante

Big bag - Plástico (PE e PP), tecido de ráfia de polipropileno revestido com polietileno: 300, 400, 500, 600 kg.
Cartucho - Aluminizado: 180, 240, 320, 360, 380, 480, 540, 720, 1.000, 1.500, 2.000, 2.500, 3.000, 3.500, 4.000, 4.500, 5.000 g.
Sachê - Hidrossolúvel: 20, 30, 40, 50, 100, 360, 380g.
Tambor - Metal, plástico (PE e PP), fibrolata, papelão: 20, 25, 50, 100 kg.
Saco - Polietileno, polipropileno, PET, alumínio, papel, fibra de papelão: 0,18; 0,20; 0,24; 0,25; 0,32; 0,36; 0,38; 0,40; 0,48; 0,5; 0,54; 0,72; 1; 1,5; 2; 3; 3,5; 4; 4,5; 5; 6; 7; 8; 9; 10 e 15 kg.
Sachê - Polietileno, polipropileno, PET, alumínio, papel, fibra de papeão: 0,02; 0,03; 0,04; 0,05; 0,1; 0,18; 0,20; 0,24; 0,25; 0,23; 0,36; 0,38; 0,40; 0,48; 0,5; 0,54; 0,72; 1; 1,5; 2; 3; 3,5; 4; 4,5; 5; 6; 7; 8; 9; 10 e 15 kg
Frasco - Polietileno: 0,18; 0,20; 0,24; 0,25; 0,23; 0,36; 0,38; 0,40; 0,48; 0,5; 0,54; 0,72; 1; 1,5; 2; 3; 3,5; 4; 4,5; 5; 6; 7; 8; 9; 10 e 15 kg.
Bombona - Polietileno: 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9; 10 e 15 kg.
Barrica - Papelão: 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9; 10 e 15 kg.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
• No sistema float a aplicação deve ser feita 1 a 2 dias antes do transplante. Após a retirada das mudas, caso haja água remanescente no sistema float, este devera ficar exposto ao sol e protegido da chuva, ate ocorrer a completa evaporação da água. Após a evaporação, a lona do float, caso tenha condição de reutilização, devera ser armazenada adequadamente para uso exclusivo para essa finalidade. No caso da impossibilidade da reutilização da lona, esta devera ser descartada adequadamente .
• Lavoura: aplicar logo após o transplante.
MODO DE APLICAÇÃO:
O produto deverá ser diluído em água e aplicado nas seguintes formas:
• Float: dilui-se a dose calculada por módulo (14,7 m²) em 15 L de água e aplica-se na forma de rega .
• Lavoura: coloca-se o produto em um pulverizador costal. Faz-se uma aplicação logo após o transplante com jato dirigido planta a planta (esguicho), de forma que o produto atinja o caule e escorra até o solo. Recomenda-se de 10 a 15 ml de calda/planta gastando-se 180 a 240 L calda/ha, o que corresponde a 12 cargas de 15 ou 20 L do pulverizador costal, respectivamente.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado, por tratar-se de cultura não alimentar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CUL TURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO: Fitotoxicidade para as culturas indicadas: O produto não é fitotóxico para a cultura do Fumo nas doses e condições recomendadas.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, viseira facial, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (classe PFF2); viseira facial e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Aplicar o produto de forma a evitar o contato com a névoa.
Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal. Se utilizar trator aplique o produto contra o vento.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (classe PFF2); viseira facial; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação. Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara. Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
INTOXICAÇÕES POR CONFIDOR SUPRA -INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico: Imidacloprido- neonicotinóide; Beta-ciclutrina- piretróide.
Classe toxicológica: III- Medianamente tóxico; II Muito perigoso ao meio ambiente
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética: •Estudos de biocinética em ratos mostraram que o imidacloprido é rapidamente e quase completamente absorvido pelo lúmen intestinal. Da mesma forma a eliminação é rápida e completa. Não há indícios de potencial de bioacumulação do composto parental bem como de seus metabólitos. Os processos de absorção e excreção são independentes da via de exposição. Observa-se como média, 75% da excreção via urina e o restante via fezes pela bile excretada.O pico de concentração plasmática é atingido entre 1 e 2 horas após a administração e o produto se distribui rapidamente do espaço intravascular para os órgãos e tecidos periféricos do corpo. Após 48 horas da aplicação, a presença do imidacloprido nos tecidos é bastante pequena. A transposição da barreira hemato-encefálica é bastante limitada.A taxa de metabolização do imidacloprido em ratos é alta e mais pronunciada em machos que fêmeas. Somente entre 10 a 16% do composto parental é encontrada na excreta. O principal metabólito renal excretado é o ácido 6-cloronicotínico e seu produto glicina conjugado, bem como aos dois correspondentes de biotransformação com anel imidazo lidina.
As duas maiores rotas de metabolismo responsáveis degradação do imidacloprido são: 1- Clivagem oxidativa gerando nitroimino¬imidazolina e ácido cloronicotínico que sofre conjugação com glicina. Estes metabólitos são encontrados somente na urina e excretados rapidamente. Eles constituem a maior parte dos metabólitos identificados e representam cerca de 30% destes. 2- Hidroxilação do anel imidazolina entre as posições 4-5. Cerca de 16% dos metabólitos recuperados identificados. foram a soma de 4- e 5-hidroxi¬imidacloprido.
• A Beta-ciflutrina é rapidamente absorvida via oral, respiratória, porém pouco via dérmica. Também é rápida e completamente eliminada, via fezes e urina, em 2 dias. A urina é a principal via de excreção.
Mecanismos de toxicidade: Imidacloprido atua nos receptores nicotínicos (nAChR) do sistema nervosa dos insetos. A ativação do nAChR induz a um fluxo iônico através da membrana celular gerando desbalanço iônico. Esta ativação se dá pelo mensageiro natural acetilcolina (ACh). Este receptor e atuação ocorre também em vertebrados.
• Betaciflutrina provoca ação de excitação intensa no sistema nervoso central; doses altas acarretam hipersensibilidade aos estímulos de excitação em nervos periféricos. É rapidamente absorvido via oral, respiratória, porém pouco via dérmica. Também é rápido e completamente eliminado, via fezes e urina, em 2 dias. A urina é a principal via de excreção.
Sintomas e sinais clínicos : Não existem informações sobre sintomas de alarme específicos para o ser humano.
Diagnóstico :O diagnóstico deve ser feito baseado no exame clínico e nas informações disponíveis.
• Estudos de casos de incidentes de ingestão de imidacloprido evidenciaram os sintomas de tortura, desorientação, erosão na mucosa da boca, esMago e estômago. Outros dados sugerem náuseas, dor abdominal e diarréia. Existe a possibilidade de efeitos anticolinérgicos em humanos. Em experimentos animais de dose alta observou-se distúrbios na respiração e na movimentação, tremores, hipotermia e reflexos pupilares impareados. Os sintomas são similares à intoxicação por nicotina.
• Estudos de casos de ingestão de beta-ciflutrina mostram que o primeiro sinal de exposição específica é uma parestesia/irritação geralmente descrita como "queimadura gelada". Este sintoma pode ocorrer imediatamente ou poucos instantes após o contato com a substância. Este sintoma pode persistir até 24 horas e raramente até 48 horas. É um sintoma estritamente local e não reflexo de uma intoxicação sistêmica. Em indivíduos suscetíveis, sintomas tipo asma podem se manifestar. Sintomas específicos: Pulmões - edema, constrição alveolar, hiperreação das vias respiratórias. Circulação e coração - taquicardia, hipotensão, palpitação. Trato gastrintestinal ¬náuseas, vômito, diarréia, dor abdominal, sialorréia. Sistema nervoso central - tontura, visão manchada, dor de cabeça, letargia, anorexia, sonolência e coma, espasmos e convulsões, tremores, ataxia, fasciculações musculares.

Tratamento:
• Remova o paciente da fonte de exposição. Lave a área do corpo atingida pelo produto com grandes quantidades de água e sabão. Piretróides são pouco solúveis em água. Não utilize água quente pois isto pode agravar a severidade da irritação/parestesia, o que não é sinal de intoxicação sistêmica.
• Lave os olhos com grande quantidade de água durante 15 minutos, se necessário, utilize após a lavagem colírio anestésico.
• O vômito só deve ser induzido se o produto foi consumido em grandes quantidades desde que a ingestão tenha ocorrido até 1 hora antes do atendimento e o paciente esteja consciente.
• Lavagem gástrica deve ser considerada em ingestões significativas (grandes volumes) e no período máximo de 2 horas. Contudo, a administração de carvão ativado e sulfato de sódio é indicado para ingestões significativas.
Tratamento:
• Não há antídoto específico, o tratamento deve ser sintomático e de suporte.
• Em caso de ingestões volumosas, as funções respiratórias e cardíacas devem ser monitoradas. Em caso de convulsão, uso de diazepam deve ser considerado como tratamento de escolha. O tratamento para quadros de convulsão deve ser seguido de uso de benzodiazepínicos e oxigenação extra e caso ainda insuficiente, administração de fenobarbital pode ser necessária em casos tipo epiléticos. Sugestão de regime de infusão começa com 10 a 30 mg diazepam IV de acordo com peso corpóreo, sendo repetida a pada 10 a 30 minutos dependendo da resposta de cada paciente.
• Se houver salivação muito abundante, uma dose única de atropina pode ajudar. 0,6 a 1,2 mg para adultos e 0,02mg/kg peso corpóreo para crianças deve ser a dose de escolha. A recuperação é espontânea e não deixa seqüelas.
Contra-indicações : A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos: Não conhecidos ou existentes.
Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (0xx21) 2761-4023 e 08007010450

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO-AMBIENTE
Este produto é:
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
Este produto é altamente tóxico para abelhas. Não aplique o produto no período de maior visitação.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER CROPSCIENCE L TDA. - telefone de Emergência: 0800-243334.
Utilize equipamento de proteção individual- EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtro).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Para as culturas que normalmente exigem um número elevado de aplicações durante o ciclo vegetativo, tecnicamente é recomendada a rotação com inseticidas de grupos químicos e modo de ação diferentes, visando prolongar a vida útil dos inseticidas e retardar o aparecimento de pragas resistentes.
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.