Cryper
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Bacillus thuringiensis isolado kurstaki S1450
Registro MAPA:
26923
Empresa Registrante:
Hubio Biopar |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Bacillus thuringiensis subsp. kurstaki Cepa HD-1 | 120 mL/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Microbiológico, Agente biológico de controle
Agricultura Orgânica:
Sim |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Alabama argillacea (Curuquerê) | veja aqui | |||
| Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) | veja aqui | |||
| Chrysodeixis includens (Falsa-Medideira) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|
INSTRUÇÕES DE USO
CRYPER (Bacillus thuringiensis var. kurstaki, isolado HD-1 S1450) é um agente microbiológico de controle indicado para todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos curuquerê; curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argillacea), Lagarta-militar; Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda), Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis) e Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens; sinonímia: Pseudoplusia includens).
Número, Época e intervalo de aplicação:
Curuquerê; curuquerê-do-algodoeiro (Alabama argilacea): produto deve ser utilizado quando for constatada a presença de lagartas com tamanho em torno de 15 mm em 20% das plantas. As amostragens para verificar a população do inseto deverão ser feitas em intervalo de cinco dias, tomando-se aleatoriamente 100 plantas em talhões com até 100 ha, área homogênea, através do caminhamento em ziguezague, dentro do cultivo de tal maneira que se observem plantas que estejam bem distribuídas na área. Para amostrar o curuquerê em cada planta deve-se examinar a terceira folha, contada a partir do ápice para a base.
Largarta-militar; Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda): A aplicação do produto deve ser realizada quando forem constatadas 20% de plantas atacadas (sintoma de “folhas raspadas”). Já na safrinha, o controle deve ser efetuado quando 10% das plantas presentarem o cartucho com sintoma de ataque. A amostragem deve ser feita percorrendo a área na diagonal, iniciando-se quando as plantas tiverem de uma a duas folhas, observando-se um total de 25 plantas/ha e mais seis plantas por cada hectare adicional. É importante observar todas as folhas de cada planta, contando o número de massas de ovos e larvas de diferentes instares.
Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis): A aplicação do produto deve ser realizada quando foram constatadas, em média, 20 lagartas grandes por pano-de-batida ou se a desfolha atingir 30% antes da floração ou 15% tão logo apareçam as primeiras folhas. O procedimento de amostragem indicado é o método de pano-de-batida com1 metro de comprimento por 1,5 m de largura que deve ser usado em uma fileira de soja em cada ponto amostral. Indicase realizar de 3 a 6 batidas por ponto de amostragem para obter uma melhor retirada das lagartas presentes na parte aérea.
Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens (sinonímia: Pseudoplusia includens)): A aplicação do produto deve ser realizada quando forem constatadas, em média, 20 lagartas grandes por pano-de-batida ou se a desfolha atingir 30% antes da floração ou 15% tão logo apareçam as primeiras folhas. O procedimento de amostragem indicado é o método de pano-de-batida com1 metro de comprimento por 1,5 m de largura que deve ser usado em fileira de soja em cada ponto amostral. Indica-se realizar de 3 a 6 batidas por ponto de amostragem para obter uma melhor retirada das lagartas presentes na parte aérea.
MODO DE PREPARO DA CALDA
- Preparar a calda imediatamente antes da aplicação. Sob agitação constante e lenta, adicionar a dose recomendada aos poucos, até formar uma calda homogênea.
- Recomenda-se usar calda no volume de 200 a 300 L/ha.
MODO DE APLICAÇÃO
- A aplicação poderá ser executada com pulverizador costal manual ou motorizado ou equipamento tratorizado.
- Usar bicos apropriados para aplicação de inseticida de ingestão, que proporcionem gotas finas a médias (diâmetros de 100 a 200 micra), procurando-se obter uma densidade média de 60 gotas/cm². Caso sejam utilizados pulverizadores autopropelidos, obedeça a pressão e bicos indicados pelo fabricante para aplicação de inseticidas de ingestão.
- Durante a aplicação, manter a calda em agitação constante, independentemente do tipo de equipamento de aplicação.
- Calibrar o pulverizador previamente à aplicação, conforme as recomendações do fabricante.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada, antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO
Aplicar somente com umidade acima de 80% na ausência de raios ultravioletas, ou seja, em dias nublados ou à noite. O pH ideal é menor que 7. Manter o produto sob refrigeração a 5°C, ou na temperatura máxima para armazenamento em 27ºC.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.
Não há relatos de desenvolvimento de resistência a Bacillus thuringiensis, porém, para evitar o surgimento de insetos com resistência, o Comitê Brasileiro de Resistência a Inseticidas - IRAC-BR- recomenda algumas estratégias:
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento das recomendações locais.
• Incluir outros métodos de controle de insetos (controle cultural, por ex.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponíveis.