EcoBass
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Beauveria bassiana isolado IBCB 66
Registro MAPA:
18316
Empresa Registrante:
Toyobo |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Beauveria bassiana Isolado IBCB 66 | 11 g/kg | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida, Acaricida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Agente biológico de controle, Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Sim |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Calda Terrestre | Dosagem | |
|---|---|---|---|
| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | veja aqui | |
| Cosmopolites sordidus (Moleque da bananeira) | veja aqui | veja aqui | |
| Dalbulus maidis (Cigarrinha do milho) | veja aqui | veja aqui | |
| Sphenophorus levis (Bicudo da cana de açúcar) | veja aqui | veja aqui | |
| Tetranychus urticae (Ácaro rajado) | veja aqui | veja aqui |
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 0,5 / 1,0 / 5,0 / 10,0 KG |
INSTRUÇÃO DE USO
ECOBASS (Beauveria bassiana, isolado IBCB 66) é um agente microbiológico de controle utilizado na Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B), no controle do Moleque-da-bananeira (Cosmopolites sordidus), no controle do Ácaro rajado (Tetranychus urticae) e no controle da Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis), em todas as culturas na qual ocorram.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
- Mosca-branca (Bemisia tabaci raça B): Aplicação deve ser realizada com umidade relativa acima de 70%. Reaplicar em intervalo de 14 dias, e não devem ser efetuadas mais que 4 aplicações por safra da cultura.
- Moleque-da-bananeira (Cosmopolites sordidus): A aplicação deve ser realizada: 100 iscas do tipo “telha”/ha; Realizar 3 aplicações.
- Ácaro rajado (Tetranychus urticae): A aplicação deve ser realizada em baixas infestações da praga, com umidade relativa elevada, em seis pulverizações a cada 3 a 4 dias, com jato dirigido para a face inferior das folhas.
- Cigarrinha-do-milho (Dalbulus maidis): Realizar mais de uma aplicação.
- Gorgulho da Cana (Sphenophorus levis): Aplicar 70% da calda no corte da soqueira (jato dirigido) e 30% sobre as plantas, com bico de leque. Única aplicação após 1 mês da colheita da cultura, após constatada a presença de adultos da praga na área
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO
- Mosca-branca (Bemisia tabaci Raça B): Diluir o produto em água, filtrar e aplicar sobre as culturas com pulverizador. As aplicações deverão ser feitas visando à face inferior das folhas onde se encontram as pragas. A aplicação deve ser realizada, através de pulverizadores de barra, com umidade relativa acima de 70%. Evitar exposição a raios ultravioletas e a temperatura elevada.
- Moleque da Bananeira (Cosmopolites sordidus): Diluir o produto em água formando uma pasta homogênea. Aplicar a pasta sobre toda a superfície seccionada de iscas-atrativas (tipo telha ou queijo). Distribuir na base das plantas 100 iscas/ha, mantendo-as com a superfície tratada voltada para o solo. Substituir as iscas em intervalos de 15 dias, observando o limite máximo de 3 aplicações.
- Acaro Rajado (Tetranychus urticae): Diluir o produto em água, filtrar e aplicar sobre as culturas com pulverizadores de barra com umidade relativa acima de 70%. Evitar exposição e raios ultravioletas e temperaturas de 27ºC ou presença de ventos fortes. Devido ao hábito do ácaro, pulverizar de baixo para cima, com jato dirigido para a face inferior das folhas, imediatamente após o surgimento da praga, em 6 pulverizações a cada 3 a 4 dias.
- Cigarrinha do milho (Dalbulus maidis): Diluir o produto em água, filtrar e aplicar sobre as culturas com equipamentos terrestres (pulverizador costal ou tratorizado), com umidade relativa acima de 70%. Evitar exposição e raios ultravioletas e temperaturas de 27ºC ou presença de ventos fortes. O produto deve ser aplicado diretamente sobre a praga alvo.
- Gorgulho da Cana (Sphenophorus levis): Diluir o produto em agua e aplicar 70% da calda no corte da soqueira (jato dirigido) e 30% sobre as plantas, com bico de leque. Única aplicação após 1 mês da colheita da cultura, após constatada a presença de adultos da praga na área.
PREPARAÇÃO DA CALDA
Levar a campo o que irá aplicar. Abrir a embalagem e fazer uma pré-calda em um balde de 5 litros com água e 0,1% de detergente neutro do volume total da calda, colocar no tanque pulverizador devidamente limpo para que os resíduos de inseticidas, herbicidas e fungicidas não inviabilizem o produto. Essa limpeza deve ser feita com água limpa e sabão neutro, longe de rios e nascentes. Completar o tanque com água.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS
4 horas, ou até a secagem da calda. Caso necessite entrar na área tratada, antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para aplicação do produto.
LIMITAÇÃO DE USO
Aplicar somente com umidade acima de 70%, preferencialmente no final da tarde, ou a noite, em dias nublados ou com garoa fina. Temperatura abaixo de 28°C. O pH da calda deve estar entre 6 e 7. O produto deve ser armazenado sob refrigeração na faixa de -12 a -4°C, por até 12 meses. Na temperatura de refrigerador 4°C o inseticida microbiológico pode ser armazenado por até 180 dias e na faixa de 24 a 26°C por até 30 dias.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes de pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.
Não existem informações sobre o desenvolvimento da resistência de fitopatógenos a cepa IBCB 66.
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC-BR – recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de aplicação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
- Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.