Bula Fury 180 EW

acessos
Zeta-cypermethrin
3394
FMC - Campinas

Composição

Zeta-cypermethrin 180 g/L Piretroide sintético

Classificação

Inseticida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não Classificado
Não Classificado
Emulsão Óleo em Água (EW)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
160 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Após o aparecimento dos primeiros adultos na lavoura
Curuquerê
(Alabama argillacea)
30 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Sempre que atingir o NC estabelecido para a praga
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
110 a 135 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Quando atingir 10 % de infestação
Lagarta rosada
(Pectinophora gossypiella)
135 a 160 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. A partir dos 80 dias
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
55 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Sempre que atingir o NC estabelecido para a praga
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho mineiro
(Leucoptera coffeella)
35 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 15 dias. Sempre que atingir o NC estabelecido para a praga
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Tripes do fumo
(Thrips tabaci)
20 mL p.c./100L água 100 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 5 dias. Sempre que atingir o NC estabelecido para a praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
40 mL p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 20 dias. 10 % de infestação
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
20 mL p.c./100L água 100 a 500 L de calda/ha - Reaplicar caso necessário. 5 dias. Sempre que atingir o NC estabelecido para a praga

Embalagens: 250, 500 e 1.000 ml e 5, 10, 20, 30 e 50 L.

FORMA DE APLICAÇÃO: A aplicação poderá ser efetuada com pulverizadores costais, tratorizados e aeronaves agrícolas. Na cultura do milho, ao fazer a aplicação dirigir o jato para atingir o cartucho da planta.

EQUIPAMENTOS TERRESTRES: BICOS: jato cônico vazio; altura mínima em relação ao topo da planta: 50 cm; Em milho (lagarta do cartucho) poderão ser utilizados jatos planos (leque) sob as seguintes condições: com 110º de ângulo (LD, LP, DG, TK, XR, TF, SF, API ou ADI); pressões < 40 psi (equipamentos tratorizados). PRESSÃO: 60 a 70 psi para pulverizadores costais e 80 a 100 psi para equipamentos tratorizados (bicos de jato cônico vazio). VOLUME DE APLICAÇÃO: 100 a 500 l/ha. DIÂMETRO E DENSIDADE DE GOTAS: 110 a 150 micras (mínimo de 40 gotas/cm2). FAIXA DE DEPOSIÇÃO: utilizar a largura para um bico, ou barra completa, que apresentar maior uniformidade de distribuição de gotas sem falhas ou áreas com excesso. OBS: Aplicações efetuadas à tarde, dentro das condições climáticas recomendadas, têm mostrado maior controle ou efeito sobre as lagartas em relação àquelas efetuadas durante o dia.

APLICAÇÃO COM AERONAVES AGRÍCOLAS: BICOS: jato cônico vazio (combinação adequada de ponta de difusor) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR (geração e deposição mínima de 40 gotas/cm2; DMV de 110 a 150 micras sobre o alvo desejado). NÚMERO DE BICOS NA BARRA: aviões IPANEMA (qualquer modelo): 40 a 42 bicos, fechando de 4 a 5 m. cada extremidade das asas e três intermediários de cada lado próximos à fuselagem, mantendo em operação os oito bicos sob a fuselagem (barriga), e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas. Para outros modelos de aeronaves utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição de gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e a perda das gotas pelos vórtices de pontas de asas. ALTURA DE VÔO: 3 a 5 metros em relação ao topo das plantas. VOLUME DE APLICAÇÃO: 10 a 20 l/ha. Vazões acima deste limite utilizar somente bicos hidráulicos. FAIXA DE DEPOSIÇÃO: aviões IPANEMA ou similares: faixa máxima de 20 m. Aviões grandes: faixa máxima de 25 m. Condições climáticas: temperatura ambiente: máximo 30ºC. Umidade relativa: mínima 55%. Velocidade de vento: 2-10 km/hora

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO: O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga. O produto deve ser aplicado sempre que se atingir o NC (nível de controle) da praga estabelecido pelo MIP (manejo integrado de pragas). Para bicudo deve-se aplicar após o aparecimento dos primeiros adultos na lavoura e reaplicar sempre que o NC for de 10% de ataque dos botões florais. Para lagarta rosada deve-se iniciar a aplicação a partir dos 80 dias e reaplicar sempre que o NC for de 5% de maçãs atacadas. Para o controle de lagartas fazer aplicações ao constatar 10% de infestação, ou seja, 10 lagartas por 100 plantas inspecionadas. Mantenha a lavoura inspecionada. Ao constatar infestação seqüencial, fazer 3 aplicações espaçadas por 5 dias. Procurar dar boa cobertura em toda a planta. Em milho, aplicar o produto dirigindo o jato do pulverizador para atingir o cartucho das plantas.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Algodão: 15 dias; café: 15 dias; cebola: 5 dias; milho: 20 dias; tomate: 5 dias.

LIMITAÇÕES DE USO: Nas doses recomendadas o produto não é fitotóxico a nenhuma das culturas indicadas.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não deve ocorrer a reentrada de pessoas nas culturas antes de 24 horas após aplicação, a menos que se use roupa protetora.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS, CONFORME NORMAS REGULAMENTARES VIGENTES: Durante a manipulação ou aplicação, use macacão com mangas compridas, capa ou avental impermeável, chapéu impermeável de abas largas, botas, óculos protetores, luvas impermeáveis, máscara protetora especial provida de filtro adequado ao produto.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Use protetor ocular.
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente. Veja PRIMEIROS SOCORROS.
Use máscaras cobrindo o nariz e a boca.
Produto perigoso se inalado ou aspirado.
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e veja PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha.
Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e veja PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO PROPRIAMENTE DITA:

Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
O produto produz neblina; use máscara cobrindo o nariz e a boca.
Não aplique o produto contra o vento.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS:

Ingestão: Provoque vômito e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Não dar nada via oral, nem induzir vômito a uma pessoa inconsciente. Não administrar leite, álcool, gordura animal ou vegetal, pois podem aumentar a absorção.
Olhos: Lave com água em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Pele: Lave com água e sabão em abundância e, se houver irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Inalação: Procurar local arejado. Se houver dificuldade na respiração, vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO:

Grupo químico: Piretróide sintético (Éster do ácido crisantêmico);
Ação tóxica: Hiper-sensibilizante, irritante de mucosas.
A ingestão de grandes quantidades requer lavagem gástrica, com cuidado para se evitar aspiração intrapulmonar.
Tratamento: anti-histamínico, tratamento sintomático.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:

ZETACYPERMETHRIN é rapidamente absorvido, distribuído e excretado, principalmente via urina e fezes. Os mecanismos primários na decomposição do ZETACYPERMETHRIN incluem hidrólise ou clivagem da ligação éster e hidroxilação aromática. Os produtos de degradação são mais solúveis em água e menos tóxicos do que o ZETACYPERMETHRIN. Estas informações referem-se às observações do estudo em ratos.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:

Em casos de severa exposição à pele durante o manuseio, uma sensação típica pode ocorrer na pele exposta (especialmente na face) descrita como formigamento, queimação e dormência. Estes sintomas desaparecerão decorridas algumas horas. Se outros sintomas ocorrerem como resultado de uma elevada contaminação, procurar o médico. Os efeitos do ZETACYPERMETHRIN não são cumulativos. ZETACYPERMETHRIN não tem demonstrado nenhum potencial neurotóxico, mutagênico, teratogênico ou carcinogênico.

EFEITOS COLATERAIS:

Não aplicável por não se tratar de produto para uso humano.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO A PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é MUITO PERIGOSO (CLASSE II) ao meio ambiente.
Este produto e ALTAMENTE TÓXICO para peixes e microcrustáceos.
Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagricolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
0 local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combusíivel.
0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverao ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada.
Conate as autoridades competentes e a Empresa FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - telefone de emergência: (0XX34)3319-3019.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros)
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: absorva o produto derramado corn serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo híbrido em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, USE EXTINTORES DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem ate 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operacao três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- lnutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar as seguintes procedimentos:

- lmediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- lnutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUCAO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até urn ano da data da compra, e obligatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto nao tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

0 transporte está sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃ0 COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e aprpriado.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas.
• Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações sucessivas da mesma praga;
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/ bula;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.