GNC 009-2
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425
Registro MAPA:
31921
Empresa Registrante:
Gênica |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Metarhizium anisopliae Cepa IBCB 425 (2 x 10¹⁰ conídios viáveis/g p. c.) | 400 g/kg | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Sim |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Deois flavopicta (Cigarrinha das pastagens) | veja aqui | |||
| Mahanarva fimbriolata (Cigarrinha das raízes) | veja aqui | |||
| Zulia entreriana (Cigarrinha das pastagens) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Não Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Sólido | 1 KG |
INSTRUÇÕES DE USO:
GNC 009-2 é um agente microbiológico indicado para qualquer cultura com ocorrência dos alvos biológicos cigarrinha-da-raiz (Mahanarva fimbriolata), cigarrinha-das-pastagens (Zulia entreriana) e cigarrinha-dos-capinzais (Deois flavopicta).
O produto apresenta eficiência agronômica comprovada nas culturas da cana-de-açúcar, pastagens, pastagem de capim braquiária e pode ser utilizado em qualquer outra cultura com ocorrência dos alvos biológicos.
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Para a aplicação pode-se utilizar pulverizador costal, tratorizado ou aérea. Efetuar as aplicações de forma que possibilitem uma boa cobertura da parte aérea das plantas com presença da praga alvo, sem causar escorrimento. Sendo o volume de calda variável de acordo com a espécie de planta.
1° PASSO - LIMPEZA DO EQUIPAMENTO
Antes de realizar o preparo da calda de pulverização certificar da limpeza do pulverizador. Caso o pulverizador apresente resíduos de produtos de aplicações anteriores (principalmente fungicida e bactericidas) é de fundamental importância a limpeza do equipamento, pois pode afetar o desempenho do produto.
Observações:
a) Não realizar a limpeza do pulverizador próximo de lagos, rios ou reservas de água.
b) Realizar esta limpeza em local adequado
Retirar os filtros, peneiras e ponteiras de pulverização e colocá-los de molho com produto próprio. Encher o tanque com 25 % da capacidade do pulverizador com água e adicionar 2mL de limpa tanque por litro de água. Deixar esta mistura em agitação por 30 minutos. Passado o tempo, aspergir todo o volume através dos bicos de pulverização. Posteriormente, enxaguar com água limpa usando como escoamento sempre os bicos.
2° PASSO - PREPARO DA CALDA
Levar a campo somente o total de produto que irá aplicar; abrir a embalagem e fazer uma pré calda em um balde com água pH menor que 7, passar pela peneira com abertura de 50 mesh e colocar no tanque pulverizador devidamente limpo para que os resíduos de inseticidas, herbicidas e fungicidas não inviabilizem o produto, essa limpeza deve ser realizada longe de rios e nascentes. Completar o tanque do pulverizador.
3° PASSO - PULVERIZAÇÃO
- Para a aplicação pode-se utilizar pulverizador costal, tratorizado ou aérea.
- Efetuar as aplicações de forma que possibilitem uma boa cobertura da parte aérea das plantas com a presença da praga alvo, sem causar escorrimento. Sendo o volume de calda variável de acordo com a espécie de planta.
Observações:
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 27ºC ou na presença de ventos fortes (velocidade acima de 10 Km/hora), bem como com umidade relativa do ar abaixo de 70% ou com alta intensidade de radiação ultravioleta (UV).
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 4 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Aplicar somente com umidade acima de 80% na ausência de raios ultravioletas, ou seja, em dias nublados ou à noite, aplicação dirigida à praga, ação por contato, evitar choque térmico, preparar a calda no momento da aplicação, evite exposição aos raios solares e ambiente de temperatura elevada, fazer limpeza com água limpa e sabão neutro nos equipamentos antes da aplicação.
O pH ideal é menor que 7.
O armazenamento ideal do produto deve ser em freezer (- 8ºC).
O produto não é compatível com herbicidas, inseticidas e fungicidas químicos.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa publica ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.
Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de fitopatógenos a cepa IBCB 425. Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas - IRAC-BR - recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI;
- Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc...) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.