Hakuda CI

Geral
Nome Técnico:
(Z)-9-Tricosene
Registro MAPA:
1024
Empresa Registrante:
Globachem
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
(Z)-9-Tricosene 240 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Feromônio
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Emulsionável (EC)
Modo de Ação:
Sintético
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Morango Recomendação Dosagem Produtos Similares
Drosophila suzukii (Drosofila) veja aqui
Uva Recomendação Dosagem Produtos Similares
Drosophila suzukii (Drosofila) veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 5; 10 e 20 L
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1 e 5 L
Lavável Balde Metálico Rígida Líquido 1; 5; 10 e 20 L

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO

HAKUDA é um feromônio que inibe o comportamento de cópula dos insetos e recomendado para as culturas de morango e uva.


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Morango: Para o controle da Drosofila, aplicar HAKUDA no início da maturação da cultura, quando a infestação estiver no início.
Repetir se necessário com intervalo de 10 dias, fazendo no máximo 3 aplicações.

Uva: Aplicar HAKUDA no início da maturação da cultura no início da infestação e repetir se necessário com intervalo de 14 dias.
Fazer no máximo três aplicações.


MODO DE APLICAÇÃO

HAKUDA é um ferômonio semioquímico que inibe o comportamento de cópula dos insetos. As aplicações devem ser realizadas no início das infestações e no início da maturação das culturas.
Doses mais elevadas promovem uma ação mais rápida do produto, devendo ser utilizadas em maiores infestações.


EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

HAKUDA é indicado para aplicações terrestres, que podem ser costais ou tratorizadas. O volume de calda varia de acordo com a cultura, devendo ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas.

Os parâmetros de aplicação através de equipamento tratorizado ou costal, como tipo de pontas, pressão de trabalho, entre outros, deverão seguir as recomendações do modelo do pulverizador definido pelo fabricante e as recomendações do Engenheiro Agrônomo, seguindo as boas práticas agrícolas.
Nas aplicações terrestres aplicar um volume de calda suficiente para uma boa cobertura da planta tratada, sem escorrimento do produto nas folhas.
Na cultura de morango recomensa-se usar 800 litros de calda/ha, e na uva de 500 litros/ha.
Pressão de trabalho: nos equipamentos costais 50-60 psi, e nos tratorizados 80-100 psi.

Condições climáticas: temperatura máxima de 27°C.
Umidade relativa do ar: mínima de 55%.
Velocidade do vento: máxima de 10 km/h.
Observar que a condição mais importante é a umidade relativa do ar, pois será o maior influenciador na maior ou menor evaporação das gotas de pulverização.
Gotas grandes ocasionarão deposição irregular, escorrimento do produto nas folhas.
Gotas finas terão deriva maior ou não atingirão o alvo desejado, ocasionando perdas do produto e poluição do meio ambiente.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO

Nenhuma limitação de uso é conhecida. Para maiores informações consulte um Engenheiro Agrônomo.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como os controles: cultural, biológico, microbiano, comportamental, químico, e uso de variedades resistentes, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distintos.

O inseto não desenvolve resistência ao seu próprio feromônio.

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