INSTRUÇÕES DE USO
Preparo da calda aplicação (via semente) no pré-plantio: O produto pode ser misturado com água, perfazendo um total máximo de 600 mL de calda para tratar 100 kg de sementes.
Preparo em TSI: Aplicar o produto no tratamento industrial de sementes (TSI) através de máquinas específicas, que venham a proporcionar segurança e melhor cobertura. Dose/por kg de sementes.
MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO
Aplicar o produto via tratamento de sementes através de máquinas terrestres e tambores rotativos específicos, que venham a proporcionar segurança e melhor cobertura das sementes.
INTERVALO DE SEGURANÇA
Não determinado em função da não necessidade de estipular limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA
Não requerido para aplicação no tratamento de sementes.
Preparo da calda aplicação (via jato dirigido no sulco): Diluir o produto em 100 a 200 L de calda/ha para posterior aplicação.
MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO
Aplicar o produto via jato dirigido no sulco através de máquinas terrestres específicos, que venham a proporcionar segurança e melhor aplicação.
PARA O CULTIVO DE CANA-DE-AÇUCAR:
Plantio (cana-planta): A aplicação deverá ser realizada no sulco de plantio, com jato dirigido no pulverizador ou através de barras com saídas direcionadas nas linhas de operação de vinhaça localizada, diretamente sobre os propágulos vegetativos, no momento do plantio e antes do fechamento do sulco.
Cana-soca: A aplicação deverá ser realizada na linha da cultura, com equipamentos ajustados e particulares para essa finalidade, utilizando pulverizador tratorizado com um disco para cortar a soqueira e aplicar o produto dentro da linha de corte ou através de equipamentos de barras com saídas direcionadas nas linhas na operação de vinhaça localizada, incorporado na área de maior ocorrência de raízes da cultura,
INTERVALO DE SEGURANÇA
Não determinado em função da não necessidade de estipular limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.
INTERVALO DE REENTRADA
Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos à cultura indicada.
No caso de vinhaça, não utilizar quando em temperatura acima de 60ºC.
Não utilizar a calda de aplicação após 24 horas do preparo.
Precauções quanto a saúde humana
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
Precauções quanto ao meio ambiente
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Manejo integrado
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, produtos para controle (fungicidas, inseticidas, acaricidas etc.) manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
Manejo de resistência
Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de Bacillus amyloliquefaciens, isolado SIMBI BS 10 (CCT 7600). Qualquer agente de controle de inseto, ou doença pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido o desenvolvimento de resistência. O comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas IRAC-BR recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
- Qualquer produto para controle de insetos, ou doenças da mesma classe ou modo de ação, não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI;
- Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. resistência genética, controle cultural, biológico etc.) dentro do Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.