Nematoide-das-lesões
(Pratylenchus zeae)
Culturas afetadas
Cana-de-açúcar, Milho, Soja, Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico
(Pratylenchus zeae)
Cana-de-açúcar, Milho, Soja, Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico
A espécie de nematóide mais importante para a cultura do milho descrita no Brasil, em função da patogenicidade desta, de sua distribuição e da alta densidade populacional, é Pratylenchus zeae.
Danos: As injúrias causadas por Pratylenchus zeae no sistema radicular da plantas infestadas tornam as raízes engrossadas e menos eficiente na absorção de água e nutrientes da solução do solo podendo apresentar, também, pequenas galhas. Conseqüentemente, uma planta parasitada tem seu crescimento reduzido, apresenta sintomas de deficiências minerais e a produção é reduzida. Plantas de milho atacadas apresentam a sua parte aérea enfezada e clorótica, sintomas de murcha durante os dias quentes, com recuperação à noite, espigas pequenas e mal granadas. Esses sintomas dão à cultura do milho uma aparência de irregularidade, podendo aparecer em reboleiras ou em grandes extensões.
Controle: A utilização de cultivares resistentes é a medida mais eficiente e econômica de controle dos nematóides que parasitam a cultura do milho. A rotação de cultura com espécie botânica não hospedeira do nematóide também é recomendada. Crotalaria juncea possui alto potencial de multiplicação de Pratylenchus spp., enquanto que a rotação com mucuna preta (Mucuna aterrima) diminui as populações iniciais de Pratylenchus spp.
O controle químico dos nematóides parasitas do milho depende da disponibilidade de produtos registrados no MAPA, bem como da análise econômica da utilização desta tecnologia. Esta forma de controle permite aumentos na produção de grãos em 39%, em área naturalmente infestada por Pratylenchus zeae.
Abamectina 400 g/kg
Abamectina 84 g/L
Bacillus subtilis 500 g/kg, Bacillus subtilis 1 x 10⁹ UFC/g p. c.
Abamectina 500 g/L
Bacillus amyloliquefaciens 270 g/L, Bacillus amyloliquefaciens 6.1 x 10¹⁰ UFC/ml p. c.
Abamectina 500 g/L
Abamectina 500 g/L
Metomil 215 g/L
Trichoderma harzianum 300 g/kg, Trichoderma harzianum 1 x 10¹⁰ UFC/g p. c.
Priestia megaterium 300 g/L, Priestia megaterium 1 x 10⁸ UFC/mL p. c.
Bacillus velezensis 5.95 g/L, Bacillus velezensis 0.85 x 10⁸ UFC/mL p. c.
Bacillus amyloliquefaciens 33.3 g/L, Bacillus velezensis 33.3 g/L, Bacillus thuringiensis 33.3 g/L, Bacillus amyloliquefaciens 1.5 x 10¹¹ endósporos viáveis/L, Bacillus velezensis 2.5 x 10¹¹ endósporos viáveis/L, Bacillus thuringiensis 1.5 x 10¹¹ endósporos viáveis/L
Pseudomonas oryzihabitans 6.5 g/kg, Pseudomonas oryzihabitans 1 x 10⁷ UFC/g p. c.
Metomil 215 g/L
Tiodicarbe 350 g/L
Bacillus velezensis 150 g/L, Bacillus velezensis 3.5 x 10¹¹ endósporos viáveis/L
Tiofanato-metílico 350 g/L, Fluazinam 52.5 g/L
Terbufós 150 g/kg
Trichoderma harzianum 48 g/L, Trichoderma harzianum 2 x 10⁹ conídios viáveis/ml p. c
Trichoderma harzianum 300 g/kg, Trichoderma harzianum 1 x 10¹⁰ UFC/g p. c.
Metomil 215 g/L
Bacillus amyloliquefaciens 10.5 g/L, Bacillus amyloliquefaciens 2 x 10⁹ esporos viáveis/mL p. c.
Tiodicarbe 800 g/kg
Bacillus amyloliquefaciens 983 mL/L, Bacillus amyloliquefaciens 1 x 10¹⁰ UFC/ml p. c.