Ippatsu
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Ciclaniliprole; Clorfluazurom
Registro MAPA:
16826
Empresa Registrante:
ISK |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Ciclaniliprole | 12,5 g/L | |
| Clorfluazurom | 50 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Emulsionável (EC)
Modo de Ação:
Modulador de receptor de rianodina, Fisiológico inibidor da síntese de quitina
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Milho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Soja | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Chrysodeixis includens (Falsa-Medideira) | veja aqui | |||
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|
INSTRUÇÕES DE USO:
Trata-se de um inseticida atuante nos receptores de rianodina e inibidor da síntese de quitina. Deve ser utilizado em pulverização foliar nas culturas do milho e da soja.
MODO DE APLICAÇÃO:
O produto pode ser aplicado por meio de pulverizadores costais (manual ou motorizado), tratorizado, autopropelido e aéreo. O produto deve ser diluído em água e aplicado nas doses recomendadas na cultura para a qual é indicado. Agitar vigorosamente o produto na embalagem, antes da diluição, mantendo agitação constante da calda no tanque de pulverização, após a diluição.
A boa cobertura da planta é fundamental para o sucesso de controle da praga, independente do equipamento utilizado (terrestre ou aéreo). Desta forma, o tipo e calibração do equipamento utilizado, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem ser rigorosamente observados.
Aplicação terrestre:
Utilizar pulverizador costal, tratorizado ou autopropelido com tipos e espaçamento de pontas de pulverização recomendados pelos fabricantes. A pressão de trabalho e a altura da barra devem obedecer às recomendações dos fabricantes e a orientação do Engenheiro Agrônomo, visando uma boa cobertura das plantas. Durante a pulverização, atentar para a agitação e a abertura e fechamento dos registros durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação, ou deposição da calda de pulverização em culturas vizinhas. Selecionar pontas que produzam gotas finas a médias.
Aplicação aérea:
Soja: Altura sugerida de voo: 3 metros acima do alvo. Utilizar bicos apropriados para este tipo de aplicação, que produzam gotas médias a grossas. Usar volume de calda de 20 a 30 litros por hectare.
Toda aplicação com aeronave agrícola deve ser controlada e/ou monitorada por sistema de navegação GPS.
Não aplicar este produto em uma distância menor que 1 metro da divisa com áreas de vegetação natural.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
Observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto:
Aplicação terrestre:
Temperatura máxima: 30°C
Umidade relativa do ar mínima: 50%
Velocidade máxima do vento: 10 km/h. Em ocasiões em que a velocidade do vento for inferior a 2 km/h, é possível que haja inversão térmica e a aplicação não deve ser realizada.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.
Aplicação aérea:
Temperatura máxima: 28°C
Umidade relativa do ar mínima: 60%
Velocidade do vento: até 10 km/h.
Preparo da calda:
Certifique-se de que o tanque, as mangueiras, os filtros e as pontas de pulverização estejam devidamente limpos e livre de resíduos de outros defensivos agrícolas aplicados anteriormente.
Para o preparo da calda, recomenda-se a utilização de água de boa qualidade, livre de partículas em suspensão. A presença de coloides, como argila ou matéria orgânica, pode reduzir a eficácia do produto.
Encha o tanque do pulverizador até a metade, adicione a dose recomendada de IPPATSU. Complete o volume do reservatório mantendo o sistema de agitação ligação durante todo o processo de preparo da calda e durante a pulverização, mantendo a mistura homogênea.
Prepare apenas a quantidade necessária para a aplicação e pulverize na sequência. Em caso de interrupção, retome a pulverização o mais rápido possível e agite a calda vigorosamente antes de reiniciar o processo.
Tipo de ponta de pulverização:
Use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada; considere o uso de pontas de baixa deriva.
Em situações adversas, considere o uso de pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda recomendado.
Procure trabalhar na menor pressão recomendada para o modelo de ponta – pressões maiores resultam em diâmetro de gota menor, mas não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Considere a substituição das pontas por modelos mais adequados ao invés de aumentar a pressão de trabalho.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgastes e vazamentos.
Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
Altura da barra:
Regule a altura da barra para a menor altura possível recomendada pelo fabricante e que permita obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Inversão térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, podendo ser identificadas também pelo movimento da ‘fumaça’ originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima.
O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
O produto não causa fitotoxicidade para as culturas recomendadas desde que seguidas às recomendações de uso.
Recomenda-se consultar um Engenheiro Agrônomo para maiores informações.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida IPPATSU é composto pelos ingredientes ativos CICLANILIPROLE (grupo 28) e CLORFLUAZUROM (grupo 15). O uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do IPPATSU como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto dos Grupos 15 e 28. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar IPPATSU ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de IPPATSU podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da pragaalvo.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do IPPATSU ou outros produtos dos Grupos 15 e 28 quando for necessário.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
GRUPO 28 INSETICIDA
GRUPO 15 INSETICIDA
IPPATSU é um inseticida composto por Ciclaniliprole e Clorfluazurom. O ingrediente ativo Ciclaniliprole atua como como modulador dos receptores de rianodina, pertencente ao grupo 28, segundo classificação internacional do IRAC (Comitê de Ação à Resistência de Inseticidas). O ingrediente ativo Clorfluazurom atua como como inibidor da síntese de quitina, pertencente ao grupo 15, segundo classificação internacional do IRAC (Comitê de Ação à Resistência de Inseticidas).