Killgga CI

Geral
Nome Técnico:
Extrato etanólico de Argemone Mexicana
Registro MAPA:
26125
Empresa Registrante:
Omex
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Extrato etanólico de Argemone mexicana 179,8 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Inseticida, Acaricida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Emulsionável (EC)
Modo de Ação:
Contato, Ingestão
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Castanha-do-Pará Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) veja aqui veja aqui
Feijão-caupi Calda Terrestre Dosagem
Euschistus heros (Percevejo marrom) veja aqui veja aqui
Feijão-fava Calda Terrestre Dosagem
Euschistus heros (Percevejo marrom) veja aqui veja aqui
Feijão-guandu Calda Terrestre Dosagem
Euschistus heros (Percevejo marrom) veja aqui veja aqui
Feijão-mungo Calda Terrestre Dosagem
Euschistus heros (Percevejo marrom) veja aqui veja aqui
Feijão-vagem Calda Terrestre Dosagem
Euschistus heros (Percevejo marrom) veja aqui veja aqui
Grão-de-bico Calda Terrestre Dosagem
Euschistus heros (Percevejo marrom) veja aqui veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Bag-in-box Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Composto Líquido 1; 5; 10; 20; L
Lavável Balde Metálico Rígida Líquido 1; 5; 10; 20; L
Lavável Balde Plástico Rígida Líquido 1; 5; 10; 20; L
Lavável Lata Metálico Rígida Líquido 1; 5; 10; 20; L
Não Lavável Sachê Fibra celulósica Flexível Líquido 1 L
Não Lavável Sachê Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 1 L
Não Lavável Sachê Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 1 L
Não Lavável Sachê Plástico Flexível Líquido 1 L
Não Lavável Sachê Plástico metalizado Flexível Líquido 1 L
Não Lavável Saco Fibra celulósica Flexível Líquido 1; 5; L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico Flexível Líquido 1; 5; L
Não Lavável Saco Fibra celulósica com saco plástico interno Flexível Líquido 1; 5; L
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Líquido 1; 5; L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 1; 5; L
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Líquido 1; 5; L
Lavável Tambor Metálico Rígida Líquido 1; 5; 10; 20; 220; L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 1; 5; 10; 20; 220; L

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO

KILLGGA é um inseticida e acaricida com modo ação por contato e ingestão para ser aplicado no controle de pragas, conforme recomendações.

MODO DE APLICAÇÃO

KILLGGA pode ser aplicado por meio de pulverizadores costais (manual ou motorizado), tratorizados e aeronaves agrícolas com barras e pontas específicas, conforme recomendações para cada cultura.
Utilizar sempre tecnologias de aplicação que ofereçam uma boa cobertura das plantas.
Siga sempre boas práticas para aplicação e as recomendações do fabricante do equipamento.
Consulte sempre o Engenheiro Agrônomo responsável.

Preparo da Calda:
Antes de preparar a calda, verificar se o equipamento de aplicação está limpo, conservado, regulado e em condições adequadas para efetuar a pulverização sem causar riscos à cultura, ao aplicador e ao meio ambiente.
No preparo da calda, utilizar os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) indicados para esse fim no item “Dados Relativos à Proteção à Saúde Humana”.
Condicione a água na faixa de pH 6 a 7.
Adicionar a dose indicada do produto ao tanque do pulverizador quando este estiver com pelo menos ½ de sua capacidade preenchido com água limpa e o sistema de agitação ligado.
Complete o volume do tanque do pulverizador com água até atingir o volume de calda recomendado.

Cuidados durante a aplicação:
Independentemente do tipo de equipamento utilizado na pulverização, o sistema de agitação da calda deverá ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.
Fechar a saída da calda da barra do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento aplicador, de forma a evitar a sobreposição da aplicação.

Gerenciamento de deriva:
Não permitir que o produto atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Independentemente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva, assim, aplicar com o maior tamanho de gota possível, sem prejudicar a cobertura e eficiência.
O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma
nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO

Aplicação Terrestre:
Recomenda-se para aplicação o uso de pulverizadores costais ou tratorizados com atenção aos seguintes parâmetros:
Bicos hidráulicos:
• Tipo de bico: hidráulico jato cônico vazio, leque ou duplo leque de neblina equivalente.
• Pressão de Trabalho: 2 a 10 Bar (29 -145 lb/pol2).
• Diâmetro Mediano: 150 a 300 µm.
• Densidade das gotas mínima: 50 gotas/cm2.

Atomizador rotativo:
• Tipo de bico: Atomizador Rotativo de Disco, turbotrator ou similar.
• Pressão de Trabalho: 2 a 3 Bar (25 - 40 lb/pol2).
• Diâmetro Mediano Volumétrico: 150 a 200 µm.
• Densidade das gotas mínima: 50 gotas/cm2.

Aplicação aérea:
Aplicação com bicos hidráulicos:
Recomenda-se utilizar barras dotadas de bicos cônicos série D ou similar, com disco (core) com ângulo de 45º ou inferior.
• Altura do voo com bicos hidráulicos: 2 a 4 m do alvo a ser atingido.
• Largura da faixa de deposição efetiva: 15 a 18 m (aeronaves a pistão).
• Conforme as condições de humidade relativa do ar, recomenda-se a adição de óleo emulsionável à calda de aplicação.
Aplicação com atomizadores rotativos:
Com atomizadores tipos Turboaero ou Micronair, seguindo a tabela do fabricante para ajuste do regulador de vazão (RV), pressão e ângulo de pá.
Para volume de aplicação de 8 a 30 L/ha:
• Largura da faixa de deposição efetiva: 15 a 18 m (aeronaves a pistão).
• Tamanho das gotas: Diâmetro Mediano Volumétrico (DMV) de 200 a 300 micromêtros, para aplicação com barra ou atomizadores rotativos.
• Altura do voo: com atomizadores rotativos: 3 a 5 m do alvo a ser atingido.

Condições Climáticas:
Deve-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como indicado abaixo. Os valores apresentados devem ser sempre as médias durante os tiros de aplicação, e não valores instantâneos:
• Temperatura ambiente abaixo de 30°C.
• Umidade Relativa do ar acima de 50%.
• Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.
Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um engenheiro agrônomo.
As recomendações do modo de aplicação poderão ser alteradas a critério do Engenheiro Agrônomo responsável, respeitando sempre a legislação vigente na região da aplicação e a especificação do equipamento e tecnologia de aplicação empregada.

Lavagem do Equipamento de Aplicação:
Imediatamente após a aplicação do produto, proceda a limpeza de todo equipamento utilizado.
Adote todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza e utilize os equipamentos de proteção individual recomendados para este fim no item “Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana”.

Não limpe equipamentos próximo à nascente, fontes de água ou plantas úteis.
Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Municipal, Estadual e Federal vigente na região da aplicação.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO

• Uso exclusivamente agrícola.
• Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.
• O produto deve ser utilizado somente nas culturas para as quais está registrado.
• Manter sob agitação constante a calda de pulverização.
• Respeitar um intervalo de pH entre 6 e 7 no preparo da calda.
• Não aplicar em condições meteorológicas de inversão térmica.
• Fitotoxicidade: Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, o produto não causa fitotoxicidade nas culturas registradas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como os controles: cultural, biológico, microbiano, comportamental, químico, e uso de variedades resistentes, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, bioquímicos ou biológicos com mecanismo de ação distintos.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida KILLGGA e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do KILLGGA como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da ocorrência de resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Aplicações sucessivas de KILLGGA podem ser feitas desde que o “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• O período total de exposição de KILLGGA não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações.
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

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