Bula Kumulus DF-AG

acessos
enxofre
6997
Basf

Composição

Enxofre 800 g/kg Ectoparasiticidas

Classificação

Acaricida, Fungicida
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamável
Corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato
Abóbora Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Não aplicar nas épocas em que a temperatura possa ultrapassar os 25 °C
Abobrinha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Não aplicar nas épocas em que a temperatura possa ultrapassar os 25 °C
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
500 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - Sem restrições. Inspecionar frutos, folhas e ramos e, uma vez constatada a presença do ácaro, efetuar o tratamento
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
300 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha - - Sem restrições. Efetuar o tratamento quando 10% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 20 ou mais ácaros por cm2
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
500 g p.c./100 L de água 2000 L/ha - - Sem restrições. Quando 5% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 1 ácaro por cm2
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
300 g p.c./100 L de água 400 a 500 L de calda/ha - - Sem restrições. Tratar somente quando observada a presença dos ácaros
Oídio
(Erysiphe polygoni)
300 g p.c./100 L de água 400 a 500 L de calda/ha - - Sem restrições. Tratar preventivamente ou no início do ataque
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Podosphaera leucotricha)
300 a 600 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Tratar preventivamente ou início do ataque
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
400 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Tratar somente quando observada a presença dos ácaros
Oídio
(Oidium caricae)
400 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Para controle de Oídio, tratar preventivamente ou no início do ataque
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Oidium mangiferae)
300 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - sem restrições. Tratar preventivamente ou início do ataque
Pepino Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Sphaerotheca fuliginea)
200 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Não aplicar nas épocas em que a temperatura possa ultrapassar os 25 °C
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro prateado
(Aculus cornutus)
300 a 600 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Tratar somente quando observada a presença dos ácaros
Podridão parda
(Monilinia fructicola)
300 a 600 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Tratar preventivamente ou no início do ataque
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Microsphaera diffusa)
2,5 kg p.c./ha 300 a 500 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) - Sem restrições. O tratamento deve ser realizado quando o nível de infecção atingir 40 a 50% da área foliar
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Blumeria graminis f.sp. tritici)
3 kg p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - - Sem restrições. No início do ataque, repetindo se necessário
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Oídio
(Uncinula necator)
200 a 400 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - - Sem restrições. Efetuar um tratamento quando a brotação atingir 20 a 25 cm de comprimento

Cartuchos de papelão: 1 Kg.
Sacos plásticos: 1 e 6 Kg.
Sacos de papel multifoliado: 1; 6 e 25 Kg.
Big-bag plástico: 0,2 a 1,5 toneladas
Saco plástico: 25,0 Kg

INSTRUÇÕES DE USO: KUMULUS DF-AG é uma formulação de grânulos dispersíveis em água, devendo ser aplicado por pulverização. Caracteriza-se por uma rápida ação inicial e curta persistência. É efetivo contra diversas espécies de ácaros e contra fungos patogênicos de desenvolvimento externo. Na cultura da soja poderá ser realizada aplicação aérea respeitando-se a vazão de 40 L/ha.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO:

CITROS : Efetuar inspeções periódicas no pomar, sendo a cada 7 dias no verão e 15 dias no inverno. Observar frutos, folhas e ramos, utilizando uma lupa com 10 a 12 aumentos. Tratar os talhões com níveis de infestação como os indicados, imediatamente após a constatação: Ácaro da Falsa Ferrugem: Inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte externa da planta. Efetuar o tratamento quando 10% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 20 ou mais ácaros por cm². Ácaro da Leprose: Inspecionar frutos, folhas e ramos, principalmente na parte interna da planta. Quando 5% ou mais das partes vistoriadas apresentarem 1 ácaro por cm², efetuar o tratamento. Ácaro Branco: Inspecionar frutos, folhas e ramos e, uma vez constatada a presença do ácaro, efetuar o tratamento.

MAÇÃ : Para controle de Oídio tratar preventivamente ou inicio do ataque .No período de dormência aplicar 600 g do produto comercial/100 l de água (480 g de i.a/100 l de água). Após a quebra de dormência aplicar 300 g do produto comercial/100 l de água (240 g de i.a./100 l de água); em variedades sensíveis ao enxofre, não aplicar durante o desenvolvimento dos frutos.

PÊSSEGO : Para controle de Podridão parda tratar preventivamente ou inicio do ataque e para controle de ácaros tratar somente quando observada a presença dos ácaros .No período de dormência aplicar 600 g do produto comercial/100 L de água (480 g de i.a/100 L de água). Após a quebra de dormência aplicar 300 g do produto comercial/100 L de água (240 g de i.a./100 L de água).

FEIJÃO : Para controle de Oídio tratar preventivamente ou inicio do ataque e para controle de ácaros tratar somente quando observada a presença dos mesmos.

UVA : Em temperaturas elevadas reduzir a dose para 200 g/100 l de água (160 g de i.a./ha ). Em variedades sensíveis ao Oídio, efetuar um tratamento quando a brotação atingir 20 a 25 cm de comprimento. Repetir sempre que haja um início de ataque.

ABOBRINHA, ABÓBORA e PEPINO : Curcubitáceas tendem a ser sensíveis ao enxofre , especialmente com temperatura elevada. Não aplicar nas épocas em que a temperatura possa ultrapassar os 25 oC.

TRIGO : Tratar no início do ataque, repetindo quando necessário.

SOJA : O tratamento deve ser realizado quando o nível de infecção atingir 40 a 50% da área foliar. Não deve ser feita aplicação se até o estágio R6 (final de enchimento de vagens) o oídio não atingir o nível de infecção acima.

Na cultura da soja, para o controle de oidio, utilizar pulverizador de barra equipado com bico XR110,02, XR 11004 ou equivalente e, peneira malha 50, ou pulverizador costal, manual ou motorizado ou ainda, avião agrícola, equipado com barra e bicos de jato cônico, montados na vertical (90º), em duas opções:
36 bicos modelo D12-45
46 bicos modelo D10-45
- Altura do voo: 2,5 a 3,5 metros da barra ao topo das plantas. - Largura da faixa variável, entre 12 e 14 metros, devendo uma concentração de 30 a 50 gotas/cm2.
- Pressão: 30 a 35 libras/pol2.
- Volume de água: 40 litros/ha.


MANGA: Para controle de Oídio tratar preventivamente ou inicio do ataque.

MAMÃO: Para controle de Oídio tratar preventivamente ou inicio do ataque e para controle de ácaros tratar somente quando observada a presença dos mesmos.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Em citricultura, para o controle dos ácaros da falsa ferrugem e branco, utilizar o equipamento turbo-atomizador; para o controle do ácaro da leprose, utilizar o equipamento tipo pistola. estas aplicações devem atingir muito bem a parte externa e interna das plantas. em outras frutíferas, utilizar o equipamento turbo-atomizador, molhando bem as plantas, ou utilizar pulverizadores costais, manuais ou motorizados. nas demais culturas, utilizar pulverizador de barra equipado com bico: XR110.02, XR 110.04 ou equivalente e peneira malha 50, ou pulverizador costal, manual ou motorizado.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Sem restrições.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável da Saúde Humana - ANVISA/MS.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Evitar aplicações nas horas mais quentes do dia;
• Não realizar aplicações durante a florada;
• Citros; Não realizar aplicações 30 dias antes ou após a utilização de óleos ou produtos á base de óleos;
• Maça: No realizar aplicações durante o desenvolvimento dos frutos, pois poderá causar Russeting.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto; Não utilize equipamento com vazamento; Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use Protetor Ocular: se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscaras cobrindo o nariz e a boca: caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use Luvas de Borracha: ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar a formação de pó ou poeira: use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas e avental impermeável.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. A pulverização do produto produz neblina; use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas. No descarte de embalagens use macacão de mangas compridas, luvas e botas.

PRIMEIROS SOCORROS: Em caso de ingestão, se o paciente estiver consciente, faça-o tomar água e a seguir provoque vômito. Procure o médico, levando a bula do produto. Em caso de contato com os olhos, lave-os imediatamente com água limpa, por 15 minutos. Procure o médico, levando a bula do produto. Em caso de inalação da calda pulverizada, mantenha o paciente em local arejado. Procure o médico, levando a bula do produto. Em caso de contato com a pele, lave-a imediatamente com água e sabão. Se ocorrer irritação persistente, procure o médico, levando a bula do produto.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.

TRATAMENTO MÉDICO: Tratamento sintomático.

EFEITOS AGUDOS: Em testes conduzidos em animais de laboratório, KUMULUS(r) DF-AG não é irritante para pele e olhos de coelhos. Em cobaias, o produto não apresentou efeito sensibilizante.

EFEITOS COLATERAIS OU SINTOMAS DE ALARME: Não conhecidos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é POUCO PERIGOSO (CLASSE IV) ao meio ambiente. Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE - (CLASSE I) no meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave o equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Não aplique o produto nas horas mais quentes. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame siga as instruções: Piso pavimentado: Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recepientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: Retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada. Corpos d'água: Interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: Não reutilize embalagens vazias. Observar legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas inadequadas, consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

Manejo integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos econômicos, ecológicos e sociológicos.
Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas: utilizar sementes/material de propagação sadios, trabalhar com materiais resistentes/tolerantes sempre que possível, realizar adubação adequada, praticar sempre rotação de culturas e utilizar o tratamento fitossanitário, quando recomendado através de diagnose correta do problema.

Acaricida:
· Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência à inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
· Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
· Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
· Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.

Fungicida:

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência à Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência à Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
· Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
· Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
· Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não misturar com produtos fortemente alcalinos.