Bula Kyron 750 WG

acessos
Nicosulfuron
19517
CropChem

Composição

Nicossulfurom 750 g/kg Sulfoniluréia

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico

Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
60 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Aplicar em pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2-6 folhas e as plantas infestantes tiverem até 4-6 folhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
60 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Aplicar em pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2-6 folhas e as plantas infestantes tiverem até 2 perfilhos
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
80 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Aplicar em pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2-6 folhas e as plantas infestantes tiverem até 2 perfilhos
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
60 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Aplicar em pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2-6 folhas e as plantas infestantes tiverem até 2 perfilhos
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
50 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Aplicar em pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2-6 folhas e as plantas infestantes tiverem até 4-6 folhas
Corda de viola
(Ipomoea nil)
80 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Aplicar em pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2-6 folhas e as plantas infestantes tiverem até 4-6 folhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
60 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Aplicar em pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2-6 folhas e as plantas infestantes tiverem até 2 perfilhos
Picão preto
(Bidens pilosa)
50 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Aplicar em pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2-6 folhas e as plantas infestantes tiverem até 4-6 folhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
60 g p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 45 dias. Aplicar em pós-emergência quando a cultura do milho estiver com 2-6 folhas e as plantas infestantes tiverem até 4-6 folhas

Tipo: Barrica; Material: Papelão/Fibra; Capacidade: 1,0; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30 e 50 Kg
Tipo: Big Bag; Material: Plástico; Capacidade: 20; 50; 100; 200; 250; 300; 400; 500; 600; 625; 650; 700; 800; 900; 1.000
Tipo: Bulk; Material: Metálico/ Fibra/ Plástico; Capacidade: 20; 50; 100; 200; 250; 300; 400; 500; 600; 625; 650; 700; 800; 900; 1.000; 1.100; 1.200; 1.500; 2.000; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000 Kg
Tipo: Cartucho; Material: Papelão; Capacidade: 0,48; 1,0; 2,0; 5,0 Kg
Tipo: Frasco; Material: Plástico; Capacidade: 0,1; 0,2; 0,25; 0,75; 1.0; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 8,0 e 10 Kg.
Tipo: Galão; Material: Plástico; Capacidade: 5,0; 10; 15; 20; 25; 30 e 50 Kg
Tipo: Mini Bulk; Material: Metálico/ Fibra/ Plástico; Capacidade: 20; 50; 100; 200; 250; 300; 400; 500; 600; 625; 650; 700; 800; 900; 1.000; 1.100; 1.200; 1.500; 2.000; 5.000; 10.000; 15.000; 20.000 Kg
Tipo: Saco; Material: Hidrossolúvel; Capacidade: 0,05; 0,1; 0,2; 0,25; 0,75; 1.0; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0 Kg
Tipo: Saco; Material: Aluminizado/ Polietileno/ Metálicp/ Plástico/Papel/ Poly-nylon/ Papel multifolhado; Capacidade: 0,1; 0,2; 0,25; 0,75; 1.0; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 30 e 50 Kg
Tipo: Tambor; Material: Metálico/ Fibra; Capacidade: 1,0; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 50; 100; 200; 250; 300; 400; 500

KYRON 750 WG é um herbicida pertencente ao grupo químico das sulfoniluréias, seletivo
para a cultura do milho e de ação sistêmica, sendo rapidamente absorvido através de folhas
e raízes, com translocação por toda a planta. Age inibindo a enzima acetolactato sintase
(ALS), responsável pela síntese dos aminoácidos vanila, leucina e isoleucina. A inibição
desta enzima interrompe a produção de proteínas, interferindo na divisão celular e levando a
planta a morte.
KYRON 750 WG é utilizado para controle em pós-emergência das plantas infestantes na
cultura do milho.
MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre: Utilizar volumes de 400 a 600 litros de calda/ha para pulverizador
manual costal e 200 a 400 litros /ha para pulverizador tratorizado.
Tipos de bico: Leque (ex.: Teejet, XR Teejet, DG Teejet, Twinjet, TK ou TF) ou cone (ex.:
Fulljet); utilizar de acordo com a recomendação do fabricante.
Obs: No caso de uso de outros equipamentos pulverizadores, estes devem proporcionar
boa cobertura das plantas infestantes.
Aplicação aérea: Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de
bicos tipo cônico (D9 ou D10, core 44 a 46) ou atomizadores de tela rotativa (MICRONAIR),
altura de vôo de 3 a 4 m sobre a cultura, largura da faixa de deposição efetiva: 15 m;
diâmetro e densidade de gotas: 200 a 400 micrômetros, 10 a 30 gotas/cm2
, volume de
aplicação: 20 a 40 litros de calda/ha.
• Condições climáticas: devem ser respeitadas condições de velocidade do vento inferior
a 10 km/hora, temperatura menor que 25ºC e umidade relativa maior que 70%, visando
reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação.
• Preparo da calda herbicida: Iniciar colocando água no tanque do pulverizador até a
metade de sua capacidade com o agitador em movimento e adicionar o KYRON 750 WG.
No caso de embalagens em frasco, recomenda-se uma pré-diluição em água antes da
adição ao tanque do pulverizador. Após, adicionar mais água até três quartos da
capacidade do tanque, antes de adicionar adjuvantes. Se houver necessidade de
interromper a pulverização por algum tempo e aconselhável manter o agitador
funcionando. Se esta interrupção for mais longa, e necessário reagitar a calda herbicida
antes de reutilizá-la.
• Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente
com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda
uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco de formação de
depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento,
mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxague completamente o pulverizador e faça
circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente,
se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação
deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras,
barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo
sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros,
bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na
proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras,
filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema
de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e
difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou
plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxague completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com
água limpa no mínimo 2 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o
material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança
necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de
água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação
Estadual ou Municipal.
Recomendações para evitar a deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas,
leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as
restrições existentes na legislação pertinente.
Importância do diâmetro da gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas
possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas
para as quais o produto não esteja registrado ou de culturas sensíveis, nas proximidades,
condições climáticas estádio de desenvolvimento da cultura, etc. devem ser considerados
como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETRO MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS
NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU
SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS ! Veja instruções sobre Condições de
vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas Gerais
Volume: use bicos de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível,
considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas
maiores, de acordo com a pressão de trabalho adotada (ex: XR Teejet).
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro
de gotas e não melhoram a penetração na cultura.
QUANDO MAIORES VOLUMES FOREM NECESSÁRIOS, USE BICOS DE VAZÃO MAIOR
AO INVÉS DE AUMENTAR A PRESSÃO.
Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a
maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso
de bico de baixa deriva.
Controlando o diâmetro de gotas – Aplicação aérea
Número de bicos: use o menor número de bicos com maior vazão possível e que
proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para
trás, paralelo a corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros
tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 75% da asa ou do
comprimento do motor – barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura do vôo:
Aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de
deriva.
Altura da barra: regule a altura da barra a menor altura possível para obter uma cobertura
uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento
de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura, e com o mínimo de solavancos,
observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento inferior a 5 km/h (devido
ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo
diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada
velocidade do vento. NÃO APLICAR SE HOUVER VENTOS FORTES OU EM CONDIÇÕES
SEM VENTO.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve
estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para
produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Inversão térmica
O potencial de deriva e alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o
movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que
permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas
pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas
nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao por do sol e
frequentemente continuam ate a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela
neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser
identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma
nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma
inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento
ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COMO INDICADO.
Precauções Gerais:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e
pessoas.
- Mantenha o produto afastado de crianças, animais domésticos, alimentos, medicamentos
ou ração animal.
Precauções no Manuseio:
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e
SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS
ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente, e SIGA AS ORIENTAÇÕES
DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; avental impermeável, botas de borracha; máscara com filtro de
carvão ativado cobrindo nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca
árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local arejado.
Precauções Durante a Aplicação:
- Evite ao máximo possível o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto,
dependendo do equipamento de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente
com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças
por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado cobrindo
nariz e boca, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Precauções após Aplicação:
- Não reutilize a embalagem vazia.
- Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24
horas).
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original,
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao
lavar as roupas, utilize luvas de nitrila e avental impermeáveis.
- Faça a manutenção dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual EPI: macacão de
algodão hidrorepelente com mangas compridas, avental impermeável, botas de borracha
e luvas de nitrila.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou
receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não
dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem
entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.

- INTOXICAÇÕES POR KYRON 750 WG -
INFORMAÇÕES MÉDICAS
Grupo químico Sulfoniluréia
Classe toxicológica I – Extremamente Tóxico
Vias de exposição Ocular, dérmica,oral e inalatória.
Toxicocinética Nicossulfurom é pouco absorvido através do trato
gastrintestinal de animais de do homem. A
biotransformação desses compostos é mínima e ocorre
por processo de hidroxilação no anel aromático,
desalquilação e conjugação. A maior parte da substância
é excretada inalterada na urina e nas fezes. Não há
bioacumulação.
Mecanismos de toxicidade Os mecanismos de toxicidade em humanos não são
conhecidos. Nas plantas age como herbicida por inibição
da enzima acetolactato sintetase (ALS), o que leva ao
bloqueio da produção de aminoácidos, valina, isoleucina,
essenciais para a produção de proteínas e de outros
componentes da planta. A enzima ALS não é encontrada
em animais ou no homem.
Sintomas e
sinais clínicos
Toxicidade aguda: toxicidade sistêmica é improvável a
menos que grandes quantidades tenham sido ingeridas.
Em animais tem se observado:
Sinais e sintomas
Dérmica Irritação, desconforto ou exantema;
sensibilização da pele e sintomas
alérgicos.
Ocular Irritação, desconforto, lacrimejamento,
visão borrada.
Inalatória Tosse e dispneia.
Oral Náuseas, vômitos, diarreia, cefaleia,
confusão e depleção de eletrólitos.
Toxicidade crônica: Pode causar alterações
eritrocitárias, diminuição na produção de leucócitos,
produção de metahemoglobina, alteração do
metabolismo proteico, moderado enfisema e perda de
peso. Não há evidências de efeitos carcinogênicos,
neurotóxicos, imunotóxicos ou endócrinos em humanos.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da
exposição e de quadro clínico compatível.
• Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas
indicativos de intoxicação aguda, trate o
paciente imediatamente.
Tratamento Antídoto: Não há antídoto específico.
Tratamento: Remoção da fonte de exposição,
descontaminação, proteção das vias respiratórias, de
aspiração; tratamento sintomático e de suporte.
Exposição Oral:
• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é
necessária.
1. Considere logo após ingestão de uma grande
quantidade do produto (até 1 hora). Proteger as vias
aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito
lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das
vias respiratórias ou alteração de consciência em
pacientes não-intubados; corrosivos e
hidrocarbonetos; risco de hemorragia ou perfuração
gastrointestinal.
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes
tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles,
se administrado logo após a ingestão (1 h).
1. Dose: suspensão (240 mL de água/30g de carvão).
Dose: 25 a 100g em adultos, 25 a 50g em crianças
de (1-12)a e 1g/kg em < 1a;
• Não provocar vômito, caso ocorra espontaneamente
não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para
evitar que aspire resíduos.
• Irritação: considere endoscopia em casos de
irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a
extensão do dano e guiar a lavagem gástrica.
• Fluídos intravenosos e monitorização laboratorial.
Manter internação por no mínimo 24 horas após o
desaparecimento dos sintomas.
Exposição
inalatória
Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto
a irritação, bronquite ou pneumonia.
Administre oxigênio e auxilie na
ventilação. Trate broncoespasmos com
ß2-agonistas via inalatória e
corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição
Ocular
Lave os olhos expostos com
quantidades copiosas de água ou salina
0,9%, à temperatura ambiente, por pelo
menos 15 minutos. Se os sintomas
persistirem, encaminhar o paciente para
o especialista.
Exposição
Dérmica
Remova as roupas contaminadas e lave
a área exposta com abundante água e
sabão. Encaminhar o paciente para o
especialista caso a irritação ou dor
persistirem.
Contra-indicações A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco
de aspiração e de pneumonite química.
Efeitos sinérgicos Nicossulfurom incrementa a toxicidade do Diazinon, um
inseticida organofosforado, mas o mecanismo não
parece ser associado à atividade acetilcolinesterase..
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para
notificar o caso e obter informações especializadas sobre
o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica
RENACIAT – ANVISA/MS
ATENÇÃO Notifique ao sistema de informação de agravos de
notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3342-1300
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Estudos com animais de laboratório evidenciaram que o Nicossulfurom é rapidamente
absorvido (taxa de absorção 38 a 42%) e eliminado, principalmente pelas fezes (> 62%),
quando absorvido pelo trato gastrointestinal. Outras vias de excreção são a urina (> 14%) e
bile (> 14%). Após absorção, o produto é encontrado principalmente no sangue. Não há
efeito acumulativo no organismo. Insignificantes quantidades do produto foram encontradas
no ar expelido, trato intestinal, órgãos/tecidos e na carcaça dos animais analisados. A taxa
de recuperação do produto e seus metabólitos variaram de 94,2 a 99,9%, sendo o
Nicossulfurom o principal produto excretado. Os mecanismos de toxicidade não são
conhecidos em animais.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
• DL50 oral em ratos: 5.000 mg/kg.
• DL50 dérmica em ratos > 2.000 mg/kg.
• CL50 inalatória em ratos > 1,563 mg/L.
• Irritação Dérmica: o produto é considerado não irritante.
• Irritação Ocular: o produto é considerado irritante.
• Sensibilização cutânea: Não sensibilizante.
Efeitos crônicos:
A administração oral crônica do Nicossulfurom em animais causou distúrbios do
metabolismo proteico, enfisema moderado, perda de peso e incremento no peso do fígado e
rins (machos). Não há evidências de feitos carcinogênicos, mutagênicos ou endócrinos em
modelos animais. Também não há indicações de efeitos neurotóxicos ou imunotóxicos. Em
coelhos, em doses tóxicas maternas (abortos, sinais clínicos, diminuição no ganho de peso)
foi observado diminuição do peso fetal e incremento nas perdas pós-implantação. Em ratos,
a doses tóxicas maternas (diminuição no ganho de peso) também ocorreream efeitos nos
filhotes dqa segunda geração (diminuição de tamanho ao nascer).

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO
AO MEIO AMBIENTE:
• Este produto é

• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento
no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
• Não utilize equipamentos com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das
pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância
inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de
água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de
mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação
suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes
às atividades aeroagrícolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA
CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens
rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843
da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa CROPCHEM LTDA. -
telefone de Emergência: (0XX51)3342-1300.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e
botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em
recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá
mais ser utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do
telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não
contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e
devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado
acima.
• Corpos d´água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano
ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da
empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do
acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do
produto envolvido.
Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2, ou pó químico,
ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO,
TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos
EPI’s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da
calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem,
imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes
procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do
pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão
seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no
pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por
30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os
seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem,
mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição
vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de
lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes
internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do
pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa
embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando
existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido
o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6
meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser
efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável,
no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em
saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT),
devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de
Distribuição.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da
embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou
no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja
dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6
meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização,
pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco
plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente
identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve
ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso
impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o
produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas,
medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários,
somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas
legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA
EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE
PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO
INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio
ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a
flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso
consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para
este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e
aprovados por órgão ambiental competente.
5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação
específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como
determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais,
rações, medicamentos ou outros materiais.
6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO,
DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis
TELEFONE DE EMERGÊNCIA: (51) 3342-1300

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários
anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos
resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento
herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de
plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como
cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes
modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e
possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.