Labim 41 / Sfera Velez / Gratto Velez
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Bacillus velezensis cepa CMRP 6330
Registro MAPA:
32626
Empresa Registrante:
UBY |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Bacillus velezensis Cepa CMRP 6330 (1 x 10⁹ UFC/mL p. c.) | 15 g/L | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Colletotrichum lindemuthianum (Antracnose) | veja aqui | |||
| Phaeosphaeria maydis (Mancha foliar de phaoeosphaeria) | veja aqui | |||
INSTRUÇÕES DE USO:
LABIM 41; SFERA VELEZ, GRATTO VELEZ é um fungicida microbiológico indicado para aplicação em pulverização de plantas para o controle de Antracnose (Colletotrichum lindemuthianum), Manchade-Phaeosphaeria (Phaeosphaeria maydis) podendo ser utilizado em qualquer cultura com ocorrência dos alvos biológicos.
MODO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre:
Para controle de antracnose e mancha-de-phaeosphaeria, iniciar as aplicações na fase V4 das culturas.
Realizar as aplicações com pulverizador costal pressurizado equipado com pontas que reduzem perdas por deriva e promovem uma cobertura homogênea da cultura, conforme as recomendações do fabricante. Utilizar 150 L de calda/ha. Proporcionar agitação constante da calda durante a aplicação para evitar decantação do produto.
- Instruções para preparo da calda de pulverização:
a) Assegurar a limpeza do tanque do pulverizador antes do preparo.
b) Colocar aproximadamente 2/3 do volume total de água no tanque, de acordo com o volume de calda calculado para a aplicação.
c) Adicionar o produto no tanque.
d) Completar o tanque com o restante do volume total de água.
e) Manter a calda em agitação para homogeneização da calda de aplicação.
Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes de utilizar o equipamento, assegure a sua limpeza e verifique se está em condições adequadas para uso. Logo após a pulverização, realize a limpeza do equipamento, tanto do tanque como de todo o sistema por onde passou a calda de aplicação. O descarte dos efluentes, resultantes da lavagem, deve atender à legislação local.
Aplicar preferencialmente no final da tarde com umidade relativa acima de 60% ou à noite; em dias nublados, com temperatura amena e umidade relativa acima de 70%. Em caso de ocorrência de chuva logo após a pulverização, é necessário reaplicar o produto. Evitar aplicação na presença de ventos fortes (acima de 10 Km/hora).
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado em função da não necessidade de estipular o LMR para este produto.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Aguardar 24 horas, ou até a secagem da calda. Caso necessite entrar na área tratada, antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO:
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo.
O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas.
Aplicar fungicida ou herbicida somente 1 semana após aplicação do produto.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam ao melhor equilíbrio do sistema.
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando à perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controle cultural, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e/ou informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRACBR: www.fracbr.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).