Bula Larvin 800 WG

acessos
Thiodicarb
4099
Bayer

Composição

Tiodicarbe 800 g/kg Carbamato

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
800 a 1000 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Estádio inicial do desenvolvimento (1º ao 3º instares)
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
250 a 500 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Estádio inicial do desenvolvimento (1º ao 3º instares)
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
250 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 7 dias. Estádio inicial do desenvolvimento (1º ao 3º instares)
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 a 150 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 30 dias. Estádio inicial do desenvolvimento (1º ao 3º instares)
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
400 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Máximo 2 aplicações. 14 dias. 40 lagartas grandes / 2 m lineares, desfolha de 30 % antes do florescimento e 15 % após o florescimento
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
70 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Máximo 2 aplicações. 14 dias. 40 lagartas grandes / 2 m lineares, desfolha de 30 % antes do florescimento e 15 % após o florescimento
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
150 a 200 g.p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Máximo 2 aplicações. 14 dias. 40 lagartas grandes / 2 m lineares, desfolha de 30 % antes do florescimento e 15 % após o florescimento

Peso líquido: 70, 100, 500, 700, 1000, 1400 e 1500 g.
Saco - polietileno, polipropileno, PET, alumínio, papel, fibra de papelão: 1, 2, 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10, 15, 20, 25, 50, 100 kg.
Tamobr - plástico, fibra, papel e metal: 5, 10, 15, 20, 25, 50, 100, 150, 200, 300, 400, 500 kg.
Big Bag - plástico, fibra, tecido de rafia: 300, 400, 500, 600, 700, 800, 900 e 1000 kg.
Barrica - papelão: 3, 4, 5, 6, 7, 8, 9, 10 e 15 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

LARVIN 800 WG, trata-se de um inseticida, empregado na forma de pulverizações foliares, empregado no controle das culturas do algodão, milho e soja.

OBSERVAÇÃO: MILHO:Utilizar a dose de 100 g/ha no inicio da infestação da praga, com as lagartas em estágio inicial de desenvolvimento (de primeiro a terceiro ínstares) e a dose de 150 g/ha para todos os estádios de desenvolvimento das lagartas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO: Realizar no máximo duas aplicações do produto comercial por ciclo da cultura. Aplicar o produto no início da infestação da praga com as lagartas no estádio inicial de desenvolvimento (do 1° ao 3° instares).

Milho: Realizar no máximo duas aplicações do produto comercial por ciclo da cultura. Aplicar o
produto no inicio da infestação da praga com as lagartas no estádio inicial de desenvolvimento
(do 1° ao 3° instares) e repetir se necessário.

Soja: Realizar no máximo duas aplicações do produto comercial por ciclo da cultura. Recomenda-se iniciar o controle quando:
forem encontradas 40 lagartas grandes por amostragem (2 m lineares da cultura),
a desfolha atingir 30% antes do fiorescimento,
a desfolha atingir 15% logo após o fiorescimento.

MODO DE APLICAÇÃO:
Este produto pode ser aplicado com equipamentos costais manuais ou motorizado, tratorizado e aeronaves agrícolas. Os aparelhos devem ser equipados com bicos de jato cônico vazio da série D ou similar com difusor ou core adequado de modo a se obter uma deposição satisfatória de gotas sobre o alvo desejado (folhas e lagartas), com exceção para a cultura do milho, para a qual deverá ser utilizado bicos de jato plano (leque).
Nas aplicações com avião do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizadas barras de
pulverização com um total de 40 -42 bicos, fechando-se 4 a 5 bicos nas extremidades das asas para evitar a influência e arraste das gotas pelos vórtices das asas. É indispensável à utilização dos bicos existentes em numero de 8 abaixo da fuselagem ou barriga do avião. Os bicos deverão trabalhar na angulação de 90° a 180° e os rotativos tipo MICRONAIR trabalharão com as pás num ângulo de 35° a 50° graus em relação à linha de vôo, e de acordo com as variações das condições climáticas locais durante a aplicação, e de maneira a se obter uma distribuição de gotas com uma VMD entre 110 e 150 micra e um mínimo de 40 a 50 gotaslcm2 com volume de calda de 30 a 40 L/ha .A faixa de deposição será de 15 metros e uma altura de vôo de 4-5 metros em relação ao alvo de deposição. Pressão de trabalho: 15 -30 psi.
Condições climáticas: Temperatura máxima de 27°C. Umidade relativa do ar mínima de 70%, e
velocidade do vento máxima de 10 km/hora (3 m/seg).
Para outros tipos de aeronaves consultar o departamento técnico da Bayer CropScience Ltda.
ou qualquer outro Órgão competente.

Nas aplicações terrestres, aplicar um volume de calda suficiente para uma boa cobertura da
planta tratada sem o escorrimento do produto nas folhas. Nas culturas do algodão e milho são
recomendadas de 200 a 300 L de calda/ha, na soja de 100 a 200 L .Em milho, o bico plano
deve ser dirigido sobre o cartucho das plantas permitindo uma melhor penetração da calda no
local de ocorrência da praga. Posicionar os bicos no sentido da linha de plantio da cultura o
que permitirá colocação máxima de calda no local de ocorrência da praga.

Pressão de Trabalho:
equipamentos costais: 50 -60 psi.
Equipamentos tratorizados: 80 -100 psi.
Condições climáticas: Temperatura máxima de 27°C. Umidade relativa do ar mínima de 55%, e
velocidade do vento máxima de 10 km/hora (3 m/seg).
Observar que a condição mais importante é a umidade relativa do ar, pois será o maior
influenciador na maior ou menor evaporação das gotas de pulverização. Gotas grandes
ocasionarão deposição irregular, escorrimento do produto nas folhas. Gotas finas terão deriva
maior ou não atingirão o alvo desejado ocasionando perdas do produto e poluição do meio
ambiente.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 07 dias
Milhb : 30 dias
Soja: 14 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Ministério da Saúde Humana -ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para a cultura indicada: respeitadas as doses e o modo de aplicação, o produto não apresenta restrições.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.

Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a formação de poeira.

Utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidro-repelente (com as mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas), viseira facial, máscara descartável com carvão ativado para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca, luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite, o máximo possível, o contato com a área aplicada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).

Utilize equipamento de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidro-repelente (com as mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas), touca árabe, viseira facial, máscara descartável com carvão ativado para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca, luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO Não reutilize a embalagem vazia.
Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24h).
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
Ingestão: não provoque vômito. NUNCA dê nada pela boca a uma pessoa inconsciente. Olhos: lave com água em abundância durante 15 minutos.
Pele: lave com água e sabão em abundância.
Inalação: procure local arejado. Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica mais próxima.
ANTíDOTO: sulfato de Atropina é o antídoto de emergência em caso de intoxicação. Nunca administre Sulfato de Atropina antes do aparecimento dos sintomas de intoxicação. Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica mais próxima.
INTOXICAÇÕES POR CARBAMATOS Informações Médicas:
Mecanismos de toxicidade: Inibem reversivelmente a enzima acetilcolinesterase resultando no acúmulo de acetilcolina nos receptores muscarínicos (efeito em células colinérgicas), nicotínicos Uunções neuromusculares esqueléticas) e no sistema nervoso central (SNC). A inibição tem reversão espontânea (ao contrário dos organofosforados), com ação breve e auto-limitada. Usualmente a severidade é leve a moderada, porém a exposição a altas concentrações,pode gerar quadros severos e evoluir para óbito.
Vias de absorção : A absorção é rápida por todas as vias: oral, respiratória, dérmica e pelas mucosas.
Toxicocinética: Possuem rápida distribuição em tecidos e órgãos e não se acumulam no organismo. A metabolização é hepática e rápida, através de três mecanismos básicos: hidrólise, oxidação e conjugação. 90% é excretado pelos rins em até 3 dias, mas também são eliminados pelas fezes. Não atravessam a barreira hematoencefálica, sendo os sintomas do SNC decorrentes de hipóxia.
Sintomas e sinais clínicos : Os efeitos são imediatos, geralmente em 30 minutos a 1-2 h após a exposição, e cessam logo após o término da exposição. As manifestações clínicas ocorrem usualmente em menor grau que no caso dos produtos organofosforados e as manifestações neurológicas são também de menor intensidade, devido à menor penetração no SNC. As manifestações agudas são classificadas como:
Muscarínicas (síndrome parassimpaticomimética, muscarínica ou colinérgica): são predominantes na intoxicação por carbamatos. vômito, diarréia, cólicas abdominais, anorexia, náuseas, incontinência urinária, incontinência fecal, tenesmo, broncoconstrição, dispnéia, cianose, edema pulmonar, hipersecreção (sialorréia, lacrimejamento, broncorréia e sudorese), bradicardia, hipotensão, bloqueio atrioventricular, miose e visão borrada.
Nicotínicas (síndrome nicotínica): Mídriase , Mialgia, hipertensão arterial,fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e hipertensão arterial podem manifestar-se, e serem alteradas pelo efeito muscarínico.
OBS: predominando os efeitos muscarínicos, ocorrerá diminuição da pressão arterial e pulso; os efeitos nicotínicos provocam elevação da pressão e do ritmo cardíaco.
Efeitos em SNC (síndrome neurológica): cefaléia, ansiedade, agitação, confusão mental, ataxia, depressão de centros cardio-respiratórios, convulsões e coma.
Exposição dérmica: pode causar irritação ocular e dérmica, dermatite de contato, hiperpigmentação.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatível, associados ou não à queda na atividade das colinesterases.
O decréscimo de 25% ou mais da atividade da colinesterase plasmática indica exposição importante. Queda de 50% é geralmente associada com exposição intensa. O decréscimo da atividade da pseudocolinesterase é um indicador sensível, mais não especifico. Ambas podem demorar de 3-4 meses para se normalizar, mas este teste não é de grande utilidade porque a inibição da acetilcolinesterase é rapidamente reversível. A identificação da substancia e seus metabólitos no sangue e na urina pode evidenciar a exposição, mas não são largamente utilizados. Outros controles incluem: eletrólitos, glicemia, creatinina, amilase pancreática, enzimas hepáticas, gasometria, ECG (prolongamento de QT), radiografia de tórax (edema pulmonar e aspiração). Convém considerar a possibilidade de associação do organofosforado a outros tóxicos, o que pode alterar ou potencializar o perfil clínico esperado.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.
Tratamento: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontam inação. Utilizar luvas e avental durante à descontam inação.
1.Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com solução de bicarbonato (os carbamatos são instáveis em meio alcalino).
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Pode-se usar algumas gotas de anestésico, previamente, para facilitar o procedimento.
3. Em caso de inQestão recente, fazer lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. No caso de pequenas doses de produto tóxico, se o intervalo entre a ingestão e a medicação for curto, administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 19/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.

Emergência, suporte e tratamento sintomático:
1. Monitorização respiratória e aspiração de secreções. Nos casos de edema pulmonar, bronco espasmo ou pneumonia de aspiração, usar atropina, entubar e ventilar o paciente com pressão positiva e realizar RX de tórax para avaliar o nível de exsudação.
2. Monitorização cardíaca.
3- Administração de Diazepam: indicado nos casos de gravidade moderada ou alta, reduzindo a ansiedade e algumas manifestações ao nível do SNC.
4-Controle hidroeletrolítico: repor perdas para evitar o risco de edema pulmonar).
5. Manter medidas sintomáticas e de manutenção.
Obs: todo paciente assintomátíco, mas com história de exposição (dérmica, inalatória ou ingesta) deve ser observado por 6-8 h.
A administração de Atropina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia.Não deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático.

Atropina - agente antimuscarínico - é usada para reverter os sintomas muscarínicos, não os nicotínicos, na dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque (adultos), e de 0,01 a 0,05 mg/Kg em crianças, EV. Repetir se necessário a cada 5 a 10 minutos. As preparações de Atropina disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg /mL. O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico, e se baseia na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorréia e na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou sintomas de intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia. Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de taquicardía e hipertensão não contra-indica a atropinização.

Manter em observação por 72 horas, com monitorização cardío-respiratória e oximetria de pulso. A ação letal dos carbamatos pode ser comumente atribuída a insuficiência respiratória, pelos mecanismos de: broncoconstrição, secreção pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e conseqüente depressão do centro respiratório por hipóxia. Devido a esta complicação, manter a monitoração e tratamento sintomático.

São indicados a supervisão e o tratamento sintomático do paciente por pelo menos 48 horas, mas aconselha-se mantê-Io em observação por 72 horas, com monitoramento cardiorespiratório e oximetria de pulso. A retirada deve ser gradual e restituída se surgirem manifestações colinérgicas

Observacões importantes: os reativadores da colinesterase - PRALlDOXIMA (Contrathion) - NÃO são indicados na intoxicação por Carbamatos, pois não atuam na colinesterase carbamilada e o processo inibitório reverte espontaneamente.
(2) Ocorrendo associação de intoxicação Carbamatos e Organofosforados, há indicação de usar Pralidoxima.
Contra indicação: A diálise e a hemoperfusão são contra-indicadas. O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração. Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas, devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca (morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina).

Efeitos sinéraicos: Com outros carbamatos ou organofosforados.

Atenção: As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Centro de Informações Toxicológicas: 0800-410148 (PR) Da empresa: Baver CropScience: (Oxx21) 2761-4023 .

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BA VER S.A. - telefone de Emergência: 0800-243334 ..
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CO2 OU PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO.
EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM FLEXIVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

Transporte de AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL: De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáve

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo / bula.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.