Bula Limpidu

acessos
Nicosulfuron
10512
UPL

Composição

Nicossulfurom 40 g/L Sulfoniluréia

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico, Seletivo, Pós-emergência
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Aplicar o produto até o estádio de 2 a 4 folhas – 1,5 L/ha
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: 2 a 4 folhas (1,25 L/ha); 4 a 6 folhas (1,5 L/ha); aplicar o produto quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: 2 a 4 folhas (1,25 L/ha); 4 a 6 folhas (1,5 L/ha); aplicar o produto quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura)
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: Até o perfilhamento (1,25 L/ha); Até 2 perfilhos (1,5 L/ha)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: Até o perfilhamento (1,25 L/ha); Até 2 perfilhos (1,5 L/ha)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: Até o perfilhamento (1,25 L/ha); Até 2 perfilhos (1,5 L/ha)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas. Aplicar o produto até o estádio de perfilhamento
Capim massambará
(Sorghum halepense)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: Até o perfilhamento (1,25 L/ha); Até 2 perfilhos (1,5 L/ha)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: Até o perfilhamento (1,25 L/ha); Até 2 perfilhos (1,5 L/ha)
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: 2 a 4 folhas (1,25 L/ha); 4 a 6 folhas (1,5 L/ha); aplicar o produto quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: 2 a 4 folhas (1,25 L/ha); 4 a 6 folhas (1,5 L/ha); aplicar o produto quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura)
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: 2 a 4 folhas (1,25 L/ha); 4 a 6 folhas (1,5 L/ha); aplicar o produto quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura)
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: 2 a 4 folhas (1,25 L/ha); 4 a 6 folhas (1,5 L/ha); aplicar o produto quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura)
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: 2 a 4 folhas (1,25 L/ha); 4 a 6 folhas (1,5 L/ha); aplicar o produto quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: Até o perfilhamento (1,25 L/ha); Até 2 perfilhos (1,5 L/ha)
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: 2 a 4 folhas (1,25 L/ha); 4 a 6 folhas (1,5 L/ha); aplicar o produto quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: 2 a 4 folhas (1,25 L/ha); 4 a 6 folhas (1,5 L/ha); aplicar o produto quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura)
Rubim
(Leonurus sibiricus)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios: 2 a 4 folhas (1,25 L/ha); 4 a 6 folhas (1,5 L/ha); aplicar o produto quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Única. 45 dias. Aplicar o produto até o estádio de 2 a 4 folhas – 1,5 L/ha

INSTRUÇÕES DE USO:
NAVUS é um herbicida sistêmico, seletivo para a cultura do milho, para aplicação em pós-emergência da cultura e das plantas daninhas.

CULTURA: MILHO.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O produto deve ser aplicado em pós-emergência da cultura de milho e das plantas daninhas.
Para gramíneas: aplicar em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios:
• até o perfilhamento (1,25 L/ha)
• até 2 perfilhos (1,5 L/ha)
Para folha larga: aplicar em pós-emergência das plantas daninhas, quando estiverem nos seguintes estádios:
• 2 a 4 folhas (1,25 L/ha)
• 4 a 6 folhas (1,5 L/ha)
• Aplicar o produto quando a cultura do milho estiver no estádio de 2 a 6 folhas (10 a 25 cm de altura)
• Para Capim-colchão, capim milhã (Digitaria horizontalis) aplicar o produto até o estádio do perfilhamento – 1,5 L/ha
• Para Trapoeraba (Commelina benghalensis) e Amendoim-bravo (Euphorbia heterophylla) aplicar o produto até o estádio de 2 a 4 folhas – 1,5 L/ha


MODO DE APLICAÇÃO:
Com pulverizador tratorizado ou costal manual, aplicando-se em área total.
Bicos de jato em leque (jato plano) tipo 80.03; 110.02 ou 110.03
Volume de calda: 200 a 400 L/ha.
Pressão de serviço: 30 a 60 libras por polegada quadrada (psi)
Tamanho de gotas: 200 a 400 micrômetros.
Densidade de gotas: 20 gotas/cm2.
Não aplicar o produto na presença de ventos fortes (acima de 10 km/h).

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Cultura Dias
Milho 45


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.
• O produto não deverá ser aplicado quando a planta estiver passando por estado de estresse hídrico.
• Respeitar um período de sete dias entre a aplicação de NAVUS e a aplicação de produtos organofosforados.
• A ocorrência de chuvas até uma hora após a aplicação do produto poderá diminuir sua eficiência. Não aplicar em culturas de sorgo, nem em locais onde possa haver deriva para este cultivo.
• Fitotoxicidade: NAVUS é seletivo para a maioria das cultivares de milho, mas existem alguns híbridos/variedades que não devem ser tratados com o produto; por isso, antes de aplicar, verificar junto as empresas produtoras de sementes a existência de cultivares sensíveis ao nicossulfurom.
• Para os híbridos/variedades que são recomendados, em alguns casos poderão ser observados sintomas iniciais de fitotoxicidade, que desaparecem naturalmente sem interferir na produtividade.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

MINISTÉRIO DA SAÚDE - AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agrícola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI)
recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
•Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
•Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
•Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças passando por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
•Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
•Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeável.
•Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
•Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
•Não reutilizar a embalagem vazia.
•No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve protege da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR NICOSSULFUROM (Nicosulfuron) - INFORMAÇÕES MÉDICAS

GRUPO QUÍMICO: Sulfoniluréia.
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, ocular, dérmica e inalatória.
TOXICOCINÉTICA: Nicossulfurom é um herbicida que pertence à família das sulfoniluréias, que são pouco absorvidas através do trato gastrintestinal de animais e do homem. A biotransformação desses compostos é mínima e ocorre por processo de hidroxilação no anel aromático, desalquilação e conjugação. A maior parte da substância é excretada inalterada na urina e nas fezes. Estudos com animais de laboratório evidenciaram que o Nicossulfurom é rapidamente absorvido (taxa de absorção 38 a 42%) e eliminado pelo organismo, principalmente pelas fezes (> 62%), quando absorvido pelo trato gastrointestinal. Outras vias de excreção são a urina (> 14%) e bile (> 14%). Após a absorção, o produto é encontrado principalmente no sangue. Não há efeito acumulativo no organismo. Insignificantes quantidades do produto foram encontradas no ar expelido, trato intestinal, órgãos/tecidos e na carcaça de animais analisados. A taxa de recuperação do produto e seus metabólitos variou de 94,2 a 99,9%, sendo o Nicossulfuron o principal produto excretado.
MECANISMOS DE TOXIDADE: Os mecanismos de toxicidade do Nicossulfurom em humanos não são
conhecidos. Nas plantas, age como herbicida por inibição da enzimaacetolactato sintetase (ALS), o que leva ao bloqueio da produção dos aminoácidos valina e isoleucina, essenciais para a produção de proteínas e de outros componentes da planta. A enzima ALS não é encontrada em animais ou no homem.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Toxicidade aguda: toxicidade sistémica é improvável a menos que grandes quantidades tenham sido ingeridas. Muitas uréias substituídas:

- são irritantes para os olhos (desconforto, lacrimejamento ou visão borrada), pele (desconforto ou exantema) e membranas mucosas;
podem causar tosse e dispnéia (exposição inalatória);
- podem causar náuseas, vômitos, diarréia, cefaléia, confusão e depleção de eletrólitos;
- podem levar à sensibilização dérmica e sintomas alérgicos.

Toxicidade crônica: pode causar alterações eritrocitárias, diminuição na produção de leucócitos, produção de metahemoglobina, alteração do metabolismo protéico, moderado enfisema e perda de peso. Não há evidências de efeitos cancerígenos, neurotóxicos, imunotóxicos ou endócrinos em humanos.
DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela presença de quadro clínico compatível.
Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.
TRATAMENTO: Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: as medidas gerais são orientadas à remoção da fonte de exposição, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias, prevenção de aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte. Evitar o contato com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
•Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessária, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância.
1.Considere logo após a ingestão de uma grande quantidade do produto, potencialmente perigosa à vida (até 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger as vias aéreas em posição de Trendelenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal.
2.Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de produtos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); risco de hemorragia/perfuração gastrointestinal e ingestão de quantidade não significativa.

•Carvão ativado: liga-se à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica desses, se administrado logo após a ingestão (1 hora)
1.Dose: suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças de (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças < 1 ano;
2.Não atua com metais ou ácidos e bases fortes, nem com substâncias irritantes, quando pode dificultar a endoscopia.
•Não provocar vômito. Caso o vômito ocorra espontaneamente, esse não deve ser evitado; deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos.
•Fluidos intravenosos e monitorização laboratorial.
•Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gástrica.
Exposição Inalatória:
Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado.Se ocorrer tosse ou dispnéia, avalie quanto a irritações bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com B2-agonistas por via inalatória e com corticosteróides por via oral ou parental.
Exposição Ocular:
- Descontaminação: lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina ao 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição Dérmica:
- Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista, caso a
irritação ou dor persistirem.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
•EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestão do produto; usar
equipamento de reanimação manual (Ambú).
•Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o produto.
CONTRA-INDICAÇÕES: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de
pneumonite química.
EFEITOS SINÉRGICOS:
Nicossulfurom incrementa a toxicidade do Diazinon, um inseticida organofosforado, mas o mecanismo não parece estar associado à atividade de acetilcolinesterase.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefones de Emergência da empresa: (0XX19) 3794-5600 - 0800 70 10 450

Mecanismos de Ação, Absorção e Excreção para animais de laboratório:
Vide itens Toxicocinética e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

Efeitos Agudos e Crônicos Para Animais de Laboratório
Efeitos Agudos (Resultantes de ensaios com animais — Produto Formulado):
•DL50 oral em ratos = > 2000 mg/kg
•DL50 dérmica em ratos = > 4.000 mg/kg
•CL50 Inalatória = 2,635mg/L de ar - 4 horas
•Irritação Dérmica: no estudo realizado em coelhos, o produto causou uma leve vermelhidão na pele de todos os animais. A alteração foi reversível em 24 horas.
•Irritação Ocular: no estudo realizado em coelhos, o produto mostrou-se levemente irritante aos olhos, causando vermelhidão moderada da conjuntiva em todos os animais. Alguns animais também apresentaram edema leve da conjuntiva. Todas as alterações foram reversíveis em 24 horas.
•Sensibilização cutânea: o produto mostrou-se não sensibilizante à pele de cobaias.

Efeitos crônicos (Resultantes de ensaios com animais — Produto Formulado):
Nicossulfurom: a administração oral crônica do Nicossulfurom em animais causou distúrbios do metabolismo protéico, enfisema moderado, perda de peso e incremento no peso do fígado e rins (machos). Não há evidências de efeitos carcinogênicos, mutagênicos ou endócrinos em modelos animais. Também não há indicações de efeitos neurotóxicos ou imonotóxicos. Em coelhos, em doses tóxicas maternas (abortos, sinais clínicos, diminuição no ganho de peso) foram observados diminuição do peso fetal e incremento nas perdas pós-implantação. Em ratos, a doses tóxicas maternas (diminuição no ganho de peso) também ocorreram efeitos nos filhotes da segunda geração (diminuição no tamanho ao nascer).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

•Este produto é: - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
-Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
-Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite contaminação ambiental - Preserve a natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placas de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente
crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASOS DE ACIDENTES:
•Isole e sinalize a área contaminada.
•Contate as autoridades locais competentes e a Empresa
•Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DVA AGRO DO BRASIL — COMÉRCIO, IMPORTAÇÃO E EXPORTAÇÃO DE INSUMOS AGROPECUÁRIOS LTDA., pelo telefone de emergência (0800) 70 10 450 ou (019) 3794-5600.
•Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
•Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
•Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.
•Corpos d'ãgua: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
•Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou Pó Químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

. Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até % do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
-Faça esta operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

.Lavagem sob pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; - Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

. ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

.TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em loca coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O Armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

-EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

-PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone (19) 3794-5600 para a sua devolução e
destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO
DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.)

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.