Bula Lucens

acessos
Metolacloro
1513
Syngenta

Composição

Metolacloro 353.8 g/L Cloroacetanilida

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Emulsão Óleo em Água (EW)
Sistêmico

Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 L p.c./ha 100 a 250 L de água / ha (aéreo) 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Sequencial. 56 dias. Aplicação na pós-emergência cultura e das plantas infestantes. | Aplicação sequencial: Intervalo de 10 a 15 dias após a primeira aplicação (1,5 L p.c./ha seguido de 1,5 L p.c./ha)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 250 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Aplicação na pós-emergência cultura e das plantas infestantes. | Aplicação única: recomendada para baixas populações de plantas infestantes (soja em V2 – V3, ou 15 a 20 dias após a emergência - 2,0 L p.c./ha). | Aplicação sequencial: Intervalo de 10 a 15 dias após a primeira aplicação (1,5 L p.c./ha seguido de 1,5 L p.c./ha)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 250 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Aplicação na pós-emergência cultura e das plantas infestantes. | Aplicação única: recomendada para baixas populações de plantas infestantes (soja em V2 – V3, ou 15 a 20 dias após a emergência - 2,0 L p.c./ha). | Aplicação sequencial: Intervalo de 10 a 15 dias após a primeira aplicação (1,5 L p.c./ha seguido de 1,5 L p.c./ha)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 250 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Aplicação na pós-emergência cultura e das plantas infestantes. | Aplicação única: recomendada para baixas populações de plantas infestantes (soja em V2 – V3, ou 15 a 20 dias após a emergência - 2,0 L p.c./ha). | Aplicação sequencial: Intervalo de 10 a 15 dias após a primeira aplicação (1,5 L p.c./ha seguido de 1,5 L p.c./ha)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3 L p.c./ha 100 a 250 L de água / ha (aéreo) 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única ou sequencial. 56 dias. Aplicação na pós-emergência cultura e das plantas infestantes. | Aplicação única: recomendada para baixas populações de plantas infestantes (soja em V2 – V3, ou 15 a 20 dias após a emergência - 2,0 L p.c./ha). | Aplicação sequencial: Intervalo de 10 a 15 dias após a primeira aplicação (1,5 L p.c./ha seguido de 1,5 L p.c./ha)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 L p.c./ha 100 a 250 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Sequencial. 56 dias. Aplicação na pós-emergência cultura e das plantas infestantes. | Aplicação sequencial: Intervalo de 10 a 15 dias após a primeira aplicação (1,5 L p.c./ha seguido de 1,5 L p.c./ha)
Soja - Geneticamente Modificada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 3 L p.c./ha 100 a 250 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 56 dias. Pré-semeadura em área total, tanto no sistema de plantio direto ou convencional
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2,5 a 3 L p.c./ha 100 a 250 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 56 dias. Pré-semeadura em área total, tanto no sistema de plantio direto ou convencional
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2,5 a 3 L p.c./ha 100 a 250 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 56 dias. Pré-semeadura em área total, tanto no sistema de plantio direto ou convencional
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2,5 a 3 L p.c./ha 100 a 250 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 56 dias. Pré-semeadura em área total, tanto no sistema de plantio direto ou convencional
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2,5 a 3 L p.c./ha 100 a 250 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 56 dias. Pré-semeadura em área total, tanto no sistema de plantio direto ou convencional
Soja S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,5 a 3 L p.c./ha 100 a 250 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 56 dias. Pré-semeadura em área total, tanto no sistema de plantio direto ou convencional
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2,5 a 3 L p.c./ha 100 a 250 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 56 dias. Pré-semeadura em área total, tanto no sistema de plantio direto ou convencional
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2,5 a 3 L p.c./ha 100 a 250 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 56 dias. Pré-semeadura em área total, tanto no sistema de plantio direto ou convencional
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
2,5 a 3 L p.c./ha 100 a 250 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 56 dias. Pré-semeadura em área total, tanto no sistema de plantio direto ou convencional
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2,5 a 3 L p.c./ha 100 a 250 L de água/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 56 dias. Pré-semeadura em área total, tanto no sistema de plantio direto ou convencional

Plástico: 0,05; 0,1 ; 0,2 ; 0,25; 0,3; 0,5 ; 1; 1,5; 2,0 ; 3 e 5 kg.
Metal: 3; 5 e 10 kg.
Fibra celulóstica: 5; 10 ; 15; 20; 25 e 100 kg.
Papelão contendo frasco plastico : 0,05; 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0 e 5,0 kg.
Plástico/Papel: 0,01; 0,02; 0,03; 0,04; 0,05; 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5;
1,0; 1,5; 2,0; 3,0; 5,0; 10,0; 15,0; 20,0 e 25,0 kg.
Ráfia: 5; 10; 15; 20 e 25 kg.
Ráfia: 500; 600 e 750 kg.

Instruções de uso:

Indicações de aplicação:
LUCENS é um herbicida seletivo condicional (seletivo para soja geneticamente modificada com resistência ao glifosato, e não seletivo para as demais variedades de soja), de ação sistêmica, para aplicação em pós-emergência das plantas daninhas na cultura de soja em dessecação pré-semeadura em plantio direto ou na soja geneticamente modificada resistente a glifosate em pós-emergência da cultura e das plantas infestantes, com indicação para as plantas infestantes e doses.
Número, Época, e Intervalo de Aplicação:
Estádio de aplicação
LUCENS é um herbicida seletivo condicional, de ação sistêmica, para aplicações em pós-emergência das plantas infestantes. Por conter s-metolacloro em sua formulação, possui também ação residual sobre novas germinações de plantas infestantes.
Os melhores resultados de controle são obtidos quando LUCENS é aplicado sobre plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo sem efeito de estresse hídrico, sob boas condições de umidade do solo e alta umidade relativa do ar, tanto antes quanto depois da aplicação.

Dessecação pré-semeadura (plantio direto): A aplicação de LUCENS na cultura da soja geneticamente modificada resistente ao glifosato e em variedades convencionais (não modificadas geneticamente) deve ser realizada em pré-semeadura em aplicação única, em área total, tanto no sistema de plantio direto ou convencional.

Pós-emergência, em soja genéticamente modificada:
- aplicação única: recomendada para baixas populações de plantas infestantes. Momento de aplicação: seguir os estádios de crescimento da cultura e das plantas infestantes no quadro acima. A melhor época para controle das plantas daninhas é em pós-emergência inicial, quando a soja estiver em V2 – V3 (ou 15 a 20 dias após a emergência), e as plantas daninhas também se encontrarem em estádios iniciais de desenvolvimento, permitindo melhor cobertura pelo produto nas folhas das plantas infestantes.

- aplicação seqüencial (duas aplicações): recomendada para áreas de médias a altas infestações e/ ou para controlar plantas daninhas com vários fluxos de germinação ou germinação desuniforme, sendo uma aplicação em estádio mais precoce, com a soja entre V2 e V3 (ou 15 a 20 dias após a emergência da soja), na dose de 1,5 L/ha, e a segunda aplicação (seqüencial) em intervalo de10 a 15 dias após a primeira, na dose de 1,5 L/ha.
Em áreas com infestação de trapoeraba (Commelina benghalensis), recomenda-se o esquema de aplicação seqüencial nas doses de 1,5 L/ha na primeira, em estádio precoce, seguida de uma segunda aplicação na dose de 1,5 L/ha, com intervalo de 10 a 15 dias entre ambas as aplicações.
Não se deve adicionar adjuvante à calda de aplicação de LUCENS.

Modo de aplicação

Diluir a dose de LUCENS indicada para cada situação em água e pulverizar sobre as espécies a serem controladas, podendo ser realizada aplicação aérea ou terrestre.

Aplicação terrestre: utilizar volume de calda de 100 a 250 litros de água por hectare; bicos tipo leque ou cone que proporcionem distribuição uniforme da calda de aplicação sobre as folhas das plantas infestantes. A pressão deverá ser aquela recomendada pelo fabricante para cada tipo de ponta de pulverização. Os equipamentos poderão ser costais (manuais ou motorizados) ou tratorizados.

Pulverização aérea: utilizar volume de calda 30 a 40 litros de calda por hectare; bicos da série D preferencialmente com difusor 56 (D6, D8 ou D10), tomando o cuidado de não variar o tipo de bico na mesma barra; ponta de jato plano da série 65 ou 80 ou CP nozzles, utilizando uma pressão de 15 a 30 psi; ângulo da barra de 90 graus; altura de vôo de 03 metros; faixa de deposição de 12 a 15 metros; tamanho de gotas de 250 a 300 micra, procurando-se obter 30 a 40 gotas/cm².
Condições climáticas: temperatura até 27º C e umidade relativa do ar mínima de 55%, preferencialmente com vento cruzado em relação ao sentido de vôo, com velocidade entre 3 e 15 km/h; e não aplicar em condições de inversão térmica.
Nas operações com aeronaves atender às normas da Portaria 009 e às suas alterações no Decreto-Lei 86.765 do Ministério da Agricultura e do Abastecimento.
Intervalo de segurança
Soja: ........................................................(1).
Soja geneticamente modificada............. 56 dias.
(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego (dessecante pré-plantio da soja).

Intervalo de reentrada de pessoas nas culturas e áreas tratadas
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -
ANVISA/MS)

Limitações de uso

Fitotoxicidade para as culturas indicadas: LUCENS é um herbicida não seletivo às variedades de soja convencionais, isto é, sem o gene de resistência ao glifosato, quando aplicado em pós-emergência sobre as mesmas.
Para soja convencional (não resistente ao glifosato): não é fitotóxico quando aplicado antes da semeadura, no sistema de plantio direto ou cultivo mínimo.
Para a soja geneticamente modificada (resistente ao glifosato): quando aplicado em pós-emergência sobre as folhas da cultura, pode apresentar leves sintomas foliares, que apresentam boa recuperação e não causam interferência negativa na produtividade, desde que nas doses e estádios de aplicação indicados na tabela (vide instruções de uso).

Restrições de uso: LUCENS pode causar danos à soja convencional, caso o jato de aplicação atinja as folhas ou ramos das mesmas.
- Não aplicar sobre as folhas da soja convencional (não modificada geneticamente, ou seja, sem o gene da resistência a ao glifosato).
- Não utilizar água com colóides em suspensão (argila, por exemplo) para preparo da calda e aplicação do produto, nem aplicar sobre plantas infestantes cobertas com poeira, pois poderá haver redução na eficácia do produto.
- Não aplicar LUCENS sobre plantas infestantes submetidas a estresse hídrico sob pena de redução da eficácia do herbicida.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DE SAÚDE HUMANA, conforme Avaliação Toxicológica da ANVISA, para cada Processo).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:
Vide MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE


INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO, DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE


INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA E INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE PRAGAS:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

MINISTÉRIO DA SAÚDE – AGÊNCIA NACIONAL DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela saúde humana - ANVISA/MS).

INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS
RENOVÁVEIS

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente - IBAMA/MMA).

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DO DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis).

Guarulhos, 7 de março de 2013.






João Ricardo Gomes dos Santos
Representante Legal Engº Agrº Renata Rodrigues Vidal
Responsável Técnico
CREA – SP nº 50615770-10

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agricola.
• Não coma, não beba e não fume durante 0 manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique 0 produto sem os equipamentos de proteção individual
(EPI) recomendados.
• as equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na
seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca arabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de Proteçãao Individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e valvulas com a boca.
• Não transporte 0 produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações,animais
e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Produto extremamente irritante para os olhos.
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com 0 produto, siga as orientações
descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de
emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-ode modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeavel,
mascara com filtro combinado (filtro quimico contra vapores organicos e filtro
mecanico classe P2), oculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
• Manuseie 0 produto em local aberto e ventilado.
PRECAUCOES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite 0 máximo possivel 0 contato com a área tratada.
• Não aplique 0 produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na nevoa do produto.
• Aplique 0 produto somente nas doses recomendadas e observe 0 intervalo de
segurança (intervalo de tempo entre a ultima aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento
hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as
pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, mascara com filtro
combinado (filtro quimico contra vapores organicos e filtro mecanico classe P2),
oculos de segurança com proteção lateral, touca arabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA"
e manter os avisos ate 0 final do periodo de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com 0 produto antes do termino do intervalo de
reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para 0
uso durante a aplicação.
• Mantenha 0 restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI) lave as luvas ainda vestidas, para evitar a contaminação.
• Os equipamentos de proteyao individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da familia.
Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeavel.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação
do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações
do fabricante.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPl:
macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e
botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço medico de emergência, levando a
embalagem, rótulo, bula e/ou receituario agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir 0 produto, não provoque vômito. Caso 0 vômito ocorra naturalmente,
deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita agua corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e
sabão neutro.
Inalação: Se 0 produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e
ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental
impermeaveis, por exemplo.
-INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO (Glyphosate) +
S-METOLACLORO (S-Metolachlor) -
INFORMAÇÕES MEDICAS
Grupo Químico Glifosato Glicina substituida
S-Metolacloro Cloroacetanilida
CLASSE TOXICOLÓGICA: I extremamente toxico
VIAS DE EXPOSIÇÃO: oral , dérmica, ocular e inalatória.
TOXICOCINÉTICA: Glifosato: Em mamiferos, 0 Gifosato é pobremente absorvido pela via oral, não é metabolizado e é excretado principalmente inalterado. Aproximadamente 70 a
80% da dose administrada é eliminada nas fezes e 20 a 30% na urina, nas
primeiras 72 horas. 0 único metabólito excretado, encontrado em pequenas
quantidades, foi 0 ácido aminometilico fosfónico (AMPA). Menos de 1% da dose
absorvida permaneceu principalmente no figado, intestino delgado e nos ossos.
Doses repetidas nao alteraram 0 metabolismo, a distribuição ou a excreção.
Experiências em humanos sugerem que a meia vida do Glifosato e de (2-3)
horas. Absorção dermica foi baixa em modelo experimental in vitro para pele
humana. Apenas 2,3% da dose aplicada foram recuperados no liquido receptor plasmatico. Esta baixa absorção foi confirmada tambem em estudo com macacos. Não tem potencial de acumulação. Não foi detectável no leite de vaca ou nos ovos de galinhas.
S-Metolacloro: Em estudos em animais, apos uma (mica dose oral, 0 SMetolacloro
foi rapidamente absorvido, metabolizado e excretado. Em 48 horas,
70 a 90% foi eliminado na forma de metabolitos (> 50% pelas fezes e > 21%
pela urina). Uma variedade de metabolitos foi encontrada na urina e nas fezes.
o mecanisme de metabolização envolve quebra da cadeia do S-Metolacloro e
subsequente oxidação para acido carboxilico, assim como remoção hidrolitica
do atomo de cloro. Não foi observada conjugação. Ha minima acumulação nos
tecidos. Sete dias após a ingestão, os residuos estão quase completamente
eliminados. Em um estudo de penetração dermica, doses de 0,01; 0,1 e 1,0
mg/cm2 do S-Metolacloro aplicadas sobre a pele de ratos foram absorvidas em
quantidades relativamente grandes, com significante bioacumulagao nas
carcaças. A absorção após 24 horas foi > 62,8% da dose administrada, com
30,1% da dose permanecendo na carcaça. Com base nos estudos em animais,
estimou-se para humanos uma absor ao dermica de 62,8%.
MECANISMOS DE TOXIDADE: Glifosato: Nao se conhece 0 mecanisme de toxicidade especifico para humanos. Tem sido proposto 0 desacoplamento da fosforilação oxidativa que e
uma via metabólica que utiliza energia Iibertada pela oxidação de nutrientes de
forma a produzir trifosfato de adenosina (ATP). Nas plantas age interferindo na
sintese dos aminoacidos fenilalanina, tirosina e triptofano.
S-Metolacloro: Não se conhece 0 mecanisme de toxicidade específico para humanos. Nas lantas atua na ema terminal inibindo 0 crescimento.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Glifosato: As manifestações clinicas decorrentes da exposição sac diretamente proporcionais a concentração e a quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição do organismo ao produto.
• Obs: outro componente como 0 solvente presente na formulação pode ser
responsável por muitos dos efeitos observados na intoxicação, especialmente se
inalado em grande quantidade. Surfactantes podem causar falha circulatória,
insuficielncia respiratória, convulsões, edema generalizado e erosão gástrica. A
relativa contribuição do solvente, surfactante ou outros e do glifosato e controversa.
Toxicidade aguda: 0 Glifosato e primariamente inflamatorio, causando irritação
de pele, mucosas e olhos. Não foi sensibilizante dermico.
Irritação da boca e faringe, nauseas, vômitos e epigastralgia podem ocorrer
após ingestão; conjuntivite, após contato ocular.
Nos casos graves: choque, arritmias, parada cardiaca, insuficiencia respiratória,
edema pulmonar, pneumonia aspirativa, acidose metabólica, leucocitose,
elevação de enzimas hepaticas, alteração da consciencia, nistagmo,
hemorragia gastrointestinal, ileo paralitico, diarreia prolongada e necrose de
mucosas. Fatores de mal prognóstico: edema pulmonar, insuficiencia
respiratória, insuficiencia renal, acidose grave e hipercalemia.
Toxicidade cronica: Não é carcinogemico, mas suspeito de ser desregulador
endócrino.
S-Metolacloro: Ha pouca informasão sobre intoxicações em humanos.
Toxicidade aguda: É mais perigoso quando inalado do que quando ingerido. Na
intoxicação aguda podem ocorre cólicas abdominais, anemia, ataxia, urina
escura, metahemoglobinemia, ianose, hipotermia, choque, convulsoes,
diarreia, irrita ao astrointestin, ictericia, nauseas, vômitos, fraqueza,sudorese, depressao do sistema nervoso central (SNC), tonturas,lesão hepatica, nefrite, insuficiencia cardiaca, irritac;ao de pele e mucosas, opacidade corneal e efeitos reprodutivos.
Com base nos estudos em animais, as pessoas com deficiência de glicose-6-
fosfato desidrogenase (G-6-FD) podem ter maiores problemas.
Ficar atento para reações de hipersensibilidade,
Toxicidade cronica: e possivel carcinogenico humane com base em estudos em
ratas que mostraram les6es tumorais hepaticas (nodulos e carcinomas) a altas
doses. Alguns testes para genotoxicidade foram positivos. Nao tem potencialterato enico. E sus eito de ser desre ulador endocrino.
DIAGNÓSTICO: o diagnostico e estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clinico
compatível.
• Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate 0 paciente imediatamente.
• Dosagem de metahemoglobina deve ser feita em todos os pacientes
com cianose.
TRATAMENTO: Antídoto: não há antídoto específico.
• Em caso de Metahemoglobinemia: Administre lentamente 1 a 2 mg/kg
de uma solução de Azul de Metileno a 1%, via intravenosa, em
pacientes sintomaticos. Doses adicionais podem ser necessárias
Tratamento: as medidas gerais são orientadas a remoção da fonte de
exposição, descontaminagao do paciente, protegao das vias respiratórias,
prevenção de aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomatico e de
suporte. Evitar 0 contato com os olhos, pele e roupas contaminadas.
Exposição Oral:
• Lavagem gastrica: na maioria dos casos nao e necessária, dependendo da
quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstancia.
1. Considere logo após ingestão de uma grande quantidade do produto
potencialmente perigosa a vida (ate 1 hora). Atentar para nivel de
conscilfmcia e proteger as vias aéreas em posição de Trende/enburg e
decubito lateral esquerdo ou por intubagao endotraqueal.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou
nível diminuido de consciencia em pacientes nao-intubados; após
ingestão de produtos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de
aspiragao); risco de hemorragia/perfuração gastrointestinal e ingestão de
quantidade não significativa.
• Carvão ativado: se liga a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a
absorção sistemica deles, se administrado logo após a ingestão (1 hora)
1. Dose: suspensão de carvão ativado em água (240 ml de agua/30 9 de
carvão). Dose usual: 25 a 100 9 em adultos / adolescentes, 25 a 50 9 em
criangas de (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças < 1 ana;
2. Não atua com metais ou ácidos e bases fortes, nem com substâncias
irritantes, quando pode dificultar a endoscopia.
• Não provocar vômito. Caso este ocorra espontaneamente, nao deve ser
evitado; deitar 0 paciente de lade para evitar que aspire residuos.
• Convulsões: indicado benzodiazepinicos IV: Diazepam (adultos = 5-10 mg;
criangas = 0,2-0,5 mg/kg, e repetir a cada 10-15 minutos) ou Lorazepam
(adultos: 2-4 mg; criangas: 0,05-0,1 mg/kg). Considerar Fenobarbital ou
Propofol na recorrencia das convulsões em > 5 anos.
• Irritação: considere endoscopia em casos de irritação gastrointestinal ou
esofágica para avaliar a extensão do dano e guiar a lavagem gastrica.
• Reação alérgica
1. Leve / moderada: anti-histaminicos com ou sem agonistas beta, via
inalatória, corticosteróides ou epinefrina.
2. Grave: oxigenio, suporte respiratório vigoroso, anti-histaminicos,
epinefrina (Adulto: 0,3 a 0,5 ml de uma solugao 1:1000 via SC; Criangas:
0,01 ml/kg; 0,5 ml no máximo; pode-se repetir em 20 a 30 minutos),
corticosteróides, monitoramento do ECG e fluidos intravenosos.
• Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas
permeaveis, se necessário, atraves de intubação oro-traqueal, aspirar
secregoes e administrar oxigênio. Atenção especial para fraqueza de
musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e
arritmias cardiacas. Adotar m idas de assistencia ventilat6ria, se necessário; usa de PEEP pode se querido. Manter temperatura corporal.
Monitorar oxigenação (oximetria 0 asometria), eletrólitos, ureia, creatinina,ECG e radiografia de t6rax. Tratar pneumonite e coma. ~()-.) "oI"'{"
• 0 suporte cardiovascular e essencial, pois um choque intratavel ICO a
primeira causa de morte em intoxicações por Glifosato. Hipotensao: infundir
10 a 20 mLlkg de Iiquido isotonico. Se a hipotensão persistir, administrar
Dopamina (5-20 IJg/kg/min) ou Norepinefrina (adulto: começar infusão de
0,5-1 IJg/min; crianças: começar com 0,1 1J9/kg/min). Tratar acidose
metabólica grave com Bicarbonato de sódio e incrementar a ventilação
minuto em pacientes intubados.
• Hemodialise e indicada na insuficiencia renal.
• Manter observação por no mínimo 24 horas após 0 desaparecimento dos
sintomas.
Exposição Inalatória- Descontaminação: Remova 0 paciente para um local
arejado. Se ocorrer tosse ou dispneia, avalie quanto a irritações, bronquite ou
pneumonia. Administre oxigenio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate
broncoespasmos com 132-agonistas por via inalatória e corticosteróides por via
oral ou parenteral.
Exposicao Ocular- Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades
copiosas de agua ou salina a 0,9%, a temperatura ambiente, por pelo menos 15
minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem,
encaminhar 0 paciente para 0 especialista.
Exposicao Dermica- Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave
a área exposta com abundante agua e sabão. Encaminhar 0 paciente para 0
especialista caso a irritação ou dor persistirem.
CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR aplicar respiração boca-boca em caso de ingestao do produto usar
equipamento de reanimação manual (Ambu).
• Usar equipamentos de PROTEÇÃO: para evitar contato cutaneo, ocular e inalatório com 0 roduto.
CONTRA INDICAÇÃO: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.
EFEITOS SINÉRGICOS: Os solventes podem potêncializar a toxidade.
ATENÇÃO: Ligue para 0 Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar 0 caso e obter
informações especializadas sobre 0 diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistencia Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação
(SINAN S)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7044304

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Vide itens Toxicocinetica e Mecanismos de toxicidade no quadro acima.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos Agudos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Formulado):
Toxicidade oral aguda para ratos (DLso Oral): > 5000 mg/kg de peso corpóreo.
Toxicidade cutanea aguda para ratos (DLso Dermica): > 5050 mg/Kg de peso corpóreo.
Toxicidade inalatória aguda para ratos (CLso Inalatória): > 2,56 mg/L de ar em 4 horas de
exposição.
Irritação dermica: nos estudos realizados, 0 produto mostrou-se não irritante a pele de coelhos .
Irritação ocular: nos estudos realizados em coelhos, 0 produto mostrou-se Extremamente
Irritante aos olhos, causando opacidade de córnea, hiperemia da conjuntiva, edema e irite nos
animais testados. As lesões regrediram em ate 48 horas.
Sensibilização dermica: 0 produto mostrou-se não sensibilizante a pele de cobaias.
Efeitos cronicos (Resultantes de ensaios com animais - Produto Tecnico):
Glifosato: em estudos crônicos desenvolvidos em camundongos, 0 Glifosato causou redução no ganho de peso. Em ratos, provocou lesões pancreáticas com incremento nos niveis plasmaticos da glicose, ureia, fosfatase alcalina, f6sforo e potassio. Não demonstrou efeitos carcinogenicos ou mutagenicos. Em estudos sobre genotoxicidade, 0 Glifosato foi positivo na analise citogenetica e induziu intercambio de cromatides irmas em linfócitos bovinos. Alterações esqueleticas e incremento na dilatação tubular focal renal foram observados em filhotes de ratas prenhas expostas ao Glifosato, a doses muito altas. Efeitos reprodutivos (diminuição no peso corporal, na libido, no volume de ejaculação, na concentração de esperma e fructuosa e na osmolaridade no semen) foram
observados em coelhos tratados com Glifosato. E suspeito de ser desregulador endócrino. Estudos in vitro tem mostrado que Glifosato afeta a produção de progesterona em celulas de mamiferos e pode incrementar a mortalidade de celulas placentarias.
S-Metolacloro: em estudos em ratas a altas doses produziu lesoes tumorais hepaticas (nodulos ecarcinomas). Alguns testes para genotoxicidade foram positivos. Nao foram observados efeitos teratogenicos. E suspeito de ser desregulador endocrino.
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo 6rgao responsavel pelo meio ambiente -
IBAMAlMMA).
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO PETENTE DO ESTADO, DO
DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICIPIO:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelos ogãos responsaveis).

RESULT ADO DA AVALIAÇÃO DO POTENCIAL DE PERICULOSIDADE
AMBIENTAL EM CONFORMIDADE COM 0 DISPOSTO NA LEI N° 7.802/89.
- TIPO DE REQUERIMENTO: Registro
-PRODUTO:LUCENS
- Ingrediente ativo: S-Metolacloro (353,8 g/L) + Glifosato (265,7 g/L)
- Grupo químico: Cloroacetanilida e Glicina Substituida
- N° do processo Ibarna: 02001.005042/2010-32
-Empresa Titular do Registro:
Agrobio Serviços de Registros de Produtos Ltda. - ME
Rua Gago Coutinho, 268 - Jardirn Vila Galvao
07055-030 Guarulhos/SP
CNPJ: 09.374.891/0001-10
- Ernpresas Fabricantes do Produto Técnico:
S-Metolacloro Técnico Novartis
CABBAG
Rheinfelderstrasse, CH 4133 - Pratteln
Schweizerhalle - Switzerland - Suiya

PMG técnico NJ
Nantong Jiangshan Agrochemical & Chemicals Limited Liability Co.
Yaogang Road, Nantong
Jiangsu, 22006 - China
PMGTecnico
Syngenta Ltd.
PO Box A38, Leeds Road Huddersfield, HD2 IFF
West Yorkshire, Huddersfield - Inglaterra
PMG Tecnico Syngenta
Monsanto Company
Lulling Plant, 12501, River Road
PO Box 174, Lulling, Lousiana - EUA
Monsanto Europe NV
Antwerp Plant, Haven 627, Scheldelaan 460

Composição: mixture of 80-100% (aRS, 1S)-2-chloro-6'-ethyl-N-(2-methoxy-1-methylethyl)aceto-toluidide and 20-0% (aRS,1 R)-2-
chloro-6'-ethyl-N-(2-methoxy-1-methylethyl )acet-o-toluidide (S-METOLACLORO) 353,8 (35,38% m/v)
N-(phosphonomethyl)glycine (GL 1FOSATO) 265,7 (26,57% m/v)
Equivalente a 329,4 g/I do glifosato sal potassico
Ingredientes inertes: 600,5 g/L (60,05 % m/v)

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO
AMBIENTE:
- Este produto é:
-Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
- MUlTO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto e ALTAMENTE MOVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principal mente águas subterraneas.
- Este produto e ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto e ALTAMENTE TOXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique 0 produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'agua.
Evite a contaminação da agua.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saude das pessoas.
2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha 0 produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- 0 local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material nao combustlvel.
- 0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeavel.
- Coloque placa de advertemcia com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque 0 local, evitando 0 acesso de pessoas nao autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponiveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazens, deverao ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Tecnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal. APROVADO
p?3/o 3j XJil - Isole e sinalize a area contaminada. Ass: ~"""41'~ _
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Agrobio Ltda - telefone de emergencia: 0800-7044304.
- Utilize 0 equipamento de proteção individual - EPI (macacao impermeavel, luvas e botas de PVC, óculos protetor e mascara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque 0 escoamento, nao permitindo que 0 produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'agua. Siga as instruc;oes abaixo:
Piso pavimentado: absorva 0 produto com serragem ou areia, recolha 0 material com auxflio de uma pa e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não devera mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça 0 recolhimento. Lave 0 local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada ate atingir 0 solo nao contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'agua: interrompa imediatamente a captação para 0 consumo humano ou animal, contate 0 órgao ambiental mais próximo e 0 centro de emergencia da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem da proporção do acidente , das características do corpo hidrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintor de agua em forma de neblina, CO2 ou pó quimico ficando ao favor do vento para evitar intoxicação.
4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante 0 procedimento de lavagem 0 operador devera estar utilizando os mesmos EPls- Equipamentos
de Proteção Individual- recomendados para 0 preparo da calda do produto.
Triplice lavagem (Iavagem manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Triplice Lavagem, imediatamente após 0 seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente 0 conteudo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem ate Y4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; APROVADO
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação tres vezes;
- Inutilize a embalagem plastica perfurando 0 fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione 0 mecanisme para liberar 0 jato de água;
- Direcione 0 jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para 0 tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando 0 fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente ap6s 0 esvaziamento do conteudo original da embalagem, mante-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando 0 jato de agua para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para 0 tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando 0 fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Triplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressao, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens nao lavadas.
o armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuario, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeavel, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,pelo usuario, ao estabelecimento onde foi adquirido 0 produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto ainda não tenha sido ultilizado, e ainda esteja no seu prazo de validade , será facultada a devolução da embalagem em até seis meses após o termino da validade. o usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo de no mínimo um ano após a embalagem vazia.
TRANSPORTE :
As embalagens vazias nao podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plastico transparente (Embalagens Padronizadas- modele ABNT), devidamente identificado e com lacre, 0 qual devera ser adquirido nos Canais de Distribuição.
EMBALAGEM SECUNDARIA (NAO CONTAMINADA)ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA :
o armazenamento da embalagem vazia, ate sua devolugao pelo usuario deve ser efetuado em local coberto,ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeavel, no proprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
APROVADONDO DEVOLUCAO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, e obrigatoria a devolução da embalagem vazia, com tampa,pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido 0 produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
TRANSPORTE
As embalagens vazias nao podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, ragoes, animais e pessoas.
A destinagao final das embalagens vazias, apos a devolugao pelos usuarios, somente podera ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legal mente autorizadas pelos orgaos competentes.
É PROIBIDO AO USUARIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU 0
FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinagao inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da agua e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saude das pessoas.
Caso este produto venha a se tomar improprio para utilização ou em desuso, consulte 0 registrante atraves do telefone indicado no rotulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita atraves de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com camaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por orgao ambiental competente.
o transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui 0 acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotoxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRICOES ESTABELECIDAS POR ORGAO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO
FEDERAL OU DO MUNiCíPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos orgaos responsaveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes. Como pratica de manejo e resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.