Bula Majestic - Ballagro

Bula Majestic

acessos
Trichoderma harzianum, isolado IBLF006
24318
Ballagro

Composição

Trichoderma harzianum (Rifai, 1969), isolado IBLF006 300 g/kg Fungicida microbiológico

Classificação

Fungicida microbiológico
IV - Pouco tóxico
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato

Alface Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
300 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado imediatamente após o transplantio das mudas no campo, em aplicação foliar única
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
500 g p.c./ha - - - Não determinado. O produto deve ser aplicado no sulco de semeadura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
500 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado uma única vez via foliar
Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
500 g p.c./ha - - - Não determinado. O produto deve ser aplicado no sulco de semeadura
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
300 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado imediatamente após o transplantio das mudas no campo, em aplicação foliar única
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
500 g p.c./ha - - Realizar uma aplicação. Não determinado. O produto deve ser aplicado uma única vez via foliar


1.2. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Feijão: O produto deve ser aplicado no sulco de semeadura.
Alface: O produto deve ser aplicado imediatamente após o transplantio das mudas no campo, em aplicação foliar única.
Soja: O produto deve ser aplicado uma única vez via foliar. Por exemplo, na cultura da soja deve ser aplicado quando a cultura estiver no estádio fenológico V4.

1.3. MODO DE APLICAÇÃO
Para aplicação foliar deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra calibrado a pressão constante utilizando um volume de calda que possibilite boa cobertura da parte aérea das plantas. Para o tratamento de sementes, utilizar volume de calda de forma a obter uma distribuição uniforme sobre as sementes.
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 27ºC ou na presença de ventos fortes (velocidade acima de 10 Km/hora), bem como com umidade relativa do ar abaixo de 70%.
A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.

1.4. INTERVALO DE SEGURANÇA:
Intervalo de segurança não determinado devido à característica microbiológica do ingrediente ativo.

1.5. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

1.6. LIMITAÇÕES DE USO:
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da tarde. Não aplicar sob vento forte. Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo. O produto não é fitotóxico quando aplicado
nas doses recomendadas.
Para beneficiar a atuação do produto MAJESTIC, protegendo o inóculo dos fatores climáticos e
melhorando as condições microclimáticas, recomendam-se as seguintes práticas:
- Usar a calda no mesmo dia do seu preparo. Aplicar logo após a irrigação ou com solo úmido.
Não aplicar em período de chuvas intensas;
- Para melhorar as condições microclimáticas após a aplicação do microorganismo, pode-se
realizar leve irrigação sobre a área;
- Aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou à noite, em dias
nublados. Nessas condições, a exposição dos esporos do fungo à radiação UV do sol (o que
inviabiliza o fungo) é menor.
- Após a aplicação, evitar a limpeza mecânica ou química do piquete, pois essas práticas podem diminuir a quantidade de inóculo;
- Conservar o produto em geladeira ou lugar fresco e arejado. Nunca deixar o produto exposto ao sol;
- Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos;

1.7. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM
UTILIZADOS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

1.8. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
VIDE MODO DE APLICAÇÃO.

1.9. DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

1.10. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS;
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

1.11. INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO EM DESUSO
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

1.13. MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS / MANEJO ECOLÓGICO DE PRAGAS
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e
medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e
parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de variedades resistentes e controle
químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

1.12. INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA
Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o organismo
alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a
Inseticidas – IRAC – BR Recomendam-se as seguintes estratégias de manejo de resistência de
inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos produtos:
• Qualquer produto para controle de praga da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado
em gerações consecutivas da mesma praga.
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais
para o Manejo Integrado de Pragas (MIP).
• Incluir outros métodos de controle (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de MIP,
quando disponível e apropriado.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos
devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF:
www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org),
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).