Bula Majesty

acessos
metomil
4809
Du Pont

Composição

Metomil 215 g/L Diversos

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato, Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações. 14 dias. Quando infestação atingir 4% dos ponteiros observados
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações. 14 dias. Quando infestação atingir 4% dos ponteiros observados
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
1,5 L p.c./ha 120 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Máximo de duas aplicações. 14 dias. Quando for encontrada 1 lagarta de até 1 cm/5 plantas amostradas ao acaso
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações. 14 dias. Quando infestação atingir 4% dos ponteiros observados
Tripes
(Frankliniella schultzei)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações. 14 dias. Quando infestação atingir 4% dos ponteiros observados
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações. 14 dias. Quando infestação atingir 4% dos ponteiros observados
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. 9 dias. Quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. 9 dias. Quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações. 3 dias. Quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações. 3 dias. Quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações. 3 dias. Quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações. 3 dias. Quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações. 3 dias. Quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações. 3 dias. Quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 14 dias. Pré-plantio do milho, quando for verificada presença de larvas na área
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,6 L p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações. 14 dias. Quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações. 3 dias. Quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações. 3 dias. Quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações. 3 dias. Quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das axilas
(Epinotia aporema)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Quando for encontrados os primeiros focos de insetos
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Quando for encontrados os primeiros focos de insetos
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,5 a 1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Quando for encontrados os primeiros focos de insetos
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Única. 14 dias. Pré-plantio da soja, quando for verificado a presença de larvas
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
0,5 a 1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. Quando for encontrados os primeiros focos de insetos
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações. 3 dias. Quando for encontrados os primeiros focos de insetos
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações. 3 dias. Quando for encontrados os primeiros focos de insetos
Tripes
(Frankliniella schultzei)
10 a 100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 8 aplicações. 3 dias. Quando for encontrados os primeiros focos de insetos
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,5 a 1,3 L p.c./ha 100 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. 14 dias. Quando for encontrados os primeiros focos de insetos
Lagarta do trigo
(Pseudaletia adultera)
0,5 a 1,3 L p.c./ha 100 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. 14 dias. Quando for encontrados os primeiros focos de insetos
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações. 14 dias. Quando for encontrados os primeiros focos de insetos

Frasco plástico de 1 e 2 L
Bombonas plásticas de 5, 10 e 15 L.
Tambores e baldes plásticos de 20,25 e 50 L e tambores de plástico ou metálicos de 100, 200 e 500 L.

INTRUÇÕES DE USO:
(cultura, pragas, dose, número, época e intervalo de aplicação)*
Vide seção "Indicação de uso/doses".

Na cultura do Algodão o produto aplicado a partir da dose 0,6 L/ha ou 129 g/ha do ingrediente ativo, apresenta ação ovicida contra ovos de Lagarta-das-maçãs (Heliothis virescens).

*Sob condicaes muito favoráveis, havendo necessidade de se fazer maior número de aplicações para controlar a praga, utilizar outro inseticida registrado no Ministerio da Agricultura, Pecuária e Abastecimento respeitando-se o Intervalo de Segurança do mesmo.


MODO DE APLICAÇÃO:

a) Equipamento costal:

Tipo de bico: leque (modelos "XR" e "DG"), cênico (modelos "D" e "TX")
Diâmetro da gota: 110 a 150 micra
Densidade mínima de gota: 40 gotas/cm*2
Pressão: 30 a 60 Ib/pol*2

b) Equipamentos tratorizado de barra:

A altura da barra depende do ângulo de pulverização do bico para que o produto possa cobrir toda a área da planta. Normalmente para um bico de ângulo de 80º, a barra deverá estar a 50 cm acima da cultura. Observar que a barra em toda a sua extensão esteja na mesma altura.
Tipo de bico: leque (modelos "XR" e "DG"), cônico (modelos "D" e "TX"), espaçados de 50 cm
Diâmetro de gota: 110 a 150 micra
Densidade mínima de gota:40 gotas/cm²
Pressão: 80-100 Ib/pol²

Observação: No caso de se utilizar outros equipamentos, estes devem sempre proporcionar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.

Aplicação aérea:

As aplicações aéreas devem ser feitas apenas na cultura da soja.
Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com bicos rotativos ou com barras dotadas de bicos, obedecendo aos seguintes parâmetros:

Volume de aplicação: Mínimo de 20-30 L/ha de calda para barra dotada de bicos, e mínimo de 10 a 20 Llha para micronair.
Altura de vôo: As rodas da aeronave devem estar a 3-4 m acima do topo da cultura.
Largura da faixa de deposição efetiva: Deve ser considerada de 15 a 20 m
Diâmetro de gota:110 a 150 micra.
Densidade mínima de gota: 40 gotas/cm²
Condições climáticas: Devem ser respeitadas condições de vento abaixo de 10 km/hora, temperaturas inferiores a 27ºC e umidade relativa superior a 70%, visando evitar ao máximo perdas por deriva e evaporação.
Equipamentos: Bicos rotativos tipo micronair (4-8 unidades). A pá da hélice do atomizador deverá estar regulada para 30 ou 35 graus para se ter gotas menores. Barra com bicos (20-60 bicos). Usar preferencialmente bicos cônicos D-4, D-5 ou D-6. Para se obter gotas pequenas o ângulo dos bicos em relação à direção de vôo deve ser de 135º.
Pressão da barra: 30 a 50 Ib/pol².

Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.

1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pela mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3.Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4. Enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes.

Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

Informações Gerais:
Para controle adequado dos insetos, é essencial observar a época de aplicação e assegurar boa cobertura das plantas. Os melhores resultados serão obtidos quando o programa de pulverização for feito no início de vida dos insetos.
No geral, aplicar as doses menores, quando o intervalo de aplicação for curto ou houver baixa infestação da praga, e as doses maiores quando as aplicações forem mais espaçadas ou houver alta infestação.
Preparo da calda: Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade. Iniciar a agitação (sistema hidráulico ou mecânico), adicionar a quantidade adequada de MAJESTY®, completar o volume do tanque. Adicionar um espalhante adesivo ou surfactante durante o preparo da calda inseticida, na dose recomendada pelo fabricante, para aplicação nas culturas de Algodão, Batata, Couve, Repolho, Brócolis, Soja, Tomate e Trigo.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

ALGODÃO:14 dias
BATATA:9 dias
COUVE:3 dias
BRÓCOLIS:3 dias
REPOLHO:3 dias
MILHO:14 dias
SOJA:14 dias
TOMATE:3 dias
TRIGO:14 dias.

LIMITAÇÕES DE USO:

- Não aplicar ou permitir a deriva do produto sobre corpos d'água.
- Fitotoxicidade: nas doses recomendadas, MAJESTY® é seletivo às culturas indicadas.
- Não aplicar MAJESTY® através de sistemas de irrigação.
- Não aplicar ou permitir a deriva do produto sobre áreas onde haja atividade de
abelhas.
- Não utilizar equipamentos do tipo nebulização (fog).
- MAJESTY® é incompatível com produtos de reação alcalina, tais como calda
bordalesa e calda sulfocálcica e não deve ser utilizado em mistura de tanque com outro agrotóxico.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, oriflcios e válvulas com a boca. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

PRODUTO IRRITANTE OCULAR
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais'quentes do dia.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a 'Última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia.
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem. original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPls), lave as luvas calçadas para reduzir o risco de exposição acidental.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI:macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula elou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vOmito. Caso o vOmito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

Grupo Químico:
Carbamato.

Classe toxicológica:
I - Extremamente Tóxico.

Toxicocinética:
Inibem reversivelmente a enzima acetilcolinesterase resultando no acúmulo de acetilcolina nos receptores muscarinicos (efeito em células colinérgicas), nicotínicos (junções neuromusculares esqueléticas) e no sistema nervoso central (SNC). A inibição tem reversão espontânea (ao contrário dos organofosforados), com ação breve e auto-limitada. Usualmente a severidade é leve a moderada.
A absorção é rápida por todas as vias: oral, respiratória, dérmica e pelas mucosas.
Fatores como altas tem eraturas e dermatites reexistentes aumentam a absor ão. Possuem rápida distribuição em tecidos e órgãos e não se acumulam no organismo. A metabolização é hepática e rápida, através de três mecanismos básicos: hidrólise, oxidação e conjugação. 90% é excretado pelos rins em até 3 dias, mas também são eliminados pelas fezes. Não atravessam a barreira hematoencefálica, sendo os sintomas do SNC decorrentes de hipóxia.

Sintomas e sinais clínicos:
Os efeitos são imediatos, geralmente em 30 minutos a 1-2 horas após a exposição, e cessam logo após o término da exposição. As manifestações clínicas ocorrem usualmente em menor grau que no caso dos produtos organofosforados e as manifestações neurológicas são também de menor intensidade, devido à menor penetração no SNC.
As manifestações agudas são classificadas como:
Muscarínicas (síndrome parassímpaticomimética, muscarínica ou colinérgica): são predominantes na intoxicação por carbamatos. Vómito, diarréia, cólicas abdominais, anorexia, náuseas, incontinência urinária, incontinência fecal, tenesmo, broncoconstrição, dispnéia, cianose, edema pulmonar, hipersecreção (sialorréia, lacrimejamento, broncorréia e sudorese), bradicardia, hipotensão, bloqueio atrioventricular, miose e visão borrada. Nicotínícas (síndrome nicotínica): midríase, mialgia, hipertensão arterial, fasciculações musculares, tremores e fraqueza, que são, em geral, indicativos de gravidade. Pode haver paralisia de musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e hipertensão arterial podem manifestar-se, e serem alteradas pelo efeito muscarfnico.
OBS: predominando os efeitos muscarínicos, ocorrerá diminuição da pressão arterial e pulso; os efeitos nicotrnicos provocam. elevação da pressão e do ritmo cardfaco. Efeitos em SNC (síndrome neurológica): cefaléia, ansiedade, agitação, confusão mental, ataxia, depressão de centros cardio-respiratórios, convulsões e coma.
Também odem ocorrer manifestações tardias.
Exposição dérmica: pode causar irritação ocular e dérmica, dermatite de contato, hiperpigmentação.
Manifestações tardias:
Não há evidencias da síndrome de neuropatia retardada, como ocorre com os or anofosforados.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição, de quadro clínico compatível, associados ou não à queda na atividade das colinesterases.
O decréscimo de 25% ou mais da atividade da colinesterase plasmática indica exposição importante. Queda de 50% é geralmente associada com exposição intensa. O decréscimo da atividade da pseudocolinesterase é um indicador sensível, mais não especifico. Ambi podem demorar de 3-4 meses para se normalizar, mas este teste não é de grande utilidade porque a inibição da acetilcolinesterase é rapidamente reversível. A identificação da substancia e seus metabólitos no sangue e na urina pode evidenciar a exposição, mas não são largamente utilizados. Outros controles incluem: eletr6litos, glicemia, ereatinina, amilase pancreática, enzimas hepáticas, gasometria, ECG (prolongamento de QT), radiografia de tórax (edema pulmonar e aspiração).
Convém considerar a possibilidade de associação do organofosforado a outros tóxicos, o que pode alterar ou potencializar o perfil clínico esperado.
Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o inicio do tratamento à confirma ão laboratorial.

Tratamento:
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante à descontaminação.
1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com solução de bicarbonato (os carbamatos são instáveis em meio alcalino).
2. Se houver exposição ocular. irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas. Pode-se usr¬algumas gotas de anestésico, previamente, para facilitar o procedimento.
3. Em caso de ingestão recente, fazer lavagem gástrica. No caso de pequenas doses de produto tóxico, se o intervalo entre a ingestão e a medicação for curto, administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 19/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.

Emergência, suporte e tratamento sintomático:
1. Monitorização respiratória e aspiração de secreções. Nos casos de edema pulmonar, broncoespasmo ou pneumonia de aspiração, usar atropina, entubar e ventilar o paciente com pressão positiva e realizar RX de tórax para avaliar o nrvel de exsudação.
2. Monitorização cardíaca.
3. Administração de Diazepam: indicado nos casos de gravidade moderada ou alta, reduzindo a ansiedade e algumas manifestações ao nivel do SNC.
4. Controle hidroeletrolítico: repor perdas para evitar o risco de edema pulmonar) Nos casos de Aldicarb ou Carbaril pode ser usado CARVÃO ATIVADO em doses repetidas, após esvaziamento gástrico, para reduzir o ciclo entero-hepático.
5. Manter medidas sintomáticas e de manutenção.
Obs: todo paciente assintómático, mas com história de exposição (dérmica, inalatória r ingesta) deve ser observado por 6-8 h.
A administra ão de Atro ina só deverá ser realizada na vigência de sintomatologia. Não deverá ser administrada se o paciente estiver assintomático.

Atropina - agente antimuscarínico - é usada para reverter os sintomas muscarínicos, não os nicotínicos, na dose de 2,0 - 4,0 mg em dose de ataque (adultos), e de 0,01 a 0,05 mg/Kg em crianças, EV. Repetir se necessário a cada 5 a 10 minutos. As preparações de Atropina disponíveis no mercado, normalmente têm a concentração de 0,25 ou 0,50 mg/mL. O parâmetro para a manutenção ou suspensão do tratamento é clínico, e se baseia na reversão da ausculta pulmonar indicativa de broncorréia e na constatação do desaparecimento da fase hipersecretora, ou sintomas de intoxicação atropínica (hiperemia de pele, boca seca, pupilas dilatadas e taquicardia. Alcançados sinais de atropinização, ajustar a dose de manutenção destes efeitos por 24 horas ou mais. A presença de taquicardia e hipertensão não contra-indica a atropinização.
Manter em observação por 72 horas, com monitorização cardio-respiratória e oximetria de pulso. A ação letal dos carbamatos pode ser comumente atribuída a insuficiência respiratória, pelos mecanismos de: broncoconstrição, secreção pulmonar excessiva, falência da musculatura respiratória e conseqüente depressão do centro respiratório por hipóxia. Devido a esta complicação, manter a monitoração e tratamento sintomático.
São indicados a supervisão e o tratamento sintomático do paciente por pelo menos 48 horas, mas aconselha-se mantê-lo em observação por 72 horas, com monitoramento cardiorespiratório e oximetria de pulso. A retirada deve ser gradual e restituída se surgirem manifestações colinérgicas
Observações importantes:
- os reativadores da colinesterase - PRALIDOXIMA (Contrathion) - NÃO são indicados na intoxicação por Carbamatos, pois não atuam na colinesterase carbamilada e o proeesso inibitório reverte espontaneamente.
- ocorrendo associação de intoxicação Carbamatos e Organofosforados, há indicação de usar Pralidoxima.


Contra-indicações:
A diálise e a hemoperfusão são contra-indicadas.
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Aminas adrenérgicas só devem ser usadas em indicações específicas, devido à possibilidade de hipotensão e fibrilação cardíaca (morfina, succinilcolina, teofilina, fenotiazinas e reserpina).

Efeitos sinérgicos:
Com outros carbamatos ou organofosforados.

Atenção:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISNMS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)

Efeitos Agudos:
Irritante dos olhos. O produto formulado foi irritante. aos olhos de coelhos. DL 50 oral aguda de 130 mg/kg, na dose letal, 200 mg/kg, os animais apresenatram fasciculações, tremores, edema ocular, respiarção irregular, salivação e prostração no dia da administração da susbtância. DL 50 dérmica de 1500 mg/kg, os animais apresentaram respiração irregular, constricção da pilula, tremores, salivação e prostração.

Sintomas de Alarme:
Intoxicação por Methomyl produz efeitos associados com a atividade da anticolinesterase. Os sintomas podem incluir, fraqueza, dor de cabeça, desconforto no peito, visão turva. constrição das pupilas, salivação abundante, suores, náuseas, vOmitos, cólicas abdominais, batidas cardíacas retardadas, tremores musculares.
TELEFONES DE EMERGÊNCIAS PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque Intoxicação: 0800 722 6001
Empresa: 0800 701 0109

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PREUCAÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)

Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente as águas subterrâneas.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos. Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
Não utilize equipamentos com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concementes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÓES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas -ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTE:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DU PONT DO BRASIL S.A. - telefone de emergência: 0800 701-0109.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

• Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado.

Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo lúdrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LA V AGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

•Tríplice lavagem (lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.


• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equiopamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir li ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM V AZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve, ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,rações, animais e pessoas.

Embalagem rígida não lavável

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa emabalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM V AZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde .guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS V AZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Além dos métodos recomendados para o manejo de resistência à inseticidas, incluir outros métodos de controle de insetos (ex.: controle cultural, biológico, etc ... ) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
- Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
- Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br). ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).