Bula Marshal

acessos
Carbosulfan
3408
FMC - Campinas

Composição

Carbosulfano 400 g/L Metilcarbamato de benzofuranila

Classificação

Acaricida, Inseticida
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
400 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 60 dias. 3 a 40 % dependendo da variedade plantada
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicheira da raiz do arroz
(Oryzophagus oryzae)
1000 mL p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha 10 a 20 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 97 dias. Aparecimento de danos provocados pela praga

Frascos ou bombonas e Metal 0,25; 0,5; 1; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 10,0; 20,0; 30,0; 50,0; 100,0; 200,0; 300,0; 400,0; 500,0 e 1000,0 L

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

POSSE 400 SC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores manuais (costais) e tratorizados (pulverizadores terrestres, atomizadores) e via aérea (aeronaves agrícolas).
Em todas as culturas, realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
O produto deve ser aplicado sempre que se atingir o NC (Nível de Controle) da praga estabelecido pelo MIP (Manejo Integrado de Pragas).
Mantenha a lavoura inspecionada.
Ao pulverizar, procurar dar boa cobertura em toda planta.

Algodão: Pulgão – nível de controle de 3 a 40% dependendo da variedade plantada (susceptibilidade a vírus). Recomendamos utilizar o volume de 200 a 500 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as condições técnicas do equipamento.

Arroz Irrigado: aplicar na água de irrigação pelo sistema pulverizado a fim de atingir as raízes do arroz, assim que houver aparecimento de danos provocados pelo gorgulho (plantas cloróticas e destruição de plantas). Recomendamos utilizar o volume de 200 a 500 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado. considerando as especificações técnicas do equipamento

Batata: Pulgão - indicação de controle no início do ciclo. visando evitar os danos ocasionados pelo ataque de pulgões nas folhas novas da planta. Utilizar o volume de calda de 500 a 1000 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento.

Mamão: Aplicação foliar: ao atingir o nível de dano com pulverizadores costais motorizados ou tratorizados. Recomendamos utilizar o volume de 1000 UL/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento.

Manga: Ao atingir o nível de controle, com atomizador costal ou tratorizado.
Recomendamos utilizar o volume de 500 a 1000 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento

Uva: Ao atingir o nível de dano. através da inspeção do parreiral. Utilizar um atomizador costal ou tratorizado. Recomendamos utilizar o volume de 500 a 1000 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado considerando as especificações técnicas do equipamento

Tomate: aplicar o produto com volume de calda de 800 a 1000 L/ha. O volume de calda poderá ser alterado. considerando as especificações técnicas do equipamento. As aplicações para controle de Uryomiza huidobrensis devem obedecer ao intervalo de 7 dias, para controle adequado na cultura. Em geral, o equipamento de aplicação é o pulverizador costal; mantê-los sempre bem calibrado.

CULTURA NUMERO MAXIMO APLICAÇOES POR CICLO CUL TURA OU SAFRA ALGODAO 8 ARROZ IRRIGADO 2 BATATA 4 MAMAO 3 MANGA 2 TOMATE 2 UVA 2

MODO DE APLICACÃO:

Equipamentos terrestres: (pulverizador manual (costal) e de barra. atomizadores) tratorizados.
Bicos: bicos de jato cônico vazio.
Todos os bicos de uma barra deverão se manter à mesma altura em relação ao topo da planta.

Pressão: 60-70 psi (costais) e 80-100 psi (equipamentos tratorizados).
Quando se emprega pulverizadores de barra, recomenda-se usar bicos cônicos 02 o pressão de 80 a 100 Ib/pol2 e 200 a 400 L de calda por hectare.
Diâmetro e densidade de gotas: 100 a 200 IJ de diâmetro e densidade de 20 a 30 gotas/cm2.
Faixa de deposição: Utilizar distância entre bicos na barra de aplicação de forma que permita maior uniformidade de distribuição de gotas, sem áreas com falhas ou excesso.

Condições climáticas para aplicações terrestres:
• Temperatura ambiente: máximo 280C • Umidade relativa do ar (UR): mínima 70% • Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
• Aplicar nas horas mais amenas do dia (manhã e fim da tarde)

Aplicação com aeronaves agrícolas:

Bicos: bicos de jato cônico vazio ou bicos rotativos tipo MICRONAIR, que permitam a geração e deposição de um mínimo de 40 gotas/cm2 com um OMV de 110-150 IJ sobre o alvo desejado.

Número de bicos na barra: aviões IPANEMA (qualquer modelo): utilizar de 40 a 42 bicos, fechando de 4-5 em cada extremidade das asas e três intermediários de cada lado próximos à fuselagem, mantendo em operação, os oito bicos sob a fuselagem (barriga) e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
Outros modelos de aeronaves: utilizar a disposição que permita uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas de asas.

Altura de vôo: 3 a 5 metros em relação ao topo das plantas.

Volume de aplicação: 10 a 20 L/ha.
Vazões acima deste limite, utilizar somente bicos hidráulicos em substituição aos bicos rotativos tipo MICRONAIR.

Faixa de deposição: aviões IPANEMA ou similares: utilizar a faixa máxima de 20 m.
aviões grandes: faixa de deposição não deverá exceder a 25 metros.

Condições climáticas:
• Temperatura ambiente: máximo 28°C • Umidade relativa do ar (UR): mínima 70% • Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRA T ADAS~l>'~]O~\) 24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes deste período, usar macacão com mangas compridas, luvas e botas.

LIMITAÇÕES DE USO:
Nas doses recomendadas, o produto não é fitotóxico a nenhuma das culturas indicadas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS :
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana (ANVISA/MS).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRiÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE:
De acordo com as recomendações aprovados pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente (IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
De acordo com as recomendações aprovados pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente (IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
De acordo com as recomendações aprovados pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente (IBAMA/MMA).

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem:
macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Não fume, beba ou coma durante a aplicação do produto;
Não permita que crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto Não aplique o produto nas horas mais quente do dia.
Verifique a direção do vento e aplique o produto de forma a evitar o contato do aplicador com o produto, conforme o equipamento de aplicação.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Evitar entrar nas áreas tratadas até o término do intervalo de reentrada estabelecida para o produto Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.

Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS

PROCURE LOGO UM SERViÇO MÉDICO DE EMERGÊNCIA, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou o receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorre naturalmente deite a pessoa de lado.
Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato retire imediatamente a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (respirado), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

-INTOXICAÇÕES POR CARBOSULFANO

INFORMAÇÕES MÉDICAS

As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).

Diagnóstico

Grupo químico: CARBOSULFANO: Metilcarbamato de benzofuranila
Classe toxicológica: II – Altamente tóxico
Vias de exposição: Dérmica, inalatória e oral.
Toxicocinéica:
CARBOSULFANO: Em estudos conduzidos em animais de experimentação, I ( o carbosulfano foi rápida e completamente absorvido por via oral. Ai I eliminação também foi relativamente rápida, sendo que a maior parte (80-11 90%) da dose absorvida foi excretada na urina em 48-72 horas, na forma de produtos de biotransformação.

Mecanismo de toxidade: CARBOSULFANO: Inibidor da enzima colinesterase.

Sintomas e sinais slínicos:
CARBOSULFANO: - substancia pertencente à classe metilcarbamato de benzofuranila podem ocasionar: -Síndrome Colinérgica: sudorese, sialorréia, miose, hipersecreção brônquica, colapso respiratório, broncoespasmo, tosse vômito, cólicas, diarréia; -Síndrome Nicotínica: fasciculação muscular, hipertensão arterial transitória; e -Síndromei
Neurológica: confusão mental, ataxia, convulsões, depressão dos centros cardiorespiratórios.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela!!
ocorrência de quadro clínico compatível.
Deve-se realizar também o doseamento da enzima colinesterase sanguínea,
sendo que o abaixamento de 25% ou mais no nível de pré-exposição indica
intoxicação. Não possuindo o dado de pré-exposição, considerar
reocupante os valores abaixo de 75% de atividade.

Tratamento
Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico! 1 para manutenção das funções vitais.
Antídoto: Atropina, pelas vias intramuscular e/ou intravenosa: 1 a 6 mg cadal
5 a 30 minutos até atropinização leve. Nunca administre atropina antes do! I aparecimento dos sinto;nas de intoxicação.
Pode-se realizar a lavagem gástrica (até 1 hora após a ingestão) e administração de carvão aditicado e catártico.

Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar, protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
Manter o paciente em repouso sob observação, no mínimo por 24 horas, após a remissão dos sintomas.

Contra-indicações:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e dei pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
Não administrar oximas, morfinas, aminofilina ou tranqüilizantes.

Atenção:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso el obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Centro de Informações Toxicológicas/SP: 0800771.3733 - (11) 5011-5111
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência de Empresa: 0800-343545 ou 0xx34-33193019

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
O carbosulfano apresenta como mecanismo de ação a inibição da enzima colinesterase.
Em estudos conduzidos em animais de experimentação, o carbosulfano foi rápida e completamente absorvido por via oral. A eliminação também foi relativamente rápida, sendo que a maioria (80-90%) da dose absorvida foi excretada na urina em 48-72 horas, na forma de produtos de biotransformação. Não houve bioacumulação. Após administração de doses repetidas, a taxa de excreção demonstrou estar aumentada (80-87% em 24 horas), indicando uma possível indução do metabolismo.

EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Nos estudos de toxicidade aguda em ratos, o produto apresentou dose letal (DL50) oral em ratos de 41,68 mg/kg e dose letal (DL50) dérmica em ratos de 625 mg/kg. A concentração letal inalatória (CL50) foi de 1,53 mg/L. Nos estudos de irritabilidade em coelhos, o produto foi levemente irritante dérmico e não irritante ocular.

EFEITOS CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em estudos subcrônicos e crônicos, conduzidos em cães, camundongos e ratos, o principal efeito observado foi a inibição da atividade da enzima colinesterase (cerebral, eritrocitária e plasmática), acompanhada, na maioria das vezes, pelos sinais clínicos: salivação, lacrimejamento, ataxia, tremores e diarréia. Não apresentou potencial carcinogênico. Estudos conduzidos em células procariontes (in vitral e eucariontes (in vivo) demonstram que o carbosulfano não apresenta potencial genotóxico. Em ratos, após exposição em longo prazo, foram relatados efeitos oculares (atrofia da íris e degeneração focal da retina) relacionados ao tratamento. Não foram observados efeitos teratogênicos nem tampouco efeitos sob os parâmetros reprodutivos. Para todos os efeitos, doses seguras de exposição ao carbosulfano foram estabelecidas.

EFEITOS ADVERSOS CONHECIDOS Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos adversos.

SINTOMAS DE ALARME Náuseas, vômitos, diarréia, diurese freqüente e involuntária, miose, sialorréia lacrimejamento, tremores e, em casos mais graves, convulsões.

Este produto é:
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE 11).

Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial atingir principalmente águas subterrâneas.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - telefone de Emergência: (OXX34) 3319-3019.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto derramado com serragem ou terra, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, adotando os procedimentos acima descritos para o recolhimento e destinação adequada.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, USE EXTINTORES DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁ VEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):

Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão utilize os seguintes procedimentos:

Lavagem sob Pressão:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM V AZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeitos de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM V AZIA No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA) ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM V AZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

o transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. controle cultural. biológico. etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado

INFORMAÇOES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas.
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre recomendações locais para o MRI.