Bula Mayran - Masterbor
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Bula Mayran

Tiram
1878709
Masterbor

Composição

Tiram 700 g/kg

Classificação

Tratamento de Sementes
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó seco (DP)
Contato

Amendoim

Calda Terrestre Dosagem
Rhizoctonia solani (Podridão-radicular)

Caixa de papelão: 1 kg.
Sacos de papel multifolheado: 5 kg.

INSTRUÇÕES DE USO

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Mayran® destina-se ao tratamento de sementes de amendoim, exclusivamente para o plantio. É aplicado diretamente sobre as sementes por meio de máquinas específicas para tratamento de sementes, betoneiras ou tambores rotativos.
As máquinas específicas para tratamento de sementes contam com as seguintes características:
• dosificação simultânea da semente de amendoim e do produto;
• tanque reservatório próprio para o produto;
• alimentação contínua e mecânica;
• secagem interna;
• descarga de sementes tratadas diretamente em sacaria.
Para o tratamento em betoneiras ou tambores rotativos, colocar as sementes até 2/3 do tambor adicionando o produto na dose recomendada. Tampar e acionar o equipamento por 3 a 5 minutos até obter uma distribuição homogênea sobre a superfície das sementes.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não especificado devido à modalidade de aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• As sementes tratadas devem ser usadas somente para plantio. São impróprias para consumo humano ou animal.
• As sementes tratadas não devem ficar expostas a crianças, animais domésticos, pássaros e pessoas irresponsáveis.
• Não armazene as sementes junto com produtos de consumo humano ou animal.
• Destrua os sacos vazios utilizados no armazenamento das sementes tratadas.
• As sementes tratadas não podem ficar descobertas no plantio. São tóxicas para pássaros outros animais.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de patógenos (ex. controle cultural, biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de patógenos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o patógeno alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas (MRF) é possível prolongar a vida útil dos mesmos.
• Qualquer produto para controle de patógenos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações sucessivas da mesma praga;
• Utilizar somente as doses recomendadas na bula;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRF;