Meta-Turbo Max / Supremo-Turbo / Meta-Guard Turbo
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Metarhizium anisopliae BV12
Registro MAPA:
26523
Empresa Registrante:
Vittia |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Metarhizium anisopliae Isolado BV 12 | 22 g/L | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre, Drone
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Microbiológico, Agente biológico de controle
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Anthonomus grandis (Bicudo) | veja aqui | |||
| Chrysodeixis includens (Falsa-Medideira) | veja aqui | |||
| Leucoptera coffeella (Bicho mineiro) | veja aqui | |||
| Scaptocoris castanea (Percevejo castanho) | veja aqui | |||
| Sphenophorus levis (Bicudo da cana de açúcar) | veja aqui | |||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Saco | Plástico | Flexível | Líquido | 2 L |
INSTRUÇÕES DE USO
META-TURBO MAX é um inseticida microbiológico de ocorrência natural em solos, eficaz no controle do Bichomineiro-do cafeeiro (Leucoptera coffeella), Bicudo-da-cana-de-açúcar (Sphenophorus levis), Bicudo (Anthonomus grandis), Percevejo-castanho (Scaptocoris castanea), Lagarta-do-cartucho (Spodoptera frugiperda) e Lagarta-falsamedideira (Chrysodeixis includens) em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos descritos. Possui em sua formulação elevada atividade das enzimas quitinase, protease, B-1,3-glucanase, endocelulases e exocelulases e da toxina destruxina, produzidos pelo microrganismo Metarhizium anisopliae BV12 durante o processo natural de multiplicação. A ação sinérgica de células do fungo associado aos seus metabólitos potencializa a ação inseticida, e quando em contato com o hospedeiro atuam na degradação da cutícula, colonização do interior do hospedeiro, redução de sua mobilidade e alimentação, ocasionando a morte do inseto.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
BICHO MINEIRO DO CAFEEIRO (Leucoptera coffeella): Realizar 4 aplicações foliares, sendo a primeira no início de infestação da praga e as demais aplicações em intervalos de 15 dias. Recomenda-se a adição de adjuvante Naft® (50 mL/100 L de água) à calda de pulverização.
LAGARTA-DO-CARTUCHO (Spodoptera frugiperda): Realizar 4 até aplicações em intervalos de 7 dias. As aplicações devem ser realizadas via pulverização foliar, com a primeira aplicação realizada no início de infestação da praga. Recomenda-se a adição de adjuvante Naft® (50 mL/100 L de água) à calda de pulverização.
BICUDO-DA-CANA-DE-AÇÚCAR (Sphenophorus levis): Realizar duas aplicações, sendo a primeira via corte de soqueira e a segunda trinta dias após, via foliar. Recomenda-se a adição de adjuvante Naft® (50 mL/100 L de água) à calda de pulverização.
BICUDO (Anthonomus grandis): Realizar quatro aplicações em intervalos de cinco dias. As aplicações devem ser realizadas via pulverização foliar, com a primeira aplicação realizada no início de infestação da praga. Recomendase a adição de adjuvante Naft® (50 mL/100 L de água) à calda de pulverização.
PERCEVEJO-CASTANHO (Scaptocoris castanea): Realizar duas aplicações, uma em sulco de semeadura e a outra 7 dias após a emergência da cultura. Recomenda-se a adição de adjuvante Naft®
(50 mL/100L de água) à calda de pulverização. Utilizar o volume de calda de 150 L/ha.
LAGARTA-FALSA-MEDIDEIRA (Chrysodeixis includens): Realizar 4 aplicações em intervalos de 7 dias. As aplicações devem ser realizadas via pulverização foliar, com a primeira aplicação realizada no início de infestação da praga. Recomenda-se a adição de adjuvante Naft® (50 mL/100 L de água) à calda de pulverização.
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO
APLICAÇÃO TERRESTRE: A aplicação deve ser realizada através de pulverizador costal, barra tratorizado ou turbo atomizador, calibrado para trabalhar com pressão e volume de calda constante. Devem ser equipados com pontas de pulverização que reduzam as perdas por deriva e promovam uma cobertura homogênea, conforme as recomendações do fabricante.
APLICAÇÃO AÉREA: Para as aplicações foliares, utilizar aeronave agrícola equipada com pontas de pulverização ou atomizadores rotativos, que promovam uma cobertura homogênea, conforme as recomendações do fabricante.
Para esta modalidade de aplicação é recomendado o uso do adjuvante Naft® na dose 50 a 100 mL/ha.
APLICAÇÃO VIA DRONE: Para as aplicações foliares, utilizar drones de pulverização agrícola com pontas de pulverização ou atomizadores rotativos, que promovam uma cobertura homogênea, conforme as recomendações do fabricante. Aplicar volume de calda de no mínimo 10 L/ha. Para esta modalidade de aplicação recomenda-se o uso do adjuvante Naft® na dose 50 a 100 mL/ha. Seguir as recomendações de tecnologia de aplicação recomendadas pelo agrônomo responsável.
LIMPEZA DO TANQUE, SISTEMA E BICOS DO PULVERIZADOR
A limpeza deve ser realizada antes do preparo da calda de pulverização. Possui objetivo de eliminar resíduos de herbicidas, inseticidas e/ou fungicidas químicos. Deve ser realizada com um agente limpante, e o procedimento de limpeza deve ser executado longe de lagos e rios. Os resíduos devem ser descartados em local apropriado de acordo com a legislação.
PREPARO DA CALDA
- Por ser um produto microbiológico de composição fúngica, pode ser observado a formação de micélio nas embalagens. Para esses casos, recomenda-se o peneiramento prévio à utilização.
- A aplicação deve ser realizada logo após o preparo da calda de pulverização e o equipamento utilizado deve realizar a agitação constante da calda.
- O volume de calda deve ser adequado, garantindo a cobertura total da área aplicada, seguindo os parâmetros mais indicados para a cultura tratada.
- Recomenda-se a adição do adjuvante Naft® à calda de pulverização na dose de 0,025 a 0,05%. Após o preenchimento de água no tanque até 75% da sua capacidade, o Naft® deverá ser o primeiro produto a ser adicionado.
- Verificar a compatibilidade biológica de produtos químicos utilizados em mistura. As aplicações deverão ser realizadas nos horários mais frescos do dia ou com céu nublado, com umidade relativa do ar acima de 60%.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS
- Evitar efetuar pulverizações nas horas mais quentes do dia (temperatura superior a 30 ºC).
- Aplicar com velocidade média do vento entre 3 a 10 km/h. Nunca aplicar sem vento.
- Para aplicação aérea pulverizar com velocidade média do vento entre 3 a 10 km/h na direção perpendicular em relação à faixa de aplicação.
- Umidade relativa do ar deverá ser igual ou superior a 60%.
- As aplicações deverão ser realizadas nos horários mais frescos do dia ou com céu nublado.
- Evitar efetuar pulverizações em condições de inversões térmicas ou de calmaria total que possam ocorrer no início do dia, fim de tarde ou após chuvas prolongadas intensas.
- Escolha o volume de calda de acordo com a cultura a ser aplicada. As aplicações devem ser realizadas evitando a deriva do produto para áreas vizinhas.
EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO
Para culturas de pequeno porte ou viveiros em cultivos protegidos como estufas ou sistema de túneis baixos, sistema semi-hidropônico ou por gotejamento, utilizar pulverizador manual, pressurizado, motorizado ou tratorizados dotados com pontas de pulverização de jato cônico vazio, com pressão de trabalho suficiente (60 a 120 libras/pol²) para proporcionar tamanho de gotas adequado (105 a 235 micrômetros) à boa cobertura das plantas.
Para culturas de porte arbóreo/arbustivo utilizar pulverizador manual, pressurizado, motorizado, tratorizado ou atomizador, dotados com pontas de pulverização de jato cônico vazio, com pressão de trabalho (60 a 120 libras/pol²) suficiente para proporcionar tamanho de gotas adequado (105 a 235 micrômetros) à boa cobertura das plantas.
Para culturas conduzidas em espaldeira utilizar pulverizador manual, pressurizado, motorizado, turbo atomizadores ou pulverizadores de pistola com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas entre 105 a 235 micrômetros com densidade maior que 100 gotas/cm².
Para culturas anuais utilizar pulverizadores terrestre com pontas de pulverização jato cone vazio, jato leque duplo ou jato leque tridimensional com pressão de trabalho, velocidade de deslocamento do pulverizador e volume de calda conforme recomendação técnica para garantir um espectro de gotas considerado fina (105 a 235 micrômetros) para proporcionar uma boa cobertura nas plantas (maior que 60 gotas/cm²). Evitando sempre altas pressões de trabalho do pulverizador.
Pulverizar com altura da barra adequada em relação a parte aérea da planta para evitar o risco de deriva.
Para culturas anuais também é possível utilizar aeronaves agrícolas podendo adotar pontas de pulverização ou atomizadores rotativos com pressão de trabalho, altura de voo, velocidade de deslocamento da aeronave e volume de calda conforme recomendação técnica para garantir um espectro de gotas considerada fina (105 a 235 micrômetros) para proporcionar uma boa cobertura nas plantas (maior que 60 gotas/cm²).
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. Recomendase aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou à noite, em dias nublados ou com garoa bem fina. Nessas condições, a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol (fator de inviabilização do fungo) é menor.
Armazenar o produto preferencialmente em câmara fria/geladeira.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.
Não existem informações sobre o desenvolvimento de resistência de pragas à cepa BV12. Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR), recomenda-se as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos mesmos:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo / bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.
- Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.