Methaouro CI

Geral
Nome Técnico:
Metarhizium anisopliae, isolado IBCB 425
Registro MAPA:
30622
Empresa Registrante:
Valeouro
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Metarhizium anisopliae Cepa IBCB 425 300 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Sim

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Big bag Plástico Flexível Sólido 1200 KG
Não Lavável Big bag Plástico Flexível Sólido 1000 KG
Não Lavável Big bag Plástico Flexível Sólido 2000 KG
Não Lavável Caixa Fibra celulósica revestida com plástico Rígida Sólido 1000 KG
Não Lavável Caixa Fibra celulósica revestida com plástico Rígida Sólido 1200 KG
Não Lavável Sachê Plástico metalizado Flexível Sólido 500 G
Não Lavável Sachê Plástico metalizado Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Sólido 500 G
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Sólido 5 KG
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Sólido 10 KG
Não Lavável Saco Fibra celulósica revestida com plástico metalizado Flexível Sólido 50 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 500 G
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 5 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 10 KG
Não Lavável Saco Plástico Flexível Sólido 50 KG

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um agente microbiológico de controle que pode ser usado em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico de cigarrinha-da-raiz (Mahanarva fimbriolata), cigarrinha-daspastagens (Zulia entreriana), cigarrinha-das-pastagens/cigarrinha-dos-capinzais (Deois flavopicta).

MODO DE APLICAÇÃO

Aplicação terrestre

Utilizar pulverizadores tratorizados de barra equipados com bicos de jato cônico vazio da série D com difusores adequados ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 100 a 250 micra e densidade de 200 gotas/cm², de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Tamanho das gotas indicado é de 100 a 200µ. Pressão de 80 a 100 lb/pol² e volume de calda de 100 a 300 L/ha, de acordo com a cultura a ser tratada. As aplicações devem ser feitas nas horas mais frescas do dia, de preferência na parte da manhã ou à tarde em condições de temperatura inferior a 30°C, umidade relativa do ar acima de 70% e ventos abaixo de 10 km/h, para diminuir perdas por deriva e/ou evaporação.

Aplicação aérea

Utilizar avião agrícola, equipado com barra de bicos cônicos ou micronair, altura de voo de 2 a 4 metros, pressão de 30 a 50 lb/pol², com volume de calda de 20 a 40 L/ha, velocidade do vento menor que 8 km/hora e UR do ar maior que 70%.

Observe as condições climáticas para a aplicação aérea

- Evitar aplicações em dias de muito calor e umidade muito baixa.
- Aplicações devem ser feitas pela manhã ou ao entardecer.

Preparo da calda
- Preparar a calda imediatamente antes da aplicação.
- Encher pela metade o tanque auxiliar.
- Fazer funcionar lentamente o agitador ou mexer manualmente, ir jogando aos poucos a quantidade desejada do produto.
- Completar o volume do tanque, adicionando água lentamente e sempre com urna moderada agitação.
- Durante a pulverização, deve-se procurar manter uma agitação mínima.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) recomendados para a aplicação do produto.

LIMITAÇÕES DE USO

Produto de uso restrito às indicações em rótulo e bula. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas. É recomendada a aplicação nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no fim da tarde ou em dias nublados.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O uso repetido deste ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência: Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

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