Bula Mospilan WG - Iharabras

Bula Mospilan WG

acessos
Acetamiprid
11517
Iharabras

Composição

Acetamiprido 725 g/kg Neonicotinóide

Classificação

Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,3 a 30 g p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo as aplicações a cada 10 dias se for constatada a presença da praga não ultrapassando o máximo de 2 aplicações. 7 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Aveia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
80 a 120 g p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
60 a 100 g p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo no máximo 2 aplicações a cada 10 dias se for constatada a presença da praga. 7 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Pulgão verde
(Myzus persicae)
60 a 100 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Repetindo no máximo 2 aplicações a cada 10 dias se for constatada a presença da praga. 7 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Batata-doce Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
60 a 100 g p.c./ha 150 L de calda/ha - 7 dias. 15 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
5 a 15 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
60 a 100 g p.c./ha 150 L de calda/ha - 7 dias. 15 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
20 g p.c./ha 200 L de calda/ha - - 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Centeio Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
80 a 120 g p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
80 a 120 g p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Psilideo
(Diaphorina citri)
3 a 7 g p.c./100 L de água 2000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
20 g.p.c./ha 200 L de calda/ha - - 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Couve-chinesa Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
20 g p.c./ha 200 L de calda/ha - - 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Couve-de-bruxelas Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
20 g p.c./ha 200 L de calda/ha - - 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Couve-flor Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
20 g p.c./ha 20 L de calda/ha - - 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Psilideo de concha
(Glycaspis brimblecombei)
60 a 100 g p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - Uso não alimentar. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
60 a 100 g p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
5 a 15 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mariposa oriental
(Grapholita molesta)
8 a 10 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 7 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Mosca sul americana
(Anastrepha fraterculus)
8 a 10 g p.c./100 L de água 1000 L p.c./ha - 7 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cochonilha
(Aonidiella comperei)
100 g p.c./ha 500 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 15 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
60 a 100 g p.c./ha 150 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 15 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
80 a 120 g p.c./ha 200 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
60 a 100 g p.c./ha 200 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
80 a 120 g p.c./ha 200 L de calda/ha - 7 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
5 a 15 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
5 a 15 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
5 a 15 g p.c./100 L de água 1000 L de calda/ha - 5 dias. 3 dia. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
20 g p.c./ha 200 L de calda/ha - - 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
60 a 100 g p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 14 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
80 a 120 g p.c./ha 400 a 500 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Tripes
(Frankliniella schultzei)
100 a 140 g p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 3 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
80 a 120 g p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura
Triticale Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão das espigas
(Sitobion avenae)
80 a 120 g p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) 7 dias. 7 dias. Aplicar preventivamente, ou quando do aparecimento das primeiras formas adultas da praga, ou conforme o nível de infestação na cultura

Tipo: Balde
Material: Plástico
Capacidade: 5; 10; 15; 20; 25 kg.

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 2,0; 3,0; 4,0; 5,0; 10 kg.

Tipo: Caixa
Material: Fibra celulósica
Capacidade: 10; 15; 20; 25 kg.

Tipo: Cartucho
Material: Fibra celulósica
Capacidade: 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 4,0; 5,0 kg.

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,05; 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,35; 0,45; 0,5; 0,75; 0,9; 1,0; 2,0; 5,0 kg.

Tipo: Saco
Material: Hidrossolúvel
Capacidade: 0,01; 0,02; 0,025; 0,03; 0,033; 0,04; 0,045; 0,05; 0,055; 0,06; 0,065; 0,07; 0,075; 0,08; 0,085; 0,09; 0,095; 0,1; 0,12; 0,15; 0,18; 0,2; 0,21; 0,25; 0,3; 0,35; 0,4; 0,45; 0,5; 0,6; 0,7; 0,75; 0,9; 1,0; 2,0; 3,0; 5,0 kg.

Tipo: Saco
Material: Fibra celulósica revestida com plástico/Plástico aluminizado/Plástico
Capacidade: 0,01; 0,02; 0,025; 0,03; 0,033; 0,04; 0,045; 0,05; 0,055; 0,06; 0,065; 0,07; 0,075; 0,08; 0,085; 0,09; 0,095; 0,1; 0,12; 0,15; 0,18; 0,2; 0,21; 0,25; 0,3; 0,35; 0,4; 0,45; 0,5; 0,6; 0,7; 0,75; 0,9; 1,0; 2,0; 3,0; 4,0; 4,5; 5,0; 10; 15; 20; 25 kg.

Tipo: Tambor
Material: Fibra celulósica
Capacidade: 0,5; 1,0; 2,0; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
MOSPILAN WG trata-se de um inseticida sistêmico de ação translaminar empregado na forma de pulverizações no controle de inúmeras pragas das culturas como seguem abaixo:
Para o controle do Pulgão-do-algodoeiro(Aphis gossypii) na cultura do Algodão recomenda-se a utilização da dose de 30 g do produto comercial/ha com volume de calda de 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar aplicação no início da infestação quando surgirem os primeiros pulgões. Caso haja nova infestação na área, realizar aplicação com intervalo mínimo de 10 dias. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura.
BATATA:
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) recomenda-se a utilização da dose de 60 a 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo mínimo de 10 dias, caso haja nova infestação.
Para o controle do Pulgão-verde(Myzus persicae) recomenda-se a utilização da dose de 60 a 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 a 300 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo mínimo de 10 dias, caso haja nova infestação.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) na cultura da Batata-doce, recomenda-se a utilização da dose de 60 a 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 150 L/ha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias caso haja nova infestação.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) na cultura da Berinjela recomenda-se a utilização da dose de 5 a 15 g do produto comercial/100 L, com volume de calda de 1.000 L/ha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 dias.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) na cultura Beterraba, recomenda-se a utilização da dose de 60 a 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 150 L/ha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias caso haja nova infestação.
Para o controle do Pulgão-da-couve(Brevicoryne brassicae) nas culturas do Brócolis, da Couve, da Couve-chinesa, na Couve-de-bruxelas, da Couve-flor e do Repolho, recomenda-se a utilização da dose de 20 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha. Realizar monitoramento constante e proceder aplicação logo no início da infestação. Realizar 1 aplicação por ciclo da cultura.
Para o controle do Pulgão-da-espiga(Sitobion avenae) nas culturas da Aveia, do Centeio e da Cevada, recomenda-se a utilização da dose de 80 a 120 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 7 dias.
Para o controle do Psilideo-dos-citros(Diaphorina citri) na cultura dos Citros, recomenda-se a utilização da dose de 3 a 7 g do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 2.000 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar monitoramento constante e aplicar imediatamente quando for constatado a presença da praga. Realizar no máximo 1 aplicação por ciclo da cultura.
Para o controle do Psilideo-de-conha(Glycaspis brimblecombei) na cultura do Eucalipto, recomenda-se a utilização da dose de 60 a 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 a 400 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar nova aplicação em caso de reinfestação da praga.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) na cultura do Feijão, recomenda-se a utilização da dose de 60 a 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo mínimo de 7 dias caso haja nova infestação.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) nas culturas do Jiló, da Pimenta, do Pimentão e do Quiabo, recomenda-se a utilização da dose de 5 a 15 g do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 5 dias.
MAÇÃ:
Para o controle da Mariposa-oriental(Grapholita molesta) recomenda-se a utilização da dose de 8 a 10 g do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios instaladas no pomar. Iniciar as aplicações quando forem encontrados no máximo 5 adultos. Aplicar com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
Para o controle da Mosca-das-frutas(Anastrepha fraterculus) recomenda-se a utilização da dose de 8 a 10 g do produto comercial/100 L de água, com volume de calda de 1.000 L/ha. Realizar monitoramento através de armadilhas de feromônios ou atrativos alimentares no pomar e iniciar as aplicações quando ocorrer a presença de adultos da mosca na área. Aplicar com intervalos de 7 dias. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura.
Para o controle da Cochonilha(Aonidiella comperel) na cultura do Mamão, recomenda-se a utilização da dose de 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 500 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar moniroamento constante e proceder aplicação logo no início da infestação. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura, com intervalo mínimo de 15 dias caso haja nova infestação.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) na cultura da mandioca, recomenda-se a utilização da dose de 60 a 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 150 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias caso haja nova infestação.
Para o controle da Mosca-branca nas culturas do Melão e da Melancia, recomenda-se a utilização da dose de 80 a 120 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias.
Para o controle do Pulgão-do-algodoeiro(Aphis gossypii) na cultura da Melancia, recomenda-se a utilização da dose de 60 a 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha. Realizar aplicação no início da infestação, quando surgirem os primeiros pulgões. Caso haja a infestação do pulgão na área, realizar nova aplicação. Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias.
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) na cultura da Soja, recomenda-se a utilização da dose de 60 a 100 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 150 a 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 a 10 dias.
TOMATE:
Para o controle da Mosca-branca(Bemisia tabaci raça B) recomenda-se a utilização da dose de 80 a 120 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 400 a 500 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar 3 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias caso haja nova infestação.
Para o controle do Tripes(Frankliniella shultzei) recomenda-se a utilização da dose de 100 a 140 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 400 a 800 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar 3 aplicações com intervalo mínimo de 7 dias caso haja nova infestação.
Para o controle do Pulgão-da-espiga(Sitobion avenae) nas culturas do Trigo e do Triticale, recomenda-se a utilização da dose de 80 a 120 g do produto comercial/ha, com volume de calda de 200 L/ha em aplicação terrestre, e de 20 a 30 L/ha em aplicação aérea. Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura com intervalo mínimo de 7 dias.

OBSERVAÇÕES GERAIS:
Realizar monitoramento constante e proceder aplicação logo no inicio da infestação, Utilizar a menor dose quando forem observados os primeiros sinais de ataque da praga ou no inicio das infestações nas áreas cultivadas ou, nas áreas e culturas adjacentes. Utilizar a maior dose quando a praga já estiver presente em altas populações na área cultivada, ou nas áreas vizinhas. Em Culturas ou cultivares susceptiveis a virose, também deve-se utilizar a maior dose.

MODO E EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
AplIcar o produto MOSPILAN WG nas dosagens recomendadas, diluído em água, conforme o tipo de aplicação:

- Preparo da Calda
No preparo da calda de aplicação, realizar a adição direta do produto no tanque de pulverização ou através de pré-diluição. Nesse último caso, diluir o produto em pequena quantidade de água, agitando-se até a completa homogeneização da suspensão. A seguir, despejar a suspensão no tanque de pulverização que deve conter dois terços do volume de água a ser utilizada. Após essa etapa. completa-se o volume total de água do tanque. Durante esse processo, alguns cuidados são fundamentais, tais corno:
a) Utilização de equipamentos de proteção individual (EPIs).
b) O preparo da calda deve ser realizado em local sombreado aberto e que apresente boa ventilação.
c) Evitar inalação, respingo e contato com os produtos, não desentupir bicos ou orificios com
boca, assim como não beber, comer ou fumar durante o manuseio e a aplicação dos produtos.
d) A embalagem deverá ser aberta com cuidado para evitar derramamento do produto.
e) Realizar a tríplice lavagem da embalagem vazia logo após o esvaziamento da mesma, longe de locais que possam ser contaminados e causem riscos à saúde das pessoas.

- Aplicação terrestre: aplicado utilizando-se equipamentos motorizados, costal manual, turbo atomizadores tratorizados ou pulverizadores munidos de pistola.
Toda a aplicação deve garantir uma cobertura uniforme sobre o alvo e toda a parte aérea da planta para garantir o bom funcionamento do produto.
O sistema de agitação no interior de tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.

- Aplicação aérea: Esta modalidade de aplicação é indicada para a cultura do Algodão, Aveia, Batata, Centeio, Cevada, Citros, Eucalipto, Feijão, Mamão, Mandioca, Soja, Tomate. Trigo e Triticale.
Uso de barra ou atomizador rotativo Micronair AU 3000/5000.
Volume de aplicação com barra: 20 - 30 L/ha de calda. Com Mlcronair: máximo 18 L/Micronair/minuto.
Altura do voo: com barra ou Micronair: 4 - 5 m em relação ao topo das plantas.
Largura da faixa de deposição efetiva: 20 m, para aviões do tipo IPANEMA. Aviões de maior porte consultar técnico devidamente habilitado da região.
Tamanho/densidade de gotas: 110 140 micrômetros com mínimo de 40 gotas/cm².
No caso de barra, usar bicos cônicos da série D com disco (core) 45°. Manter a angulação das barras entre 90º (para a umidade do ar acima de 80%), ajustando-a durante a aplicação de acordo com a variação da umidade relativa do ar, até a angulação máxima de 180º em relação à direção do voo do avião
O sistema de agitação no interior do tanque deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação.

- Condições climáticas:
Atentar-se para as condições cllimáticas para as ap!icações terrestres e aéreas a fim de garantir boa deposição de gotas sobre o alvo:
A temperatura ambiente deve ser no máximo de 30ºC.
A umidade do ar não deve ser menor que 50%
A velocidade do vento pode variar de 3 a 20 Krn/h

Observação: Seguir as condições de apiicação acima Indicadas e consultar um Engenheiro
Agrônomo

INTERVALO DE SEGURANÇA
CULTURA dias
'Algodão 7
Aveia 7
Batata 7
Batata-doce 15
Berinjela 3
Beterraba 15
Brócolis 3
Centeio 7
Cevada 7
Citros 3
Couve 3
Couve-chinesa 3
Couve-de-bruxelas 3
Couve-flor 3
Eucalipto UNA
Feijão 7
Jiló 3
Maçã 7
Mamão 3
Mandioca 15
Melão 3
Melancia 3
Pimenta 3
Pimentão 3
Quiabo 3
Repolho 3
Soja 14
Tomate 3
Trigo 7
Triticale 7

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada de pessoas nas culturas poderá ocorrer após a completa secagem da calda aplicada (cerca de 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
Não há desde que siga corretamente as instruções de uso.
O uso do produto está restrito ao indicado no rótulo e bula,
Quando este produto for utilizado na dose recomendada, não causará danos à cultura indicada.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou com defeitos e não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados, úmidos ou vencidos e siga as recomendações do fabricante.
- Não aplique próximo de escolas, residências e outros locais de permanência de pessoas e de áreas de criação de animais. Siga as orientações técnicas específicas de um profissional habilitado;
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência;
- Mantenha o produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado, utilizando os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados;
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Recomendações adicionais de segurança podem ser adotadas pelo técnico responsável pela aplicação em função do método utilizado ou da adoção de medidas coletivas de segurança.
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Não permita que animais, crianças ou qualquer pessoa não autorizada permaneça na área em que estiver sendo aplicado o produto.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou avião), aplique o produto contra o vento.
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os
avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI´s) recomendados para uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto e troque as roupas.
- Lave as roupas e os equipamentos de proteção individual (EPI) separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilizar luvas e avental impermeáveis.
- Após cada aplicação do produto faça a manutenção e a lavagem dos equipamentos de aplicação.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com
tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, não tente evitar. Em caso de vômito, mantenha a cabeça abaixo do nível dos quadris ou coloque a pessoa de lado (se estiver deitada) para evitar a aspiração do conteúdo gástrico. Se a vítima estiver consciente (“acordada”), dê 2 a 3 copos de água. Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente (“desacordada”).
Olhos: Em caso de contato, retire lentes de contato, se presentes. Lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos, elevando as pálpebras ocasionalmente. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire toda a roupa e acessórios (cinto, pulseira, óculos, relógio, anéis, etc) contaminados e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro, por pelo menos 15 minutos. Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. A pessoa que prestar socorro deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

= INTOXICAÇÕES POR ACETAMIPRIDO =
INFORMAÇÕES MÉDICAS
As informações presentes nesta tabela são para uso exclusivo do profissional de saúde. Os procedimentos descritos devem ser realizados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).

Grupo químico: Neonicotinóide
Classe toxicológica: CLASSE III – MEDIANAMENTE TÓXICO
Vias de exposição: Dérmica, ocular, inalatória, oral.
Toxicocinética: Em estudos realizados em ratos, o Acetamiprido foi absorvido rápida e quase completamente pelo trato gastrointestinal (>96%, 24 horas após administração). Após absorvido, o produto foi distribuído pelo organismo, sendo encontrado escassos resíduos (0,01 - 0,1 ppm) no trato gastrointestinal, fígado, rins, adrenais e tireoide, com baixo potencial de bioacumulação. Sofreu biotransformação mediante processos de demetilação e conjugação com glicina. A maior concentração do produto no organismo dá-se na primeira hora pós-dose; após este tempo, os níveis começam a cair e sua eliminação do organismo ocorre em 6 horas. O Acetamiprido foi excretado principalmente pela urina e fezes. A absorção dérmica (aprox. 30%) e inalatória foram baixas.
Os neonicotinóides, com estrutura similar à nicotina, agem como agonistas nos receptores nicotínicos da acetilcolina no sistema nervoso central (SNC) dos insetos, alterando assim a transmissão do sinal nas sinapses nervosas. A Acetilcolina (ACh) é um neurotransmissor que é liberado nas sinapses nervosas para transmitir o impulso nervoso. Uma vez liberada, a ACh deve ser removida rapidamente para permitir que ocorra a repolarização, processo realizado pela enzima acetilcolinesterase. Os neonicotinóides mimetizam a acetilcolina, mas não são inativados pela acetilcolinesterase, causando, assim, hiperestimulação nervosa.
Os neonicotinóides são de relativamente baixa toxicidade aos mamíferos pois apresentam baixa afinidade pelos subtipos de receptor nicotínico dos vertebrados, quando comparados aos dos insetos, e não penetram a barreira hematoencefálica. Efeitos no SNC não devem ser esperados a baixos níveis de exposição.
Exposição aguda: em animais, este tipo de inseticida parece ser mais tóxico após ingestão. Muitos dos efeitos observados podem ser derivados dos outros componentes da formulação.
Dois casos de intoxicação por Acetamiprido em humanos foram descritos no Japão. Os pacientes apresentaram: náuseas, vômitos, debilidade muscular, hipotermia, convulsões, taquicardia, hipotensão, alterações eletrocardiográficas e hipóxia. Os sintomas foram parcialmente semelhantes aos apresentados na intoxicação por organofosforados. Tratamento de suporte foi suficiente e os dois pacientes se recuperaram sem complicações, em 2 dias. Em ratos mostrou elevada toxicidade aguda após ingestão causando:

Sinais e sintomas
Inalatória: Insuficiência respiratória, aspiração pulmonar
Oral: Náuseas, vômitos
Sistêmica: Hipotensão, depressão do SNC, desorientação, agitação, tremores, delírios, hipotermia, arritmias
Toxicidade crônica: não há dados disponíveis sobre toxicidade crônica em humanos.


Diagnóstico: Para efeito de diagnostico, observar:
Leve a moderada intoxicação: náusea, vomito, diarreia, dor abdominal, tontura e dores de cabeça.
Intoxicação severa: ingestão em grande quantidade pode causar agitação, convulsões, acidose metabólica, hipotermia, pneumonite e depressão respiratória.
Monitorar eletrólitos séricos, realizar monitoramento cardíaco e realizar ECG em pacientes sintomáticos.
CUIDADO PARA OS PRESTADORES DE PRIMEIROS SOCORROS: deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeável. Deve-se evitar contato cutâneo, inalatório e ocular com o produto.
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento: Antídoto: não há antídoto especifico. O tratamento é sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico para a manutenção das funções vitais.
Exposição Oral:
Consultar conduta com gastroenterologista em casos de pacientes com dor ao engolir, salivação excessiva ou outra evidência de injúria a fim de avaliar possível dano ao esôfago.
Atropina deve ser considerada se o paciente estiver bradicárdico ou apresentando sintomas colinérgicos. Administrar fluidos IV em casos de hipotensão e vasopressores caso a hipotensão persista.
Exposição inalatória:
Se ocorrer tosse/dispneia, avalie quanto à irritação, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. Trate broncoespasmos com b2-agonistas via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
Exposição ocular:
Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina 0,9%, à temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se os sintomas persistirem, encaminhar o paciente para o especialista.
Exposição dérmica:
Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com abundante água e sabão. Encaminhar o paciente para o especialista caso a irritação ou dor persistirem.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-774 4272 Centro de Envenenamento do Paraná: 0800-410148

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em estudos realizados em ratos, o Acetamiprido foi absorvido rápida e quase completamente pelo trato gastrointestinal (>96%, 24 horas após administração). Após absorvido, o produto foi distribuído pelo organismo, sendo encontrado escassos resíduos (0,01 - 0,1 ppm) no trato gastrointestinal, fígado, rins, adrenais e tireoide, com baixo potencial de bioacumulação. Sofreu biotransformação mediante processos de demetilação e conjugação com glicina. A maior concentração do produto no organismo dá-se na primeira hora pós-dose; após este tempo, os níveis começam a cair e sua eliminação do organismo ocorre em 6 horas. O Acetamiprido foi excretado principalmente pela urina e fezes. A absorção dérmica (aprox. 30%) e inalatória foram baixas.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
- Efeitos Agudos do Produto Formulado DL50 oral: 200 mg/kg p.c.
DL50 dérmica: > 2000 mg/kg p.c.
CL50 inalatória: > 2,4 mg/L
Irritação dérmica: Levemente irritante para pele de coelhos
Irritação ocular: moderadamente irritante com hiperemia e edema de conjuntiva em coelhos, reversíveis em 48 horas
Sensibilização dérmica: não sensibilizante

- Efeitos Crônicos do Ingrediente Ativo e Componentes
ACETAMIPRIDO
Em estudos toxicológicos crônicos, os ratos apresentaram perda de peso, redução no consumo da dieta e hipertrofia, com vacuolização hepatocelular (ratos e camundongos). Em altas doses, o Acetamiprido causou incremento no consumo de água, hipotrigliceridemia, efeitos sobre o SNC e alterações nas papilas renais.

COMPONENTES DA FORMULAÇÃO
O uso adequado dos equipamentos de proteção, conforme recomendado nesta bula, não é esperado que os componentes desta formulação causem efeitos adversos toxicologicamente relevantes em humanos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para minhocas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para aves.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute a aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa IHARABRAS S.A INDUSTRIAS QUIMICAS, pelo telefone de Emergência 0800 774 4272.
- Utilize o equipamento de proteção individual EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter à evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos ao produto, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento, sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias
regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas. Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www,agricultura.gov.br),