Bula Oberon

CI
Espiromesifeno
1706
Bayer

Composição

Espiromesifeno 240 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida, Acaricida
Não Classificado
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão

Abacate

Calda Terrestre Dosagem
Tegolophus perseaflorae (Ácaro das flores do abacateiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abacaxi

Calda Terrestre Dosagem
Dolichotetranychus floridanus (ÁCARO-ALARANJADO-DO-ABACAXIZEIRO) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abóbora

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Abobrinha

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Açaí

Calda Terrestre Dosagem
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Acelga

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Agrião

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Alface

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Algodão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Almeirão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Batata-doce

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Berinjela

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Beterraba

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Brócolis

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Café

Calda Terrestre Dosagem
Oligonychus ilicis (Ácaro vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Caqui

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Carambola

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chicória

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Chuchu

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Citros

Calda Terrestre Dosagem
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Phyllocoptruta oleivora (Ácaro da falsa ferrugem) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Coco

Calda Terrestre Dosagem
Eriophyes guerreronis (Ácaro da necrose do coqueiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-chinesa

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-de-bruxelas

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Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Couve-flor

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Dendê

Calda Terrestre Dosagem
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Espinafre

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Estévia

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Feijão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Figo

Calda Terrestre Dosagem
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Goiaba

Calda Terrestre Dosagem
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Jiló

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mamão

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Mandioca

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus cinnabarinus (Ácaro-vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Manga

Calda Terrestre Dosagem
Oligonychus spp (Ácaro vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maracujá

Calda Terrestre Dosagem
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus evansi (Ácaro vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus ludeni (Ácaro vermelho) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Maxixe

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melancia

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Melão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Milho

Calda Terrestre Dosagem
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pepino

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimenta

Calda Terrestre Dosagem
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pimentão

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Plantas ornamentais

Calda Terrestre Dosagem
Atrichoproctus neocaledonicus (Ácaro do bronzeado) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Pupunha

Calda Terrestre Dosagem
Brevipalpus phoenicis (Ácaro da leprose) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Quiabo

Calda Terrestre Dosagem
Polyphagotarsonemus latus (Ácaro branco) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rabanete

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Repolho

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Rúcula

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Soja

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Tomate

Calda Terrestre Dosagem
Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Tetranychus urticae (Ácaro rajado) ( veja aqui ) ( veja aqui )

Frascos de polietileno e metálicos para 0,25; 0,4; 0,5; 1; 5 e 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO

OBERON® é um inseticida/acaricida de contato e ingestão, do grupo químico cetoenol, indicado para o controle das pragas mencionadas nas culturas da bula.

MODO DE APLICAÇÃO

O volume de calda recomendado em bula a ser utilizado varia de acordo com o estágio de desenvolvimento da cultura.

PREPARO DE CALDA

Para o preparo da calda, deve-se utilizar água de boa qualidade, livre de coloides em suspensão (terra, argila ou matéria orgânica), a presença destes pode reduzir a eficácia do produto.
O equipamento de pulverização a ser utilizado para a aplicação do OBERON® deve estar limpo de resíduos de outro agrotóxico.
Preencher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade, inserir a dose recomendada do OBERON®, completar a capacidade do reservatório do pulverizador com água, mantendo sempre o sistema em agitação e retorno ligado durante todo o processo de preparo e pulverização para manter homogênea a calda de pulverização.
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após sua preparação.
Na ocorrência de algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de reiniciar a aplicação.

EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

APLICAÇÃO TERRESTRE

Utilizar pulverizadores costais (manuais ou motorizados), tratorizados e/ou estacionários munidos de mangueiras ou turbo-atomizadores.
Equipamentos Costais (manuais ou motorizados):
Utilizar pulverizador costal dotado de ponta de pulverização do tipo leque (jato plano), calibrando de forma a proporcionar perfeita cobertura com tamanho de gota média a grossa e direcionando para o alvo desejado. Observar para que não ocorram sobreposições nem deriva por movimentos não planejados pelo operador.
Equipamento estacionário manual (pistola):
Utilizar pulverizador com pistola com gatilho de abertura e fechamento dotado de ponta de pulverização hidráulica, calibrar o equipamento para que a cada acionamento, do gatilho, a vazão seja constante. Manter velocidade de deslocamento constante modo que não se prejudique a condição da formação das gotas e mantenha o mesmo volume de calda em toda a área tratada. Realizar movimentos uniformes com a pistola de evitando a concentração de calda em um único ponto gerando, assim, escorrimento e desperdício da calda.
Pulverizadores de Barra:
Utilizar pulverizadores tratorizados de barra ou autopropelidos, com pontas de pulverização hidráulicas, adotando o espaçamento entre pontas e altura da barra com relação ao alvo recomendados pelo fabricante das pontas. Certificar-se que a altura da barra é a mesma com relação ao alvo em toda sua extensão, devendo esta altura ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.
Hidropneumáticos (Turbo-atomizadores):
Utilizar pulverizador tratorizado montado, semi-montado ou de arrasto, dotado de ponta do tipo cone vazio com espaçamento entre pontas determinado pelo fabricante. As pontas devem ser direcionadas para o alvo de acordo com cada cultura, as pontas superiores e inferiores podem ser desligados para que não seja feita a pulverização no solo ou acima do topo da cultura, além do emprego de pontas com perfil de gotas variando entre grossa e muito grossa nas posições superiores, a fim de evitar a perda dessas gotas por deriva. A regulagem do ventilador deve oferecer energia suficiente para que as gotas sejam impulsionadas para o interior do dossel da cultura, conferindo a melhor cobertura no interior da estrutura da planta. O equipamento deve ser regulado e calibrado de forma a produzir espectro de gotas médias a grossas.

APLICAÇÃO AÉREA

A aplicação aérea pode ser feita nas culturas de algodão, feijão, milho e soja.
Utilizar aeronaves agrícolas equipada com pontas rotativas ou barras com pontas hidráulicas de acordo com a vazão calculada ou recomendada pelo fabricante dos mesmos, devendo ser considerado o tamanho do orifício das pontas, o ângulo de inclinação (em graus), a pressão (PSI) e a velocidade de voo (Km/h), que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm² e uma cobertura de pulverização uniforme, adotando classe de gotas que variam de média a grossa.
- Utilize pontas e pressão adequadas para produzir uma cobertura de pulverização uniforme com tamanhos de gotas de média a grossa;
- Condições diferentes das ideais devem ser avaliadas pelo técnico responsável pela aplicação.
- Não aplicar este produto utilizando sistema eletrostático.
- Para a aplicação aérea, a distância entre as pontas na barra não deve exceder 75% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura), preferencialmente utilizar 65% do comprimento do diâmetro do rotor (ou envergadura) no limite da bordadura.
- Utilizar sempre empresas certificadas pela Certificação Aeroagrícola Sustentável (CAS) para realizar a aplicação aérea.
Volume de calda: 30 – 50 L/há
Tamanho de gotas: Média – Grossa
Cobertura mínima: 40 gotas / cm²
Altura de voo: 3 metros
Faixa de aplicação: 15 – 18 metros
Distribuição das pontas: 65%

Condições meteorológicas para pulverização:
Temperatura: menor que 30ºC
Umidade do ar: maior que 55%
Velocidade do vento: entre 3 e 10 km/h

RECOMENDAÇÃO PARA EVITAR DERIVA

Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente dos equipamentos utilizados para a pulverização, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e as condições meteorológicas (velocidade do vento, umidade e temperatura). Sempre que possível opte por pontas antideriva. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva é responsabilidade do aplicador.
Diâmetro das gotas: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar com o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle, ou seja, de média a grossa.
A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, entre outros devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando-se gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis.
Técnicas gerais para o controle do diâmetro de gotas:
Volume: use pontas de maior vazão para aplicar o maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Pontas com vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: use a menor pressão indicada para a ponta. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use pontas de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de Ponta: use o modelo de ponta apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria das pontas, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de pontas de baixa deriva. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos.
Temperatura e Umidade: Em condições de clima quente e seco regule o equipamento para produzir gotas maiores a fim de evitar a evaporação.

INVERSÃO TÉRMICA

O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr do sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser identificada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que se a fumaça for rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical de ar.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.
Os limites máximos e tolerâncias de resíduos para as culturas tratadas com este produto podem não ter sido estabelecidas em nível internacional ou podem divergir em outros países, em relação aos valores estabelecidos no Brasil. Para culturas de exportação verifique estas informações previamente à utilização deste produto.
É de inteira responsabilidade do usuário do produto a verificação prévia destas informações, sendo ele o único responsável pela decisão da exportação das culturas tratadas com este produto. Caso tenha alguma dúvida, consulte seu exportador, importador ou a Bayer antes de aplicar este produto.
É recomendada a manutenção do registro de todas as atividades de campo (caderno de campo), especialmente para culturas de exportação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida OBERON® pertence ao grupo 23 (Inibidores da acetil CoA carboxilase – Derivados de ácido tetrônico e tetrâmico - Cetoenol), Espiromesifeno, e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do OBERON® como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 23. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar OBERON® ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
• Aplicações sucessivas de OBERON® podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do OBERON®, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico dos Cetoenóis não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do OBERON® ou outros produtos do Grupo 23 (Espiromesifeno) quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Utilizar as recomendações de uso e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRACBR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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