Bula Oberon

acessos
Espiromesifeno
1706
Bayer

Composição

Espiromesifeno 240 g/L Cetoenol

Classificação

Acaricida, Inseticida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão

Açaí Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Folha de veludo
(Abutilon theophrasti)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença do ácaro
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
500 a 600 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se reinfestar. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
500 a 600 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se reinfestar. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
600 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 7 dias. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Batata-doce Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença da praga
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença da praga
Beterraba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença da praga
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro vermelho
(Oligonychus ilicis)
0,2 a 0,5 L p.c./ha 400 a 800 L de calda/ha - Em caso de reinfestação, reaplicar no máximo mais uma vez durante o ciclo. 21 dias. A aplicação deve ser realizada no início da infestação, antes dos sintomas de bronzeamento aparecerem nas folhas, ou forem constatados ácaros vivos nas folhas
Caqui Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
0,2 a 0,5 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença do ácaro
Carambola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da necrose do coqueiro
(Eriophyes guerreronis)
0,2 a 0,5 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença do ácaro
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
0,2 a 0,5 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença do ácaro
Dendê Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Folha de veludo
(Abutilon theophrasti)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença do ácaro
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
500 a 600 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci)
500 a 600 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 7 dias. 21 dias. 7 a 10 dias após a emergência da cultura
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
500 a 600 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 7 dias. 21 dias. 7 a 10 dias após a emergência da cultura
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Folha de veludo
(Abutilon theophrasti)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença do ácaro
Goiaba Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença do ácaro
Jiló Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença da praga
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro-vermelho
(Tetranychus cinnabarinus)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença do ácaro
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença da praga
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença da praga
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 5 - 7 dias. 14 dia. Iniciar a aplicação 7-10 dias após a emergência das culturas ou logo após o aparecimento das pragas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
0,3 a 0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações. 21 dias. Iniciar a aplicação 7-10 dias após a emergência das culturas ou logo após o aparecimento das pragas
Pimenta Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença do ácaro
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença da praga
Pupunha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Folha de veludo
(Abutilon theophrasti)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença do ácaro
Quiabo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro branco
(Polyphagotarsonemus latus)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença do ácaro
Rabanete Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
0,5 a 0,6 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 5 dias. 1 dia. Realizar a primeira aplicação quando detectar a presença da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
400 a 600 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar se reinfestar. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
400 a 600 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) 5 a 7 dias. 21 dias. Logo após o aparecimento da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro rajado
(Tetranychus urticae)
500 a 600 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. 14 dias. Logo após o aparecimento da praga
Mosca branca
(Bemisia tabaci raça B)
500 a 600 mL p.c./ha 400 a 1000 L de calda/ha - Reaplicar se reinfestar. 3 dias. 7 a 10 dias após a emergência da cultura

Frascos de polietileno e metálicos para 0,25; 0,4; 0,5; 1; 5 e 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
Oberon é um inseticida/acarida de contato e ingestão do grupo cetoenol, indicado para o controle de moscas-brancas e ácaros.

CULTURAS / PRAGAS CONTROLADAS / DOSES:
Vide a seção “Indicações de Uso/Doses”

(*) Utilizar maiores doses quando ocorrer altas infestações.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para as moscas-brancas, em feijão, melão e tomate, iniciar a aplicação 7-10 dias após a emergência das culturas ou logo após aparecimento das pragas e reaplicar com intervalo de 5-7 dias, seguindo o ciclo das mesmas, fazendo rotação com produtos que possuam mecanismos de ação diferentes. Para as moscas-brancas em soja e algodão, iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga, repetindo aplicação com intervalo de 5-7 dias.
Para os ácaros, iniciar a aplicação logo após o aparecimento da praga e replicar na reinfestação.
Fazer no máximo duas aplicações para a cultura do algodão e soja, 3 para a cultura do feijão e 4 aplicações para as culturas de melão e tomate, fazendo rotação com produtos que possuam mecanismos de ação diferentes.

MODO DE APLICAÇÃO:
- Aplicação Aérea
Nas culturas do algodão, feijão e soja utilizar barras equipadas com bicos de jato cônico vazio da série "O" micronair ou similar, com a combinação adequada de difusor (core) que permita a liberação e deposição de uma densidade mínima de 80 gotas/cm². Recomenda-se o volume de 20 - 40 Llha de calda, altura de vôo de 2-3 m do alvo e largura de faixa de deposição efetiva de 15 - 18m. O produto pode ser aplicado na tecnologia de (BVO) baixo volume de óleo, de acordo com as especificações do equipamento a ser utilizado.

- Aplicação terrestre:
O produto deve ser diluído em água e aplicado na forma de pulverização, com equipamentos terrestres (pulverizador costaI manual, motorizado ou tratorizado) Os equipamentos devem ser dotados com bico de jato cônico vazio da série "D" ou leque, com pressão de trabalho suficiente para proporcionar tamanho de gotas de 200 a 250 micra e densidade acima de 200 gotas/cm².
Na cultura do melão, o volume de calda necessário é de 200 a 400 L/ha.
Para as culturas do algodão, feijão e soja é necessário um volume de calda de 100 a 300 L/ha quanto mais adiantado for o estágio de desenvolvimento da cultura, maior deve ser o volume de calda.
Para o tomate utilizar volume de calda de 400 a 1000 L1ha, sendo aplicado na forma de pulverização terrestre, utilizando-se equipamentos tratorizado de barra no tomate industrial e equipamento costal manual ou pulverizador manual pressurizado de mangueira para tomate de mesa.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão, Soja e Feijão: 21 dias; Melão: 14 dias; Tomate: 3 dias.

LIMITAÇÕES DE USO:
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.


PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos de proteção, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro classe PFF-2; óculos de proteção e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro classe PFF-2; óculos de proteção; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos de proteção, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.


PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ ou receituário agronômico.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente por pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

- INTOXICAÇÕES POR ESPIROMESIFENO

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Cetoenol

Classe toxicológica

III - MEDIANAMENTE TÓXICO

Vias de exposição Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Toxicocinética O produto é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal e transportado para diversos órgãos e tecidos. Cerca de 87,4 e 97,5 % do produto administrado é eliminado dentro de 48 h, sendo 45,3 % via fezes, 36,1 % via urina e aproximadamente 6,8 % através da bile. Após 72 horas não foi evidenciado acúmulo do produto em nenhum tecido ou órgão.

Mecanismosde toxicidade

O espiromesifeno é inicialmente metabolizado pela perda do grupo ácidodimetilbutírico.
Os anéis fenil e ciclopentil são hidrolisados e os grupos metil do anel fenil são ultimamente oxidados para acido carboxílico. Estes metabólitos são recuperados na bile e urina em grande proporção. Nas fezes, o principal produto encontrado é a molécula não metabolizada.

Sintomas e sinais clínicos

Não existem informações sobre sintomas de alarme específicos para o ser humano.
Diagnóstico O diagnóstico deve ser feito baseado no exame clínico e nas informações disponíveis.
Tratamento Remova o paciente do contato com o produto. Não existe tratamento específico, manutenção da homeostase é indicada.
Contra-indicações A indução do vômito é contraindicada em razão do risco de aspiração e de pneumonitequímica.
Efeitos sinérgicos Não conhecidos ou existentes.
ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS).
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7010450.
Centro de informações toxicológicas: 0800-410148

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

O produto é rapidamente absorvido pelo trato gastrointestinal e transportado para diversos órgãos e tecidos. Cerca de 87,4 e 97,5 % do produto administrado é eliminado dentro de 48 h, sendo 45,3 % via fezes, 36,1 % via urina e aproximadamente 6,8 % através da bile. Após 72 horas não foi evidenciado acúmulo do produto em nenhum tecido ou órgão.
O primeiro passo de biotransformação do produto ocorre através da quebra do grupo alquil éster, resultando no BSN 2060 enol. Esse metabólito é excretado ou posteriormente transformado via hidroxilação ou oxidação.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos:

Após a administração do produto via oral a ratos, não foram observados quaisquer sinais clínicos, mortalidade ou efeitos sobre o peso e o desenvolvimento corporal dos animais. Via dermal, foi observado parcialmente a formação de escamas e avermelhamento da pele tratada, em fêmeas.
Via inalatório foi observado piloereção, hipotermia moderada e peso corpóreo reduzido temporariamente.
Em coelhos, o produto não apresentou capacidade de irritação à pele e aos olhos.

Efeitos crônicos:

No estudo com ratos machos e fêmeas durante 2 anos, observou-se na dose máxima testada, uma leve redução do peso corporal das fêmeas (-7 %) sendo que o peso dos machos não sofreu alterações.
Em ambos os sexos houve um decréscimo na concentração plasmática (biliar e proteica) bem como um leve decréscimo da concentração do plasma colesterol (CHO2).

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:

( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(X) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando o meio ambiente, a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes nas legislações estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.

- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER S/A - telefone de emergência: 0800-0243334.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado.
Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d’água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA

UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s -
Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
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Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no local onde guardadas as embalagenscheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagenscheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex.Controle Cultural, Biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficarmenos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
-Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
-Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
-Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade