Bula Provence Total

acessos
Isoxaflutole
8317
Bayer

Composição

Indaziflam 150 g/L Alquilazina
Isoxaflutol 450 g/L Isoxazol

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,2 a 0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 165 dias. Para plantios novos da cana-de-açúcar, a recomendação é de aplicação logo após o plantio, na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes. Nas aplicações em cana soca, realizar as aplicações logo após a colheita, na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
0,2 a 0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 165 dias. Para plantios novos da cana-de-açúcar, a recomendação é de aplicação logo após o plantio, na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes. Nas aplicações em cana soca, realizar as aplicações logo após a colheita, na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,2 a 0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 165 dias. Para plantios novos da cana-de-açúcar, a recomendação é de aplicação logo após o plantio, na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes. Nas aplicações em cana soca, realizar as aplicações logo após a colheita, na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,2 a 0,3 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 165 dias. Para plantios novos da cana-de-açúcar, a recomendação é de aplicação logo após o plantio, na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes. Nas aplicações em cana soca, realizar as aplicações logo após a colheita, na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes

Tipo: Balde
Material: Metálico/Plástico
Capacidade: 20; 25; 50; 100; 200 L.

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 3,0; 4,0; 5,0; 6,0; 7,0; 8,0; 9,0; 10; 15; 18; 20; 25; 50,0; 100; 200 L.

Tipo: Contêiner
Material: Metálico/Plástico/Fibra celulósica
Capacidade: 300; 400; 500; 600; 700; 800; 900; 1.000 L.

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 0,025; 0,03; 0,05; 0,06; 0,1; 0,125; 0,15; 0,2; 0,25; 0,3; 0,4; 0,5; 0,75; 0,9; 1,0; 1,2; 1,5; 2,0 L.

Tipo: Tambor
Material: Metálico/Plástico/Fibra celulósica
Capacidade: 50; 100; 150; 180; 190; 200; 220; 250 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

PROVENCE TOTAL é um herbicida seletivo e sistêmico, com aplicação terrestre, do grupo químico das Alquilazinas (lndaziflam) e dos Isoxazotes (Isoxaflutole), indicado para o controle das pragas mencionadas na cultura da Cana-de-açúcar:

Para o controle das plantas daninhas Picão-preto(Bidens pilosa), Leiteiro(Euphorbia heterophylla), Capim-marmelada(Brachiaria plantaginea) e do Capim-colonião(Panicum maximum) recomenda-se a utilização das seguintes doses:
0,20 L do produto comercial/ha para solo arenoso;
0,25 L do produto comercial/ha para solo médio;
0,25 a 0,30 L do produto comercial/ha para solo argiloso.
Realizar aplicação uma única.
Para plantios novos da cana-de-açúcar, a recomendação é de aplicação de PROVENCE TOTAL logo após o plantio, na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes.
Nas aplicações em cana soca, realizar as aplicações de PROVENCE TOTAL logo após a colheita, na pré-emergência da cultura e das plantas infestantes.
Nas situações em que a cana soca venha a apresentar alguma emergência em sua parte aérea, adotar a aplicação em jato dirigido nas entrelinhas da cultura.
Uma aplicação de PROVENCE TOTAL é suficiente para o controle da mato-competição na cana planta e na cana soca . A dose menor é recomendada para solos de texturas arenosas e a dose maior para solos médios e argilosos.

MODO DE APLICAÇÃO:
A dose recomendada deve ser diluída na água do tanque do pulverizador e aplicada na forma de pulverização sobre a área total de cultivo da cultura.
Em situações em que a cana soca, após o corte, estiver no inicio da brotação, apresentando folhas emergidas, aplicar o PROVENCE TOTAL em jato dirigido nas entrelinhas da cultura, evitando que a calda atinja as folhas expostas.
Aplicar com pulverizadores tratorizados, dotados de barra com bicos leques ou equivalente, que permitam a liberação de gotas com tamanho de 150 a 200 micra e deposição de uma densidade mínima de 40 gotas/cm². Para as aplicações em jato dirigido adequar o equipamento para que a pulverização atinja somente as entrelinhas da cana-de-açúcar. Volume de calda de 200 a 300 L/ha. Para obter-se a densidade adequada, o diâmetro de gotas deverá ser ajustado para cada volume de calda. Condições climáticas: evitar aplicações com temperaturas maiores do que 30°C e com umidade relativa inferior a 60%. Quanto à velocidade do vento no máximo 15 Km/h.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar 165 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos do proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Como se trata de um herbicída para aplicação em pré-emergência das plantas daninhas, os melhores resultados são obtidos quando o solo se encontra bem preparado e livre de torrões.
- Não aplicar o produto em períodos extremamente secos, sem umidade no solo.
- Não aplicar o PROVENCE TOTAL em solos arenosas nos meses de maior incidência de chuvas de acordo com região.
- Não aplicar em solos com drenagem prejudicada e/ou encharcados.
- Não aplicar o herbicida em áreas que receberam calagens pesadas em intervalo menor a 90 dias.
- Não aplicar o produto em solos arenosos nos meses de maior incidência de chuvas na região Centro-Sul (novembro a fevereiro) e na região Nordeste (maio a agosto).
- Não aplicar em solos leves com menos de 1% de matéria orgânica.
- Evitar a utilização de herbicidas, inclusive Provence Total, em áreas sujeitas à erosão e ao escoamento superficial.
- Para qualquer tipo de solo, realizar uma aplicação anual, utilizando as doses recomendadas de acordo com a classe textural do solo.
- Nas áreas em que foi conduzida a cultura de cana-de-açúcar e que receberam aplicações de Provence Total, não plantar em sucessão nenhuma cultura anual corno amendoim, soja, milho, feijão, crotalaria, sorgo sacarino ou cana-de-açúcar, em um prazo menor que 365 dias após a última aplicação de Provence Total.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem faça-o de modo a evitar respingos.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Conforme modo de aplicação, evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar a contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• Não reutilizar embalagens vazias.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão com tratamento hidro-repelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

Primeiros Socorros: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente por menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR PROVENCE TOTAL
INFORMAÇÕES DE ORDEM MÉDICA

As informações contidas na tabela abaixo são de uso exclusivo de profissionais da saúde. Os procedimentos descritos devem ser executados somente em local apropriado (hospital, centro de saúde, etc.).

Grupo químico: Indaziflam: Alquilazinas Isoxaflutole: Isoxazol
Classificação toxicológica: CLASSE III - MEDIANAMENTE TÓXICO
Vias de exposição: Oral, inalatória e dérmica.
Toxicocinética: Indaziflam: após a exposição por via oral em ratos, o indaziflam foi rapidamente absorvido atingindo concentrações sanguíneas máximas 40-60 minutos após a administração. As fêmeas apresentaram uma absorção ligeiramente maior que os machos. Aprox. 87% da dose administrada foi excretada nas primeiras 24h, principalmente pelas fezes em machos e igualmente distribuída entre urina e fezes nas fêmeas. Mostrou baixo potencial de acumulação no organismo, escasos resíduos se observaram no tracto gastrointestinal, fígado e pele. A biotransformação do indaziflam foi rápida e completa, ocorrendo principalmente por via oxidativa. O principal metabólito formado é o AE1170437 - acido carboxilico, achado tanto na urina como nas fezes.
Isoxaflutole: foi absorvido rapidamente pelo trato gastrointestinal (60% da dose nas
primeiras 24 horas) e rapidamente e extensamente metabolizado. Distribuiu-se principalmente nos rins e fígado. Mostrou baixo potencial de acumulação. A excreção foi rápida, 85% da dose nas primeiras 24 horas após administração, pela urina e fezes.

Mecanismo de toxicidade: Indaziflam: o mecanismo de toxicidade do indaziflam ainda não é conhecido.
Isoxaflutole: é um inibidor da 4-HPPD, em mamíferos pode interferir no catabolismo da tirosina.

Sintomas e sinais clínicos: Não são conhecidos sintomas e sinais clínicos em humanos. Em animais de laboratório quando administrado por via oral se observou diminuição da atividade, postura curvada, posição prona, dispneia e convulsões; quando administrado por via dérmica não foram observados sintomas; quando administrado por via inalatória se observou respiração trabalhosa, convulsões, prostração e diminuição da atividade. O produto foi ligeiramente irritante aos olhos, não irritante à pele nem sensibilizante.
Diagnóstico: Sendo que não são conhecidos os sintomas de intoxicação em humanos, o diagnóstico deve ser estabelecido pela confirmação da exposição e pela presença de sintomas e sinais clínicos compativeis.com quadro de intoxicação.

Tratamento: Realizar tratamento sintomático e de suporte de acordo com o quadro clínico. Não há antídoto específico.
Em caso de contato com a pele, lavar as áreas atingidas com água corrente e sabão neutro em abundância. O profissional de saúde deve estar protegido, utilizando luvas, botas e avental impermeáveis.
As medidas iniciais deverão verificar a existência de risco eminente de vida e procurar contorná-lo. Deverão ser mantidas as condições respiratórias do paciente através da permeabilidade das vias aéreas (aspiração de secreções), a oferta de ar de boa qualidade, em ambiente ventilado e a realização de respiração artificial quando necessário, desde o boca a boca à utilização de ventilação assistida a nível hospitalar. As condições circulatórias devem ter atenção no combate a quadros de hipotensão e choque. O paciente deve ser mantido com os membros inferiores elevados, aquecido e com a utilização hospitalar de vasopressores, se necessário.
Eventuais convulsões exigem medidas como proteger o paciente de lesões traumáticas,
mantê-lo com vias aéreas permeáveis, administração de medicamentos anticonvulsivantes por via endovenosa deve ser indicação do médico.
O esvaziamento gástrico irá diminuir a absorção do produto em caso de ingestão. Não induzir o vômito. Poderá ser realizado através de lavagem gástrica até uma hora após a exposição e dependendo da severidade do quadro clinico, na maioria dos casos a lavagem gástrica não é necessária. O material proveniente destas manobras deverá ser colhido para eventuais diagnósticos laboratoriais. O carvão ativado pode ser utilizado para diminuir a absorção do produto ainda presente no trato digestivo.
O aumento da excreção do produto já absorvido poderá ser efetivado através de medidas o que resultem em aumento da diurese, porém se forem observados distúrbios hidroeletrolíticos, esses deverão ser corrigidos com prioridade, bem como os distúrbios acidobásicos.

Contraindicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química, porém se o vômito ocorrer espontaneamente não deve ser evitado.

Efeitos sinérgicos: Não são conhecidos.

ATENÇÃO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: BAYER S.A. 0800-701-0450

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO: Vide tabela acima.
EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

EFEITOS AGUDOS:
DL50 Oral = 300 mg/kg de peso corpóreo
DL50 Démica > 2000 mg/kg de peso corporal
CL50 Inalatória ? 2.9 mg/L
Irritação dérmica: não irritante à pele
Irritação ocular: ligeiramente irritante aos olhos
Sensibilização cutânea: não sensibilizante

EFEITOS CRÔNICOS
Indaziflam: Os efeitos crônicos do indaziflam foram avaliados em ratos, camundongos e cães. Ratos e camundongos apresentaram uma redução no consumo de alimento e diminuição no peso corpóreo. Adicionalmente, no estudo realizado em camundongos, foram observados efeitos nos rins e fígado. Os órgãos alvo comuns para ratos e cães foram fígado, tireóide e sistema nervoso. Sinais clínicos de neurotoxicidade foram observados nas duas espécies porém, as alterações histopatológicas no sistema nervoso central e periférico foram observadas apenas em cães. Não houve indícios de alterações neurocomportamentais ou neuropatológicas no estudo de neurotoxicidade para o desenvolvimento conduzido em ratos. Não foram observados tumores relacionados ao tratamento em ratos e camundongos. O indaziflam não apresentou atividade mutagênica em testes in vitro e in vivo.
O Indaziflam não mostrou evidências de teratogencidade em ratos ou coelho. O estudo da reprodução em duas gerações em ratos mostrou diminuição no peso corpóreo dos filhotes em presença de toxicidade materna com conseqüente atraso na maturidade sexual em machos e fêmeas.
Isoxaflutole: Nos estudos de toxicidade crônica/carcinogenicidade os órgãos alvo foram fígado, em ratos e camundongos e tiroides apenas nos camundongos. Os estudos de modo de ação demonstraram que o Isoxaflutole é um indutor hepático, atuando nas enzimas de fase I e II de um modo similar com o fenobarbital. Os efeitos nas tiroides se consideraram secundários ao incremento da atividade metabólica (indução enzimática) do fígado.
O isoxaflutole não foi genotóxico.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)

• Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
• Este produto é ALTAMENTE TOXICO para algas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BAYER S.A. através do Telefone de Emergência: 0800-0243334.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. -
• - Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, P0 QUÍMICO, ETC., ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇAO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

• Triplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos.
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume.
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos.
- despeje a água de lavagem no tanque pulverizador.
- Faça esta operação três vezes.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamento de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador.
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água.
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador.
- Inutiliza a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com a sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

-. DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias, sacarias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto deverá ser feita através de incineração em fornos destinados para esse tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados pelo órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotáxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL
OU MUNICIPAL.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cana-de-açúcar.
Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilitem o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.