Bula Ricer

acessos
Penoxsulam
8205
Dow AgroSciences

Composição

Penoxsulam 240 g/L Sulfonanilida triazolopirimidina

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Seletivo, Sistêmico
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene denticulata)
125 a 175 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 98 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
150 a 250 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 98 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Capim arroz
(Echinochloa colona)
150 a 250 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 98 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Tiririca do brejo
(Cyperus iria)
100 a 125 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 98 dias. Pós-emergência das plantas infestantes
Tiririca do brejo
(Cyperus iria)
125 a 150 mL p.c./ha 80 a 200 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 98 dias. Pós-emergência das plantas infestantes

Frasco plástico ou metálico de 1 L; Bombona d eplástico para 5, 20 e 25 L; Balde metálico de 5, 20 e 25 L; Tambor plástico ou metálico de 100 e 200 L; Mini bulks plástico ou metálico de 420 e 1000 L; Isocontainer plástico ou metálico de 10.000 e 15.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
Cultura indicada:
Ricer* é um herbicida seletivo recomendado para o controle de plantas infestantes de folhas estreitas (gramíneas), ciperáceas e folhas largas na cultura de arroz irrigado, em aplicação em pré-emergência, pós-emergência inicial ou pós-emergência.

- Adjuvantes
A adição de adjuvante à calda é obrigatória, para possibilitar melhor distribuição das gotículas na superfície foliar, melhor absorção e penetração do produto na planta infestal)te. Os adjuvantes recomendados são 61eo Vegetal ou Alquil Ester Etoxilado de Acido Fosfórico na dose de 1 L/ha. Não usar adjuvantes da classe dos organosiliconados.

Condições de aplicação:
Não aplicar Ricer* em plantas infestantes estressadas. Caso ocorra esta situação, aguardar o momento adequado, até que as plantas infestantes apresentem pleno vigor vegetativo.

Modo de Aplicação e Informações Sobre os Equipamentos de Aplicação:
A aplicação deverà ser feita em área total, em pré ou pós-emergência, observando-se uma boa cobertura das plantas infestantes ou do solo. Nas condições de uso recomendadas, uma única aplicação de Ricer* é suficiente para manter o arroz no limpo até o fechamento da cultura. Ricer* deverá ser aplicado somente 1 vez ao ano.
Via terrestre: Equipamento tratorizado 'com barra, utilizando-se bicos leque ou equivalente, observando-se sempre as recomendações do fabricante. O volume de calda recomendado é de 80 a 200 litros por hectare.
Via aérea: Aplicar somente com condições climáticas favoráveis: temperatura máxima de 27°C; ventos de 3-10 km/h e UR mínima do ar de 55%. Volume de calda: 30-50 Uha. Evitar aplicação com rajadas e velocidade do vento superior a 10 Km/h.
A altura da barra, distância entre bicos e pressão utilizada devem ser calculadas
de modo a obter uma cobertura uniforme da parte aérea das plantas infestantes.
Ricer* poderá ser utilizado em ação complementar a outros herbicidas, como Clomazone e Pendimethalin, para o controle de folhas ciperáceas e folhas largas.

Intervalo de Segurança:
Arroz 98 dias

Intervalo de Reentrada de Pessoas na Cultura e Áreas Tratadas:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana -ANVISA/MS.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRODUTO PERIGOSO

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO

PRECAUÇÕES GERAIS:

• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:

• Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água corrente e sabão e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado, cobrindo nariz e a boca e óculos de proteção.
• Manuseie o produto em local arejado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

• Evite, o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize Equipamento de Proteção Individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; luvas; botas de borracha; máscara com filtro de carvão ativado, cobrindo nariz e a boca e óculos de proteção.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

• Não reutilize a embalagem vazia.
• Não entre na área tratada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24h).
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual (EPI): macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

INGESTÃO: Em caso de ingestão, não provoque vômito.

OLHOS: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos.

PELE: Em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância.

INALAÇÃO: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado.
Se o intoxicado parar de repirar, aplique imediatamente respiração artificial.
Transporte-o para assistência médica mais próxima.

ANTÍDOTOS: Não específico.

TRATAMENTO: Tratamento sintomático a critério do médico, em resposta às reações do paciente.

ATENÇÃO: As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos
Telefones de Emergência PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
DISQUE-INTOXICAÇÃO: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica -
RENACIAT - ANVISA/MS
TELEFONES DE EMERGÊNCIA DA EMPRESA:
0800-7710032 e (11) 4605-5111

Mecanismo de ação, absorção e excreção para animais de laboratório:
Estudo com 14C-PENOXSULAM radiomarcado foi realizado para gerar informações de absorção, distribuição nos tecidos, metabolismo e eliminação.
A meia vida para fase de eliminação plasmática foi de 2,6 e 2,9 h (machos) e 3,0 e 5,6 h (fêmeas) para as doses de 5 e 250 mg/kg de peso corporal, respectivamente. Na Cmax, maior que 90% da dose administrada foi recuperada nos tecidos e carcaça, para ambos grupos de doses, primeiramente no trato gastrointestinal (GI/ingestão). A ½ Cmax (3,0 h e ~6,0 h para as doses de 5 e 250 mg/kg, respectivamente), tecidos e carcaça totalizaram 70-88% da dose mais baixa e 86-95% da dose mais alta, principalmente na GI/ingestão.
Fezes e urina representaram a maior rota de eliminação de 14C-PENOXSULAM com o PENOXSULAM derivado de radioatividade recuperado primeiramente em urina das fêmeas e fezes dos machos. A meia vida para excreção urinária foi 10,2 e 10,8 horas após a dose mais baixa e 10,9 e 13,8 horas após a dose mais alta, para machos e fêmeas, respectivamente. A meia vida para excreção fecal foi 14,7 e 16,7 horas após a dose mais baixa e 9,4 e 9,9 horas após a dose mais alta, para machos e fêmeas, respectivamente.
PENOXSULAM foi metabolizado com o total de 36 picos de radioatividade (baseado nas comparações de tempos de retenção) detectados na urina, fezes, fígado, rins e plasma. Entretanto, nenhuma da matrizes analisadas, em qualquer tempo, continha todos o picos de radioatividade.
O pico que contabilizou a maior porção das doses em todas as matrizes foi o composto parental (PENOXSULAM). Estes dados demonstram que PENOXSULAM é rapidamente, mas incompletamente absorvido; que a saturação leve à redução da biodisponibilidade entre as doses de 5 e 250 mg/kg de PENOXSULAM; que o PENOXSULAM absorvido é metabolizado em ambos os sexos, mas que, grande parte da dose em todas as matrizes analisadas foi o composto parental (PENOXSULAM).

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

a) Efeitos agudos: Em animais de laboratório, o Penoxsulam mostrou-se não irritante à pele e levemente irritante aos olhos. A DL50 oral do Ricer® é maior que 5.000 mg/kg para ratos machos e fêmeas; a DL50 dérmica para ratos é maior que 5.000 mg/kg e a CL50-4 horas é maior que 0,74 mg/L .

b) Efeitos crônicos: Em estudo em longo prazo, pelo período de dois anos, realizado com ratos Fischer 344, com exposições diárias a doses de Penoxsulam de até 250 mg/kg peso corporal/dia; os animais testados do grupo de dose mais alta de 250 mg/kg/dia apresentaram redução do ganho de peso corporal. Foi observada redução de 3-4% dos parâmetros das células sangüíneas vermelhas, efeitos nos rins nos machos e efeitos na bexiga para ambos os sexos. A dose sem efeitos observáveis (NOEL) para ratos, foi de 5 mg/kg/dia.
Penoxsulam também foi testado em camundongos pelo período de dezoito meses a doses de até 759 mg/kg peso corporal/dia em fêmeas. Os efeitos relacionados ao tratamento foram: 1) aumento dos pesos relativos e absolutos do fígado nos machos das doses de 100 ou 375 mg/kg/dia, 2) hipertrofia com alteração da mancha citoplasmática dos hepatócitos nos machos das doses de 100 ou 375 mg/kg/dia e fêmeas do grupo de 750 mg/kg/dia, e 3) preenchimento da lacuna do parênquima com sangue no fígado em poucos machos da dose de 375 mg/kg/dia. O NOEL estabelecido foi 10 mg/kg/dia para camundongos.

A Ingestão Diária Aceitável (IDA) do Penoxsulam é 0,05 mg/kg/dia, baseado no NOEL de 5 mg/kg/dia encontrado no estudo de toxicidade crônica e oncogenicidade em ratos de 2 anos e no fator de segurança de 100.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

• Este produto é:

- Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
- Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
- Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)

• Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir águas subterrâneas.
• Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamento com vazamento.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d´água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
• Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
• Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DOW AGROSCIENCES INDUSTRIAL LTDA. - Telefones de emergência:
0800-7710032 e (11) 4605-5111.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo: Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser
utilizado. Neste caso, consulte a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacradoe devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
• Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina ou espuma, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI´s – Equipamentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja entro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ORIENTAÇÕES PARA A EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ORIENTAÇÕES PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGEM:

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergênciado produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

Não há restrições.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas daninhas resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser
aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação.
Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos
alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de
herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores
esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.