Bula Roundup Ready Milho

acessos
glifosato-sal de isopropilamina
8810
Monsanto

Composição

Equivalente ácido de N-(fosfonometil) glicina - Glifosato 480 g/L Glicina Substituída
Glifosato - Sal de Isopropilamina 648 g/L Glicina Substituída

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Não seletivo, Sistêmico
Milheto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
1,5 a 2 L p.c./ha 20 a 250 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
2 a 2,25 L p.c./ha 20 a 250 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. De 25 a 30 dias após a emergência da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 2,25 L p.c./ha 20 a 250 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. De 25 a 30 dias após a emergência da cultura
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
1,2 L p.c./ha 20 a 250 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,2 a 2 L p.c./ha 20 a 250 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. De 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,2 a 2 L p.c./ha 20 a 250 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. De 25 a 30 dias após a emergência da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,2 a 2 L p.c./ha 20 a 250 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. De 25 a 30 dias após a emergência da cultura
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 20 a 250 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento
Erva de santa luzia
(Chamaesyce hirta)
1,5 a 2 L p.c./ha 20 a 250 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. De 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
2 a 2,25 L p.c./ha 20 a 250 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. De 25 a 30 dias após a emergência da cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,2 L p.c./ha 20 a 250 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. De 15 a 30 dias após a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvolvimento
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
2 a 2,25 L p.c./ha 20 a 250 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. De 25 a 30 dias após a emergência da cultura
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 2,25 L p.c./ha 20 a 250 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. De 25 a 30 dias após a emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L p.c./ha 20 a 250 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 90 dias. Até 15 dias após a emergência da cultura

RÍGIDA NÃO LAVÁVEL.
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em
local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde
guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente,
separadamente das embalagens lavadas.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com
tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota
fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu
prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do
prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo
mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

INSTRUÇÔE DE USO:

Roundup Ready Milho é um herbicida de amplo e pectro para controle de planta infest nte desenvolvido pela MaNSA TO DO BRASIL LIDA., para uso exclusivo e seletivo em vanedade de milho geneticamente modificadas tolerante ao glifosato.
Sua aplicação deverá ser feita em área total, em pós-emergência do milho geneticamente modificado tolerante ao glifosato, em áreas de plantio direto ou convencional, podendo ser ultilizado em aplicação única ou aplicação sequencial.

CULTURA: MILHO

PLANTAS INFESTANTES E DOSES: Vide seção "Indicações de uso/doses".

APLICAÇÃO ÚNICA: Realizar uma única aplicação do produto durante o cilco/safra da cultura.

APLICAÇÃO SEQUENCIAL: Realizar no máximo duas aplicações do produto durante o ciclo/safra da cultura.
Em áreas de alta infestação e/ou gem1Ínação não uniforme das plantas infestantes recomenda- e realIzar a aplicação sequencial (duas aplicações):
A primeira na dose de 1,5 L/ha, até aos 15 dias após a emergência da cultura, seguida d uma segunda na dose de 2,0 Llha, com intervalo de cerca de 15 dias entre as duas apl icações.
* Em casos específicos de infestação de trapoeraba (Commelína benghalensi), recomenda- c a aplicação sequencial nas doses de 2,0 Llha na primeira aplicação, seguida de 1,5 L/ha, observan-se as demais recomendações da aplicação sequencial.
Cada litro de Roundup Ready Milho corresponde a 648 g/L do sal de isopropilamina de glifosato ou 480g/L do equivalente ácido de glifosato.

NÚMERO, ÉPOCA E lNTERVALO DE APLICAÇÃO :

Roundup Ready Milho deve ser aplicado sobre as plantas infestantes a serem controladas, já germinadas, em boas condições de desenvolvimento e sem efeito de "stress hídrico" (falta ou excesso de água). A eficiência do produto começa a ser visualizada entre o 4º e o 10º dia após a aplicação.
No caso de aplicação única seguir os estágios de crescimento e épocas dos quadros anteriores em aplicação sequencial seguir o diagrama abaixo:

PLANTIO...................1º a aplicação(até 15 dias).........................2º aplicação (sequencial) - 30 dias..........................................COLHEITA

A melhor época para controle da plantas infestantes em pós-emergência é de 15 a 30 dias ap' a emergência da cultura, quando as invasoras se encontram em estágio inicial de desenvol imento.

Em áreas de alta infestação de plantas infestantes, recomenda-se realizar a aplicação equencial, observando-se sempre os menores intervalos recomendado .

Roundup Ready Milho não tem ação sobre sementes existentes no solo.

Roundup Ready Milho, aplicado de acordo com a recomendações no período adequado, controlará a plantas infestantes, com uma única aplicação ou aplicação sequencial.

MODO DE APLICAÇÃO:

Diluir a dose de Roundup Ready Milho indicada para cada situação em água e pulverizar sobre a espécies de plantas infestantes a serem controladas. A aplicação poderá ser feita utilizando- e equipamentos aéreos ou terrestres.

Equipamentos Terrestres:

A aplicação deve ser feita com pulvenzadores de barra, com bicos adequados à aplicação de herbicidas, uttlIzando-se a pressão recomendada pelo fabricante para cada tipo de bico. O volume de calda deverá estar entre 20 e 250 llha. A altura da barra deve seguir as recomendações do fabricante de barras de pulverizadores. Observar que e teja ocorrendo uma boa cobertura da área foliar.

Equipamentos aéreos:
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema de qualquer modelo.
Volume de calda dc 20 a 40 L/ha, altura de vôo de 3 a 5 m aCima do topo da cultura, com fai a de deposição com 15 m dc largura e tamanho de gotas entre 200 a 600 micras. Densidade mínima de gotas de 20 a 40 gotas/cm2.

Bicos de pulvenzação - bicos de jato cônico ou leque que permitam uma vazão ao redor de 20 a 40 L/ha de calda (010-45, 07-46, 80-10, 80-15) e produzam gota com DMV (diâmetros medianos volumétricos) para as condições de aplicação e regulagem entre 200 a 600 rnicras com uma deposição mínima ideal de 20 gotas/cm2 em e corrimento na folha.
Em aviões tipo Ipanema, usa-se de 37 a 42 bicos na asa endo que normalmente para se evitar problemas de vórtices de ponta de asa, fecha-se ao redor de 3 bicos em cada ponta de asa e 2 bicos na barriga no pé direito e 1 no pé esquerdo. Dependendo da altura de vôo, da aeronave d tipo de sa e posição de barra esta configuração pode ser alterada. A angulaçâo destes bicos na barra aplicadora vai ser determinante na configuração final do DMV da gota formada.

Condições climáticas:

Temperatura máxima: 28° C
Umidade relativa do ar mínima: 55%
Velocidade do vento máxima: 10Km (3m/s)
Em caso de dúvida ou mudança de aeronave, realizar testes de campo com papel sensível, ou consultar a empresa aplicadora ou departamento técnico da Monsanto do Brasil Ltda.
O intervalo de segurança para a cultura de milho geneticamente modificado, que expressa tolerância ao glifosato, é de 90 dias, quando o agrotóxico for aplicado em pós-emergência das plantas infestantes e da cultura.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADA
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:

• O herbicida Roundup Ready Milho é seletivo somente quando aplicado sobre os híbridos de milho geneticamente modificados tolerantes ao glifosato, conforme as instruções de uso indicadas nesta bula e de acordo com as recomendações de tolerância dos híbridos fornecidas pelos seus fabricantes.
• O herbicida Roundup Ready Milho não deve ser utilizado em pós-emergência de híbridos de milho que não sejam geneticamente modificados tolerantes ao glifosato ou sobre outras espécies úteis sensíveis
• Observar atentamente ao realizar as aplicações, para que não ocorra qualquer deriva para as culturas vizinhas, inclusive para a cultura do milho que não seja tolerante a esse herbicida.
• As aplicações de Roundup Ready Milho devem ser evitadas no período reprodutivo.

Outras restrições:

• Sob ameaça de chuva suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 2 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta.
• Para assegurar a eficiência é necessário utilizar água limpa, em argilas em suspensão
• Não aplicar o produto quando as folhas das plantas infectantes estiverem cobertas de poeira. esta situação a ação do produto pode ser prejudicada pela adsorção.
• Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após a aplicação.
• Manusear o produto utilizando apenas recipientes plásticos, fibra de vidro, aluminio ou aço inoxidável. Não armazenar a calda herbicida em recipientes de ferro comum ou galvanizado ou aço comum.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES.

PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

Produto para uso exclusivamente agrícola;
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPf) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:

Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO

Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Verifique a direção do vento e apl ique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO

Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas calçadas para reduzir o risco de exposição acidental.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais r upas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e [ave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeável, por exemplo.

ANTÍDOTO: NÃO EXISTE ESPECÍFICO PARA GLIFOSATO.

INTOXICAÇÕES POR GLIFOSATO

INFORMAÇÕES MÉDICAS

GRUPO QUÍMICO: Glicina substituída.
CLASSE TOXICOLÓGICA: Classe II
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
MECANISMOS DE TOXICIDADE: Primariamente inflamatório, causando irritação de pele, mucosas e olhos.
TOXICOCINÉTICA: Após exposição oral única, aproximadamente 35% do volume ingerido é absorvido. Em exposição cutânea, são absorvidos 5,5% após 24 horas. Do glifosato absorvido, 14 - 29% é excretado pela urina, e 0,2% excretado pelo ar expirado. 99% da quantidade absorvida é eliminada em até 7 dias. Somente 0,3 % do glifosato absorvido é biotransformado, e seu único metabólito é o ácido aminometilfosfônico.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: As manifestações clínicas decorrentes da exposlçao são diretamente proporcionais à concentração e à quantidade do produto, assim como ao tempo de exposição do organismo ao glifosato.
Em casos de INGESTÃO podem ocorrer lesões ulcerativas, epigastralgia, vômitos, cólicas, diarréia, e, ocasionalmente, íleo paralítico e insuficiência hepática aguda; alterações na pressão sangüínea, palpitações, choque hipovolêmico; pneumonite, edema pulmonar não cardiogênico; insuficiência renal por necrose tubular aguda; cefaléia, fadiga, agitação, sonolência, vertigem, alterações do controle motor, convulsões e coma; acidose metabólica.
Em casos de exposição CUTÂNEA podem ocorrer dermatite de contato (eritema, queimação, prurido e vesículas), eczema e fotossensibilização (eritema, queimação, prurido e vesículas de aparecimento tardio, entre 5 a 10 dias). Todos esses quadros podem ser agravados por uma infecção bacteriana secundária. Exposição OCULAR pode resultar em irritação, dor e queimação ocular, turvação da visão, conjuntivite e edema palpebral.
Em casos de exposição RESPIRATÓRIA pode ocorrer aumento da freqüência respiratória, broncoespasmo e congestão vascular pulmonar.
É necessário observar a toxicidade inerente aos adjuvantes (produtos utilizados em mistura com produtos formulados para melhorar a sua aplicação) presentes na formulação, potencializando os efeitos adversos do glifosato.
DIAGNÓSTICO: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença da substância no material gástrico.
TRATAMENTO: NÃO EXISTE ANTIDOTO PARA GLIFOSATO e a atropina não tem nenhum efeito neste caso. O tratamento das intoxicações por glifosato é basicamente sintomático e de manutenção das funções vitais, e deve ser implementado paralelamente às medidas de descontam inação. ADVERTÊNCIA: a pessoa que executa as medidas de descontam inação, deve estar protegida por avental impermeável, luvas de nitrila e botas de borracha, para evitar a contaminação pelo agente tóxico.
Descontaminação: remover roupas e acessórios, e proceder descontam inação cuidadosa da pele (incluindo pregas, cavidades, orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Se houver exposição ocular,irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contaminar o outro olho.
Em caso de ingestão, considerar o volume e a concentração da solução ingerida, e o tempo transcorrido até o atendimento. Ingestão recente (menos de 2 horas): proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos, de 25-50 g em crianças de 1-12 anos e de 1 g/kg em menores de 1 ano. O carvão ativado deve ser diluído em água, na proporção de 30 g para 240 mL de água. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração (intubação).
Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter vIas aéreas desobstruídas, aspirar secreções e oxigenar (02 a 100%). Observar atentamente ocorrência de insuficiência respiratória. Caso ocorra edema pulmonar, manter ventilação e oxigenação adequada com controle gasométrico. Caso os níveis de pressão parcial de oxigênio (P02) não possam ser mantidos, introduzir ventilação mecânica com pressão positiva no final da expiração (PEEP).
Monitorar alterações na pressão sangüínea e arritmias cardíacas (ECO) que deverão receber tratamento específico. Manter acesso venoso de bom calibre para infusão de fluidos em caso de hipotensão. Se necessário, associar vasopressores. Insuficiência renal, tratar com furosemida. A acidose metabólica deve ser corrigida com solução de bicarbonato de sódio, e, nos casos refratários, com hemodiálise.
Lesões da mucosa oral podem ser tratadas com gel anestésico (tópico). Nas ulcerações gastroduodenais usar bloqueadores H2 (cimetidina, ranitidina, famotidina) ou bloqueadores de bomba de próton (omeprazol, lansoprazol, pantoprazol).
Acompanhar enzimas hepáticas, amilasemia, gasometria, eletrólitos, elementos anormais e sedimentoscopia de urina. Avaliar conveniência de realizar radiografia de tórax e endoscopia digestiva alta. Manter em observação por no minimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas.
Alertar o paciente para retomar em caso de sintomas de fotossensibilização e proceder ao tratamento sintomático.
CONTRA-INDICAÇÕES: O vômito é contra-indicado em razão do risco de aspiração.
A diluição do conteúdo gastrintestinal é contra-indicada em razão do aumento da
superfície de contato.
A utilização de morfma é contra-indicada porque pode comprometer a pressão
arterial e causar depressão cardiorespiratária.
EFEITOS SINÉRGICOS: Com os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para pele e podem aumentar a absorção do produto.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-701-0450

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

O Glifosato apresenta alta solubilidade em água, com solubilidade baixa em lipídeos. Os
estudos científicos demonstram que o Glifosato é muito lentamente absorvido através da membrana gastrintestinal, ocorrendo uma retenção mínima nos tecidos com rápida eliminação pelos rins, atingindo níveis não detectáveis na urina em torno do segundo ou terceiro dia, comprovado em várias espécies de animais como ratos e cães. Mesmo no caso de exposição repetida, a não retenção e rápida eliminação demonstram que o Glifosato não é acumulado no organismo. Os estudos em ratos, camundongos e cães Beagle, demonstraram uma baixa toxicidade, quando da ingestão por um tempo prolongado.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:

Efeitos agudos:
DL50 oral para ratos: > 5000 mg/Kg DL50 dérmica para ratos: > 5000 mg/Kg
Concentração letal inalatória em ratos: 2,1 mg/L p/ machos e 3,4 mg/L p/ fêmeas lrritabilidade dérmica em coelhos: levemente irritante
lrritabilidade ocular em coelhos: moderadamente irritante.
Sensibilização cutânea em cobaias: não sensibilizante.

Efeitos crônicos:
Em estudos realizados com animais de laboratório com Glifosato, não foram observadas reações comportamentais incomuns ou sinais toxicológicos relacionados ao tratamento. O grupo de animais que recebeu a dose mais alta apresentou redução no ganho de peso e os exames macroscópicos na necropsia e as avaliações histopatológicas não revelaram quaisquer evidências de efeitos relacionados à administração do produto.
No estudo de longo prazo com camundongos, observou-se redução de peso cOl'póreo e hipeltrofia lobular central dos hepatócitos em 34% dos machos no tratamento sem a maior dose. Esta alteração pode ter representado uma adaptação hepatocelular do metabolismo à substância teste.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: Perigoso ao meio ambiente - Classe III

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concementes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa MONSANTO DO BRASIL LTDA telefone de Emergência: 0800 -141977.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros.
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTaIZAÇÃO OU EM DESUSO:

- Orientações para embalagem RÍGIDA LAVÁVEL

- Lavagem da embalagem

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI' s Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1;4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão segUir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
o armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Orientações para embalagem RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas .

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações e pessoas.

- Orientações para embalagem SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

o armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas j unto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fomos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão
ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS

o transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.

Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registra dos para a cultura. Não havendo produto alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.