Bula Sementiran 500 SC - Masterbor
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Bula Sementiran 500 SC

Tiram
8106
Masterbor

Composição

Tiram 500 g/L

Classificação

Tratamento de Sementes
Fungicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Tratamento de sementes

Conteúdo: 1; 3; 5; 20; 50; 100; 150 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO

Sementiran ® 500 SC é um fungicida não sistêmico e de contato, para aplicação nas sementes de algodão, milho, soja e trigo, antes do plantio.

MODO / EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Sementiran ® 500 SC destina-se ao tratamento de sementes de algodão, milho, soja e trigo, exclusivamente para o plantio.
É aplicado diretamente sobre as sementes por meio de máquinas específicas, betoneiras ou tambores rotativos, reduzindo ao mínimo o contato do aplicador com o produto.
As máquinas específicas para tratamento de sementes contam com as seguintes características:
• dosificação simultânea da semente e do fungicida;
• tanque reservatório próprio para o produto formulado;
• alimentação contínua e mecânica;
• secagem interna;
• descarga de sementes tratadas diretamente em sacaria.
Para melhor cobertura das sementes pode-se umedece-las levemente com água, no máximo até a proporção 1:1 (agrotóxico:água).

INTERVALO DE SEGURANÇA

Não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não especificado devido à modalidade de aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

• As sementes tratadas somente podem ser usadas para plantio; são impróprias para o consumo humano ou animal.
• As sementes tratadas não devem ficar expostas a crianças, animais domésticos, pássaros e pessoas sem conhecimento sobre a toxicidade do agrotóxico.
• Não armazene as sementes junto com produtos de consumo humano ou animal.
• As sementes tratadas não podem ficar descobertas no plantio, pois são tóxicas para pássaros e outros animais.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de patógenos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o patógeno alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a fungicidas (MRF) é possível prolongar a vida útil dos mesmos.
• Qualquer produto para controle de patógeno da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações sucessivas da mesma praga;
• Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRF;
• Incluir outros métodos de controle de fungos, dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.