Bula Style

acessos
Hexazinone
1100
Du Pont

Composição

Hexazinona 750 g/kg Triazinona

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico

Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
300 a 400 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Beldroega
(Portulaca oleracea)
200 a 500 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
200 a 300 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
200 a 500 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Capim colonião
(Panicum maximum)
300 a 500 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
200 a 300 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
400 a 500 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
300 a 400 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
200 a 500 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
300 a 400 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
350 a 500 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
300 a 400 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
300 a 400 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
300 a 500 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
200 a 400 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
300 a 400 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Malva branca
(Sida cordifolia)
200 a 500 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
200 a 450 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
300 a 450 L p.c./ha 200 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 138 dias. Deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca)

Sacos multifoliados, metálicos, de plástico, de papel, de nylon/poli, caixas e barricas de papelão, bombonas plásticas e tambores metálicos, contendo: 1,2,3,4,5,10,15,20, 25 e 50 kg. Embalagens tipo "minibulk" e "bulk" metálicas, de fibra, de plástico contendo: 100, 200, 300, 400, 500, 1000, 2000, 5000 e 10000 kg. Sacos metálicos multifoliados e de plástico contendo sacos hidrossolúveis, de 100, 200, 250 e 500 gramas, 1; 2; 2,5 e 3 kg.

MODALIDADE DE EMPREGO: Style(r) é um herbicida apresentado na forma de granulado dispersível em água, para o controle seletivo de plantas daninhas em pós-emergência e pré-emergência na cultura da cana-de-açúcar. É prontamente absorvido pelas raízes e folhas das plantas daninhas, mostrando ação de contato e residual. O grau de controle varia de acordo com a dose aplicada, nível de infestação, condições de solo e clima. Style(r) é recomendado para aplicações em pré e pós-emergência inicial, em cana planta e cana soca conforme segue:

CULTURA, ÉPOCA DE APLICAÇÃO, TIPO DE SOLO, DOSE UTILIZADA (g/ha): CANA-DE-AÇÚCAR (planta e soca): PRÉ-EMERGÊNCIA: Solo Leve: 200-300 g/ha, Solo Médio: 300-400 g/ha, Solo Pesado: 400-500 g/ha. PÓS-EMERGÊNCIA: Todos os tipos de solos: 350-450 g/ha. OBSERVAÇÕES PARA PÓS-EMERGÊNCIA: Usar espalhante adesivo de acordo com a recomendação do fabricante; Dose de 350 g/ha para gramíneas e folhas largas com 02 a 04 folhas; Dose de 450 g/ha para gramíneas antes do perfilhamento e folhas largas acima de 04 folhas até 10 cm de altura;

ÉPOCA DE APLICAÇÃO: As maiores doses devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas. As menores doses próximas a 200 g/ha devem ser aplicadas em condições de solos arenosos. O produto não deve ser utilizado em cana-planta em condições de solo leve. Em pós-emergência das plantas daninhas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. A aplicação deve ser feita quando as plantas daninhas tiverem até 10 cm de altura (folhas largas) e antes do perfilhamento (gramíneas), quando estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, com umidade do ar superior a 70% e temperatura acima de 21º C. Sob a ameaça de chuva suspender as aplicações. Tanto nas aplicações de pós como de pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das plantas daninhas e/ou solo, são fundamentais para se obter um bom controle das mesmas.

FREQÜÊNCIA DE APLICAÇÃO: Style(r) deve ser aplicado antes da emergência da cultura até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas daninhas ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, afim de se evitar o efeito "guarda-chuva". Para o controle de plantas daninhas em áreas infestadas por Brachiaria plantaginea (capim marmelada) a aplicação deve ser feita quando as chuvas estiverem regulares.

FORMA DE APLICAÇÃO: Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, livre de torrões e restos de culturas. Style(r) pode ainda ser aplicado em condições de baixa umidade do solo quando em um período ao redor de 02 semanas as chuvas se tornarem regulares e ocorrer o fechamento da cana-de-açúcar.

RESTRIÇÕES DE USO: Fazer somente um tratamento por ciclo da cultura, seguindo as recomendações para cada tipo de solo. Independentemente da prática adotada, seja ela aplicação tratorizada em área total em pré ou pós-emergência, não ultrapassar os limites máximos de dose em kg/ha recomendados nas instruções de uso. A cana-de-açúcar em que foi aplicado Style(r)não deve servir para alimentação animal. As aplicações em cana soca devem ser feitas após o enleiramento da palha e cultivo. Para cana planta, recomenda-se que as aplicações sejam feitas após as primeiras chuvas depois do plantio para se evitar concentração excessiva do produto no sulco de plantio, em decorrência do assoreamento, obtendo-se assim maior seletividade à cultura, e uniformidade de controle nas entrelinhas. Quando se aplicar em pós-emergência inicial em condições de solo leve, com menos de 1% de matéria orgânica, deve-se determinar a tolerância à variedade, antes de se adotar Style(r) como prática. A tolerância de novas variedades deve ser determinada antes de se adotar Style(r) como prática. Chuvas extremamente pesadas após a aplicação podem resultar em um baixo controle e/ou injúria à cultura, especialmente se aplicação for feita em solo seco. Para a rotação de cultura observar o período mínimo de 01 ano após a aplicação para o plantio de outras culturas. Não aplicar através de sistemas de irrigação. Não utilizar o produto em desacordo às instruções do rótulo e bula.

MÉTODOS DE APLICAÇÃO:

APLICAÇÃO TERRESTRE: Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol²), variando conforme tipo de pulverizador e bicos utilizados. Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas daninhas. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura. Tipos de bico: na pré-emergência usar pontas de jato plano (ex.: Teejet, XRTeejet, DGTeejet, TurboFloodjet); na pós-emergência usar pontas de jato plano (XRTeejet, Twinjet, TurboFloodjet), de acordo com as recomendações do fabricante. Volume de aplicação: 200 a 600 l de calda/ha em pré e pós-emergência das plantas daninhas e da cultura. Utilizar maiores volumes de calda de acordo com a infestação, espécie de plantas daninhas e porte da cultura. Obs.: É necessária contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento, evitando-se desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação que podem duplicar a dose aplicada.

APLICAÇÃO AÉREA: Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de aplicação apropriada, munidas de pontas tipo cônicas D8, D10 ou D12, core 45, ou bicos rotativos (Micronair(r)). Taxa de aplicação: 30 à 40 l de calda/ha, em função do tipo de ponta escolhida. Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: de acordo com o equipamento e aeronave utilizados, e das condições climáticas no momento da aplicação. Altura de vôo: 3 a 5 metros sobre o alvo. Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme. Evite a sobreposição das faixas de aplicação. Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS: temperatura : inferior a 25ºC, umidade relativa: superior a 70%, velocidade do vento: inferior a 10 km/h. Optar por um largura de deposição efetiva adequada que será determinada em função do tipo de aeronave, das pontas utilizadas, e as condições climáticas do momento da aplicação. A faixa de deposição total (FDt) escolhida deve proporcionar uma cobertura uniforme, evitando-se com isto a sobreposição incorreta das faixas de aplicação. Ensaios para a determinação da dimensão mais adequada da Faixa de Deposição Efetiva (FDe) devem ser realizados localmente. NOTA: A critério do Engenheiro Agrônomo ou Técnico responsável, as condições poderão ser alteradas.

PREPARO DA CALDA: O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 1/3 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto, completando por fim o volume com água. Caso indicado o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado a calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. NOTA: Antes da aplicação de Style(r) o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Antes de iniciar a aplicação, tenha certeza de ter o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas em aplicações subsequentes. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxágüe completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis de produtos. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra, filtros e bicos. Esvazie o tanque. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza. Complete novamente o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra, filtros e bicos. Esvazie o tanque. Enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barra, filtros e bicos com água limpa no mínimo 03 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA: Evite que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

IMPORTÂNCIA DO DIÂMETRO DE GOTA: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µ). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade, e Inversão térmica.

CONTROLANDO O DIÂMETRO DE GOTAS - TÉCNICAS GERAIS: Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores. Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão. Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

CONTROLANDO O DIÂMETRO DE GOTAS - APLICAÇÃO AÉREA: Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme. Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar produzirá gotas maiores que outras orientações. Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bico. Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 3/4 do comprimento da asa - barras maiores aumentam o potencial de deriva. Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 4,0 m acima da cultura aumentam o potencial de deriva.

ALTURA DA BARRA: Utilize a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a alvo com o mínimo de solavancos, proporcionando sobreposição homogênea dos jatos dos bicos.

VENTOS: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento. OBSERVAÇÕES: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

TEMPERATURA E UMIDADE: Quando aplicar em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

INVERSÃO TÉRMICA: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto se a fumaça é rapidamente dispersada e com movimento ascendente indicam um bom movimento vertical do ar.

GERENCIAMENTO DE RESISTÊNCIA: Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrências natural, podem sobreviver ao tratamento adequado de herbicida, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, rotação de culturas, rotação de produtos, controle de escapes que possam vir a sementear e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra, ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.

INTERVALO DE SEGURANÇA (dias): Cana-de-açúcar: 138 dias

INTERVALO DE REENTRADA: Não entrar na área tratada sem equipamento de proteção individual até que a calda tenha secado.

INFORMAÇÕES SOBRE O DESTINO FINAL DE EMBALAGENS E SOBRAS: As embalagens rígidas não retornáveis, deverão sofrer tríplice lavagem no momento do preparo da calda, e as caldas resultantes das lavagens das embalagens devem ser vertidas no tanque de pulverização. Após, deverão ser perfuradas ou inutilizadas, para evitar sua reutilização, e descartadas de modo seguro. Poderão ser incineradas, oferecidas para reciclagem, ou descartadas em aterro sanitário específico, seguindo-se as legislações federais, estaduais e municipais vigentes. As demais embalagens, não rígidas, que tiveram contato direto com o produto poderão ser inutilizadas para evitar sua reutilização e descartadas de modo seguro por incineração, em aterro sanitário específico ou fosso seco, seguindo-se as legislações federais, estaduais e municipais vigentes, ou oferecidas para reciclagem. As embalagens externas que não tiveram contato com o produto poderão ser oferecidas para reciclagem ou descartadas em aterro sanitário ou ainda incineradas, seguindo-se as legislações federais, estaduais e municipais vigentes.

AVISO AO COMPRADOR: Style(r) deve somente ser utilizado de acordo com as recomendações dessa bula/rótulo. A Empresa não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente na bula/rótulo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se a praga-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando-se as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Em caso de dúvidas, consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI);
- Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para a orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.