Tricho-Vit CI

Geral
Nome Técnico:
Trichogramma Pretiosum
Registro MAPA:
29118
Empresa Registrante:
Vittia
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Trichogramma pretiosum 100000 Insetos/cartela
Classificação
Técnica de Aplicação:
Cartelas contendo parasitóides
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
Não determinada devido à natureza do produto (inimigo natural).
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Insetos vivos
Modo de Ação:
Agente biológico de controle
Agricultura Orgânica:
Sim

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Cartela Fibra celulósica Flexível Sólido INDIVIDUOS/CARTELA G

INSTRUÇÕES DE USO

TRICHO-VIT (Trichogramma pretiosum) é um agente de controle biológico utilizado no controle da Traça-do-tomateiro (Tuta absoluta), Broca-grande-dotomate/lagarta-da-espiga-do-milho (Helicoverpa zea), Lagarta-do-cartucho-do-milho (Spodoptera frugiperda), Lagarta-da-soja (Anticarsia gemmatalis), Lagarta-falsa-medideira (Chrysodeixis includens), Traça-da-videira-sul-americana (Lasiothyris luminosa) e Traça-dos-cachos (Cryptoblabes gnidiella) em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos, na forma inundativa.


NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO, MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

ALVO BIOLÓGICO 1: Tuta absoluta (Traça-do-tomateiro).
MODO E TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO, NÚMERO DE APLICAÇÃO E INTERVALO DE
APLICAÇÃO: Liberar 450.000 adultos/hectare por semana, distribuídos em 30 pontos. As liberações devem ser iniciadas de 15 a 20 dias após o transplante ou de 20 a 30 dias, no caso de semeadura direta, e se estenderem por, no mínimo, doze semanas. Como medidas complementares recomenda-se rotação de culturas, destruição e incorporação de restos culturais imediatamente após a colheita e a utilização de cultivares mais adaptados a região.

ALVO BIOLÓGICO 2: Helicoverpa zea (Broca-grande-do-tomate/Lagarta-da-espiga-do-milho).
MODO E TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO, NÚMERO DE APLICAÇÃO E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As liberações de Trichogramma pretiosum devem ser iniciadas 20 a 30 dias após o plantio/transplante, até o fim do ciclo da cultura. Uma a duas liberações por semana, com pelo menos 3 liberações no ciclo da cultura. O local de liberação dos parasitóides deve corresponder ao terço médio e superior da planta. Liberações semanais de 400.000 adultos de Trichogramma pretiosum por hectare em 50 pontos preferencialmente nas horas mais frescas do dia. Eficiência agronômica comprovada para a cultura do milho. Em cada liberação distribuir em 50 pontos/ha, 100.000 adultos.
Devem ser realizadas uma a duas liberações por semana, com pelo menos 3 liberações no ciclo da cultura.

ALVO BIOLÓGICO 3: Spodoptera frugiperda (lagarta-do-cartucho-do-milho).
MODO E TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO, NÚMERO DE APLICAÇÃO E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As liberações de Trichogramma pretiosum devem ser iniciadas quando forem observadas as primeiras mariposas de Spodoptera frugiperda. Para determinar o nível de controle de praga, pode-se utilizar armadilhas com feromônios, na densidade de uma para cada 5 hectares. A primeira liberação deverá ocorrer quando a armadilha capturar três mariposas de Spodoptera frugiperda. Realizar três liberações de 100.000 adultos/ha (corresponde a 1 cartela), em 50 pontos bem
distribuídos no hectare. Forma de liberação: liberar 2 cápsulas por ponto. As três liberações de 100.000 adultos cada deverão ocorrer em intervalos de 7 dias. Como medidas complementares indicam-se a manutenção da diversidade vegetal no entorno da lavoura, o plantio consorciado e a rotação de culturas.

ALVOS BIOLÓGICOS 4: Anticarsia gemmatalis (Lagarta-da-soja) e Chrysodeixis includens (Lagarta-falsa-medideira).
MODO E TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO, NÚMERO DE APLICAÇÃO E INTERVALO DE APLICAÇÃO: As liberações de Trichogramma pretiosum promovem o controle conjunto dos dois alvos biológicos e devem ser realizadas quando se observar a presença de adultos ou lagartas de Chrysodeixis includens e/ou Anticarsia gemmatalis na cultura. A maior incidência de Anticarsia gemmatalis ocorre no período vegetativo da cultura da soja e a maior incidência de Chrysodeixis
includens ocorre no período reprodutivo. Recomenda-se a liberação de 500.000 adultos/ha quando a soja no período reprodutivo. As liberações devem ser em pelo menos 50 pontos bem distribuídos. O número de liberações dependerá da pressão de mariposas no campo sendo necessárias, no mínimo, duas liberações. O intervalo entre as liberações deve ser de 4 (quatro) dias.

ALVOS BIOLÓGICOS 5: Lasiothyris luminosa (Traça-da-videira-sul-americana) e Cryptoblabes gnidiella (Traça-dos-cachos).
MODO E TECNOLOGIA DE APLICAÇÃO, NÚMERO DE APLICAÇÃO E INTERVALO DE APLICAÇÃO: Liberar semanalmente 200.000 parasitoides por hectare, em pelos menos 50 pontos equidistantes. Alternativamente, pode-se realizar 2 liberações por semana na dose de 100.000 parasitoides por hectare. As liberações devem ser iniciadas na fase de pré-floração (botão floral) e ocorrerem até a fase da colheita, enquanto forem observados a presença ou os danos causados pelos alvos biológicos. Realiza as liberações no final da tarde após as 17 horas. É necessário realizar o monitoramento dos alvos biológicos da fase de botão floral até a colheita.


MODO DE LIBERAÇÃO

O produto liberado em campo destacando-se cada célula da cartela e a depositando na cultura. No momento de destaque, os dutos que inicialmente estão fechados, são abertos, desta forma liberando a saída para os parasitóides Trichogramma pretiosum.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS

Não se aplica para o caso de agentes biológicos de controle (organismos vivos).


LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas, etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Doenças.

O inseto não desenvolve resistência ao seu próprio feromônio.

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