Trichoningyd FR 25
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Trichoderma koningiopsis, Cepa CCT 2142
Registro MAPA:
29222
Empresa Registrante:
TZ Biotech |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Trichoderma koningiopsis Cepa CCT 2142 | 1 mL p.c./frasco | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida microbiológico
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Gel Emulsionável (GL)
Modo de Ação:
Fungicida microbiológico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Fusarium oxysporum (Podridão basal) | veja aqui | veja aqui |
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 0,060/0,280/0,600 L |
INSTRUÇÕES DE USO
O produto é um fungicida microbiológico, aplicado no controle de Fusarium oxysporum (murcha-de-fusário), em todas as culturas nas quais ocorra. Eficiência agronômica comprovada na cultura de Alface.
Modalidade de emprego
Pré e pós-emergência.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
Realizar 4 aplicações, intervalos de 7 dias. 1ª aplicação no transplatio das mudas.
MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO
Pulverizador terrestre costal, tratorizado e aérea.
Modo de preparo da calda
Abrir o frasco rompendo-se o lacre de segurança, retirar todo o meio de cultura em Gel + o fungo. Verter este material em um copo de liquidificador, tríplice lavagem do frasco aberto a fim de retirar todo o material antes ali presente. Com o Gel + o fungo já no copo de um liquidificador, completar para 1000 mL de água limpa. Ligar o liquidificador por aproximadamente 1 minuto. A limpeza correta dos equipamentos, como tanques e bicos usados na pulverização é indispensável e tem como finalidade a eliminação de resíduos de agrotóxicos como fungicidas, herbicidas e inseticidas.
NTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS
Aguardar pelo menos 4 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar antes desse período, utilize o equipamento de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula. Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas. Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou à noite.
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: WWW.agricultura.gov.br).
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle químico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo Comitê de Ação à Resistência a Fungicidas - FRAC - BR.