Bula Truper - Dow AgroSciences

Bula Truper

acessos
Triclopir-butolítico
6706
Dow AgroSciences

Composição

Fluroxipir-meptílico 115.3 g/L Ácido piridiniloxialcanóico
Triclopir-butolítico 333.8 g/L Ácido piridiniloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Sistêmico

Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
2,5 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Anual. Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Assa peixe roxo
(Vernonia westiniana)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Anual. Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Caraguatá
(Eryngium horridum)
4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Anual. Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Casadinha
(Eupatorium squalidum)
0,75 a 1 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - Anual. Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Anual. Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Guanxuma
(Sida santaremnensis)
3,5 a 4 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Anual. Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Malícia
(Mimosa pudica)
2,5 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Anual. Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo
Malva branca
(Waltheria indica)
2 a 3 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Anual. Não determinado. Época quente, plantas infestantes em pleno desenvolvimento vegetativo

Conteúdo: 0,5; 1; 20; 50; 200 e 1000 L.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO
TRUPER* é um herbicida seletivo e sistêmico, recomendado para o controle de plantas infestantes de folhas largas, semi-arbustivas e arbustivas em áreas de pastagens de gramíneas forrageiras, como Brachiaria humidícola, Brachiara brizantha, Brachiaria decumbens, Panicum maximum, Paspalum notatum, Cynodon plectostachyus.

PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS E DOSES RECOMENDADAS:

Aplicação foliar em área total – Equipamento tratorizado, utilizando-se pulverizadores de barra ou pulverizadores de turbina de fluxo de ar, ou aéreo:

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Em pastagens deve-se fazer uma aplicação ao ano na época quente, quando as plantas intestantes a serem controladas estiverem em pleno processo de desenvolvimento vegetativo. Para uma maior eficácia do produto, deve-se adotar os seguintes parâmetros na aplicação:

Temperatura ambiente = abaixo de 32?C
Umidade relativa do ar = mínima de 60%
Velocidade do vento = entre 2 e 10 km/hora (0,5 a 2,8 m/segundo)

Esses parâmetros normalmente são obtidos realizando-se as aplicações no período das 6:00 às 10:00 horas da manhã e recomeçando a partir das 16:00 horas.

MODO DE APLICAÇÃO:

TRUPER* é aplicado em volume de água suficiente para uma distribuição uniforme, e pulverizado por meio de equipamento costal manual, tratorizado ou aéreo.

Aplicação Terrestre:

Na aplicação com pulverizadores tratorizados de barra, observar os seguintes parâmetros: utilizar os bicos modelo Fieldjet, tipo defletor com 3 pontas (2 KLC-18 e 1 KLC-5 ou, 2 KLC-9 e 1 KLC-5), ou equivalentes, com pressão de 40 - 60 libras/polegada quadrada, aplicando-se 200-400 litros de calda/hectare, observando que esteja ocorrendo uma boa cobertura.

Na aplicação com pulverizador costal manual, aplicar a calda herbicida diretamente sobre a folhagem das plantas infestantes até atingir o ponto de escorrimento. Utilizar bicos de jato plano 80.03 ou 110.03.

NOTA: Sobre outros equipamentos, providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas. A critério do Técnico Habilitado, as condições de aplicação poderão ser alteradas.
Aplicação Aérea:

Bicos: Utilizar bicos de jato cônico cheio da série D, com uma deposição mínima de 30 gotas/cm2 e um DMV de 600 a 800 ?m sobre o alvo desejado.

Número de bicos na barra: Para aviões IPANEMA, qualquer modelo, utilizar de 32 a 36 bicos, fechando de 9 a 7, respectivamente, em cada extremidade das asas e três intermediários de cada lado próximos à fuselagem, mantendo em operação os oito bicos sob a fuselagem (barriga), e posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas. Para outros modelos de aeronaves, utilizar a disposição que permita a maior uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição e evitar a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas de asas, fechando apropriadamente os bicos próximos a estas.

Altura de voo: Para qualquer modelo de aeronave agrícola (aviões e helicópteros), utilizar o nível de voo no mínimo a 10 metros em relação ao topo da cultura ou das árvores ou plantas remanescentes, não ultrapassar a altura de 25 a 30 metros em relação ao solo. Recomendar sempre que a altura de voo não deverá ser superior ao acima estabelecido, pois implicará em maior deriva e grande perda das gotas, com péssima distribuição e uniformidade de deposição sobre o alvo desejado, ocasionando dispersão de gotas e do produto para fora da faixa de deposição efetiva.

Volume de aplicação: 50 L/ha . Não efetuar aplicações com bicos rotativos tipo MICRONAIR.

Pressão de trabalho: Deverá ser mantida dentro da faixa de 15 a 30 psi (100 a 200 kPa), qualquer que seja o tipo de aeronave utilizada.

Faixa de deposição: Para aviões IPANEMA ou similares, utilizar a faixa máxima de 20 metros . Para aviões grandes a faixa de deposição não deverá exceder 25 metros . Em dúvida, solicitar informações do Departamento Técnico ou Engenheiro Agronomo da Dow AgroSciences.

Ângulo da barra: Em condições de umidade relativa acima de 70%, utilizar o ângulo da barra de pulverização a 135°, aumentando o mesmo até o máximo de 180° de acordo com o decrescimo da umidade relativa do ar, para se gerar gotas mais grossas e pesadas reduzindo as perdas por evaporação e derivas muito longas.

Condições climáticas:
temperatura ambiente: abaixo de 32°C, no local da aplicação
umidade relativa do ar: parar a pulverização quando atingir o mínimo de 60% na área de aplicação
velocidade de vento: acima de 2 até o máximo de 10 km/h

Evitar aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 km/h onde ocorrerá o fenômeno de inversões térmicas, causando maior permanência das gotas no ar, contaminando o avião, bandeirinhas e o meio ambiente e prejudicando consideravelmente a deposição das gotas.

Aplicações efetuadas nas horas mais quentes do dia também deverão ser evitadas, pois causarão perdas das gotas devido a ação das correntes térmicas ascendentes.

OBS.: Observar sempre que o fator climático mais importante a considerar deverá ser sempre a umidade relativa do ar, a qual determinará uma maior ou menor velocidade de evaporação das gotas e uma maior ou menor deriva das mesmas pelo vento.
O uso de adjuvante misturado à calda de pulverização como adjuvante para reduzir a evaporação das gotas e acelerar a absorção do produto pelas plantas, deverá ser efetuado na concentração de 0,3 % v/v.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Deve ser observado um intervalo de 24 horas após a aplicação para a reentrada de pessoas nas áreas tratadas.

LIMITAÇÕES DE USO:

TRUPER* não causará danos às pastagens quando usado dentro das recomendações de uso aqui citadas.
O produto só deverá ser aplicado quando não houver perigo das espécies úteis a ele sensíveis, tais como dicotiledôneas em geral, serem atingidas.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada (24 h).
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e aventais impermeáveis, por exemplo.
INTOXICAÇÕES POR FLUROXIPIR-MEPTÍLICO E TRICLOPIR-BUTOTÍLICO

INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Grupo químico
Ácido piridiniloxialcanóico

Classe toxicológica
I – EXTREMAMENTE TÓXICO

Vias de exposição
Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Mecanismos de toxicidade
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.

Toxicocinética
Fluroxipir-meptílico: Estudo realizado com o produto Fluroxipir marcado demonstrou que a absorção da radioatividade é rápida e a excreção urinária é a responsável pela eliminação de 90% do composto, em 24 horas. Não se observou acumulação em nenhum tecido. A hidrólise de Fluroxipir-meptílico para Fluroxipir ácido foi a única biotransformação significativa observada.
Triclopir-butotílico: Estudo de metabolismo e excreção realizado com Triclopyr, em animais de laboratório, demonstrou que a via urinária é a principal responsável pela eliminação do produto. A maioria do 14C foi liberada do plasma de forma rápida, com meia-vida de 3 horas e o restante foi liberado em velocidade menor com meia-vida de 151 horas. Do total excretado pela urina, 95,7% foi eliminado nas primeiras 24 horas. A rápida liberação da maioria do 14C do plasma, a excreção relativamente eficiente do 14C renal e os baixos níveis de 14C detectado na carcaça sugerem que Triclopyr não deve acumular-se em níveis excessivos em animais de laboratório.

Sintomas e sinais clínicos
Fluroxipir-meptílico: Em casos de exposição ocular pode ocorrer irritação nos olhos com injúria da córnea. A ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos mínimos no trato gastrointestinal e no fígado.
Triclopir-butotílico:
Exposição Aguda
Pode ocorrer irritação ocular após exposição a esses compostos.
Gastrintestinal
Podem ocorrer náusea, vômito, cólica e diarréia.
Hepático
Foram observados em animais experimentais aumento do peso do fígado, hipertrofia hepatocelular, necrose hepatocelular, icterícia colestática e pequeno aumento nas enzimas hepáticas.
Geniturinário
Foram observados em animais experimentais: alterações no peso da bexiga, falência renal aguda, necrose tubular, aumento no peso dos rins e nefropatia.
Dermatológico
Pode ocorrer irritação de pele.

Diagnóstico
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento
Sintomático, a critério médico, em resposta às reações do paciente.

Contra-indicações
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.

Efeitos sinérgicos
Nenhum efeito sinérgico é conhecido.

Atenção
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT – ANVISA/MS.
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS).
Telefone de Emergência da empresa:
0800 7710032

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção:
Fluroxipir-meptílico: Estudo realizado com o produto Fluroxipir marcado demonstrou que a absorção da radioatividade é rápida e a excreção urinária é a responsável pela eliminação de 90% do composto, em 24 horas. Não se observou acumulação em nenhum tecido. A hidrólise de Fluroxipir-meptílico para Fluroxipir ácido foi a única biotransformação significativa observada.
Triclopir-butotílico: Estudo de metabolismo e excreção realizado com Triclopyr, em animais de laboratório, demonstrou que a via urinária é a principal responsável pela eliminação do produto. A maioria do 14C foi liberada do plasma de forma rápida, com meia-vida de 3 horas e o restante foi liberado em velocidade menor com meia-vida de 151 horas. Do total excretado pela urina, 95,7% foi eliminado nas primeiras 24 horas. A rápida liberação da maioria do 14C do plasma, a excreção relativamente eficiente do 14C renal e os baixos níveis de 14C detectados na carcaça sugerem que Triclopyr não deve acumular-se em níveis excessivos em animais de laboratório.

Efeitos Agudos e Crônicos para animais de laboratório:

Efeitos Agudos:
Estudos realizados com animais de laboratório mostraram que Truper* apresentou:
DL50 oral: 1.319,51 mg/kg.
DL50 dérmica: > 4.000 mg/kg.
Irritação dérmica: levemente irritante à pele de coelhos.
Irritação ocular: irritante para olhos de coelhos.
Sensibilização cutânea: não sensibilizante.

Efeitos crônicos:

Fluroxipir meptílico: Estudo crônico, realizado com Fluroxipir-meptílico em ratos durante um período de 2 anos com doses de até 320 g/kg/dia, demonstrou não apresentar nenhuma indicação de toxicidade cumulativa ou efeito em todos os parâmetros avaliados durante o estudo.
Triclopir-butotílico: Em um estudo de 24 meses em ratos foi observado aumento absoluto e relativo do fígado. As fêmeas apresentaram um aumento mínimo na pigmentação normal, relacionada a idade, nos túbulos proximais do fígado; esse aumento de pigmentação não foi associado com qualquer alteração morfológica ou funcional e não foi considerado um efeito adverso. O NOEL para este estudo foi de 3 mg/kg/dia. Um estudo de 2 gerações para avaliar o efeito reprodutivo e toxicidade neonatal do triclopir. O NOEL parental foi de 5 mg/Kg/dia. O NOEL para fertilidade e toxicidade neonatal foi de 25 mg/Kg/dia.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação, pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes resistentes a produtos com este mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas, deverão ser aplicados, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura; não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.