Bula Turuna

acessos
2,4-D + Picloram
14207
Stockton

Composição

Picloram 114 g/L Ácido piridinocarboxílico
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D) 447 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Agriãozinho
(Synedrellopsis grisebachii)
5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Não determinado. Fazer uma aplicação com as plantas daninhas no estádio de desenvolvimento vegetativo até o florescimento
Assa peixe
(Vernonia polyanthes)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Não determinado. Fazer uma aplicação com as plantas daninhas no estádio de desenvolvimento vegetativo até o florescimento. Utilize a dose menor para plantas daninhas menos desenvolvidas e as maiores para as plantas daninhas mais desenvolvidas
Assa peixe
(Vernonia ferruginea)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Não determinado. Fazer uma aplicação com as plantas daninhas no estádio de desenvolvimento vegetativo até o florescimento. Utilize a dose menor para plantas daninhas menos desenvolvidas e as maiores para as plantas daninhas mais desenvolvidas
Assa peixe roxo
(Vernonia westiniana)
5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Não determinado. Fazer uma aplicação com as plantas daninhas no estádio de desenvolvimento vegetativo até o florescimento. Utilize a dose menor para plantas daninhas menos desenvolvidas e as maiores para as plantas daninhas mais desenvolvidas
Buva
(Conyza bonariensis)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Não determinado. Fazer uma aplicação com as plantas daninhas no estádio de 4 a 6 folhas. Utilize a dose menor para plantas daninhas menos desenvolvidas e as maiores para as plantas daninhas mais desenvolvidas
Joá bravo
(Solanum sisymbriifolium)
5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Não determinado. Fazer uma aplicação com as plantas daninhas no estádio de desenvolvimento vegetativo até o florescimento
Joá de capote
(Physalis angulata)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Não determinado. Fazer uma aplicação com as plantas daninhas no estádio de 4 a 6 folhas. Utilize a dose menor para plantas daninhas menos desenvolvidas e as maiores para as plantas daninhas mais desenvolvidas
Malva branca
(Sida cordifolia)
4 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Não determinado. Fazer uma aplicação com as plantas daninhas no estádio de desenvolvimento vegetativo até o florescimento. Utilize a dose menor para plantas daninhas menos desenvolvidas e as maiores para as plantas daninhas mais desenvolvidas
Tranchagem
(Plantago major)
3 a 5 L p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) 1 dia. Não determinado. Fazer uma aplicação com as plantas daninhas no estádio de 4 a 6 folhas. Utilize a dose menor para plantas daninhas menos desenvolvidas e as maiores para as plantas daninhas mais desenvolvidas

Frasco de PEAD para 0,5 e 1 L. Bombona de plástico para 2,5; 5; 10 e 20 L. Tambor de PEAD ou metálico com revestimento PVF para 40; 50; 100 e 200 L.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Faça uma aplicação no período recomendado conforme tabela acima.
MODO DE APLICAÇÃO:
TURUNA deve ser diluído em água limpa e aplicado por pulverização foliar em área total ou dirigida.
a) Para aplicação foliar em área total (pastagens com infestações uniformes):
- Aplicação terrestre, com equipamento tratorizado: Aplique em área total dando boa cobertura sobre as plantas dani¬nhas, utilizando-se pulverizador tratorizado dotado de barra com bicos tipo leque Teejet XR 110.02 ou XR 110.03 ou similares; ou pulverizador tratorizado com turbina de fluxo de ar (jatão). Utilize de 200 a 300 litros de calda por hectare.
- Aplicação aérea com aeronaves agrícolas (aviões, helicópteros):
1) Bicos: utilizar bicos de jato cônico vazio ou cheio da série O ou similar, com a combinação adequada de ponta e difu¬sor (core) 46 ou 56, com uma densidade mínima de gotas depositadas de 50 a 60 gotas/cm2. Não utilizar bicos rotativos do tipo Micronair ou similares.
Diâmetro de gotas: 240 a 420 m (micra) VMD. Usar diâmetro maior nas condições mais críticas de evaporação e/ou deriva, monitorando sempre as variáveis meteorológicas. Empregar equipamentos que produzam efeito de gotas estrei¬to, de forma a minimizar a formação de muitas gotas pequenas, afastadas do diâmetro médio.
2) Número de bicos na barra de pulverização: Para aviões do tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilize 38 a 40 bicos, fechando sempre os bicos situados próximos às pontas das asas e três intermediários junto ao corpo (fuselagem) do avião, nas extremidades internas das asas. Mantenha em funcionamento os 8 bicos originais existentes sob a "barriga" (fuselagem) do avião que deverão ser posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas.
NOTA: O fechamento dos bicos das pontas das asas, não diminui a largura da faixa de deposição recomendada para a aeronave em uso, ao contrário reduz o arraste das gotas pelos vórtices de ponta das asas e danos ao ambiente e áreas vizinhas. Avaliações práticas confirmam uma perda mínima de 30% da pulverização quando as gotas são arrastadas pelos vórtices de ponta das asas.

3) Altura de vôo. Sendo o vôo da aeronave definido e efetuado em função da altura das arvores, é recomendável – para a segurança do vôo, melhor uniformidade e geração das gotas e distribuição das gotas sobre o alvo desejado - que a aeronave mantenha um nível de vôo entre 8 a 10 metros acima do topo das plantas mais altas, qualquer que seja o tipo ou modelo de aeronaves utilizadas.
A altura de vôo recomendada deverá ser mantida, durante todo o processo de aplicação do produto, independente das variações climáticas locais que ocorram. O controle da deriva deverá ser efetuado sempre pela alteração do ângulo dos bicos de pulverização e do diâmetro das gotas e nunca pela variação da altura de vôo.
4) Volume de aplicação: Utilizar sempre vazões de 30 a 50 litros/ha.
5) Faixa de deposição: Para aviões do tipo IPANEMA ou similares utilizar a faixa de deposição máxima de 15 metros. Para aviões de porte maior, a faixa de deposição será sempre limitada às características técnicas operacionais compro¬vadas do modelo/tipo do avião, e plea densidade e diâmetro de gotas requeridas e recomendadas sobre o alvo deseja¬do.
6) Condições climáticas: Qualquer que seja o equipamento de pulverização em uso e durante toda a aplicação, deverão ser observadas as seguintes condições climáticas:
- Temperatura ambiente (local da aplicação): abaixo de 32°C;
- Umidade relativa do ar (local da aplicação): mínima de 60%;
- Velocidade do vento: entre 2 e 10 Km/hora (0,5 a 2,8 metros/segundo).
Evitar aplicações em condições de inversão térmica, nas quais as gotas permanecerão mais tempo no ar, contaminando o avião durante a pulverização e o meio ambiente e reduzindo o efeito do produto sobre o alvo desejado. Não aplicar em condições de temperaturas muito altas e umidade baixa, pois ocorrerão correntes de convecção (térmicas) causan¬do um dissipação vertical muito rápida das gotas, redução ou perdas de seu efeito sobre o alvo desejado e ocasionando efeitos danosos ao ambiente.
OBSERVAÇÕES: Considerar sempre a umidade relativa do ar como um dos fatores mais importantes e de maior atenção e monitoramento durante todo o processo de aplicação dos produtos, pois determinará a maior ou menor velocidade de evaporação e perda das gotas, com uma maior ou menor deriva ou arraste pelos ventos.
Para melhor molhabilidade e cobertura das plantas daninhas, adicione um espalhante adesivo não-iônico ou óleo emulsionável, nas doses registradas.
EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
TURUNA deve ser aplicado via terrestre, com pulverizadores tratorizados de barra (com bicos tipo leque Teejet XR 110.02 ou XR 110.03 ou similares) ou com turbina de fluxo de ar; ou via pulverização aérea, com aeronaves agrícolas (aviões ou helicópteros).

Produto corrosivo ao ferro cobre, latão e alumínio. Lave adequadamente os equipamentos de aplicação após sua utilização.

É PROIBIDA A APLICAÇÃO COM EQUIPAMENTO MANUAL OU COSTAL INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cultura Intervalo de Segurança
Pastagens (1)
(1) Intervalo de segurança no determinado.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas até que a calda de pulverização se apresente totalmente seca (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
INFORMAÇÕES ADICIONAIS
- Para que haja boa absorção e translocação do produto nas plantas, aplique TURUNA quando as plantas daninhas infestantes estiverem na fase de intenso metabolismo e desenvolvimento vegetativo.
- Faça um levantamento prévio na área. A dose de produto a ser utilizada depende da espécie a ser controlada e estágio de desenvolvimento.
- No caso de rebrota de plantas daninhas tratadas, faça nova aplicação do produto na estação seguinte, quando as invasoras estiverem com área foliar suficiente para absorver a quantidade de produto necessária para a completa elimi¬nação das mesmas.
- Se a gramínea forrageira estiver muito alta na época da aplicação, solte os animais para rebaixar a pastagem, facili¬tando a visualização das plantas a serem tratadas.
- Retire os animais da área, antes de realizar as aplicações do herbicida.
- Para melhor recuperação da pastagem, após a aplicação de TURUNA, aguarde 60-90 dias antes de soltar os animais na área. Isto também evitará que os animais eventualmente se alimentem de plantas tóxicas que podem se tornar mais palatáveis após o tratamento herbicida.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para a cultura indicada:
- Utilizado conforme as instruções de uso e nas doses recomendadas, TURUNA não causa danos às pastagens de gramíneas forrageiras estabelecidas.
OUTRAS RESTRIÇÕES A SEREM OBSERVADAS:
- Não permita que o produto atinja, diretamente ou indiretamente por deriva ou enxurrada, espécies úteis suscetíveis a herbicidas hormonais.
- Culturas sensíveis: são sensíveis a esse herbicida as culturas dicotiledôneas tais como o algodão, amendoim, batata, tomate, feijão, soja, café, citros, fumo, eucalipto, mamona, hortaliças, frutíferas, flores, plantas ou arbustos ornamentais, e outras.
- Por 2 a 3 anos, não plante culturas sensíveis em áreas que receberam aplicação de TURUNA, ou faça teste semean¬do cultura altamente sensível ao produto antes do plantio comercial.
- Não utilize pulverizador e equipamentos de aplicação de TURUNA para preparo ou aplicação de qualquer produto em culturas sensíveis, mesmo depois de lavados.
- Não utilize o esterco de curral ou de campo para adubar culturas sensíveis, quando oriundos de animais que tenham pastado em áreas tratadas com TURUNA nos últimos 7 dias.
- Não aplique em áreas encharcadas ou sujeitas a encharcamento.
- Não aplique quando houver prenúncio de chuva.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR O PRODUTO, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

Precauções Gerais:
- Produto para uso exclusivamente agrícola,
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto,
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados,
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas,avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas,
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca,
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas
- Não utilize equipamento com vazamento ou defeitos
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados
- Quando for descartar as embalagens, use luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA
- Produto extremamente irritante para os olhos.
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos,
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro para vapores orgânicos, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança;
- Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto
- Evite aplicar o produto nas horas mais quentes do dia;
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas, botas de borracha, avental impermeável, máscara com filtro para vapores orgânicos, óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
- Se houver contato do agrotóxico com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao contato do agrotóxico com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Caso o agrotóxico seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- O agrotóxico produz neblina, use máscara com filtro para vapores orgânicos cobrindo o nariz e boca.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para uso durante a aplicação.
- Não reutilize a embalagem vazia;
- Mantenha o restante do agrotóxico em sua embalagem original adequadamente fechada, em local trancado longe do alcance de crianças e animais.
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação até a completa secagem da calda do agrotóxico.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPls), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas macacão, luvas e máscara.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as roupas de proteção separado das demais roupas da família Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual- EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a em¬balagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos.
Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA E ANTIDOTO

•Grupos químicos: Ácido piridinocarboxílico, Àcido ariloxialcanóico e Nonilfenol etoxilado.
•Classe toxicológica: I - Extremamente tóxico
•Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
•Toxicocinética:
Picloram: Picloram foi rapidamente absorvido do trato gastrointestinal (meia-vida de 0,5 horas) e rapidamente excretado não modificado pela urina; mais que 76% do produto aplicado oralmente foi excretado na urina durante as primeiras 6 horas e, mais que 87% foi excretado na urina em 72 horas. Por comparação, Picloram foi levemente absorvido através da pele (meia-vida de 12 horas) e, baseando-se na quantidade de Picloram excretado na urina, somente uma pequena fração (0,18%) do Picloram aplicado à pele foi absorvido. Em resumo, estes dados demonstram que Picloram é rapidamente excretado tendo um baixo potencial para acumular no homem durante exposições repetidas ou prolongadas.
2,4-D: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmete através da urina (84 a 94% do 2,4-D administrado, a excreção é facilitada e acelerada quando a urina es¬tá alcalina)e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fra¬ção de 2,4-D foi encontrado nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.
Nonilfenol etoxilado é rapidamente absorvido, metabolizado e excretado pela urina, mas, principalmente pelas fezes. O fígado e os rins são os órgãos-alvo deste composto.
•Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
•Sintomas e sinais clínicos:
O produto apresentou-se levemente irritante a pele, extremamente irritante aos olhos. Efeito adverso moderado é esperado pela exposição inalatória. A exposição ocular pode causar irritação severa com injúria da córnea. A ingestão repetida em grandes quantidades pode provocar efeitos mínimos no trato gastrointestinal e no fígado.

Picloram

Exposição Aguda

Dados de exposição de humanos a doses elevadas são limitados. Pode ocorrer náusea após exposição a grande quantidade. A sua baixa pressão de vapor torna a toxicidade por via inatória improvável. O picloram não é descrito como sendo um sensibilizante. O seu pó pode ser, irritante aos olhos, pele, nariz, gargante e trato respiratório. É improvável que ocorra dano à córnea.
Respiratório
O pó do picloram é irritante para o trato respiratório.
Neurológico
Embora não tenham sido relatados ataques epilépti¬cos em humanos, eles ocorreram em animais expostos a doses fatais.
Gastrintestinal
Pode ocorrer náusea após ingestão de grande quantidade de picloram.
O picloram é rapidamente absorvido pelo trato gastrintestinal.
Hematológico
Os níveis de leucócitos podem diminuir.
Dermatológico
O picloram é moderadamente irritante para a pele. O picloram é absorvido lentamente através da pele.

2,4-D

Exposição Aguda
A maior parte dos casos fatais envolvem falência renal, acidose metabólica, desequilíbrio hidroeletrolítico, resultando em uma falência múltipla de órgãos. Pode ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca após contato direto.
Ingestão
Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, vômito, taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, rigidez muscular, insuficiência respiratória, edema pulmonar e rabdomiólise.
Patofisiologia
Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso central.
Cardiovascular
Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias e hipotensão.
Respiratório
Ingestão de grande quantidade pode causar bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilação ou edema pulmonar. Um odor peculiar é sentido no ar expelido pelo paciente.
Neurológico
A) Exposição a baixas doses: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.
B) Exposição a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, contrações musculares, espasmos, fraqueza profunda, polineurite e perda de consciência.
C) Reacões idiossincráticas: neuropatias periféricas.
Gastrintestinal
Foram relatados náusea, vômito, diarréia e necrose da mucosa gastrintestinal.
Hepático
Foram relatadas elevações nas enzimas lactato de¬sidrogenase, ASAT e ALAT.
Genitourinário
Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devida à rabdomiólise também é possível.
Hidro-eletrolítico
A ingestão de 2,4-D pode levar à hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.
Hematológico
A trombocitopenia é o efeito hematológico primário. A leucopenia também já foi relatada.
Dermatológico
O contato direto pode causar irritação na pele.
Musculoesquelético
Podem ocorrer espasmos musculares, rigidez muscular, elevação da creatina quinase e rabdomiólise.
Endócrino
Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4-D. Estudos com animais mostraram decréscimo nos níveis de T3 e T4, mas esse efeito não foi relatado em humanos.

Nonilfenol etoxilado

Dermatológico
Vasodilatação, eritema, deslipidificação da camada superficial da pele, desidratação de pele e mucosas com rachaduras e risco de sobreinfecção; dermatite de contato; fotossensibilização; irritação ocular com dor, eritema e edema.
Gastrointestinal
Irritação do trato gastrointestinal, náusea, vômito, diarréia e dor abdominal, acompanhados de dor de cabeça, vertigens, incoordenação motora e fadiga. Inalação - irritação das vias respiratórias podendo chegar a uma bronquite ou uma pneumonite química, dor de cabeça, vertigens, náusea, redução do nível de consciência e outros sintomas de alteração do sistema nervoso, tais como, irritabilidade, distúrbios visuais e depressão do sistema nervoso central, com dificuldade respiratória e convulsões. A inalação pode agravar um quadro de asma, uma inflamação ou um processo fibrótico pulmonar.
Endócrino
Disrupção endócrina, mutagênese e carcinogênese.O nonilfeno etoxilato tem um efeito estrogênico, induz a proliferação celular e aumenta os níveis de receptores de progesterona nos tumores de mama humanos. O óxido de etileno gerado durante sua síntese é potencialmente cancerígeno e reconhecidamente mutagênico. Estudos mostram que o nonilfenol etoxilato é citotóxico e provoca um aumento da migração do DNA das células humanas e sua alteração, sugerindo um provável efeito carcinogênico.
•Diagnóstico: Anamnese detalhada, com noção de exposição ao produto e sintomatologia clínica compatível.
•Tratamento: Descontaminação a ser realizada por profissional protegido por avental impermeável, botas de borracha e luvas de nitrila. Se o produto foi ingerido até 1 h antes da chegada ao hospital, proceder a uma lavagem gástrica. Tratamento sintomático e de ma-
nutenção das funções vitais.
Controlar a função hepática e renal, o estado neurológico do paciente, eletrólitos e hemograma.
Não há antídoto para este produto.
•Contra-indicações: O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
•Efeitos sinérgicos: Nenhum efeito sinérgico é conhecido.
•Atenção: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento. Rede Nacional de Centro de Informação e Assistência Toxicológica- RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informações de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (11)- 4197-0265 e (11) 9261-4161

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para o ser Humano:
Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que Picloram e 2,4-D são excretados principalmente através da urina (69 a 86% do administrado de Picloram e 84 a 94% do administrado de 2,4-D) e a eliminação fecal como via secundária de excreção (5 a 25% para Picloram e 2 a 11 % para 2,4-D). Não foram encontrados níveis de Picloram nos tecidos e carcaça após 72 horas. Apenas uma pequena fração de 2,4-D administrado foi encontrado nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.

Efeitos Agudos: Estudos realizados com animais de laboratório mostraram que o TURUNA é extremamente irritante aos olhos e pouco irritante para a pele; a DL50 oral aguda observada em estudo com animais de laboratório foi de 300 mg/kg, DL50 dérmica foi maior que 4000 mg/kg e a CL50 inalatória maior que 10,52mg/L.

Efeitos Crônicos:

Picloram: Um estudo crônico realizado em ratos durante 2 anos apresentou NOEL de 20 mg/kg/dia. O principal efeito relacionado ao tratamento foi o aumento dos pesos absoluto e relativo do fígado e propriedades tintoriais dos hepatócitos centrilobulares. Não houve mortalidade ou incidência de tumores durante o estudo (EPA RED, 1995). Em estudos reprodutivos em ratos e em camundongos o picloram não apresentou efeitos na gestação e na fertilidade dos animais. Em estudos em animais o picloram também não apresentou efeitos teratogênicos (EXTOXNET, 1996). Estudos de 12 meses em cães, os efeitos observados foram aumento no tamanho e peso do fígado. O NOEL foi de 35 mg/kg/dia. Em um estudo em ratos de 2 gerações, os efeitos observados foram toxicidade renal nos machos e fêmeas FO e F1 da maior dose administrada; nenhum efeito foi observado sobre a fertilidade ou desenvolvimento neonataL O NOEL foi de 200 mg/kg/dia e o NOEL para fertilidade e desenvolvimento neonatal foi de 1 000 mg/kg/dia. 2,4-0: Estudo crônico realizado em animais de laboratório durante 2 anos, apresentou NOEL de 1 mg/kg/dia. Em doses de 45 mg/kg/dia, os rins de animais testados neste estudo, tiveram aumento de peso. Os resultados de alguns estudos epidemíológicos sugeriram uma associação entre a exposição aos fenoxi herbicidas, aumento na incidência de tumores malignos e aumento da mortalidade, porém esta associação ainda não está confirmada (WHO, 1984).
Nonilfenol etoxilato tem um efeito estrogênico, induz a proliferação celular e aumenta os níveis de receptores de progesterona nos tumores de mama humanos. O óxido de etileno gerado durante sua síntese é potencialmente cancerígeno e reconhecidamente mutagênico.
Estudos mostram que o nonilfenol etoxilato é citotóxico e provoca aumenta da migração do DNA das células humanas e sua alteração, sugerindo um provável efeito carcinogênico.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa: CROSS L1NK CONSULTORIA E COMÉRCIO LTDA., telefone de emergência: (11) 4197 -0265.
-Utilize o equipamento de proteção individual -EPI(macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, avental impermeável, touca árabe, máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, protetor ocular, luvas e bota de borracha).
-Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d´água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: Absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.

Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

FRASCO PLÁSTICO (EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL)
I-LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls - Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

- Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

- Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
- Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

-O armazenamento das embalagens vazias, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
-No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
- Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devolução deverá ocorrer até o fim do prazo de validade.

-TRANSPORTE
- As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio desta embalagem.
Esta embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalment utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)

-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
-TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
- A destinação inadequada das embalagens e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
- Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
- A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
- O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Faça o preparo do solo para o plantio e execute as operações de cultivo de modo a diminuir a infestação de plantas daninhas e a sua disseminação. Faça o manejo da pastagem, evitando-se a sua deterioração.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes resistentes a produtos com este mecanismo de ação.
Como prática de manejo de resistência em plantas daninhas, deverão ser aplicados herbicidas, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar devidamente registrados para a cultura. Para maiores esclarecimentos, procure um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Vide Aplicação/Uso