Velez / Questmyll / Onceres / BRT Protect / Gardeon / BS Inox / Ajaax / Noduvel / Argento / Lorens / Tratus F / Bioxtreme / Macro Defense / Spirium CI

Geral
Nome Técnico:
Bacillus amyloliquefaciens isolado CBMAI1301
Registro MAPA:
21021
Empresa Registrante:
Biota Innovations
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Bacillus amyloliquefaciens Isolado CBMAI 1301 (1 X 10⁸ UFC/g p. c.) 20 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Sim

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1 L
Não Lavável Saco Plástico Flexível Líquido 1 L
Não Lavável Sachê Plástico Flexível Líquido 0,500 L
Não Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 20 L
Não Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 5 L

INSTRUÇÕES DE USO:

VELEZ, QUESTMYLL, ONCERES, BRT PROTECT, GARDEON, BS INOX, AJAAX, NODUVEL, ARGENTO LORENS,TRATUS F, BIOXTREME, MACRO DEFENSE e SPIRIUM, é um Fungicida Microbiológico indicado para aplicação foliar para o controle de Colletotrichum lindemuthianum e Colletotrichum gloeosporioides e Corynespora cassiicola.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

Colletotrichum lindemuthianum (antracnose): Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada para a cultura do feijão. Dose de 1 x 1012 UFC/ha. Número de aplicações: 2 a 4 aplicações, dependendo da incidência da doença, aplicados semanalmente a partir do início do aparecimento dos sintomas.
Colletotrichum gloeosporioides (antracnose): Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico.Eficiência agronômica comprovada para a cultura do pimentão. Dose de 1,5 x 1011 UFC/ha. Número de aplicações: 2 a 4 aplicações, dependendo da incidência da doença, aplicados semanalmente a partir do início do aparecimento dos sintomas.
Corynespora cassiicola (mancha-alvo): Em todas as culturas com ocorrência do alvo biológico. Eficiência agronômica comprovada para a cultura do algodão. Realizar cinco aplicações, sendo a primeira de forma preventiva, a segunda no estágio vegetativo V3 e as demais realizadas a cada 10 a 11 dias.

MODO DE APLICAÇÃO:

Efetuar as aplicações foliares de forma que possibilitem uma boa cobertura da parte aérea das plantas, sem causar escorrimento. Para a aplicação deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra. Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 27º C ou na presença de ventos fortes (velocidadeacima de 10 km/hora), bem como com umidade relativa do ar abaixo de 70%. A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre a formação de deriva e perdas do produto causadas por evaporação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Não determinado em função da não necessidade de estipular o limite máximo de resíduo (LMR) para este ingrediente ativo.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entrar na área tratada até completa secagem da calda (no mínimo 4 horas após a aplicação).Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da tarde. Não aplicar sob vento forte. Nessas condições a exposição dos esporos da bactéria à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade da bactéria. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas.
Para beneficiar a atuação do VELEZ, QUESTMYLL, ONCERES, BRT PROTECT, GARDEON, BS INOX, AJAAX, NODUVEL, ARGENTO LORENS,TRATUS F, BIOXTREME, MACRO DEFENSE e SPIRIUM, protegendo o inóculo dos fatores climáticos e melhorando as condições microclimáticas, são recomendadas as seguintes práticas culturais:
- Usar a calda no mesmo dia do seu preparo. Aplicar com solo úmido ou realizar leve irrigação após a aplicação do produto;
- Após a aplicação, evitar a limpeza mecânica ou química do piquete, pois essas práticas podem diminuir a quantidade de inóculo;
- Conservar o produto sob refrigeração ou lugar fresco e arejado. Nunca deixar o produto exposto ao sol;
- Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos;
- Não aplicar em período de chuvas intensas

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o uso de sementes sadias, época adequada de semeadura, rotação de culturas, manejo de irrigação, uso de variedades resistentes quando disponíveis e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível.
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis etc.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas.
Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

TEMPERATURA IDEAL DE ARMAZENAMENTO: TEMPERATURA AMBIENTE (27°C)
PRAZO DE VALIDADE: 24 MESES

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