Bula Zethapyr 106 SL

acessos
Imazetapir
4704
Nufarm

Composição

Imazethapyr 106 g/L Imidazolinonas

Classificação

Herbicida
IV - Pouco tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,3 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 40 dias. Deverá ser aplicado em pós-emergência precoce (POSp) para o controle das plantas daninhas de folhas largas no estágio de até 4 folhas. Fazer a aplicação quando as plantas daninhas apresentarem-se de 2 a 4 folhas e a cultura do Feijão com 2 a 3 trifólios
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 66 dias. Deverá ser aplicado em pós-emergência precoce (POSp) para o controle das plantas daninhas de folhas largas no estágio de até 4 folhas. Na cultura da Soja é aconselhável que a aplicação se dê a partir do estádio de folhas cotiledonares até o 3o trifólio. Quando aplicado após este estágio da cultura o produto pode causar leve amarelecimento e redução no porte com posterior recuperação, sem afetar a produtividade
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 66 dias. Deverá ser aplicado em pós-emergência precoce (POSp) para o controle das plantas daninhas de folhas largas no estágio de até 4 folhas. Na cultura da Soja é aconselhável que a aplicação se dê a partir do estádio de folhas cotiledonares até o 3o trifólio. Quando aplicado após este estágio da cultura o produto pode causar leve amarelecimento e redução no porte com posterior recuperação, sem afetar a produtividade
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 66 dias. Deverá ser aplicado em pós-emergência precoce (POSp) para o controle das plantas daninhas de folhas largas no estágio de até 4 folhas. Na cultura da Soja é aconselhável que a aplicação se dê a partir do estádio de folhas cotiledonares até o 3o trifólio. Quando aplicado após este estágio da cultura o produto pode causar leve amarelecimento e redução no porte com posterior recuperação, sem afetar a produtividade
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Realizar uma aplicação. 66 dias. Deverá ser aplicado em pós-emergência precoce (POSp) para o controle das plantas daninhas de folhas largas no estágio de até 4 folhas. Na cultura da Soja é aconselhável que a aplicação se dê a partir do estádio de folhas cotiledonares até o 3o trifólio. Quando aplicado após este estágio da cultura o produto pode causar leve amarelecimento e redução no porte com posterior recuperação, sem afetar a produtividade

Frascos plásticos monocamada de polietileno com capacidade para 1 L acondicionados em caixa externa de papelão ondulado de parede dupla contendo 20 unidades; Bombonas plásticas monocamada de polietileno com capacidade para 5 L acondicionadas em caixas externas de papelão ondulado de parede dupla contendo 04 unidades; Bombonas pásticas monocamada de polietileno com capacidade para 10 L acondicionadas em caixa externa papelão ondulado de parede dupla contendo 02 unidades; Bombonas pásticas monocamada de polietileno com capacidade para 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
ZETHAPYR 106 SL é um herbicida sistêmico seletivo, indicado para aplicações em pós-emergência precoce (POSp) das ervas daninhas de folhas largas na cultura da soja, em plantio direto ou convencional, nas plantas daninhas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Modo de Ação: O herbicida ZETHAPYR 106 SL é absorvido pelas folhas das plantas daninhas e desta forma se transloca pelo xilema e floema, acumulando-se nos meristemas de crescimento, inibindo a síntese da enzima acetolactato sintase (ALS) que por sua vez participa do processo de biossíntese de três aminoácidos essenciais: valina, leucina e isoleucina. Esta inibição interrompe a síntese protéica que, interfere na síntese do DNA e no crescimento celular. Os primeiros sintomas da atividade herbicida se manifestam na interrupção do crescimento que ocorre dentro de 2 dias após a aplicação. Estes sintomas e a velocidade de ação nas plantas daninhas suscetíveis depende da espécie, do estágio de crescimento e das condições ambientais. Os sintomas mais comuns são clorose foliar, morte do ponto de crescimento e por fim a morte total das plantas daninhas que pode ocorrer entre 10 e 20 dias após a aplicação para as plantas daninhas sensíveis.

ZETHAPYR 106 SL deverá ser aplicado em pós-emergência precoce (POSp) para o controle das ervas daninhas de folhas largas no estágio de até 4 folhas. Na cultura da soja é aconselhável que a aplicação se dê a partir do estádio de folhas cotiledonares até o 3o trifólio. Quando aplicado após este estágio da cultura o produto pode causar leve amarelecimento e redução no porte com posterior recuperação, sem afetar a produtividade.

MODO DE APLICAÇÃO:
ZETHAPYR 106 SL pode ser usado em sistemas de plantio convencional, cultivo mínimo ou plantio direto.

Aplicação terrestre: o produto deve ser aplicado por meio de equipamento terrestre manual ou tratorizado devidamente calibrado. Recomenda-se a utilização de bicos de jato leque do tipo 80.02 a 80.04, 110.02 a 110.04 ou similares, com pressão de trabalho de 30 a 60 lb/pol2, densidade de gotas de 40-80 gotas/cm2 e tamanho variando de 200 a 300 micras, e volume de calda de 200 l/ha. Evite sobreposição de faixas de pulverização durante a aplicação. Não fazer aplicação do produto na presença de ventos fortes (acima de 8 km/h) a fim de evitar contaminação de culturas vizinhas e sensíveis ao produto. Evite também aplicações com temperatura do ar acima de 30oC e umidade relativa do ar abaixo de 55%.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Soja: 66 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
- A água da calda de pulverização deve ser de boa qualidade (não deve ser “dura” e/ou alcalina ) e com pH entre 5 e 6, de forma a proporcionar maior estabilidade durante a aplicação do herbicida.
- Após a aplicação de ZETHAPYR 106 SL na cultura de soja no verão, pode-se proceder com o plantio das seguintes culturas de inverno subseqüentes: trigo, cevada, aveia, azevém, amendoim, feijão, tremoço, soja e ervilha. No verão seguinte, pode-se realizar o plantio de milho, além destas culturas de inverno citadas anteriormente.
- O produto necessita de 2 horas sem chuva após a aplicação para que não ocorra redução na eficácia sobre as plantas daninhas sensíveis
- Seguir as recomendações para a boa prática agrícola, procurando evitar a deriva para áreas adjacentes à área cultivada com soja.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola; Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto; Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados; Não utilize equipamento com vazamentos ou defeitos; Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; Não manuseie ou aplique o produto com as mãos desprotegidas; Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, ração, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas e botas de borracha, óculos, máscara com filtro de carvão ativado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação; Não aplique o produto na presença de vento e nas horas mais quentes do dia; Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita); Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, luvas e botas de borracha, óculos, máscara com filtro de carvão ativado e touca árabe.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia. Não entre na área tratada com o produto até o término do período de reentrada (24h). Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais; Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeáveis. Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante; No descarte de embalagens utilize equipamentos de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidrorepelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha).

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
Ingestão: Não provoque vômito.
Olhos: Lave com água em abundância durante 15 minutos.
Pele: Lave com água e sabão em abundância.
Inalação: Procure local arejado.
Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica mais próxima.

ANTÍDOTO:
Não há antídoto específico.
Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO:
Não existe antídoto especifico. Em caso de ingestão de grandes quantidades, até 1 hora do ocorrido, realizar procedimentos de esvaziamento gástrico como lavagem gástrica e uso do carvão ativado e cartático salino. Tratamento sintomático.

A. MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Em ratos, após a administração oral, ocorreu excreção de 92% através da urina e 5% nas fezes em 24 horas. Níveis residuais no sangue, fígado, rins, músculo e tecido adiposo foram menores que 0,01ppm em 48 horas.

B.SINTOMAS DE ALARME:
Podem ocorrer irritações cutâneas, oculares e do trato digestivo quando em contato com a substância. A inalação pode causar irritação do nariz e da garganta.

C. EFEITOS AGUDOS:
Durante os estudos com animais não foram observados sinais clínicos de intoxicação relacionados à substância. O Imazetapir demonstrou ser levemente irritante para a pele e praticamente não irritante aos olhos de coelhos. Não causou sensibilidade cutânea nos animais testados (cobaias).

D) EFEITOS CRÔNICOS:
Exposições repetidas a altas doses podem provocar alterações sanguíneas como a redução do número de eritrócitos e do volume corpuscular médio. Em testes laboratoriais foi constatado que o imazetapir não apresentou atividade mutagênica para celúlas eucariontes e procariontes.

E) EFEITOS ADVERSOS:
Uma vez que o produto não tem finalidade terapêutica, qualquer efeito observado será sempre um efeito tóxico.

Atenção: As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o disgnóstico e tratamento através dos TELEFONES PARA OS CASOS DE EMERGÊNCIA:
Disque intoxicações 0800 580 1000

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:
Centro de informações Toxicológicas - CEATOX: 85 255 5050
Agripec Química e Farmacêutica S/A: 85 215 1000
TOXICLIN 0800 14 1149

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é: Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Evite a contaminação ambiental - PRESERVE A NATUREZA.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não aplique o produto na presença de ventos ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebida ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada;
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa AGRIPEC QUÍMICA E FARMACÊUTICA S.A. Telefone de emergência: (085) 215.1000.
- Utilize o equipamento de proteção individual EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetores e máscaras com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso contate a empresa registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final;
Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano e animal e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL:

- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

- Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embajagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos.
- Acione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume.
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos.
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador.
- Faça esta operação 3 vezes.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

- Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador.
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água.
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sobre pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 seg.
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos.
- Toda a água de lavagem é dirigida para o tanque do pulverizador.
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem desse ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado neste prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- PARA EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle Cultural, Biológico, etc..) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente, Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.