Ballvéria / Rizoveria / BoveNext / Bionova Sanus Bove CI

Geral
Nome Técnico:
Beauveria bassiana, isolado IBCB 66
Registro MAPA:
7312
Empresa Registrante:
Ballagro
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Beauveria bassiana Isolado IBCB 66 300 g/kg
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Pó molhável (WP)
Modo de Ação:
Contato, Microbiológico, Agente biológico de controle
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 1 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 0,050 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 0,200 KG
Não Lavável Saco Plástico metalizado Flexível Sólido 0,500 KG

INSTRUÇÕES DE USO

BALLVÉRIA é um inseticida microbiológico de contato, indicado para aplicação foliar para o controle da Mosca branca (Bemisia tabaci raça B), Moleque da bananeira (Cosmopolites sordidus), Cigarrinha do milho (Dalbulus maidis), Ácaro rajado (Tetranychus urticae), Broca do café (Hypothenemus hampei), Gorgulho do eucalipto (Gonipterus scutellatus), Cochonilha (Coccus viridis), Diaphorina citri e Sphenophorus levis (Gorgulho da cana ou Bicudo da cana-de-açúcar).


NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Bemisia tabaci raça B (Mosca branca): O produto deve ser aplicado quando for observada a presença de mosca branca no campo. O número de aplicações varia de acordo com a infestação da praga no campo, com intervalo de 14 dias entre as aplicações. Não devem ser efetuadas mais do que 2 aplicações por safra da cultura.
Cosmopolites sordidus (Moleque da bananeira): Para o controle do moleque da bananeira, espalhar 100 iscas do tipo telha/ha, com 50 mL de pasta por isca. Realizar 3 aplicações.
Dalbulus maidis (Cigarrinha do milho): Para a cigarrinha do milho, realizar mais de uma aplicação foliar, quando se constatar o nível de dano no campo. Realizar mais de uma aplicação.
Tetranychus urticae (Ácaro rajado): Para ácaro rajado, a aplicação foliar deve ser realizada com baixas infestações da praga, com jato dirigido para a face inferior das folhas. Realizar até 6 aplicações espaçadas de 3-4 dias.
Hypothenemus hampei (Broca do café): Para broca do café, realizar a aplicação no início da infestação.
Gonipterus scutellatus (Gorgulho do eucalipto): Para Gorgulho do eucalipto, realizar de uma a três aplicações no início da infestação, com intervalo de 30 dias.
Coccus viridis (Cochonilha): Para Cochonilha, realizar 4 aplicações via foliar, durante o ciclo da cultura. A aplicação deverá ser realizada no início da infestação.
Diaphorina citri (Psilídeo) : Para Psilídeo asiático dos citros, aplicar no aparecimento das primeiras das ninfas.
Sphenophorus levis (Gorgulho da cana ou Bicudo da cana-de-açúcar) : Realizar uma única aplicação após 1 mês da colheita da cultura, quando for constatada a presença de adultos da praga na área. Aplicar 70% da calda no corte da soqueira, com jato dirigido, e 30% sobre as plantas, utilizando bico leque.


MODO DE APLICAÇÃO

Aplicação terrestre (pulverizador costal manual, motorizado e tratorizado)
As gotas devem ter de 100 a 200 micra de diâmetro e densidade de 50 a 70 gotas/cm². Quando se empregam pulverizadores de barra, devem-se usar bicos apropriados para a modalidade, utilizando a pressão recomendada pelo fabricante; 1.500L de calda/ha.

Aplicação aérea
Nas culturas da soja, algodão, feijão, tomate, café, citros, goiaba, a aeronave poderá ser equipada com barra (bico cônico) ou micronaire; altura de voo 2 a 4 m do alvo a ser atingido, pressão da bomba 30 a 50 lb/pol², vazão de 20 a 40 L/ha, largura da faixa de deposição 15 a 18 m.
Efetuar as aplicações de forma que possibilitem uma boa cobertura da parte aérea das plantas, sem causar escorrimento.
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente no final da tarde. Evitar aplicação em condição de temperatura acima de 27ºC ou na presença de ventos fortes (velocidade acima de 10 Km/hora), bem como com umidade relativa do ar abaixo de 70%.
A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre à deriva e perdas do produto por evaporação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente final da tarde. Não aplicar sob vento forte.
Nessas condições a exposição dos conídios (esporos) do fungo à radiação UV do sol é menor, propiciando a manutenção da viabilidade do fungo. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas.
Para beneficiar a atuação do produto BALLVERIA, protegendo o inóculo dos fatores climáticos e melhorando as condições microclimáticas, recomendam-se as seguintes práticas:
- Usar a calda no mesmo dia do seu preparo. Aplicar logo após a irrigação ou com solo úmido. Não aplicar em período de chuvas intensas;
- Para melhorar as condições microclimáticas após a aplicação do microrganismo, pode-se realizar leve irrigação sobre a área;
- Aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou à noite, em dias nublados. Nessas condições, a exposição dos esporos do fungo à radiação UV do sol (o que inviabiliza o fungo) é menor.
- Conservar o produto sob refrigeração ou lugar fresco e arejado. Nunca deixar o produto exposto ao sol;
- Lavar bem o pulverizador antes de usá-lo, ou usar um novo, sem resíduos de agroquímicos.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, uso de variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o organismo alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas – IRAC – BR, recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência de inseticidas (MRI), visando prolongar a vida útil dos produtos:
- Qualquer produto para controle de praga da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo Integrado de Pragas (MIP).
- Incluir outros métodos de controle (ex. Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de MIP, quando disponível e apropriado.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Comitê de Ação à Resistência de Inseticidas (IRAC-BR: www.irac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

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