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A mão de mãos visíveis ao mercado


Paulo Braz de Andrade

Estampar a visão do desenvolvimento, sugerindo e propondo metas globais, de longo prazo, quantificando as proporções de cotas -  de produção e de consumo –  de alimentos e de energias, entre  os países membros da OMC, -  é o exercício do planejamento estratégico, micro e macroeconômico, conjugado, compartilhado, democrático, pulverizado.

 Em outras palavras, o desenvolvimento (econômico, social, cultural, ambiental e existencial), de agora em diante, é um  exercício concreto da Teoria dos Jogos, onde todos  compartilhem os ganhos e também das  decisões.

 É , mais ou menos, como propor a criação e a formação de um consciente coletivo global, pelo menos, naquelas questões vitais genéricas – alimentos, trabalho, educação, ambiente, segurança, etc – pelo conhecimento evidenciado de que todos trafegamos no mesmo barco, pela galáxia, e somos bilhões de navegadores.

 Na realidade, trata-se de dar uma “mãozinha”, ou melhor, dar um peteleco na primeira peça, de um jogo de dominó imenso, para revelar o desenho de uma mandala gloriosa, tipo happy-end, para o grande e milenar filme histórico –  onde  todos tenham as chances compartilhadas de serem felizes, para sempre. (A esperança do paraíso é o paraíso).
 Para o desenho desta imensa mandala, do grande filme histórico, antes,  há que se preparar o roteiro e ensaiar as cenas, as falas, os diálogos, mesmo sabendo que no decorrer das filmagens haverá espaços e margem para os improvisos criativos, e finais alternativos.

 Este textículo faz parte do ensaio preparatório de uma grande epopéia econômica, em que se canta as pedras de um bingo, onde todos ganhem o prêmio de serem felizes juntos, ou pelo menos, onde um grande número lute unido, para evitarem o risco de grandes hecatombes, provocadas pelo desequilíbrio climático, decorrente da sujeira fóssil espalhada no ar.

 Sabemos que somos pó, mas, pôxa vida,  enquanto eretos, vamos fazer baixar a poeira carbônica excessiva, espalhada na atmosfera, pelos 3 séculos de industrialização.

 E, a forma de fazer isto, é enterrando carbono, tornando-o de lixo, em húmus, troncos e colmos. Para isso, organizemos um mercado sustentável, dando e apertando as mãos, no forjamento de um acordo agrícola e agro-industrial, estratégico. Integrado e sustentável – no espaço e pelos tempos do porvir.

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