Para um país chegar ao desenvolvimento, e particularmente de forma sustentável, dentre tantas coisas necessárias, duas são imprescindíveis: as estabilidades econômica e política. O Brasil, nestes últimos 17 anos, conseguiu alcançar a estabilidade econômica, após ter avançado na sua democratização, condição fundamental para a estabilidade política. Todavia, nos últimos anos, governos inaptos e, muitas vezes comprometidos com interesses particulares, deram mostras de fraqueza e pouca visão de futuro.
Hoje, por conta de interesses eleitoreiros, estamos lutando para controlar uma derrapagem na estabilidade econômica, apertando a economia para subjugar uma inflação indesejada. Damo-nos conta de que, para crescermos entre 6% a 7% ao ano, o que seria necessário ao país para gerar as condições de desenvolvimento de longo prazo, precisamos de infraestrutura que não temos, pois nela não investimos o suficiente. Muito menos em formação dos chamados recursos humanos. Portanto, somos obrigados a marcar passo em um crescimento não superior a 4% ao ano. Enquanto isso, o Estado brasileiro continua concentrando renda, oferecendo pouquíssimos serviços de qualidade, atrasando a Nação e inchando como nunca. O seu custo, via impostos, ineficiência, burocracia e corrupção é algo de “quarto mundo”. E o concerto disso tudo, a começar pelas reformas, não ocorre. Desde que estabilizamos a economia, já perdemos praticamente uma geração de brasileiros sem nos movermos nesse sentido.
Até quando? (II)
Isso tudo porque do lado político deixamos historicamente a desejar. E a realidade piorou consideravelmente nestes últimos anos, a ponto de ameaçar a própria democracia. Do mensalão ao enriquecimento ainda não explicado do ministro Palocci, braço direito da presidente Dilma, passando pelo escândalo em torno do presidente do Senado, Sr. José Sarney, aliás ex-presidente da República, chegamos agora ao ponto de ignorarmos a história nacional, ao eliminarmos os fatos ocorridos no governo Collor de Mello (no chamado “túnel do tempo”, inaugurado numa das alas do Congresso Nacional, isso e outros fatos deixaram de ser mostrados por “irrelevância” segundo o próprio Sarney), e a assistirmos o ex-presidente Lula “assumir” o posto de Dilma Rousseff em Brasília, visando abafar o escândalo Palocci.
Ou seja, estamos diante de um governo fraquíssimo, gerado nas entranhas de um poder comprometido, que coloca os brasileiros a mercê do risco de jamais verem o real desenvolvimento do país. Há muitas razões para a indignação popular, como ocorreu nos países árabes e agora na Espanha, porém, nada acontece. Esta apatia popular, amordaçada pelo assistencialismo, dá asas à continuidade dos desmandos públicos, onde uma minoria continua usando o setor público em benefício próprio, se perpetuando no poder e desprestigiando a democracia. Concentram-se os privilégios conquistados indevidamente, e se socializa os prejuízos, apesar dos discursos. Até quando? É preciso reanimar a democracia, limpando o Brasil, pois votar a cada quatro anos não é mais suficiente.
Hoje, por conta de interesses eleitoreiros, estamos lutando para controlar uma derrapagem na estabilidade econômica, apertando a economia para subjugar uma inflação indesejada. Damo-nos conta de que, para crescermos entre 6% a 7% ao ano, o que seria necessário ao país para gerar as condições de desenvolvimento de longo prazo, precisamos de infraestrutura que não temos, pois nela não investimos o suficiente. Muito menos em formação dos chamados recursos humanos. Portanto, somos obrigados a marcar passo em um crescimento não superior a 4% ao ano. Enquanto isso, o Estado brasileiro continua concentrando renda, oferecendo pouquíssimos serviços de qualidade, atrasando a Nação e inchando como nunca. O seu custo, via impostos, ineficiência, burocracia e corrupção é algo de “quarto mundo”. E o concerto disso tudo, a começar pelas reformas, não ocorre. Desde que estabilizamos a economia, já perdemos praticamente uma geração de brasileiros sem nos movermos nesse sentido.
Até quando? (II)
Isso tudo porque do lado político deixamos historicamente a desejar. E a realidade piorou consideravelmente nestes últimos anos, a ponto de ameaçar a própria democracia. Do mensalão ao enriquecimento ainda não explicado do ministro Palocci, braço direito da presidente Dilma, passando pelo escândalo em torno do presidente do Senado, Sr. José Sarney, aliás ex-presidente da República, chegamos agora ao ponto de ignorarmos a história nacional, ao eliminarmos os fatos ocorridos no governo Collor de Mello (no chamado “túnel do tempo”, inaugurado numa das alas do Congresso Nacional, isso e outros fatos deixaram de ser mostrados por “irrelevância” segundo o próprio Sarney), e a assistirmos o ex-presidente Lula “assumir” o posto de Dilma Rousseff em Brasília, visando abafar o escândalo Palocci.
Ou seja, estamos diante de um governo fraquíssimo, gerado nas entranhas de um poder comprometido, que coloca os brasileiros a mercê do risco de jamais verem o real desenvolvimento do país. Há muitas razões para a indignação popular, como ocorreu nos países árabes e agora na Espanha, porém, nada acontece. Esta apatia popular, amordaçada pelo assistencialismo, dá asas à continuidade dos desmandos públicos, onde uma minoria continua usando o setor público em benefício próprio, se perpetuando no poder e desprestigiando a democracia. Concentram-se os privilégios conquistados indevidamente, e se socializa os prejuízos, apesar dos discursos. Até quando? É preciso reanimar a democracia, limpando o Brasil, pois votar a cada quatro anos não é mais suficiente.