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Carestia carnes, falhos EAD, fraudes bancos acuarão Lula?


Climaco Cezar de Souza

Carestia carnes, falhos EAD, fraudes bancos acuarão Lula?

Atuando como já conhecido e respeitado Consultor Estrategista, não posso me negar a contribuir e a propor para o bom debate eleitoral de 2026, e o bom futuro deste País, neste momento tão conturbado no Mundo pós Trump e no Brasil de Lula e seus Ministérios (alguns bem ineficazes e talvez até ainda dominados/boicotados). Como descrito em analises de meu nome pelos modernos sistemas de IA, sou especialista em Inteligência Competitiva Proativa, ou seja, que muito lê e analisa diariamente em até 04  idiomas, tudo para tentar/conseguir ver o futuro das empresas, investimentos e países nos próximos 05 a 30 anos – sendo no meu caso já com 70% de acertos comprovados) e realmente independente e desenvolvimentista (sobretudo, fora dos jogos políticos e das politicagens de baixo nível) mais pela minha origem mais 24 anos trabalhando na cúpula Executiva - na Direção Geral do BB - e depois como assessor no IICA mais no PNUD/ONU – mais Legislativa (assessoramento por 04 anos de 01 Senador mais de 02 Deputados Federais, todos da “direita”).

Obviamente, as 03 situações acima a bem analisar, ao meu ver, são as piores - entre 10 principais situações degradantes/errôneas/não atuações pre-levantadas dos atuais governantes (federal e estaduais) - como as “fakes news” intensivas mais fraudes politicas pela “dark web” e chat GPT mais usos intensivos/errôneos/cansativos das redes sociais para discursos e difusões claramente políticas.

Obviamente, tudo acima tratam-se crimes ou de más ações/boicotes, sobretudo nos Ministérios e Secretarias dos Estados. Ainda, em Brasília sempre corre o ditado, com que não concordo muito: “passar no concurso público é o primeiro ato de se matar na fonte um futuro bom funcionário até idealista/desenvolvimentista”. ´Podem ser verdades porque – à minha época - quase todos os Ministérios de Brasília tinham como seus principais assessores e chefes/dirigentes de 2º e 3º escalão (os que realmente decidem/aconselham/criam), a maioria bem concursados, já bem encarreirados e até chamados de “príncipes” – alguns que até muito boicotam contra quaisquer governantes do País (não importando as ideologias e partidos) e/ou não aceitam mudanças e/ou empurram com a “barriga” e isto mesmo que com os seguidos murros na mesa dos Ministros (muitos até “bonzinhos” e/ou “sempre na defensivas” e/ou a maioria não conhecedores dos seus liderados e das principais metas/como conduzi-las/conclui-las e/ou considerados como “estranhos no ninho”). Também, muitos de tais funcionários ainda não têm humildade/patriotismo suficiente para bem analisarem tudo no dia-a-dia e depois se humilharem e/ou proporem correções imediatas de rumos e/ou de aceitarem as mudanças, fundamentais, sugeridas, sobretudo por muitos consultores externos independentes que, bem ao contrário, não querem ser príncipes, mas, apenas, desenvolvimentistas reais.

Assim, selecionei apenas 03 itens/focos errôneos de atuações (do tipo “nariz empinado” e/ou “salto alto”) em que tenho focado bem mais por acreditar que são os erros mais grave até o momento e que serão muito debatidos pressionados na campanha presidencial de 2026 e que mal se inicia. Para os realmente se interessam/precisam farei uma análise curta acerca e depois vos encaminharei para alguns links comprovadores de meus artigos recentes publicados acerca mais para links de outros autores recentes acerca.

  1. “Das atuais carestias liberadas/até incentivadas dos preços das carnes no varejo do pobre no Brasil” (por priorizar, erroneamente, as maiores exportações e numa situação de fortes quedas recentes dos rebanhos, sobretudo de vacas) mais sobre os INCOMPLETOS/AINDA IRREAIS cálculos dos Índices Mensais de inflação no Brasil (IPCA), até já admitidos pelo IBGE -

“Todo mês, o IBGE divulga a inflação oficial medida pelo IPCA. O Índice é usado para reajustar salários, contratos e orientar a política econômica. Mas, para muitos brasileiros, os percentuais divulgados parecem não refletir o que pesa no seu bolso. Na prática, essa média pode não corresponder à realidade de todos, segundo os autores especialistas da Consultoria RealTime (ao meu ver - vide a seguir -, matematicamente, o cálculo pelo IBGE é bem irreal e até pessimista em alguns momentos, locais e grandes problemas climáticos),  pelos 04 erros iniciais já detectados pela RealTime, a saber: 1) Famílias que gastam mais com comida e transporte sentem muito mais os aumentos do que indica o índice”; 2) Além disso, variações em produtos comprados com frequência, como arroz, feijão e gasolina, são percebidas de imediato, enquanto quedas em eletrônicos ou eletrodomésticos passam quase que despercebidas; 3) Outro ponto é que o cálculo considera 16 regiões metropolitanas. Nas beiras praias, cidades turísticas e cidades maiores, os preços, em geral, podem ser arrasadores e/ou muito cartelizados e/ou muito mais sensíveis aos fluxos de transportes/ofertas/demandas (como provam meus 02 artigos a seguir). Já no interior e em áreas mais distantes, os preços podem variar de forma diferente (inclusive, nas produções/entregas pela agricultura familiar, pelos autos consumos mais estocagens estratégicas mais cessões por vizinhos ou parentes etc.); 4) E há ainda a questão da comunicação: o índice aparece em percentuais, mas o consumidor sente o impacto em valores absolutos. “Um aumento de R$ 50,00/cesta no supermercado pesa muito mais do que “0,3% de inflação”.

“As diferenças entre a inflação oficial e a “inflação do carrinho de compras” nasce justamente desses desencontros entre a estatística e o cotidiano”.

Além destes 04 fatores não observados e bem claros apresentados pelo RealTime acima, também aponto (dados admitidos pelo próprio IBGE) que a captação de dados – pretensamente inflacionários - dos muito itens ocorrem pelas suas relevâncias/qualidades e valores nunca pelos volumes reais consumidos e suas participações em peso e valores nas dietas humanas diárias (que não são medidos).

Segundo o próprio IBGE, para uma medição correta dos nível de inflação aos consumidores seria necessária uma pesquisa diária dos volumes pessoais consumidos de alimentos e bebidas, na forma de um censo de consumo e isto é impossível, segundo o IBGE, mas, ao meu ver, se e quando realmente quiserem/poderiam faze-lo usando – agora necessariamente não mais numa visão apenas de carências calorificas/proteinosas das diversas demandas pessoais etc..-  as quantidades e os consumos divulgadas pelo INAN (Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição uma autarquia do Ministério da Saúde), vez que tais dados de hábitos alimentares individuais diários - ou familiares - são quase que fixos e somente somente mudam a cada ano, o que o INAN – certamente  - também captaria e tudo corrigiria bem a tempo.

Ao meu ver, assim, pelos efeitos regionais, analisaremos, os possíveis danos conjuntos de um fenômeno climáticos por chuvas excessivas nos volumes reais dos alimentos integrantes da cesta básica (não devidamente medidos pelo IBGE) e nos seus preços e qualidades, fatos e atos usados há décadas no Brasil e nunca modernizados. Por isto agora analisaremos os volumes, preços e qualidades de nossa cesta básica própria, exemplificadamente, num simples Marmitex completo (com volume fixo de 1.200 gr.) comprado por R$ 25,00 (exemplo) na mesma região.

Faço agora a seguinte pergunta? Sem bem levantar os volumes reais consumidos/ofertados, o que acontece em curto prazo (07 dias) e médio prazo (até 60 dias) com os preços reais do “marmitex” após 15 dias de chuvas intensas (mas que raramente ultrapassam 07 dias seguidos) isto numa cidade de grande porte, localizada em região agrícola? Qual foi a elevação real de preços (inflação local) numa situação bem comum em que: um consumidor assalariado urbano - onde os índices são realmente medidos - todos os dias almoço 01 marmitex no valor de R$ 25,00/ud. e com 1.200 gramas e contendo 50% de macarrão (volume de 600 gr.) mais 20% de arroz (240 gr.) + 15% de feijão (160 gr.) +10% de 02 bifinhos de carne bovina grelhada ou de frango etc. (120 gramas ambos bifes) + 5% de legumes diversos (60 gramas)?

E olha que as participações volumétricas constantes no “marmitex” em todos os casos com possíveis maiores produções próximas (alavancadas pelas maiores chuvas) são elevadas como: 1) macarrão: 50,0% do volume total do marmitex; 2) arroz: 20,0% do volume total; 2) feijão: 15,0% do volume total e 2) carnes (o item mais caro e, portanto, com menor entrega, embora o que mais produza grandes volumes localmente com tais chuvas concentradas): 10,0% do volume.

Continuando, excetuando os preços dos hortifrutis, o que ocorrerá com todos os preços do “marmitex” acima, vez que os volumes totais e as participações volumétricas de cada item são constantes? Obviamente, com as melhores chuvas, haveriam maiores produções de todos os demais itens e, assim, os preços de todos os itens integrantes o marmitex deverão – ou deveriam – cair muito (daí minha afirmativa de antes de que o atual sistema IBGE as vezes é até pessimista, pois a inflação compensatória medida em 30 dias pode ser até negativa naqueles mesmos locais/regiões, tudo como contidos no “marmitex”)

Demonstrando, então, que as atuais medições pelo IBGE podem até conterem grandes erros de “falsos negativos”, em que os preços medidos nos Índices, por exemplo, nas elevações repentinas e continuadas, quando das ocorrências de eventos climáticos de até 07 dias seguidos – situação máxima de ocorrência histórica - podem não elevarem tanto na cesta básica (no caso, eles serão medidos pelos preços do nosso marmitex acima, pois são situações reais, modernas e muito mais práticas), como os medidos e/ou serem compensados pelo barateamento de outros itens em até 20 dias - vide mais detalhes abaixo).

Por exemplo, se com tais chuvas excessivas, o preço do marmitex no mesmo local da medição anterior elevar, repentinamente, para R$ 25,50/ud. por serias perdas/desabastecimentos momentâneos de hortifrutigranjeiros etc. no máximo nos próximos 15 dias (cfe. ocorrências históricas). Pelos cálculos do IBGE (que – conforme a seguir- não medem volumes REAIS da cesta, mas apenas qualidades e valores) houve uma elevação 10,0% neste item total apenas naquele local/região (não em todo o Estado nem em todo o Brasil nem em todo os itens), mas, como vimos acima, os danos e quedas de ofertas foram bem mais nos hortifrutigranjeiros (que somente representam 5,0% do volume do tal “marmitex”). Assim, 95,0% dos volumes dos demais itens fundamentais do “marmitex” – ao contrário dos hortifrutis – teriam suas produções e ofertas até muito beneficiadas e já iniciando suas produções em apenas mais 15 dias pelas tais chuvas excessivas (que raramente ultrapassam 07 dias seguidos).

Assim, numa análise completa e realista das flutuações de preços de tal “marmitex”, os preços teriam caído e não subido, fato que seria estranho (embora normal) apenas no Brasil, até demonstrando uma possível medição “falso negativa” (não de mais 10,0% do total, sim de mais, talvez, 1,0% dos hortifrutis). Pergunto, o que acontecerá com os preços reais de tal “marmitex” se os preços de 95,0% dos seus integrantes recuarem 3,0% a 5,0% nos próximos 15 dias pelas maiores ofertas decorrentes das maiores chuvas locais? Haveria, ou não, “inflação negativa” naquele local/região/período?

Continuando, excetuando os preços dos hortifrutis, o que ocorrerá com todos os preços do “marmitex” acima, vez que os volumes totais e as participações volumétricas de cada item são constantes? Obviamente, com as melhores chuvas, haveriam maiores produções de todos os demais itens e, assim, os preços de todos os itens integrantes o marmitex deverão – ou deveriam – cair muito (daí minha afirmativa de antes de que o atual sistema IBGE as vezes é até pessimista, pois a inflação compensatória medida em 30 dias pode ser até negativa naqueles mesmos locais/regiões, tudo como contidos no “marmitex”)

Vide mais dados no bom artigo a seguir : Por que a inflação do IBGE medida pelo IPCA parece diferente da realidade do dia a dia? link:  https://realtime1.com.br/por-que-a-inflacao-do-ibge-parece-diferente-da-realidade-do-dia-a-dia/

Sei que o IBGE para levantar os índices sempre se baseia nas tabelas nutricionais e de demandas do INAN. Contudo, ao meu ver, os tais levantamentos pelo INAN - mesmo que volumétricos ou caloríficos - não refletem as realidades de volumes reais de consumos pelas pessoas e famílias (como no nosso exemplo do “marmitex” acima), também levando a falsos negativos, como os do IBGE. Na verdade, o INAN estabelece/parametriza as necessidades calóricas diárias de cada adulto, crianças, idosos etc. mas, aí vêm as dificuldades, pois – daquele tal “marmitex”, quantas gramas diárias de carne bovina ou de aves ou de suínos ou de peixes ou de leite ou de simples feijão – itens altamente ricos em proteínas - são necessárias ingerir para liberar os 1,0 gr. proteicos necessários pela soma dos itens acima e igual a 60,0 gr./dia para bem alimentar um adulto com peso de 60 kg. Vide no exemplo acima do nosso “marmitex” que um bifinho de 120 gr. de acém deve conter cerca de 30 gr. de proteína digestível e, assim, já suprindo 50,0% da necessidade humana diária acima de 60 gr./dia de proteína somada (dados apontam para fornecimento de 21 gr.  de proteína digestível a cada 100 gr. de carne moída ou de bife de acém = carne de segunda, saborosa e bem mais barata, talvez a mais consumida atualmente pelos mais pobres). Sabe-se por definição médica que o ser humano jovem ou adulto precisa ingerir de 0,66 gr. a 2,0 gr./dia (modal de 1,0 gr./dia) de proteína digestível por kg de peso corporal humano.

Sabe-se que o consumo calorifico diário total necessário para os humanos jovens, os maiores consumidores, varia entre 1.600 e 3.000 kcal/dia.

O nosso fundamental IBGE, infelizmente, até declara categoricamente em seu site que ele é um órgão medidor de preços e não de volumes consumidos. Ele coleta 430 mil dados diários apenas de preços em 30 mil locais (a maioria nas periferias e centros das grandes cidades, e muito pouco nas cidades menores e, praticamente, “zero” nas áreas rurais). Os índices próprios POF em que se baseiam muito para elaborar o IPCA também não captam os volumes consumidos, mas apenas ainda suas relevâncias/participações %, por exemplo, seus conteúdos proteicos %, lipídicos % e calóricos % (qualidades) e de valores, de cada produto.

Com as maiores chuvas e outros danos locais/regionais intensivos (estradas, pontes, estufas etc..) é muito provável que, na primeira semana, os preços dos hortifrutigranjeiros dispararão, mas depois das chuvas tendem a voltar ao normal rapidamente, pois as respostas/concorrências dos cultivos destes itens são muito rápidas (forte efeito de substituição local de cultivos e de fornecedores nos varejos). Contudo, notem que os consumos e hortifrutis somente correspondem a 60 gramas/”marmitex”, ou seja, a apenas 5,0% do peso total do “marmitex”. Assim, numa situação real, a tal “inflação do chuchu” não têm argumentos volumétricos e econômicos para sempre elevar muitos os preços do varejo, COMO A IMPRENSA – até pelo sensacionalismo, normal, e grande desconhecimento, normal - SEMPRE FAZ QUESTÃO DE NOTICIAR MUITO, TUDO PARA ATACAR e DESPRESTIGIAR OS GOVERNOS, PREFEITOS E ATÉ SÃO PEDRO E O IBGE.

Vejamos agora meus 02 artigos mostrando os graves, sequentes (nunca corrigidos) erros governamentais nas conduções dos preços das carnes desde 2024 (demonstrando que não foi falta de meus avisos), sendo que os preços das carnes ainda continuam elevados e são os mais dificultam os plenos abatimentos das famílias sobretudo das mais pobres e dos aposentados situações em que as proteínas são fundamentais nas suas dietas sadias.

Infelizmente, na sua total ânsia de tentar desenvolver o País rapidamente (e sobretudo de arrecadar muito mais) o Governo Federal ainda vem incentivando erroneamente as maiores exportações de carnes (03 tipos) e que deveriam estarem sendo bem mais dirigidas aos mercados internos). Assim, o Governo claramente prestigia muito mais suas competividades internacionais mais por beneficiar apenas algumas empresas e seu esquece do seu povo.

Interessante comprovar que apenas esta situação isolada acima (desabastecimentos de alimentos) já em muitos países, como no Congo, Afeganistão, Yemen. Vide Global Food Crisis: 10 Countries Suffering the Most From Hunger em: https://wfpusa.org/news/global-food-crisis-10-countries-suffering-the-most-from-hunger/

.a) “Podem faltar carnes até 2030 e preços –já altos - até dobrarem” (sobretudo no varejo dos mais pobres) – 

Ainda em 2025, detectei um grande e forte movimento de remarcações – possivelmente até combinadas/cartelizadas dos preços dos muitos pratos com carnes nos vendidos nos varejos e atacarejos e açougues mais servidos nos açougues, lanchonetes, restaurantes, barracas de praias, lanchonetes e outros estabelecimentos de varejo, sempre a partir de setembro de cada ano aqui na região de Porto Seguro - Bahia. Uma vez que nada aqui é fiscalizado (nem por PROCON e muito menos pela CONAB, CADE, Prefeituras etc..), mesmo correndo sérios riscos de vida, resolvi escrever o artigo acima com tudo denunciando/alertando. Pior é que tais preços cartelizados depois que sobem não mais baixam no verão seguinte, servindo como novos preços básicos (como seria o natural num mercado pretensamente competitivo e não combinado/cartelizado e se ainda não bastante invadido e explorado/comandado pelas facções que investem/associam muito, mas exigem grandes lucros e rápidos).

Ora todos sabemos que em médio e longo prazos estas operações conjuntas – nestes tempos de internet/redes sociais intensivas - matam os turismos locais (também atingindo muito as vingativas/justicialistas facções), aliás como já acontecerem neste verão de 2025-2026 em diversos locais antes muito famosos e cheios do Brasil (Ilha de Santa Catarina; Balneário Camboriú-SC; diversas praias de Paraíba, Idem de Pernambuco, sobretudo em Fernando de Noronha; Morro de São Paulo-BA; Arraial D”Ajuda-BA e diversos outros.” Ou seja, tudo comprovando a infeliz máxima popular: “Aqui se faz, aqui se paga”.

Vides artigo completo no link a seguir:

https://www.agrolink.com.br/colunistas/coluna/pode-faltar-carnes-ate-2030-e-precos--ja-altos--ate-dobrarem_505729.html

b) Carnes Brasil: Exportações excessivas tb. 2025 (até não admitidas) – para ampliar divisas/reservas/arrecadações - sobe inflação de 2024 e liquida fêmeas

Resumo: No afã de desenvolver o País rápido e de gerar mais divisas, reservas e impostos, novamente e como desde janeiro/2024, as exportações excessivas – nunca admitidas nem corrigidas - de carne bovina e de outras carnes no primeiro semestre de 2025 ante igual período de 2024 (+13,4% em volume e +27,0% em receitas no caso das bovinas) devem puxar muito a inflação no final de 2025, todo 2026 e talvez nos anos seguintes, pois os abates de fêmeas bovinas – mais para consumos internos - em 2025 (no primeiro trimestre de 2025, os abates de fêmeas representaram 47,0% do total de animais abatidos, um recorde histórico) e o ciclo produtivo bovinos demora de 4 até 6 anos. Também medidas alternativas de incentivos reais aos maiores alojamentos para as bem maiores produções para consumos internos de carnes rápidas e mais baratas (aves, suínos, ovos, peixes etc. e que, em geral, levam a significativas e rápidas quedas da inflação diária e, idem, aos recuos disciplinados dos preços das carnes bovinas) também não foram tomadas desde 2024, sendo que tais suas exportações também já são excessivas (também nunca admitidas) e elevadas. Apenas no primeiro semestre/2025, ante igual período de 2024, já foram +17,6% em volumes de suínos (mais 32,6% em valor) e apenas +0,5% em volumes (mais 5,0% em valor) de frangos, neste caso com poucos incrementos, devido aos focos de influenza/gripe aviária no Brasil.

Assim, tudo nas carnes já acontece em total detrimento de que seria o correto de priorizar-se os abastecimentos internos mais de se estocar, pelo menos, 5,0% iniciais - o ideal é 10,0% - das produções de carnes, grãos, outros alimentos etc., mas o Governo parece que não está nem ai ou não está bem preparado para providenciar tais estoques estratégicos e fundamentais (desde 2014 – na verdade há 11 anos, ao fecharem-se 27 armazéns estratégicos da CONAB - quase não há mais estoques de quase nada, embora se tenha muito planejado para esta safra 2024-25, mas até agora.... quase nada, pois somente contamos com um pouco de trigo e de arroz), nem para controlar melhor tais exportações realmente excessivas (há muitas formas já bem testadas, para tanto) nem para bem alimentar os pobres e famintos nem para controlar e baixar, realmente, as inflações altamente nefastas para todos, inclusive politicamente.

Nossas exportações agrícolas estão tão excessivas (ante as necessidades internas bem maiores) – e de forma bastante errônea e até irresponsável - que até o Governo “com suas bravatas” já se delata ao se vangloriar que, na anterior Safra 2022/23, o Brasil exportou direta, ou indiretamente, 193,02 milhões de toneladas somadas de grãos, quantidade esta 24,3% superior na comparação com os 155,30 milhões de t. de 2022. Esta quantidade de grãos exportados (diretos ou indiretamente via carnes e outros alimentos etc..) em 2023 equivaleu, ABSURDAMENTE, a 60,3% da nossa Safra recorde de grãos 2022/23 de 319,86 milhões de toneladas, conforme a própria CONAB (Obs.: vide, vergonhosa e absurdamente, tal confissão em: https://www.gov.br/agricultura/pt-br/assuntos/noticias/exportacoes-do-agronegocio-fecham-2023-com-us-166-55-bilhoes-em-vendas ).

 Vide link:

https://www.linkedin.com/pulse/carnes-brasil-exporta%25C3%25A7%25C3%25B5es-excessivas-tb-2025-at%25C3%25A9-n%25C3%25A3o-admitidas-cezar-ig5pf/

  1. EAD x Ensinos Presenciais: Fortes Declínios, já comprovados, das qualidades dos Ensinos superiores via os ineficazes e altamente faturadores/lucrativos para alguns EAD - Ensinos a Distância, tudo por sérios erros e teimosias dos nossos - agora bem perdidos -   MEC/MCTI/MDS/CAPES - Mesmo assim, estes ainda são muito incentivados/liberados e não fiscalizados - e que pouco ou nada levam/acrescentam profissionalmente etc. e em que quase não há a fundamental retenção dos conhecimentos reais até porque seus alunos sequer se lembram dos nomes das matérias cursadas e de quais foram seus professores (fatos provados em diversas pesquisas acerca), ou seja, talvez sejam bem mais  cursos do tipo “pagou/passou”. Como alternativa, urgente, todos citam há anos que deveria ter priorizado ensinos técnicos profissionalizantes (como via os recentes Sistemas federais IF - Institutos Federais; idem algumas escolas técnicas estaduais; Sistemas S; Colégios militares se realmente profissionalizantes; mais as excelentes “Casas familiares Rurais/Pedagogia da Alternância” todas essencialmente presenciais (“aprender fazendo”) e nunca no formato de EAD.

Como o assunto é muito extenso, envio-vos alguns links acerca para tuas boas análises preliminares.

a) EDUCAÇÃO PROFISSIONAL NO BRASIL: DESAFIOS, IMPACTOS E PERSPECTIVAS- vide em: https://editora.pucrs.br/edipucrs/acessolivre/anais/1559/assets/edicoes/2023/arquivos/24.pdf ;

b) Conhecendo a “Pedagogia da Alternância” (das já muito elogiadas Casas Familiares Rurais já muito presentes no interior do sul do Pais) - Vide em:  https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/573442/5/CONHECENDO_A_PEDAGOGIA_DA_ALTERN%C3%82NCIA.pdf .

c) 16 Cursos técnicos mais bem pagos: https://profissoes.viacarreira.com/cursos-tecnicos-mais-bem-pagos/;

d) Cursos técnicos campeões de empregabilidade: ranking dos 10 melhores https://www.pensarcursos.com.br/blog/cursos-tecnicos-campeoes-de-empregabilidade-ranking-dos-10-melhores/ ;

  1. Fraudes bancarias recentes (alguns citam que até facilitadas e/ou pouco fiscalizadas pelo BACEN e Órgãos Federais responsáveis) como dos Bancos Master, BRB, Will Bank, Gestora Reag e que devem ser um dos itens mais explorados e debatidos na Campanha de Eleição Presidencial de 2026 e, com todos, obviamente, tentando colocar o máximo de culpas no Governo Lula, mas todos sem ainda colocarem a famosa “mascara da mentira” (dissimulação e/ou falso testemunho e/ou tentativa de enganar a justiça) para tentarem lembrar-se de como e de quando tudo começou.  Haverá de se ter muito cuidado com tudo isto, pois – como efeito reverso - os tiros podem mesmo é atingir os pés dos seus autores.

Também, como o assunto é muito extenso, envio-vos alguns links acerca para tuas boas análises preliminares.

  1. Caso Master pesa na decisão de voto de 67%, diz Quaest – Vide em https://www.msn.com/pt-br/pol%C3%ADticas/governo/caso-master-pesa-na-decis%C3%A3o-de-voto-de-67-diz-quaest/ar-AA1Yt2aM ;

b) Crise no Banco Master pode virar munição eleitoral em 2026? Vide em: https://portalmanaos.com.br/2026/01/27/crise-no-banco-master-pode-virar-municao-eleitoral-em-2026/ ;

c) Caso Banco Master ganha fôlego para definir rumo das eleições de outubro - https://ndmais.com.br/politica/caso-banco-master-ganha-folego-para-definir-rumo-das-eleicoes-de-outubro/#google_vignette

d) O que está acontecendo com os bancos digitais no Brasil? - Vide em: https://www.portalinsights.com.br/perguntas-frequentes/o-que-esta-acontecendo-com-os-bancos-digitais-no-brasil.

FIM 

Por Professor e Consultor Socioambiental e Empresarial: Climaco Cézar de Souza em 12 de março de 2026 (vide https://www.linkedin.com/in/climaco-cezar-7994a9a36/?originalSubdomain=br) , já com 1,2 milhão de “page views” de seus quase 300 artigos estratégicos em português e em inglês. 

Grato pela leitura e até o próximo, lembrando que já são 04 os meus romances de autoajudas/motivacionais disponíveis para pedidos pelos links abaixo, todos curtos e ainda somente digitais, sendo 03 em português e 01 em inglês. 

Vide resumo curto e seus links para pedidos:

  1. “Pedacinho de Mim” – “meu anjo” em português e que conta a estória de um casal problemático e que estava se separando; mais das mudanças e alegrias que ocorreram em suas vidas com a gestação - até indesejada por um deles -, nascimento, criação e educação da criança; e que mudou tudo para melhor na vida do casal, unido até hoje – Link: https://a.co/d/3Sochvd;
  2.  
  3. 2) “Pedacinho de mim” – “meu anjo” em inglês com o mesmo resumo acima e como: “A lovely little piece of Me – my angel” – Link: https://a.co/d/gWYy4rK

3) “Procurando por Mim” Pai biológico Amado, mas Ausente": Os muitos Dilemas contra Doações e Recepções de Sêmen” – Este livro em português conta a saga de uma filha mais de sua nova amiga italiana solteira e mentora, residentes nos EUA, e que fora concebida pela doação consentida de sêmen e sem contato físico (autorizada pelo pai adotivo, infértil e não-biológico americano), tudo de forma sigilosa e consentida pelo seu bom pai no Brasil (um ex-namorado de sua mãe, que migrara para os EUA há muitos anos e que lá falecera, recente). Após anos, as duas entram em contato com o pai biológico e vêm ao Brasil (interior de Minas Gerais) para conhecerem e se deliciarem com seu pai, agora já separado e quase infeliz – Link: https://a.co/d/9AtImrT ;

4) “Meus PETs, Minha Paz; nossas Lutas”. Ele conta a grande mudança de paradigmas - mais dos bons exemplos sobre como educar filhos para o bem e o sucesso profissional/moral e quase que sem internete - por uma família rural (com 03 filhos adolescentes). Tudo ocorre APÓS adotarem 02 cãezinhos abandonados e que passam a serem os guardiões emocionais – quase que espirituais - de tal família. Com o tempo, e com a união familiar proporcionada pelos cães, os filhos se tornam exemplos de mudança e de vida familiar para os vizinhos e para toda a cidadezinha, que promovem a adoção maciça de PETs e com grande interação e renovação social, familiar e religiosa na região. Link:  https://a.co/d/ioPy6Or

Também, escrevi recente dois livros de gestão empresarial moderna RECENTE e também disponíveis para pedidos, a saber: 

  1.  “Geração Z nas empresas: Problemas ou Soluções” – Link: https://a.co/d/dfp4uxx

         2) “Futuro dos E-Commerce - Ameaças OU Oportunidades”?  - Link: https://a.co/d/1UuG2hp

GRATO PELA DIVULGAÇÃO.

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