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Crescimento Mundial igual ao da China?


Paulo Braz de Andrade
Surpresa!  Não há melhor alternativa:  - ou a economia mundial celebra um acordo  de crescimento anual,  alto, programado, sustentável, trintenário, democrático, estabelecendo-se  as bases definitivas de um mercado justo,  ou
verificaremos, estarrecidos, o aprofundamento da tensão, cada vez maior, deste processo de desenvolvimento global: - errático, perverso, insustentável , de mercado injusto, de desigualdade crescente  - entre  as economias desenvolvidas e  as economias sub-desenvolvidas, entre os ricos e  os pobres.

 E, o mais surpreendente, com o Brasil, durante o período trintenário,  protagonizando o papel de  crescedor  bom, corrigindo o lado negativo da “chinalização” frenética, de crescimento mal (e mau) que  tomou as  rédeas do mercado.
 Ou seja, ao invés do mundo se assistir  atônito
do lado ocidental , os EUA  - perdularizando o consumo ( desculpem o trocadilho: “ os EUA, perdolarizando o consumo” );  reaquecendo a vaca morta da guerra fria, via declaração do estado de guerra, pós derrubada das torres do WTC, invadindo e ocupando o Afeganistão e depois o  Iraque, mantendo  o clima bélico, via  discurso do marketing anti-terrorista;
do lado oriental, a China  - comandando a barca  do crescimento alto, mas como o colesterol,  ativando lado ruim, provocador do entupimento das  veias e das vias de produção ( devorando os recursos – cimento, aço e petróleo; contaminando ar, água e  solo ); sufocando os direitos  à liberdade e  erodindo as   conquistas laborais e sociais, tão duramente conquistadas pelos trabalhadores e pelo esforço social - do  século vinte; inflando a informalidade do comércio, com produtos  de má qualidade invadindo as feiras de ruas, do mundo inteiro; falsificando marcas, impunemente; repetindo e imitando um tipo de crescimento – apressado e copiativo – como o  logrado pelo Japão, nas  décadas de sessenta, setenta e oitenta;

o mundo e a economia, caminharem, com tranqüilidade,
para se tornarem  - sustentáveis e de precisão relativa, orientados por parâmetros  holísticos de qualidades e quantidades totais – de riquezas sopesadas; do jeito  que temos procurado articular e definir como sendo conhecimentos de “ micromacrométrica econômica agrícola de precisão sustentável”( vide artigos já publicados,  pelo Portal Agrolink).
 Isso, com o Brasil, demonstrando na economia agrícola,  como já fez e faz no futebol, o modo e o modelo novo, belo e sustentável de  produzir riquezas renováveis e eternas.  Via Sippale. (Vide artigos já publicados, no Agrolink );
 Isso, como de certa forma, a Índia tem  demonstrado ser possível, crescer acima de 5% ao ano, sem volúpia  de gastos de   recursos.
 Assim, aprendendo com os lados  da boa colateralidade  de desenvolvimento da  economia - americana, chinesa, brasileira, hindu, bem como tirando proveito do saber  e da experiência da multifuncionalidade agrícola e cultural européia, poderemos encarar com firmeza e domínio - os crescimentos  conjugados do PIB e do IDH, do mundo inteiro, como verificar-se-á,  na seqüência de  apresentação das idéias que se expõe e  se propõe examinar os conteúdos.

 
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