Surpresa! Não há melhor alternativa: - ou a economia mundial celebra um acordo de crescimento anual, alto, programado, sustentável, trintenário, democrático, estabelecendo-se as bases definitivas de um mercado justo, ou
verificaremos, estarrecidos, o aprofundamento da tensão, cada vez maior, deste processo de desenvolvimento global: - errático, perverso, insustentável , de mercado injusto, de desigualdade crescente - entre as economias desenvolvidas e as economias sub-desenvolvidas, entre os ricos e os pobres.
E, o mais surpreendente, com o Brasil, durante o período trintenário, protagonizando o papel de crescedor bom, corrigindo o lado negativo da “chinalização” frenética, de crescimento mal (e mau) que tomou as rédeas do mercado.
Ou seja, ao invés do mundo se assistir atônito
do lado ocidental , os EUA - perdularizando o consumo ( desculpem o trocadilho: “ os EUA, perdolarizando o consumo” ); reaquecendo a vaca morta da guerra fria, via declaração do estado de guerra, pós derrubada das torres do WTC, invadindo e ocupando o Afeganistão e depois o Iraque, mantendo o clima bélico, via discurso do marketing anti-terrorista;
do lado oriental, a China - comandando a barca do crescimento alto, mas como o colesterol, ativando lado ruim, provocador do entupimento das veias e das vias de produção ( devorando os recursos – cimento, aço e petróleo; contaminando ar, água e solo ); sufocando os direitos à liberdade e erodindo as conquistas laborais e sociais, tão duramente conquistadas pelos trabalhadores e pelo esforço social - do século vinte; inflando a informalidade do comércio, com produtos de má qualidade invadindo as feiras de ruas, do mundo inteiro; falsificando marcas, impunemente; repetindo e imitando um tipo de crescimento – apressado e copiativo – como o logrado pelo Japão, nas décadas de sessenta, setenta e oitenta;
o mundo e a economia, caminharem, com tranqüilidade,
para se tornarem - sustentáveis e de precisão relativa, orientados por parâmetros holísticos de qualidades e quantidades totais – de riquezas sopesadas; do jeito que temos procurado articular e definir como sendo conhecimentos de “ micromacrométrica econômica agrícola de precisão sustentável”( vide artigos já publicados, pelo Portal Agrolink).
Isso, com o Brasil, demonstrando na economia agrícola, como já fez e faz no futebol, o modo e o modelo novo, belo e sustentável de produzir riquezas renováveis e eternas. Via Sippale. (Vide artigos já publicados, no Agrolink );
Isso, como de certa forma, a Índia tem demonstrado ser possível, crescer acima de 5% ao ano, sem volúpia de gastos de recursos.
Assim, aprendendo com os lados da boa colateralidade de desenvolvimento da economia - americana, chinesa, brasileira, hindu, bem como tirando proveito do saber e da experiência da multifuncionalidade agrícola e cultural européia, poderemos encarar com firmeza e domínio - os crescimentos conjugados do PIB e do IDH, do mundo inteiro, como verificar-se-á, na seqüência de apresentação das idéias que se expõe e se propõe examinar os conteúdos.
verificaremos, estarrecidos, o aprofundamento da tensão, cada vez maior, deste processo de desenvolvimento global: - errático, perverso, insustentável , de mercado injusto, de desigualdade crescente - entre as economias desenvolvidas e as economias sub-desenvolvidas, entre os ricos e os pobres.
E, o mais surpreendente, com o Brasil, durante o período trintenário, protagonizando o papel de crescedor bom, corrigindo o lado negativo da “chinalização” frenética, de crescimento mal (e mau) que tomou as rédeas do mercado.
Ou seja, ao invés do mundo se assistir atônito
do lado ocidental , os EUA - perdularizando o consumo ( desculpem o trocadilho: “ os EUA, perdolarizando o consumo” ); reaquecendo a vaca morta da guerra fria, via declaração do estado de guerra, pós derrubada das torres do WTC, invadindo e ocupando o Afeganistão e depois o Iraque, mantendo o clima bélico, via discurso do marketing anti-terrorista;
do lado oriental, a China - comandando a barca do crescimento alto, mas como o colesterol, ativando lado ruim, provocador do entupimento das veias e das vias de produção ( devorando os recursos – cimento, aço e petróleo; contaminando ar, água e solo ); sufocando os direitos à liberdade e erodindo as conquistas laborais e sociais, tão duramente conquistadas pelos trabalhadores e pelo esforço social - do século vinte; inflando a informalidade do comércio, com produtos de má qualidade invadindo as feiras de ruas, do mundo inteiro; falsificando marcas, impunemente; repetindo e imitando um tipo de crescimento – apressado e copiativo – como o logrado pelo Japão, nas décadas de sessenta, setenta e oitenta;
o mundo e a economia, caminharem, com tranqüilidade,
para se tornarem - sustentáveis e de precisão relativa, orientados por parâmetros holísticos de qualidades e quantidades totais – de riquezas sopesadas; do jeito que temos procurado articular e definir como sendo conhecimentos de “ micromacrométrica econômica agrícola de precisão sustentável”( vide artigos já publicados, pelo Portal Agrolink).
Isso, com o Brasil, demonstrando na economia agrícola, como já fez e faz no futebol, o modo e o modelo novo, belo e sustentável de produzir riquezas renováveis e eternas. Via Sippale. (Vide artigos já publicados, no Agrolink );
Isso, como de certa forma, a Índia tem demonstrado ser possível, crescer acima de 5% ao ano, sem volúpia de gastos de recursos.
Assim, aprendendo com os lados da boa colateralidade de desenvolvimento da economia - americana, chinesa, brasileira, hindu, bem como tirando proveito do saber e da experiência da multifuncionalidade agrícola e cultural européia, poderemos encarar com firmeza e domínio - os crescimentos conjugados do PIB e do IDH, do mundo inteiro, como verificar-se-á, na seqüência de apresentação das idéias que se expõe e se propõe examinar os conteúdos.