Usina hidro-solar-eólica gera dobro p-km2 e tem metade custo
Quando os Governos, realmente, incentivarem, e/ou até obrigarem, o hibridismo hidro-solar-eólico sobrepostos e/ou vizinhos, a geração até quadruplica em MW/Km2 e os custos/investimentos necessários caem até 50,0% em R$/MW (vide abaixo provas comparativas da gigante hidro/24 horas de Itaipu - PR com a gigante solar apenas diurna de Janaúba - MG, esta que em mais 11 anos pretende captar igual a geração de Itaipu).
RESUMO –
Iniciando, informo que só no último ano, neste mesmo site, divulguei no exterior (já com mais de 50.000 acessos em inglês, bem mais lidos por empresários chineses e outros asiáticos) excelentes oportunidades de novos investimentos no Brasil – altamente lucrativas, muito mais seguros e com retornos confiáveis ??–, especialmente em 8 novas ferrovias de alta velocidade, exclusivamente em bitola larga, sendo 01 já pronta (Ferrovia Norte Sul - trecho até Santos - SP) e outra já com 45,0% (Transoceânica gigante desde Ilhéus - BA até o Porto de Chancay da chinesa Cosco no Peru) e outra já com 80,0% (Transnordestina desde o interior PI ao porto Pecém - CE), estas já bem construídas MAIS em 9 novos portos brasileiros (muito mais competitivos, verdadeiramente profundos e extensos) MAIS em muitas oportunidades para parcerias nos setores de mineração, indústrias gerais, agroindústrias, energias etc., no Nordeste brasileiro, uma vasta região agroindustrial e rica em minerais; com mão-de-obra sobrando e muito mais barata e situada muito mais perto da Europa e a apenas 10.000 km do Canal de Suez mais da nova Rota da Seda Chinesa na Turquia (onde já passa ferrovia bitola larga, com trens gigante e carregados rodando até a 200 km/hora e com 01 trem a cada 130 minutos de “headway”).
Com 13% da água doce do mundo e cerca de 14 mil pequenos córregos e grandes rios (1.130) que percorrem o país em várias direções -e com a maioria deles (cerca de 12.000) descendo altas montanhas do interior (altitudes de até 1.300 metros acima do mar) até as praias de nosso extenso litoral (8.500 km de extensão) -, o Brasil tem o potencial de ser um dos maiores produtores de eletricidades baratas e sustentáveis do mundo.
Somente o Brasil precisa expandir sua capacidade hidrelétrica em pelo menos 3,3% ao ano (até 939 TWh até 2035). Também, podemos exportar eletricidades para muitos países vizinhos e até produzir e exportar grandes quantidades de Hidrogênio Verde (H2G), reais, para usos em veículos, navios e locomotivas, todos não elétricos.
Bem comparando por área ocupada, o custo real em Itaipu com 1.350 km alagados foi de R$ 231,8 milhões/km2, ou seja, apenas 10,3 MW/km², ante R$ 133 milhões/km² na nova usina solar gigante em Janaúba - MG (com 30 km² em áreas secas).
Além disso, em termos financeiros, enquanto nossa gigante hidrelétrica de Itaipu – PR (a 2ª maior do Mundo, com implementação em 30 anos e vida útil projetada de 200 anos) exigiu investimentos de R$ 22,4 bilhões/GW para gerar 14,0 GW (um total de US$ 63 bilhões = R$ 313,0 bilhões, incluindo encargos); na nossa gigante usina solar em Janaúba City – MG (implementação em apenas 4 anos e com vida útil estimada de 30 anos) exigiu investimentos de apenas R$ 3,3 bilhões/GW/até 7 horas atuais de luz solar intensa para captar 1,2 GW durante o dia (futuras capturas, possíveis por cerca de 9 horas durante o dia, ocorreriam com os novos painéis "tandem"/perovskita-sílica e que também captam luz difusa; equivalentes a R$ 9,9 bilhões/GW, equiparando/elevando a possível geração/captura para 24 horas/dia).
ARTIGO -
Neste meu novo artigo estratégico e gratuito - muito detalhado/bem pesquisado para apresentar mais uma grande oportunidade muito mais lucrativa e segura ao Mundo investidor sustentável/parceiro do Brasil - proponho humildemente (como em alguns outros também gratuitos, sérios e bem pesquisados que aqui já publiquei em inglês comercial sem nenhum patrocínio ou qualquer interferência/má influência/exigência pública ou privada) que todos os de tipos de usinas hidroelétricas brasileiras, até como exemplo para o Mundo, passem a muito hibridizar suas produções de energia elétrica com captação solar e/ou eólica nos mesmos locais, inclusive sobrepostos. Somente no último ano, neste mesmo site, muito divulguei no exterior (mais de 50 mil acessos em inglês) ótimas oportunidades para investimentos no Brasil - altamente lucrativos, muito mais seguros e com retornos confiáveis – sobretudo, em 08 novas ferrovias rápidas e somente em bitola larga MAIS em 09 novos portos muito mais competitivos, realmente profundos e extensos, MAIS em muitas oportunidades de parcerias minerais, industriais, energéticas etc. no Nordeste brasileiro, uma região gigante e muito mineral, agroindustrial, altamente turística e com terras e mão-de-obra bem mais baratas; situada bem mais perto da Europa e a apenas 10.000 km do Canal de Suez mais da nova ferrovia chinesa da seda na Turquia.
Há 08 anos proponho que as milhares de hidroelétricas brasileiras (a salvação geradora barata e impulsionadora do Brasil, estando a maioria já paga, inclusive seus linhões) aumentem um pouco seus níveis diurnos ao reterem/estocarem, pelo menos, 50,0% das novas águas recebidas/recolhidas (quando haveria grandes produções elétricas/vendas solares/eólicas compensatórias e somente diurnas e por até 9 horas se nos painéis tandem/perovskita-sílica-grafeno, minerais/terras raros, mas de que o Brasil – estrategicamente - é o 2º maior detentor do Mundo), tudo para acumular mais águas para gerações hidro noturnas. Também, tais painéis solares somados muito reduziriam as evaporações locais (até 50,0%) e com o resfriamento pelas águas próximas tais placas solares captam até 15,0% mais.
O Brasil precisa ampliar em, pelo menos, 3,3% a. a. sua oferta elétrica anual (para 939 TWh até 2035) e isto ainda sem considerar as fortes demandas futuras com as necessárias reconversões veiculares para elétricos (já com significativos avanços diários, sobretudo com fabricantes chineses). Com hibridismos geradores modernos/bem implantados poderemos muito baixar nossos custos geradores mais nossas perdas e os preços elétricos aos consumidores, assim, como, realmente, eliminarmos nossas dependências pelas sujas/caríssimas termoelétricas.
Há 05 anos temos apenas 4 usinas hibridas de tais tipos - de nossas 1.400 usinas hidros de todos os tipos - isto talvez por desinformações; preguiças empresariais/gerenciais/investidores; e/ou por falta/espera de incentivos; e/ou de um bom plano de apoio ou que até as obriguem a hibridizar suas fontes ((até como item de segurança nacional), pois o País não pode esperar mais e se as internas não querem investir, no exterior, certamente já tem que queira e para lucrar muito mais com isto.
A seguir, apresento alguns dados (em gerações e em investimentos por km2 e por MW) que comprovam que as modernas captações solares são muito mais baratas mais eficientes mais lucrativas e mais seguras, do que gerar nas HIDROELÉTRICAS.
Como exemplo real de campo, em termos de resultados por espaços ocupados, as eficiências captadoras elétricas médias nas usinas solares (como na de Janaúba – MG, captando 40 MW/km2) chegam a ser 4,0 vezes maiores do que gerar nas hidroelétricas (como na de Itaipu -PR, gerando apenas 10,3 MW/km2).
Ainda comparativamente, além de os valores médios (em R$ milhões/km2) a investir de R$ 133,0 milhões/km2 nas usinas solares (JANAÚBA - MG com 30 km2 secos) sejam praticamente a metade das hidroelétricas (Itaipu com R$ 231,8 milhões/km2 em 1.350 km2 inundados), em R$/MW, os investimentos totais necessários EM POSSÍVEIS NOVAS, DEMORADAS E BEM DISTANTES HIDROS também são mais que o dobro em R$/MW produzido (quase 2,2 vezes mais) do que nas solares. Com dados reais, enquanto a gigante Itaipu – PR (a 2ª maior do Mundo, com implantação em 30 anos e para uma vida útil prevista de 200 anos) para gerar 14,0 GW exigiu-se investir R$ 22,4 bilhões/GW (total de US$ 63 bilhões = R$ 313,0 bilhões, inclusive encargos), na nossa grande usina solar diurna de Janaúba - MG (implantação em apenas 4 anos e para vida útil estimada em 30 anos) para captar 1,2 GW apenas diurnos precisou-se investir apenas R$ 3,3 bilhões/GW/07 horas dia solar intenso (possíveis captações já por cerca de 09 horas diurnas nos novos painéis “tandem” para 750w - se possível já nacionais e até próprios - também captadores de luz difusa, o equivalente a R$ 9,9 bilhões/GW para comparar, considerando/igualando possíveis gerações/captações por 24 horas/dia).
Embora ainda seja mínima no Brasil a hibridização no mesmo local de até 6 fontes - sobrepostas ou vizinhas, sobretudo hidroelétrica mais solar fotovoltaica mais eólica -, estudos confiáveis e recentes da Consultoria brasileira PSR apontam que a sobreposição de apenas 1,0% da superfície dos reservatórios das usinas hidrelétricas atuais com painéis solares flutuantes pode adicionar cerca de 38 GW (Gigawatts) de capacidade instalada ao sistema elétrico nacional, o que é muita energia. Já ao meu ver e propor, com hibridismos geradores modernos - bem implantados/gerenciados (obrigatórios ou não) - acho que poderíamos até dobrar nossa oferta elétrica até 2060 e tudo de forma muito mais barata e altamente geradora de empregos, rendas e sucessos socio ambientais em muitas regiões, sobretudo mais pobres. Também, temos que muito baixar nossos custos geradores mais nossas perdas mais os preços elétricos finais aos consumidores, assim, como, realmente, eliminarmos nossas dependências pelas sujas e caríssimas termoelétricas.
Há 08 anos, proponho que todos os de tipos de usinas hidroelétricas brasileiras – até como exemplo para o Mundo - passem a muito hibridizar suas entregas elétricas totais pela implantação de milhares de novos painéis/placas solares - se possível “tandem/perovskita-sílica-grafeno” nacionais para 750w - para captações solares fotovoltaicas por até 9 horas/dia mais de muitas torres eólicas em seus reservatórios/barramentos mais em áreas vizinhas, tudo isto para aproveitar as aguas diurnas de tais usinas mais seus linhões, maquinas, etc.. a maioria já totalmente pagas e que foram muito bem implementadas/operadas -, ou seja, numa forma de estocar - de forma inteligente/bem programada/bem implantada e muito segura - as captações solares mais as gerações eólicas diurnas, não em caríssimas e gigantes baterias (obs.: Não proponho re-bombear para reelevar parte das águas já roladas/passadas para novas gerações hidroelétricas, como se faz na Noruega e vizinhos (moderníssimas usinas PSH = Pumped-Storage-Hydropower Plants = Usinas Hidroelétricas Reversíveis), pois são operações caríssimas e altamente consumidoras elétricas locais, mesmo que parciais). Durante o dia, tais usinas brasileiras aumentariam um pouco seus níveis ao reterem, pelo menos, 50% das suas águas recebidas (quando haveria grandes produções elétricas/vendas solares/eólicas compensatórias e somente diurnas por até 9 horas), tudo para acumular muito mais águas para as gerações hidro noturnas.
Assim, quase todas as menores produções hidroelétricas diurnas seriam compensadas pelas grandes captações e vendas de energia solar e eólica também diurnas mais por algumas torres eólicas de grande porte e, sobretudo, por milhares de painéis sobrepostos nos mesmos reservatórios/barramentos e/ou vizinhos
Também, embora a vida útil de um sistema solar (25-30 anos) seja bem menor do que a de uma hidroelétrica (200 anos), os milhares de painéis solares concentrados localmente muito reduziriam, benéfica, econômica e socioambientalmente suas evaporações locais (até 50%), o que acumula bem mais água e é fator fundamental contra esvaziamentos em muitas usinas em locais mais ensolarados. No Nordeste, as evaporações de barragens/reservatórios hidroelétricos chegam a 3.000 mm/ano no e levam a grandes prejuízos socioambientais e as suas secagens. Também, com os resfriamentos pelas águas próximas tais placas solares captam até 15,0% mais do que nas outras captações solares longe das águas.
Nesta situação, os futuros fundamentais e corretos descartes de painéis, inversores e cabos são dificuldades/prejuízos ambientais que, quando comparados com os ganhos socioambientais acima, seriam até que mínimos.
Assim, trata-se esta proposta de hibridismos local, amplo e urgente, de uma solução genial e muito mais barata e segura financeiramente para quaisquer investidores e parceiros externos (e fundos de investimentos e fundos de pensão do Brasil e do exterior), do que investir ainda mais em novas hidroelétricas, próximas ou distantes, mais em suas caríssimas linhas de transmissão e, pior, em novas termoelétricas de socorros e altamente poluentes.
Mais uma vez o Brasil pode ser mais um ótimo exemplo de sustentabilidade para o Mundo e de como bem investir de forma muito mais segura para lucrar muito mais e tudo para o bem socioambiental da humanidade, em especial dos mais pobres e do interior.
Mesmo assim, incrivelmente, com tanto potencial climático brasileiro e em muitos locais (temos muito mais de chuvas, sol, ventos, lixos gratuitos e biomassas para singás e biometanos etc..), há 05 anos, o Brasil tem apenas 4 - de nossas 1.400 usinas hidros de todos os tipos - ainda testando tais hibridismos mínimos (há possíveis mais 06 outras boas fontes vizinhas também a hibridizar com tais hidros), isto por desinformações, preguiças empresariais/gerenciais/investidores e/ou por falta/espera de incentivos e/ou de um bom plano de apoio, que até as obriguem. A seguir veremos alguns dados (em gerações e em investimentos por km2 e por MW), comprovando que as modernas captações solares são muito mais eficientes, mais baratas do gerar do que nas HIDROELÉTRICAS.
Nas usinas solares modernas, as eficiências geradoras médias - em termos de resultados por espaços ocupados (como na de Janaúba – MG, captando 40 MW/km2) - chegam a ser 4,0 vezes mais do que nas hidroelétricas (como na de Itaipu -PR gerando apenas 10,3 MW/km2).
Financeiramente - tanto em R$ milhões/km2, como em R$/MW -, as usinas solares também vencem as hidros, pois em R$/km2, os custos reais foram de R$ 133,0 milhões/km2 na nova usina solar de JANAÚBA - MG (com 30 km2 em locais secos) estes praticamente a metade das hidroelétricas (Itaipu com R$ 231,8 milhões/km2 em 1.350 km2 inundados).
Já em R$/MW produzido, os investimentos totais necessários EM POSSÍVEIS NOVAS, DEMORADAS E BEM DISTANTES hidros são mais que o dobro em R$/MW captado nas solares (quase 2,2 vezes mais). Com dados reais, enquanto a gigante Itaipu – PR (a 2ª maior do mundo, com implantação em 30 anos e para uma vida útil prevista de 200 anos) para gerar 14,0 GW exigiu-se investir R$ 22,4 bilhões/GW (total de US$ 63 bilhões = R$ 313,0 bilhões, inclusive encargos), na nossa grande usina solar de Janaúba - MG (implantação em apenas 4 anos e para vida útil estimada em 30 anos) para captar 1,2 GW apenas diurnos precisou-se investir apenas R$ 3,3 bilhões/GW/07 horas dia solar intenso (possíveis captações já por cerca de 09 horas diurnas nos novos painéis “tandem” acima, também captadores de luz difusa, o equivalente a R$ 9,9 bilhões/GW para comparar, considerando/igualando possíveis gerações/captações por 24 horas/dia).
Potencialmente -, em termos de áreas e de volumes contidos nos reservatórios e de barramentos diversos no Brasil - de um total estimado em 630,2 bilhões de m3 de águas, bem armazenadas de formas seguras nas muitas barragens, estima-se que 92,7% deste volume seja para geração de energia hidroelétrica, depois com algumas até seguindo para outros usos.
Em todo o Brasil, o Sistema Nacional sobre Segurança de Barragens (SNISB) já tem cadastrados 28,0 mil barragens totais para diversos usos, sendo 97,0% delas para acúmulos de águas para gerações elétricas mais para irrigações. Já para a ANEEL, ainda em 2021, já eram 1.382 grandes barragens geradoras (UHE, PCHs e CGHs), sendo algumas delas gigantes como Itaipu no PR e Tucuruí no PA. As hidros gigantes como a UHE Tucuruí têm área total de 3.007 km2. Já as PCHs têm áreas bem menores e geralmente com apenas 13,0 km2.
Detendo 13,0% da agua doce do Mundo e com cerca de 14.000 pequenos riachos e grandes rios principais (1.130) percorrendo todo o País e em diversos sentidos (inclusive de perto do litoral para o interior na divisa com a Argentina, Bolívia, Uruguai etc.), mas com a maioria deles (uns 12.000) descendo as altas serras do interior (altitude de até 1.300 metros acima do mar) até as praias do nosso gigante litoral (8.500 km de extensão), o Brasil tem potencial para ser um dos maiores produtores elétricos baratos do Mundo. Também, podemos exportar e bem eletrificar muitos países vizinhos e até de todas as Américas, como já fazemos para o Paraguai. Outra opção é utilizar as gerações futuras - restantes ou muito bem programadas - para produzir e exportar grandes quantidades de hidrogênio realmente verde (H2 V) para usos por veículos, navios e locomotivas., todos não elétricos, mas movidos a H2, facilmente exportável enquanto energia. Todas essas serão fontes de produção de eletricidade muito mais competitivas do que outras fontes globais de eletricidade/energia.
Em 2023, na soma, a área total de todos os reservatórios/barramentos de águas no Brasil (3.661 para diversos fins) para as UHEs = Usinas hidroelétricas (total de 1.400) mais as PCHs = Pequenas Centrais Hidroelétricas mais as CGHs = Centrais Geradoras Hidroelétricas no Brasil ocupavam 38.000 km2 (ou 3,8 milhões de hectares), o que somente representava 0,45% do todo o território nacional (8,5 milhões de km2). Assim, a ocupação de solo é muito pequena diante da importância das hidroelétricas de gerarem – de forma bem sustentável e bem mais barata e já quase toda paga, inclusive suas redes - de 55,0% a 75,0% a energia elétrica total que consumimos.
Em 2023, o total da geração somente hidroelétrica do Brasil (que correspondeu por 62,0% da geração total) foi de 425.996 GWh. Contudo esta participação vem caindo com os fortes avanços das gerações eólicas mais das capturas solares fotovoltaicas, sendo de 58,0% a participação das hidros em 2024. Contudo, cerca de 20,0% desta energia gerada é perdida localmente ou pela sua transmissão para longas distancias, reduzindo a oferta liquida para cerca de 341.000 GWh.
Uma hidroelétrica tem capacidade geradora de 65,2% (uma das mais eficazes do setor), sendo as perdas diversas nas hidros em torno de 35,0%, ante perdas de 65,0% na geração eólica (eficiência de apenas 35,0%) e perdas de até 55,0% na geração termoelétrica (eficiência de 45,0%).
Em 2024, na soma, as gerações hídricas sustentáveis já chegavam a 88,0% da nossa matriz elétrica, sendo 55,0% apenas pelas hidroelétricas, mais 45,0% das demais solares, eólicas e de biomassas/exceto lixos etc. (que ampliaram muito nos últimos 10 anos). Minas Gerais era o Estado gerador elétrico campeão com 53 usinas hidroelétricas (12,5 mil MW de outorgas), mas o Pará liderava com capacidade instalada de 22,3 mil MW, seguido pelo Paraná e por São Paulo.
Em 2025, o consumo elétrico horário no Brasil foi de 47.420 GWh, segundo dados governamentais.
Em 2025=2026, já haviam 1.400 empreendimentos hidroelétricos geradores no Brasil (com reservatórios/barramentos de água), sendo 219 grandes usinas UHEs MAIS 425 a 427 PCHs MAIS até 700 CGHs.
A seguir, vejamos os principais “dados geradores de campo da nossa gigante hidro Itaipu para 14,0 GW (a 2ª maior do Mundo e somente superada pela chinesa “Três Gargantas” para 22,5 GW), a saber: 1) A capacidade instalada de Itaipu é de 14 gigawatts (GW); 2) O total investido foi de US$ 27 bilhões, além dos US$ 100 milhões de Capital Social; 3) O tamanho do reservatório é de 1.350 km², sendo o sétimo maior do Brasil; 4) O contrato para construção foi em 1973, e o início das obras em 1974 e demorou 10 anos para início da geração; 5) A vida útil prevista é de 200 anos; 6) O índice de produção é de 10,4 MW por quilômetro quadrado (ou seja, cada 0,10 km² de área alagada gera 1,0 MW); 7) A quantidade atual de empregados é de 1.544.
Já na captação solar fotovoltaica diurna (não se trata de geração elétrica), o Brasil já conta com mais de 34,0 GW de capacidade instalada de energia solar. Desse total, quase 24,0 GW correspondem a sistemas de pequeno porte instalados em residências e comércios, no segmento de geração distribuída. A potência operacional restante, pouco mais de 10,5 GW, se refere a grandes usinas fotovoltaicas de geração centralizada. Esses empreendimentos estão conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN) e fornecem eletricidade para os mercados regulado e livre de compra/venda de energia.
Por outro lado, comparar-se as gerações eólicas com as gerações hidros no Brasil fica difícil, pois apenas a usina de Itaipú - PR tem potência geradora instalada de 14,0 GWh, volume este apenas um pouco abaixo da capacidade geradora de 17,0 GWh de 700 usinas eólicas somadas e já instaladas até 2024.
Atualmente, as 10 maiores usinas fotovoltaicas solares do Brasil são: 1) Janaúba (MG) para captar 1.200 MW (mas que já se prepara para expandir até chegar a geração hidro de Itaipu de 14.000 MW; 2) São Gonçalo (Estado do PI): 790 MW; 3) Futura (Estado da BA): 692 MW; 4) Sol do Cerrado (MG): 681 MW; 5) Hélio Valgas (MG): 500 MW; 6) Lar do Sol (MG): 495 MW; 7) Belmonte (PE): 455 MW e 8) Serra do Mel (RN): 433 MW.
Como base informativa, e também comparativa, também vejamos os principais “dados captadores de campo da nossa grande usina solar fotovoltaica de Janaúba - MG, a saber: 1) A capacidade instalada de Janaúba é de 1,2 GW (menos que 10,0% de Itapu acima, mas bem grande para os padrões solares); 2) Investimento de R$ 4,0 bilhões; 3) Área de instalação 30 km² sendo a sétima maior do Brasil; 4) Com captação/produção elevadas (não geração) de 40,0 MW por km²; 5) Foram necessários 4 anos para a construção; 6) Há perspectivas de nos próximos 4 anos chegar a potência de Itaipu com investimento de mais R$ 30 bilhões; 7) A vida útil de uma usina fotovoltaica é de 25-30 anos, devido a necessidade de substituição dos módulos; 8) São 2,2 milhões de módulos fotovoltaicos instalados e bem cuidados; 9) A quantidade atual de empregados é de 600.
FIM
Brasília (DF) e Porto Seguro (BA) em 08 de maio de 2026
Grato pelas Leituras, Analises e Compartilhamentos.
“VIVAMELHOR AMBIENTAL A BRAZIL THINK TANK”
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