Como no agrofamiliar n/ VAREJO exige FAMILIA= EUA/Alem/China
"Como já ocorre totalmente no nosso agro-familiar de sucesso, VAREJO Brasil já exige muito a otima/motivada/treinada atuação própria mais da FAMILIA, como se faz há anos nos EUA/Alemanha/China etc., à medida que foram desenvolvendo e escasseando/muito encarecendo a mão-de-obra contratada"
1-RESUMO -
Este meu novo artigo altamente estratégico - e no momento certo - pretende apresentar/debater as atuações e os futuros dos minis e pequenos varejo e similares do Brasil, bem analisando e propondo novas regras concorrenciais (já forte escassez de mão-de-obra e grande concorrência do varejo “online’/E-commerce) e de como eles podem/precisarão fazer “de tantos limões uma boa limonada” até copiando o que se fez , e ainda se faz, nos países mais desenvolvidos/em desenvolvimento como no Brasil atual, com bons exemplos dos EUA, Alemanha e China. Convido os minis e pequenos varejos atuais para que estes bem prepararem/incentivem mais suas de mãos-de-obra próprias (individual e/ou familiar) para que assumam seus milhões de postos de trabalho já vagos no Brasil, pois apenas com a mão-de-obra terceirizada fixa atual, já não se consegue concorrer localmente com a crescente informalidade pessoal/familiar já bem melhores remuneradoras/mais tranquilas/bem mais flexíveis e, assim, ficara cada vez mais escassa precisando ser substituída, URGENTE, pela nova mão-de-obra própria, também como ocorreram nos países acima. Assim tais mini e pequenos empresários atuais precisam se preocupar bem mais com tais novos concorrentes informais (ex-funcionários) em suas futuras vendas, mais com o comercio eletrônico e bem menos coma ausência de mão-de-obra atual e que tende a escassear muito mais. POR OUTRO LADO, DE NADA ADIANTA MAIS RECLAMAREM/IMPLORAREM/CULPAREM OS GOVERNOS PELA SUA ATUAL ESCASSEZ DE MAO-DE-OBRA, sobretudo pelas atuações dos FUNDAMENTAIS BOLSAS FAMILIAS E SIMILARES (programas todos muito bem acompanhados que o mundo já copia e que, na verdade, ampliam muito as demandas e as compras familiares e nunca as reduzem, como muitos ainda os culpam). Também, não adiantará mais cobrar/xingar/tentar mentir que nossos juros são os mais caros do Mundo (o que não é verdade, pois com taxa média de 32,5% do PIB, somos apenas o 32º que mais cobra no Mundo e nunca figuramos entre os 10 maiores, estes os países ricos da Europa e onde a cobrança real chegou a 45,9% do PIB na França e a 43,4% na Finlândia neste 2026 - vide lista com dados dos10 maiores ao final). TALVEZ, TAMBÉM NÃO ADIANTA MAIS TENTAR MENTIR E ATÉ AFIRMAR (como a até suspeita FIESP faz rotineiramente em SP com seu impostômetro) de que pagamos os maiores impostos somados do Mundo. Atualmente, já somos um País já com 1,3 celular por pessoa e com 279,1 milhões de linhas ativas, chegando a 97,4% dos nossos domicílios (um dos maiores índices do Mundo - vide dados ao final) e todos no Brasil estão atentos e já sabem até como consultar os dados verdadeiros acerca. NA VERDADE MUNDIAL – aceita por todos os países - o Brasil não tem a maior carga tributária geral do mundo. A arrecadação total de impostos no país gira em torno de 32,4% do Produto Interno Bruto (PIB), o que o coloca aproximadamente na 14ª posição do ranking mundial, atrás de diversas nações europeias como a Dinamarca (que lidera, arrecadando cerca de 46,0% a 47,0% do PIB) mais a França e a Bélgica. Vide mais dados sérios sobre “Cai o mito do brasileiro como o maior pagador de imposto no mundo” em https://comsefaz.org.br/novo/revista-comsefaz-cai-o-mito-do-brasileiro-como-o-maior-pagador-de-imposto-no-mundo/ . E QUE TAMBEM NÃO VENHAM DIZER – talvez até como o IBPT AFIRMA em talvez seu duvidoso IRBES - Índice de Retorno de Bem-Estar à Sociedade, que o Brasil é o país que menos transforma impostos em qualidade de vida (IDH) entre as 30 maiores economias do mundo. Todos sabemos – tenho uns 4 artigos provando isto aqui – que adoecer ou chamar uma simples ambulância ou fazer um pequeno tratamento dentário nos EUA e na EUROPA é quase que um suicídio socioeconômico, sendo muito e muito mais barato e bem melhor vir tratar no Brasil (lá fora, sequer tem os nossos SUS e/ou o SAMU e até já nos copiam para tanto). Em minhas viagens, comprovei/visitei/fotografei que a maior parte dos países da Europa e, recente, até nos EUA já escondem ao máximo seus milhões de pobres mais de famintos e de abandonados de rua.
Pelo lado bom, entendo/recomendo que os nossos mini e pequenos varejistas e similares não se preocupem tanto com a mão-de-obra futura necessária MAS BEM MAIS SOBRE COMO VENDER, ATÉ COMPENSATORIAMENTE, E ATÉ COMO AMPLIAR E FIDELIZAR A SUA FUTURACLIENTELA MAIS SOBRE COMO CONCORRER BEM MELHOR (SEM TEMER) COM O NOVO VAREJO LOCAL RAPIDISSIMO – E ATÉ MAIS BARATO, EMBORA BEM MENOS EFICIENTE/JÁ CHEIOS DE DEVOLUÇÕES MAIS DE MUITAS ENGANAÇÕES EM MAUS ATENDIMENTOS/GIGANTES PROBLEMAS COM FALSARIOS E DE PAGAMENTOS – DO MERCADO LIVRE, SHOPEE, AMAZON ETC.. Curiosamente, nestes casos muito concorrenciais/moderníssimos - com ocorreu muito nos países acima -, a presença da mão-de-obra própria (individual) ou familiar, ATUAL E/OU FUTURA - desde que unida, muito bem motivada e bem treinada nos minis e pequenos varejos locais - agora já se torna uma das melhores ferramentas pessoais/vizinhanças /confianças para concorrerem já diretamente e fidelizaram ainda mais antigos clientes mais suas famílias/seus vizinhos contra tais gigantes do varejo online/E-commerce invasor, e que vieram para ficar/tentar ampliar/tentar te testar e depois te prejudicar mais tua família. SOMENTE CABEM A VOCE E AOS SEUS FAMILARES as decisões (não chorosas) a tomar, DESDE QUE URGENTES.
2) ARTIGO COMPLETO E CURTO –
Em todo o Mundo, em especial no Brasil com nosso jeito comercial português-árabe APENAS PESSOAL e antigo (já muito superado nos EUA e na Europa) de comprar o mais barato e o máximo possível ) o novo mini e pequeno e mini e pequenos similares já está mudando muito e de muito rápido e VAI AMPLIAR MUITO MAIS E RAPIDAMENTE, DORAVANTE. Também, isto muito decorre de aqui, o mini e pequeno varejo ter habito de estocar o máximo (talvez alguns até já tenham a psíquica “doença dos acumuladores” ) MAIS de muito resistir a pechinchar/nada mudar (máxima antiga de que em alguma hora, com certeza, alguém irá comprar) MAIS de transmitir/incluir todos os custos nos preços finais (para apenas o consumidor pagar, se quiser) MAIS de vender e de muito lucrar se possível sem quase pagar impostos (como todo o Povo já paga de alguma forma, em especial os da classe média, os que mais consomem), idem de agua, energia elétrica (impressionante e ainda com elevados usos de “gatos” e de tentar não respeitar os direitos trabalhistas etc. Contudo, trata-se de situação normal e em ampliação no mundo concorrente, sobretudo na Europa e nos EUA, onde a mão-de-obra de qualquer nível de formações profissionais (cursos superiores também já muito mal feitos) já é muito escassa, muito exigente e há uns 20 anos.
À medida do nosso inegável desenvolvimento, a mão-de-obra será bem mais própria/familiar (como no EUA, Alemanha, China), o que também pode MUITO AJUDAR na já elevada BRIGA POR CLIENTES LOCAIS com os informais e os e-commerce. Pelo lado bom, entendo/recomendo que os nossos mini e pequenos varejistas e similares não se preocupem tanto com a mão-de-obra futura necessária MAS BEM MAIS SOBRE COMO VENDER, ATÉ COMPENSATORIAMENTE, E ATÉ COMO AMPLIAR E FIDELIZAR A SUA FUTURACLIENTELA MAIS SOBRE COMO CONCORRER BEM MELHOR (SEM TEMER) COM O NOVO VAREJO LOCAL RAPIDISSIMO – E ATÉ MAIS BARATO, EMBORA BEM MENOS EFICIENTE/JÁ CHEIOS DE DEVOLUÇÕES MAIS DE MUITAS ENGANAÇÕES EM MAUS ATENDIMENTOS/GIGANTES PROBLEMAS COM FALSARIOS E DE PAGAMENTOS – DO MERCADO LIVRE, SHOPEE, AMAZON ETC..
A situação acima já assusta/desencoraja a muitos no Brasil, que se mostra despreparado e apenas muito reclamador, sempre pedindo socorros e ações protetoras imediatas governamentais ou externos e nada mudando seus comportamentos e, como já bem dito, nem se preparando para as elevadissimas concorrência futuras, não por funcionariOs, mas por clientes.
Também, é interessante notar uma elevada concorrência por vendas dos chamados negócios micro e pequeno empreendedoristas (situação que também ocorreu muito e ainda ocorre nos 03 países abaixo analisados: EUA, Alemanha e China). Pior é que o emprendedoristas já muito disputam com as empresas comerciais/industriais, tanto por faturamentos (vendas), como, sobretudo, ao provocarem forte escassez mais o elevado encarecimento da mão-de-obra local/regional (a maioria deles utiliza serviços próprios e/ou familiares, esses que abandonaram as empresas comerciais e industriais vizinhas por diversos motivos).
E que não venham, de novo, com a desculpa falsa - mentirosa e enganosa para os que bem sabem/bem acompanham - que os juros médios pagos no Brasil – media de pessoas e das empresas - não são os maiores do Mundo, segundo a OCDE. As taxas médias pagas – dados de 2022, devidamente atualizados para 2026 - no Brasil (32,5% do PIB) ficam apenas na 32ª posição mundial e nunca estiveram entre as 10 maiores do Mundo, que a saber e também como % do seus PIB são: 1) França com 45,9% do seu PIB; 2)Finlândia com 43,4% do seu PIB; 3) Noruega com 43,3%; 4) Áustria com 43,0%; 5) Suécia com 42,9%; 6) Dinamarca com 42,1%; 7) Itália com 42,0%; 8) Bélgica com 41,6%; 9) Grécia com 41,0%; 10) Luxemburgo com 39,2%.
Nos últimos 03 anos, a maioria dos minis e pequenos varejistas brasileiros (não dos médios e grandes) já reclamam muito da escassez e do forte encarecimento e até de certas ineficiências da sua mão-de-obra terceirizada/contratada atual e ISTO SEM NUNCA PREPARAREM A SUA MAO-DE-OBRA PROPRIA (INDIVIDUAL) E/OU FAMILIAR (como os 03 países abaixo souberam/precisaram fazer à medida que se desenvolviam).
O varejo TOTAL brasileiro é um dos maiores setores da economia nacional, movimentando cerca de R$ 2,0 trilhões anualmente e empregando mais de 7,3 milhões de pessoas formalmente no comércio varejista (e ultrapassando dezenas de milhões no cômputo geral da cadeia de comércio e serviços). Apenas no varejo Alimentar mais no autosserviço alimentar (supermercados e congêneres) já se ultrapassou a marca de R$ 1,0 trilhão em faturamento bruto. O nosso varejo total já representa mais de 22,0% do Produto Interno Bruto (PIB) e, ultimamente, as vendas “on line” vêm ganhando forte espaço, movimentando centenas de bilhões de reais por ano e representando mais de 14,0% a 16,0% do volume total de negócios do varejo.
Entretanto, pelo bem ou pelo mal e sem acusar e sem defender, a maioria deles ainda critica as 03 esferas de Governos por tentarem erroneamente (na visão deles) ampliar as rendas das famílias e das pessoas mais pobres (o que na verdade amplia as rendas e as demandas e, assim, as compras de muitos itens dos varejos) com Programas do tipo BOLSA FAMILIA, VALE GAS, VALE COMPRAS, CESTAS BASICAS, SEGUROS DESEMPREGOS etc. Na verdade, a maioria destes programas têm baixo valor (bolsa família média atual de apenas R$ 777,00/destinatária); controle rigorosos e são muito mais destinadas as mães-de-famílias (82,0% do Bolsa família) e que nada provocam ou nada nem têm a ver com tais escassez de mão-de-obra.
CONTUDO, ERRONEAMENTE, as muitas importações TEIMOSAS/ATÉ INCENTIVADAS pelo Governo do Brasil nos últimos anos - hoje escancaradas, irresponsáveis e desenfreadas/quase não tributadas (e gerando muitos empregos no exterior e não aqui , isto mesmo com o Brasil detendo matérias-primas e mão-de-obra especializadas até sobrando para bem produzi-los aqui) também muito já matam nossas indústrias e idem nossos atacados e, principalmente, nossos milhares de varejos e, pior, de todos os seus portes. Pior ainda: adota-se uma desculpa esfarrapada, e até já bem treinada, de que se trata de elevada reciprocidade internacional necessária e APENAS para sustentação de nossas gigantes exportações de grãos, carnes, alimentos “in natura”, madeiras, celuloses, minérios de baixo valor médio e de petróleo não refinados etc., setores estes que pouco empregam no Brasil. OU SEJA, AINDA SE COMETE – INTENCIONAL, MUITO ERRONEA E REPETIDAMENTE - UM GIGANTE ERRO ESTRATEGICO/BURRO QUE JÁ MATA NOSSAS MILHARES E ALTAMENTE EMPREGADORAS MINI E PEQUENAS EMPRESAS DE VAREJOS, ATACADOS, INDUSTRIAS, TRANSPORTES ETC..
Aqui, obviamente que os empresários e sus entidades têm muita razão, pois – com tanta fome tributária e, sobretudo, previdenciária/seguradora no Brasil (o mesmo que ocorrido/ocorrente lá fora ) - o custo total da folha salarial bruta já chega ao dobro do valor pago por salários de terceiros (nem tanto dos próprios nem dos familiares).
Na verdade, todos sabemos que a nossa situação atual negativa do pequeno varejo já pode ser até irreversível e que tende ampliar e piorar muito, SE NADA MUDAR INTERNA LOCAL-SETORIAL E EXTERNA/GOVERNOS (consequência natural e inexorável do nosso desenvolvimento e das disputas setoriais e, especialmente, comerciais no pós internet e via nossos milhões de celulares ligados no Brasil, onde há cerca de 279,1 milhões de linhas de celulares ativas, ou seja, 1,3 celulares por pessoa e que chegam a 97,4% dos domicílios). Nenhum pequeno varejista admite, mas são os ainda baixos salários pagos aos seus empregados (que muitos ainda chamam de colaboradores, mesmo que reclamando muito das atuais eficiências deles) e uma jornada cansativa/rigorosas em excessos falta de planos etc. que os expulsa muito, tanto para empreendedorismo com mão-de-obra própria e, sobretudo, para negócios demandantes hoje concorrentes e que quase não existiam há 10 anos. PIOR É QUE TODOS OS MINI E PEQUENOS EMPRESÁRIOS JÁ SABEM , AGORA, QUE A SUA ATUAL SITUAÇÃO DE JÁ GRANDES DIFICULDADES COM MAO-DE-OBRA CONTRATADA TENDE A PIORAR E A COMPLICAR AINDA MAIS COM A CHEGADA DA CHAMADA “GERAÇAO Z” ATÉ OS SEUS MINI E PEQUENOS VAREJOS LOCAIS.
A grande verdade é que a maioria dos minis e pequenos varejos e similares do Brasil (mais apenas um pouco dos médios e grandes varejistas e similares) mais das minis e pequenas indústrias; pequenas transportadoras; idem prestadoras de serviços etc. ainda não se prepararam/talvez nem ainda queiram se prepararem - com a adequada, consciente e urgente ampliação/assunção/motivação/melhoria da mão-de-obra própria/familiar - para BEM CONCORREREM com os milhões de novos negócios individuais/familiares de novos concorrentes (atuais empreendedores informais e muitos ex-funcionários), sobretudo, depois da internet e dos milhões de celulares (vide acima). QUASE TODOS SÃO INFORMAIS E MUITO MELHOR REMUNERADOS PESSOAIS diários/semanais E ATÉ MAIS CONFORTAVEIS/MAIS TRANQUILOS/COM HORARIOS E LOCAIS FLEXIVEIS, do que ser um simples e comum empregado de 08 horas seguidas, não tranquilas, sem planos claros de encarreiramentos/sem premiações por desempenhos etc. com mudanças/rodízios semanais e com liberdade mínimas (alguns têm até que lavarem suas bancadas e até o piso/chão/banheiros ao final do seu expediente), e apenas como um assalariado mensal (aqueles já com bem maiores faturamentos pessoais). Por exemplo, destaco trabalhar com Uber/99, deliveries diversos, “I food”, Mercado Livre/Shopee/Amazon e, sobretudo, ganhando bem mais como pedreiro/carpinteiro/pintor/mecânico//eletricista/ajudante mais como vendedores de praias e de ruas no comercio informal e sem impostos, manicures, obreiros de igrejas, redeiros de internet, consertos/acertos de celulares e outros eletrônicos e centenas outras novas formas de prestação de serviços, trabalhos estes que já pagam/remuneram até pelo triplo por hora trabalhada do equivalente diário do salário mínimo formal/legal mensal.
Obviamente - numa situação inexorável e futura prevista (sem retornos) - como não mais será possível transmitir os aumentos dos custos totais para os preços finais (situação até comum no varejo do Brasil) já se considera/se recomenda como fundamental - pela sobrevivência varejista/atacadista/industrial/transportador etc., caso se queira realmente – que os nossos mini e pequenos comerciantes, sobretudo os nossos milhares de varejistas, muito ampliem – queiram ou não – as atuações e as ações via mão-de -obra própria e familiar, como já ocorrem muito nos países já desenvolvidos e/ou ainda em desenvolvimentos – vide 03 bons e claros exemplos ao final. No Brasil é comum e até histórico que boa parte dos custos totais - sobretudo com mão-de-obra mais com muitos impostos somados mais até com os transportes totais – sejam transmitidos para os preços finais das mercadorias (situação até normal e comum, embora pouco ou nada admitida, mas real -, onde, na prática, são os consumidores que pagam, indiretamente, todos os custos e que são embutidos/transmitidos para os preços finais nos diversos varejos). Para o IBPT, além dos impostos diretos sobre os consumos (como os antigos ICMS, PIS e COFINS, agora somados/reclassificados na nova reforma tributária), o preço final do varejo TAMBEM absorve toda a fricção operacional da cadeia logística brasileira (mais da mão-de-obra terceirizada, isto é, não própria e/ou não familiar).Vide mais em: https://ibpt.org.br/estudo-inedito-do-idv-e-ibpt-mapeia-carga-tributaria-no-brasil/
Por outro lado, no Brasil - excetuando os elevados custos setoriais apresentados/divulgados, também inteiramente transmissíveis (embora pouco confiáveis, até ocultos e contraditórios, inclusive os do SEBRAE) com mão-de-obra de terceiros e/ou com transportes totais - somente a carga tributária embutida (calculada "por dentro" do valor) nos preços finais de produtos vendidos no varejo varia, em média, de 30,0% a mais de 40,0%, dependendo fortemente da categoria da mercadoria, tudo segundo cálculos da ACSP - Associação Comercial de São Paulo . Somente, o peso médio dos tributos por Setor é de: a) Alimentos básicos e Livros: De 15,0% a 30,0% do valor na gôndola; b) Eletroeletrônicos e Vestuário: Em torno de 35,0% a 45,0% (podendo atingir patamares mais altos em peças específicas); c) Cosméticos, Perfumes e Bebidas: Podem ultrapassar 70,0% a 80,0% do preço final pago pelo consumidor; d) Automóveis: Oscilam entre 36,0% e 47,0% em tributos diretos e indiretos. Vide bem mais dados em: https://cndl.org.br/varejosa/o-peso-da-carga-tributaria-no-cotidiano-do-contribuinte/
Assim, no Brasil, os mini e pequenos empresários e industriais atuais precisam se preocupar muito mais em valorizar e fidelizar os clientes finais e não tanto com a mão-de-obra, esta com tendência mundial de serem cada vez mais próprias e/ou familiares, sobretudo/inclusive, para operarem também com suas vendas a distância pela internet, tornando-se fornecedores confiáveis doa atacados regionais e muito complementando suas rendas locais (inclusive fabricando, com qualidade e baixos preços, muitos itens desejados, local ou regionalmente).
AGORA, COMPARATIVAMENTE (e para nossos aprendizados ), nos EUA, atualmente, existem 33,3 milhões de pequenas empresas e esse número representa 99,9% de todos os negócios do país, consolidando o setor como o principal motor da economia norte-americana. Em termos funcionais (mão-de-obra utilizada), a definição de Pequena Empresa é bem diferente do Brasil, onde o porte é medido majoritariamente mais pelos seus faturamentos. As regras americanas variam por setor econômico, mas geralmente consideram como "pequena empresa" negócios que possuem menos de 500 funcionários.
Entre as aproximadamente 6,0 milhões de pequenas empresas comerciais dos EUA com funcionários, 49,0% têm apenas de 01 a 04 trabalhadores, OU SEJA, A MAIOR PARTE DA MÃO-DE-OBRA (85,0%) é PROPRIA (Individual) E/OU FAMILIAR.
Para entender melhor como esse sistema se divide, vale destacar os critérios oficiais da SBA = U.S. “Small Business Administration”: Microempresas (com e sem funcionários): A grande maioria dessas 33,3 milhões de empresas é composta por negócios de "proprietário único" (trabalhadores autônomos ou nonemployer firms), que somam mais de 27,0 milhões. Já no setor industrial dos EUA uma pequena empresa é a que tem faturamento anual de até R$ 4,8 milhões por ano ou a emprega de 10 a 49 pessoas no comércio e serviços.
Já na Alemanha, existem cerca de 3,52 milhões de pequenas e médias empresas (PMEs), popularmente conhecidas como parte do Mittelstand. Esse número representa mais de 99,0% de todas as empresas do setor privado do país. Elas empregam mais de 54,0% de toda a força de trabalho da Alemanha (aproximadamente 19 a 22 milhões de pessoas).
Em termos de formação profissional mais de 68,0% dos jovens aprendizes (Azubis) na Alemanha são treinados dentro de uma PME, mantendo o famoso sistema de ensino técnico dual do país.
Sobre faturamento, elas geram em média 28,0% do faturamento corporativo total da Alemanha, somando cerca de € 2,8 trilhões anuais.
Também, na Alemanha, a maior parte da mão-de-obra utilizada é própria e familiar.
Distribuição das empresas alemãs por porte (até o médio e fora as suas multis gigantes) mais por número de funcionários e faturamentos:
- Microempresas (Kleinstunternehmen): São cerca de 2,68 milhões de empresas e possuem menos de 10 funcionários e faturamento anual de até € 2 milhões;
2) Pequenas empresas (Kleine Unternehmen): Aproximadamente 244.000 empresas e que possuem entre 10 e 49 funcionários e faturamento anual de até € 10 milhões;
3) Médias empresas (Mittlere Unternehmen): Cerca de 40.000 empresas.
A China possui mais de 57 milhões de empresas privadas registradas (representando mais de 92,0% de todas as empresas), sendo a esmagadora maioria composta por micro, pequenas e médias empresas (PMEs), além de contar com mais de 125 milhões de empresas individuais (autônomas/geti).
Detalhes do Setor mini a médio empresarial chinês:
1) Empresas Privadas (controladas/direcionadas/semi-comandadas pelo partido comunista e que exige ter um diretor comunista atuando/fiscalizando em cada ou em grupo de vizinhas delas).Quase a totalidade desse grupo (25 milhões) enquadra-se como de pequeno ou médio porte;
2) Negócios Individuais (Geti), OUSEJA, COM MÃO DE OBRA PROPRIA E FAMILIAR somam mais de 125 milhões de registros (dados oficiais recentes da Administração Estatal de Regulação do Mercado), funcionando como a base do microempreendedoríssimo e do comércio local chinês;
3) Importância Econômica: O setor privado e as PMEs combinadas (soma dos 02 tipos acima) respondem por cerca de 60,0% do PIB da China e por mais de 50,0% da receita tributária do país.
FIM
Brasília (DF) e Porto Seguro (BA) em 01 de outubro de 2026
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