(Através de um novo arranjo agrícola)
Fazer a economia global tornar-se sustentável, próspera e de mercado justo, com relativa precisão – é um desafio político , concreto para a educação e para o exercício da cidadania.
Num prazo menor que trinta anos, dá para renovar a face da terra e construir-se uma economia mundial brilhante e de desenvolvimento contínuo , assegurado por critérios de excelência – nos procedimentos de sua construção.
Esta façanha é alcançável a partir da assinatura de um tratado agrícola, entre países parceiros da OMC , que se estruturem e que se contratem para uma produção programada - que assegure um determinado nível de consumo de grãos e de energia renovável, por ano, per capita, por país.
De grãos, os quantitativos de consumo, de cerca de 400/500 kg, per capita e por país, bastariam.
De energia renovável ainda não se estimou os cálculos dos quantitativos de produção e de consumo (necessários - para viabilizar o acordo e a passagem desta economia insustentável, para a nova economia sustentável) porque seria viável celebrar-se o acordo a partir do combinado, relativamente aos quantitativos dos grãos.
Colocar a energia como componente da passagem - desta ordem social “onça brava” , para uma ordem “gata mansa” - já é um bônus e um aditivo - facilitador da proeza, e, acelerador do tempo de mudança histórica.
Na realidade, bastaria estabelecerem-se os quantitativos – de produção e de consumo de grãos - porque os seus níveis são estimáveis, pela nutrologia, tanto em relação ao consumo humano e tanto quanto ao consumo animal. E, por outro lado a agricultura de precisão veio assegurar a determinação do potencial agrícola, sustentável, de cada país e de cada propriedade.
Com estes dois referenciais cria-se os fundamentos e as bases para a transformação da economia agrícola e da economia – de imprecisas e insustentáveis – para sustentáveis e de relativa precisão.
A determinação da produção e do consumo de energia renovável, entre os países, facilita e acelera a passagem da insustentabilidade para a sustentabilidade da economia mundial, porque amplia o leque de oportunidades, de variáveis de negociação dos objetivos - de se empreender uma iniciativa de desenvolvimento universal e ao mesmo tempo individual, participativa.
Ou seja, tanto como empreendedor, quanto apenas como consumidor, um indivíduo pode se engajar na luta e no esforço de conquista de uma era de bonança, definindo e decidindo seus papéis e escolhas, tipo: - “vou comer, beber, vestir e calçar produtos de tal origem sustentável”; e, enquanto que, como cidadão, exija dos representantes políticos – firmem os acordos que assegurem a passagem de qualificação política-econômica.

