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Muito CUIDADO ao julgar/criticar INFLAÇÃO mensal urban/RURAL


Climaco Cezar de Souza

Muito CUIDADO ao julgar/criticar INFLAÇÃO mensal urbana/RURAL

RESUMO -

O ARTIGO versa e adverte sobre os grandes cuidados e riscos ao se medir, analisar e criticar os índices semanais/mensais de inflação brasileira (Índices IPCA e outros). Ao meu ver - posso até provar em parte - que as atuais medições oficiais (IBGE, FGV, FIPE e outros) podem ser INCOMPLETAS/AINDA IRREAIS, pois bem mais baseadas em dados qualitativos de uma cesta básica - urbana por excelência e ainda medida apenas em poucos locais do País -  e não em consumos volumétricos pessoais/familiares reais, sendo tais possíveis erros (medições e/ou estimativas não volumétricas) até já admitidos pelo IBGE (sobretudo se na área rural, onde os padrões volumétricos de ofertas/demandas mais qualitativos e de preços dos consumos familiares, e sobretudo pessoais, são bem diferentes das áreas urbanas, em especial nas regiões Nordeste e Norte). Ao meu ver, medições baseadas apenas nas variações diárias e mensais dos preços das cestas baixas urbanas pouco ou nada retratam/representam a inflação mensal brasileira e que, com certeza, é bem menor nas áreas rurais e periurbanas. Por exemplo, nestas duas áreas focais especificas (não urbanas mais abrangentes e, sim, concentradas urbanas e em poucos locais), quase sempre ocorrem medições errôneas dos índices - com fatos FALSOS POSITIVOS (inflação em alta pelos fatos) -, quando ocorrem fortes inundações e/ou outras perdas climáticas/doenças decorrentes. Estes eventos, quase sempre, dizimam boa parte dos hortifrutigranjeiros e isto muito prejudica as ofertas momentâneas não somente vizinhas, rurais e nas cidades próximas (migrando até nos CEASAS das grandes cidades), DISPARANDO SEUS PREÇOS mais dos seus transportes e, assim, ampliando parte dos índices inflacionários capturados bem mais naqueles momentos com no máximo 15 dias de duração e bem mais naqueles locais/microrregiões (a famosa: “Inflação do Xuxu”). Contudo, lembrando que os hortifrutis somente tem participação média em torno de 5,0% (60 gr.) no volume de um possível marmitex URBANA comprada por R$ 15,00 a R$ 25,00/local (em casa, tal custo pode baixar para 1/2 até 1/3 deste preço, sobretudo se na área rural, onde também, em geral, não se pagam por água, luz, alguns transportes, escolas, parte do aluguel etc.. e até têm um pequeno quintal onde plantar um pouco para “si” e “famílias”) volume mais que suficiente para 01 pessoa adulta bem alimentar e com 1.200 gr. – vide dados abaixo, neste caso, abandonando a análise por cesta baixa e apenas familiar e urbana. MELHOR – e com dados pouco ou não devidamente capturados quando da sequente “Desinflação  do Xuxu”, tais mesmas chuvas, claramente, também irão beneficiar, ainda talvez no mesmo mês, as maiores produções locais dos demais alimentos (arroz, feijão, trigo, milho e derivados, 03 a 04 carnes, ovos, leite e derivados etc..), bem mais participantes e mais importantes em volume em tal nossa marmitex do exemplo (participantes com cerca de 95% do seu volume) e tudo com boa qualidade, certamente REDUZINDO SEUS PREÇOS (um pouco e/ou até muito, vez que nunca se mede ou se mediu estes efeitos locais de bem mais ofertas volumétricas compensatórias locais/microrregionais no País) E, PROVAVELMENTE, NO MESMO MÊS OU NO PRÓXIMO. MELHOR AINDA, pelo chamado “efeito vizinhança” e/ou “efeito manada” a maioria de tais hortifrutis prejudicados são até facilmente substituíveis nos mercados periurbanos/alguns urbanos e, sobretudo, rurais, sendo que na áreas rurais produtoras/consumidoras, quase sempre, os vizinhos e familiares se completam e sempre se abastecem mais em conjunto, minimizando e até não se importando tanto com tal inflação momentânea – até cíclica e previsível - dos hortifrutis, fatos que, contudo, sempre muito prejudicam as rendas de seus produtores, a maioria familiares, e nem tanto seus consumidores rurais, mas que também são focos desta analise e deveriam também sê-lo dos muitos órgãos medidores das inflações. Com isto, muitos leigos ou das dItas imprensas especializadas ainda analisam - e sobretudo muito criticam negativamente sem conhecerem bem - estas nuances fundamentais (na verdade, “não sabem nem querem saber”, pois ainda, para eles, falar mal e/ou tentar destruir os demais esforços rurais imediatos e/ou falar e RETRATAR apenas as destruições/mortes no Brasil AINDA são o que dão os bons IBOPES na mídia e na politica).

      ARTIGO CURTO (02 páginas) -

        "Todo mês, o IBGE divulga a inflação oficial mensal medida pelo IPCA e que, financeiramente, corrigi e        influencia muito e em tudo no Brasil. O Índice é usado para reajustar salários, contratos e orientar a política   econômica. Mas, para muitos brasileiros, os percentuais divulgados parecem não refletir o que pesa no seu bolso.

Na prática, essa média pode não corresponder à realidade de todos, segundo os autores especialistas da Consultoria RealTime (ao meu ver - vide a seguir -, matematicamente, o cálculo pelo IBGE é bem irreal e até pessimista em alguns momentos, locais e grandes problemas climáticos), pelos 04 erros iniciais já detectados pela RealTime, a saber:

1) Famílias que gastam mais com comida e transporte sentem muito mais os aumentos do que indica o índice”;

2) Além disso, variações em produtos comprados com frequência, como arroz, feijão e gasolina, são percebidas de imediato, enquanto quedas em eletrônicos ou eletrodomésticos passam quase que despercebidas;

3) Outro ponto é que o cálculo considera 16 regiões metropolitanas. Nas beiras praias, cidades turísticas e cidades maiores, os preços, em geral, podem ser arrasadores e/ou muito cartelizados e/ou muito mais sensíveis aos fluxos de transportes/ofertas/demandas. Já no interior e em áreas mais distantes, os preços podem variar de forma diferente (inclusive, nas produções/entregas pela agricultura familiar, pelos autos consumos mais estocagens estratégicas mais cessões por vizinhos ou parentes etc.);

4) E há ainda a questão da comunicação: o índice aparece em percentuais, mas o consumidor sente o impacto em valores absolutos. “Um aumento de R$ 50,00/cesta no supermercado pesa muito mais do que “0,3% de inflação”.

“As diferenças entre a inflação oficial e a “inflação do carrinho de compras” nasce justamente desses desencontros entre a estatística e o cotidiano”.

Além destes 04 fatores não observados e bem claros apresentados pelo RealTime acima, também aponto (dados admitidos pelo próprio IBGE) que a captação de dados – pretensamente inflacionários - dos muito itens ocorrem pelas suas relevâncias/qualidades e valores nunca pelos volumes reais consumidos e suas participações em peso e valores nas dietas humanas diárias (que não são medidos).

Segundo o próprio IBGE, para uma medição correta dos nível de inflação aos consumidores seria necessária uma pesquisa diária dos volumes pessoais consumidos de alimentos e bebidas, na forma de um censo de consumo e isto é impossível, segundo o IBGE, mas, ao meu ver, se e quando realmente quiserem/poderiam faze-lo usando – agora necessariamente não mais numa visão apenas de carências calorificas/proteinosas das diversas demandas pessoais etc..-  as quantidades e os consumos divulgadas pelo INAN (Instituto Nacional de Alimentação e Nutrição uma autarquia do Ministério da Saúde), vez que tais dados de hábitos alimentares individuais diários - ou familiares - são quase que fixos e somente somente mudam a cada ano, o que o INAN – certamente  - também captaria e tudo corrigiria bem a tempo.

Ao meu ver, assim, pelos efeitos regionais, analisaremos, os possíveis danos conjuntos de um fenômeno climáticos por chuvas excessivas nos volumes reais dos alimentos integrantes da cesta básica (não devidamente medidos pelo IBGE) e nos seus preços e qualidades, fatos e atos usados há décadas no Brasil e nunca modernizados. Por isto agora analisaremos os volumes, preços e qualidades de nossa cesta básica própria, exemplificadamente, num simples Marmitex completo (com volume fixo de 1.200 gr.) comprado por R$ 15,00 a R$ 25,00 (exemplos locais) na mesma região.

Faço agora a seguinte pergunta? Sem bem levantar os volumes reais consumidos/ofertados, o que acontece em curto prazo (07 dias) e médio prazo (até 60 dias) com os preços reais do “marmitex” após 15 dias de chuvas intensas (mas que raramente ultrapassam 07 dias seguidos) isto numa cidade de grande porte, localizada em região agrícola? Qual foi a elevação real de preços (inflação local) numa situação bem comum em que: um consumidor assalariado urbano - onde os índices são realmente medidos - todos os dias almoço 01 marmitex no valor de R$ 25,00/ud. e com 1.200 gramas e contendo 50% de macarrão (volume de 600 gr.) mais 20% de arroz (240 gr.) + 15% de feijão (160 gr.) +10% de 02 bifinhos de carne bovina grelhada ou de frango etc. (120 gramas ambos bifes) + 5% de legumes diversos (60 gramas)?

E olha que as participações volumétricas constantes no “marmitex” em todos os casos com possíveis maiores produções próximas (alavancadas pelas maiores chuvas) são elevadas como: 1) macarrão: 50,0% do volume total do marmitex; 2) arroz: 20,0% do volume total; 2) feijão: 15,0% do volume total e 2) carnes (o item mais caro e, portanto, com menor entrega, embora o que mais produza grandes volumes localmente com tais chuvas concentradas): 10,0% do volume.

Continuando, excetuando, os preços dos hortifrutis, o que ocorrerá com todos os preços do “marmitex” acima, vez que os volumes totais e as participações volumétricas de cada item são constantes? Obviamente, com as melhores chuvas, haveriam maiores produções de todos os demais itens e, assim, os preços de todos os itens integrantes o marmitex deverão – ou deveriam – cair muito (daí minha afirmativa de antes de que o atual sistema IBGE as vezes é até pessimista, pois a inflação compensatória medida em 30 dias pode ser até negativa naqueles mesmos locais/regiões, tudo como contidos no “marmitex”)

Demonstrando, então, que as atuais medições pelo IBGE podem até conterem grandes erros de “falsos positivos” (inflação em alta pelos fatos), em que os preços medidos nos Índices, por exemplo, nas elevações repentinas e continuadas, quando das ocorrências de eventos climáticos de até 07 dias seguidos – situação máxima de ocorrência histórica - podem não elevarem tanto na cesta básica (no caso, eles serão medidos pelos preços do nosso marmitex acima, pois são situações reais, modernas e muito mais práticas), como os medidos e/ou serem compensados pelo barateamento de outros itens em até 20 dias - vide mais detalhes abaixo).

Por exemplo, se com tais chuvas excessivas, o preço do marmitex no mesmo local da medição anterior elevar, repentinamente, para R$ 25,50/ud. por serias perdas/desabastecimentos momentâneos de hortifrutigranjeiros etc. no máximo nos próximos 15 dias (cfe. ocorrências históricas). Pelos cálculos do IBGE (que – conforme a seguir- não medem volumes REAIS da cesta, mas apenas qualidades e valores) houve uma elevação 10,0% neste item total apenas naquele local/região (não em todo o Estado nem em todo o Brasil nem em todo os itens), mas, como vimos acima, os danos e quedas de ofertas foram bem mais nos hortifrutigranjeiros (que somente representam 5,0% do volume do tal “marmitex”). Assim, 95,0% dos volumes dos demais itens fundamentais do “marmitex” – ao contrário dos hortifrutis – teriam suas produções e ofertas até muito beneficiadas e já iniciando suas produções em apenas mais 15 dias pelas tais chuvas excessivas (que raramente ultrapassam 07 dias seguidos).

Assim, numa análise completa e realista das flutuações de preços de tal “marmitex”, os preços teriam caído e não subido, fato que seria estranho (embora normal) apenas no Brasil, até demonstrando uma possível medição “falso POSITIVA” (com inflação em alta pelos fatos e não de mais 10,0% do total, sim de mais, talvez, 1,0% dos hortifrutis). Pergunto, o que acontecerá com os preços reais de tal “marmitex” se os preços de 95,0% dos seus integrantes recuarem 3,0% a 5,0% nos próximos 15 dias pelas maiores ofertas decorrentes das maiores chuvas locais? Haveria, ou não, “inflação negativa” naquele local/região/período?

Continuando, excetuando os preços dos hortifrutis, o que ocorrerá com todos os preços do “marmitex” acima, vez que os volumes totais e as participações volumétricas de cada item são constantes? Obviamente, com as melhores chuvas, haveriam maiores produções de todos os demais itens e, assim, os preços de todos os itens integrantes o marmitex deverão – ou deveriam – cair muito (daí minha afirmativa de antes de que o atual sistema IBGE as vezes é até pessimista, pois a inflação compensatória medida em 30 dias pode ser até negativa naqueles mesmos locais/regiões, tudo como contidos no “marmitex”)

Vide mais dados no bom artigo a seguir : Por que a inflação do IBGE medida pelo IPCA parece diferente da realidade do dia a dia? link:  https://realtime1.com.br/por-que-a-inflacao-do-ibge-parece-diferente-da-realidade-do-dia-a-dia/

Sei que o IBGE para levantar os índices sempre se baseia nas tabelas nutricionais e de demandas do INAN. Contudo, ao meu ver, os tais levantamentos pelo INAN - mesmo que volumétricos ou caloríficos - não refletem as realidades de volumes reais de consumos pelas pessoas e famílias (como no nosso exemplo do “marmitex” acima), também levando a falsos positivos (inflação em alta pelos fatos), como os do IBGE. Na verdade, o INAN estabelece/parametriza as necessidades calóricas diárias de cada adulto, crianças, idosos etc. mas, aí vêm as dificuldades, pois – daquele tal “marmitex”, quantas gramas diárias de carne bovina ou de aves ou de suínos ou de peixes ou de leite ou de simples feijão – itens altamente ricos em proteínas - são necessárias ingerir para liberar os 1,0 gr. proteicos necessários pela soma dos itens acima e igual a 60,0 gr./dia para bem alimentar um adulto com peso de 60 kg. Vide no exemplo acima do nosso “marmitex” que um bifinho de 120 gr. de acém deve conter cerca de 30 gr. de proteína digestível e, assim, já suprindo 50,0% da necessidade humana diária acima de 60 gr./dia de proteína somada (dados apontam para fornecimento de 21 gr.  de proteína digestível a cada 100 gr. de carne moída ou de bife de acém = carne de segunda, saborosa e bem mais barata, talvez a mais consumida atualmente pelos mais pobres). Sabe-se por definição médica que o ser humano jovem ou adulto precisa ingerir de 0,66 gr. a 2,0 gr./dia (modal de 1,0 gr./dia) de proteína digestível por kg de peso corporal humano.

Sabe-se que o consumo calorifico diário total necessário para os humanos jovens, os maiores consumidores, varia entre 1.600 e 3.000 kcal/dia.

O nosso fundamental IBGE, infelizmente, até declara categoricamente em seu site que ele é um órgão medidor de preços e não de volumes consumidos. Ele coleta 430 mil dados diários apenas de preços em 30 mil locais (a maioria nas periferias e centros das grandes cidades, e muito pouco nas cidades menores e, praticamente, “zero” nas áreas rurais). Os índices próprios POF em que se baseiam muito para elaborar o IPCA também não captam os volumes consumidos, mas apenas ainda suas relevâncias/participações %, por exemplo, seus conteúdos proteicos %, lipídicos % e calóricos % (qualidades) e de valores, de cada produto.

Com as maiores chuvas e outros danos locais/regionais intensivos (estradas, pontes, estufas etc..) é muito provável que, na primeira semana, os preços dos hortifrutigranjeiros dispararão, mas depois das chuvas tendem a voltar ao normal rapidamente, pois as respostas/concorrências dos cultivos destes itens são muito rápidas (forte efeito de substituição local de cultivos e de fornecedores nos varejos). Contudo, notem que os consumos e hortifrutis somente correspondem a 60 gramas/”marmitex”, ou seja, a apenas 5,0% do peso total do “marmitex”.

Assim, numa situação real, a tal “inflação do chuchu” não têm argumentos volumétricos e econômicos para sempre elevar muitos os preços do varejo, COMO A IMPRENSA – até pelo sensacionalismo, normal, e grande desconhecimento, normal - SEMPRE FAZ QUESTÃO DE NOTICIAR MUITO, TUDO PARA ATACAR e DESPRESTIGIAR OS GOVERNOS, PREFEITOS E ATÉ SÃO PEDRO E O IBGE.

FIM 

 

Por Professor e Consultor Socioambiental e Empresarial: Climaco Cézar de Souza em 24 de março de 2026 (vide https://www.linkedin.com/in/climaco-cezar-7994a9a36/?originalSubdomain=br) , já com 1,2 milhão de “page views” de seus quase 300 artigos estratégicos em português e em inglês. 

Grato pela leitura e até o próximo, lembrando que já são 04 os meus romances de autoajudas/motivacionais disponíveis para pedidos pelos links abaixo, todos curtos e ainda somente digitais, sendo 03 em português e 01 em inglês. 

Vide resumo curto e seus links para pedidos:

  1. “Pedacinho de Mim” – “meu anjo” em português e que conta a estória de um casal problemático e que estava se separando; mais das mudanças e alegrias que ocorreram em suas vidas com a gestação - até indesejada por um deles -, nascimento, criação e educação da criança; e que mudou tudo para melhor na vida do casal, unido até hoje – Link: https://a.co/d/3Sochvd;
  1. 2) “Pedacinho de mim” – “meu anjo” em inglês com o mesmo resumo acima e como: “A lovely little piece of Me – my angel” – Link: https://a.co/d/gWYy4rK

3) “Procurando por Mim” Pai biológico Amado, mas Ausente": Os muitos Dilemas contra Doações e Recepções de Sêmen” – Este livro em português conta a saga de uma filha mais de sua nova amiga italiana solteira e mentora, residentes nos EUA, e que fora concebida pela doação consentida de sêmen e sem contato físico (autorizada pelo pai adotivo, infértil e não-biológico americano), tudo de forma sigilosa e consentida pelo seu bom pai no Brasil (um ex-namorado de sua mãe, que migrara para os EUA há muitos anos e que lá falecera, recente). Após anos, as duas entram em contato com o pai biológico e vêm ao Brasil (interior de Minas Gerais) para conhecerem e se deliciarem com seu pai, agora já separado e quase infeliz – Link: https://a.co/d/9AtImrT ;

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GRATO PELA DIVULGAÇÃO

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