Sustentabilidade é uma preocupação crescente em todos os países, e está hoje incorporada pelo setor empresarial em seus planos e nas ações voltadas ao desenvolvimento, nos mais diferentes segmentos. Ao aumento da consciência geral sobre a necessidade de preservação do planeta, há uma legislação e uma opinião pública cada vez mais exigentes nos países desenvolvidos, que o Brasil acompanha de perto, sendo muitas vezes, inclusive, mais rigoroso. Essas exigências são importantes e vêm estimulando o desenvolvimento de novas tecnologias e procedimentos nos diversos setores da indústria e do agronegócio. É preciso, no entanto, que elas tenham visão e aplicação positiva, para buscar mais qualidade nos investimentos, e não um viés negativo de impedir novos projetos bem plnejados e executados.
O setor de florestas plantadas no Brasil é exemplo dessa consciência ambiental e social, cuidando não só dos seus processos de implantação, como da preservação e recuperação dos biomas em que os projetos são desenvolvidos, e ainda de oferecer empregos em condições adequadas aos trabalhadores do setor e progresso às comunidades onde se localizam as plantações. Nosso país apresenta condições ideais para o rápido crescimento de plantações de eucaliptos e pinus, graças à insolação favorável, pluviosidade e temperaturas adequadas, o que tem levado a uma forte expansão da atividade . Com isso atrai crescentes investimentos de empresas e mesmo de pequenos agricultores, que respeitam o alto padrão de exigências ambientais, e vêm aumentando a produção sustentável de madeira para diversas finalidades: celulose, painéis, madeira serrada e energéticas evitando maiores pressões as florestas nativas.
Usar com responsabilidade a terra em benefício da economia, do ambiente e dos cidadãos do país não impede e pode contribuir para a evolução favorável dos negócios no setor florestal. Todos sabemos que esta é uma atividade de longo prazo, e é preciso garantir que vinte, trinta e mais anos depois ela continue a ser mantida com produtividade, bons resultados e sustentavelmente.
Buscar e assegurar a continuidade de certificações internacionais, como o selo FSC, e o CERFLOR tem sido uma forma de garantir que as plantações sejam reconhecidas como padrões de gerenciamento responsável nos cultivos florestais. Outro aspecto da atuação do setor é a recuperação de áreas degradadas pela uso intensivo do solo com culturas de curto ciclo ou criação de gado de forma extensiva que sucedeu ao desmatamento de muitas regiões do país, feito com o objetivo de vender madeira nativa ou apenas de expandir as fronteiras agrícolas, quando ainda não se tinha noção da importância da preservação ambiental.
A Veracel Celulose S.A. empresa onde detemos 50% do capital, tem mais de 97% do plantio de árvores para produção de celulose, em seu empreendimento na Bahia, situado em solos que foram antropizados para a criação de gado, que pastaram por décadas naquela região, após o corte e derrubada das matas originais. Nesse projeto, como nos demais implantados desde o final dos anos 80, quando se firmou a percepção da importância da preservação ambiental, há um cuidado de não destruir qualquer remanescente das florestas tropicais ou de outros ecossistemas importantes. Além disso, os projetos em região de Mata Atlântica, , reservam cerca de 50% da área para manutenção e recuperação da cobertura florestal original.
Nos primeiros plantios da Veracel no sul da Bahia, em 1993, menos de 7% da Mata Atlântica original cobria a região. Hoje, aproximadamente 100 mil hectares (cerca de 50% das terras da Veracel) são áreas de conservação, apesar da exigência legal prever cerca de30% (soma das áreas de reserva legal e protecao ambiental).
Até o fim de 2009, a Veracel tinha restaurado mais de 3.500 hectares de Mata Atlância com o plantio de mais de 3 milhões de árvores. Faz parte do manejo florestal proteger as florestas naturais remanescentes e as conectar para ajudar a preservar a flora e fauna..
Em decorrência dessa postura, adotada por nós, como por outros participantes do sertor, o Brasil, além de grande possuidor de florestas naturais passou a ser também referência mundial em sustentabilidade nas florestas plantadas.
Florestas plantadas podem cohabitar os solos com a vegetação nativa regional e com cultivos agrícolas e atividades pastoris, um sistema complementar que vem se ampliando e traz ótimos resultados quando bem manejado. Programas de parceria com pequenos e médios agricultores vêm incentivando esse uso das áreas de forma múltipla, gerando uma fonte adicional de renda para os proprietários.
*Vice-presidente da Stora Enso América Latina
O setor de florestas plantadas no Brasil é exemplo dessa consciência ambiental e social, cuidando não só dos seus processos de implantação, como da preservação e recuperação dos biomas em que os projetos são desenvolvidos, e ainda de oferecer empregos em condições adequadas aos trabalhadores do setor e progresso às comunidades onde se localizam as plantações. Nosso país apresenta condições ideais para o rápido crescimento de plantações de eucaliptos e pinus, graças à insolação favorável, pluviosidade e temperaturas adequadas, o que tem levado a uma forte expansão da atividade . Com isso atrai crescentes investimentos de empresas e mesmo de pequenos agricultores, que respeitam o alto padrão de exigências ambientais, e vêm aumentando a produção sustentável de madeira para diversas finalidades: celulose, painéis, madeira serrada e energéticas evitando maiores pressões as florestas nativas.
Usar com responsabilidade a terra em benefício da economia, do ambiente e dos cidadãos do país não impede e pode contribuir para a evolução favorável dos negócios no setor florestal. Todos sabemos que esta é uma atividade de longo prazo, e é preciso garantir que vinte, trinta e mais anos depois ela continue a ser mantida com produtividade, bons resultados e sustentavelmente.
Buscar e assegurar a continuidade de certificações internacionais, como o selo FSC, e o CERFLOR tem sido uma forma de garantir que as plantações sejam reconhecidas como padrões de gerenciamento responsável nos cultivos florestais. Outro aspecto da atuação do setor é a recuperação de áreas degradadas pela uso intensivo do solo com culturas de curto ciclo ou criação de gado de forma extensiva que sucedeu ao desmatamento de muitas regiões do país, feito com o objetivo de vender madeira nativa ou apenas de expandir as fronteiras agrícolas, quando ainda não se tinha noção da importância da preservação ambiental.
A Veracel Celulose S.A. empresa onde detemos 50% do capital, tem mais de 97% do plantio de árvores para produção de celulose, em seu empreendimento na Bahia, situado em solos que foram antropizados para a criação de gado, que pastaram por décadas naquela região, após o corte e derrubada das matas originais. Nesse projeto, como nos demais implantados desde o final dos anos 80, quando se firmou a percepção da importância da preservação ambiental, há um cuidado de não destruir qualquer remanescente das florestas tropicais ou de outros ecossistemas importantes. Além disso, os projetos em região de Mata Atlântica, , reservam cerca de 50% da área para manutenção e recuperação da cobertura florestal original.
Nos primeiros plantios da Veracel no sul da Bahia, em 1993, menos de 7% da Mata Atlântica original cobria a região. Hoje, aproximadamente 100 mil hectares (cerca de 50% das terras da Veracel) são áreas de conservação, apesar da exigência legal prever cerca de30% (soma das áreas de reserva legal e protecao ambiental).
Até o fim de 2009, a Veracel tinha restaurado mais de 3.500 hectares de Mata Atlância com o plantio de mais de 3 milhões de árvores. Faz parte do manejo florestal proteger as florestas naturais remanescentes e as conectar para ajudar a preservar a flora e fauna..
Em decorrência dessa postura, adotada por nós, como por outros participantes do sertor, o Brasil, além de grande possuidor de florestas naturais passou a ser também referência mundial em sustentabilidade nas florestas plantadas.
Florestas plantadas podem cohabitar os solos com a vegetação nativa regional e com cultivos agrícolas e atividades pastoris, um sistema complementar que vem se ampliando e traz ótimos resultados quando bem manejado. Programas de parceria com pequenos e médios agricultores vêm incentivando esse uso das áreas de forma múltipla, gerando uma fonte adicional de renda para os proprietários.
*Vice-presidente da Stora Enso América Latina