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BAT: “Como seria um mundo sem a indústria legal de tabaco?”

British American Tobacco alerta sobre crescente contrabando


No Dia Mundial sem Tabaco em 2013, a British American Tobacco (BAT) - grupo do qual faz parte a Souza Cruz – alerta sobre o aumento crescente do contrabando de cigarros e as consequências para a sociedade, caso a indústria legal de tabaco fosse extinta. 

 
Kingsley Wheaton, diretor de Assuntos Corporativos e Regulatórios da BAT, adverte: “Na realidade, as pessoas continuariam a fumar. Mas, em vez de comprar cigarros legais e tributados, feitos por empresas de tabaco legítimas, esses consumidores iriam recorrer ao mercado negro.”

Ainda segundo Kingsley, “a indústria do tabaco é altamente regulada, como deveria ser, levando-se em consideração o risco associado ao produto que vende. Mas a questão é que o tabaco é um produto legal, e nós somos uma companhia legítima que conduz seus negócios de maneira profissional e responsável, respeitando as leis em todos os países em que operamos, frequentemente indo além das nossas obrigações legais. Infelizmente, o mesmo não pode ser dito da rede de criminosos e contrabandistas.” 


O mercado ilegal de cigarros alcançou, no ano de 2012,  cerca de 660 bilhões de unidades vendidas no mundo, equiparando-se em volume à terceira maior multinacional de tabaco do planeta. Longe de ser um crime sem vítimas, a comercialização ilegal de cigarros é organizada por grupos criminosos com reconhecidas ligações com o terrorismo. 

No caso do Brasil, a maior parte do contrabando vem do Paraguai. O país produz, anualmente, cerca de 60 bilhões de cigarros e estima-se que o consumo interno seja de apenas 3 bilhões. Grande parcela do excedente entra no Brasil pelos quase 1500 quilômetros de fronteira entre os países. 


“Essas pessoas não obedecem às leis, não pagam impostos, não seguem as regulamentações governamentais, não se importam com a qualidade do produto e nem com a idade dos seus consumidores. Se a indústria legal de tabaco não existisse, essas pessoas iriam suprir o mercado mundial e uma coisa é certa: nenhuma lei seria respeitada”, conclui Kingsley Wheaton.
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